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Resort luxuoso chega no Coachella

O Coachella Valley Music and Arts Festival, que atrai mais de cem mil pessoas para três dias de música, criou uma enorme gama de opções de hospedagem nos entornos do festival. O Coachella é um deserto seco e vasto, perto de Salton Sea, a 45 minutos de Palm Springs, e o festival de música é realizado no Empire Polo Club, localizado em Indio, na Califórnia. Vários eventos são nos campos de pólo do clube, como o Stagecoach, para os fãs de música country, e o Desert Trip, para os amantes dos clássicos. Diante da chegada massiva de pessoas à região, a necessidade de hospedagem levou à criação do resort, uma luxuosa terra da fantasia no meio do deserto.

O Hotel Indigo será operado pela Highgate Hotels sob a bandeira do Inter Continental Hotels Group. O projeto de 250 quartos conta com 51 casitas e uma área de entretenimento de 45 mil metros quadrados para os eventos. Além disso, os espaços públicos foram projetados com inspiração nas cabanas Quonset.

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O resort de 140 quilômetros quadrados foi desenvolvido por patrocinadores secretos de celebridades, como Stuart Rubin, investidor de imóveis, e Gary Stiffelman, advogado de entretenimento, ambos de Los Angeles. O novo espaço também oferecerá uma alternativa ao Empire Polo Club, com seu próprio local para entretenimento de 45 mil metros quadrados coberto de grama – ideal para eventos musicais.

O destaque é a piscina de três mil metros quadrados que sai na dianteira em comparação às dos demais resorts de Las Vegas ao oferecer água salgada gelada para compensar as ondas de calor de três dígitos Fahrenheits da cidade. Sem contar a grande ilha de bares que servem coquetéis no interior da piscina, bem como uma estação de DJs e uma longa passarela para desfiles de moda.

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A área da piscina será cercada por enormes casitas que variam de dois a seis quartos e oferecem entradas e banheiros privativos e salas de estar para entretenimento. O resort também terá spa, academia, estúdio de ioga, variados restaurantes, além de uma loja de cannabis.

A inauguração do espaço é esperada para a metade do segundo semestre deste ano – com permissão para realizar eventos até as quatro horas da manhã, o que é inédito na região. Uma parede de 370 metros de altura à prova de som, em volta do espaço de shows, ajudará a reduzir os ruídos para não atrapalhar aqueles que desejam dormir.

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As redondezas da propriedade também experimentaram crescimento com a abertura de novos hotéis para acomodar o grande aumento de visitantes – o que inclui o novo edifício Kimpton Rowan, de sete andares e 153 quartos, em Palm Springs; os 150 quartos distribuídos em três andares do Hotel Paseo, em Palm Desert; e os 140 quartos de luxo do Montage La Quinta. Além disso, o Hard Rock Hotel, em Palm Springs, retornará ao seu nome original, Hotel Zoso; o Sands Hotel and Spa, na mesma região, foi todo reformulado por Martyn Lawrence Bullard; e, em 2019, o SilverRock Resort and Spa abrirá em La Quinta.

Claro, ainda é possível ficar em um yurts de luxo no Polo Grounds ou enfrentar os longos passeios até o festival e as enormes dores de cabeça no estacionamento. As opções disponíveis são inúmeras para as multidões de turistas na área.

Fonte: Forbes

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Tour no Louvre com Beyoncé e Jay-Z

Se você já foi alguma vez ao Museu do Louvre em Paris, pode ter saído de lá com alguma preguiça de voltar. Isso porque ele é um dos maiores museus do mundo, tem mais de 380 mil peças no acervo (só 35 mil ficam em exibição permanente), e para você conseguir ver tudo, precisa de pelo menos quatro dias inteiros dedicados só a isso. Correr uma maratona não parece tão difícil assim, não é? Brincadeiras à parte, visitar o Louvre é realmente um exercício de condicionamento e paciência. As distâncias lá dentro são realmente enormes e a muvuca é garantida diariamente.

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Mas agora, se você quiser fazer uma visita express, e ver tudo que tem de mais importante lá dentro, sem gastar nenhum tostão, seus problemas acabaram! Na calada da noite, o casal megastar Beyoncé e Jay-Z fez a cena das artes clássicas virar de ponta cabeça, gravando seu último clipe, da música ‘Apeshit‘, escondido no museu. Em pouco mais de 6 minutos, dá para ver as obras mais importantes do acervo, aquelas que ao vivo sempre tem uma multidão em volta se engalfinhando para conseguir uma boa foto para o Instagram. Claro que para a realeza de Bey-Z, o Louvre abriu as portas com exclusividade, então é bem provável que essa seja a melhor visão que você vai conseguir das obras-primas na vida.

Claro que o clipe não saiu incólume, e teve muita polêmica em torno dele. Puristas não se conformam que uma das mais importantes instituições de arte do planeta tenha se ‘vendido’ para o mundo pop. Já o mundo pop não parece muito preocupado, e o vídeo já coleciona 58 milhões de visualizações. Talvez essa seja a única forma que muita gente, pelo mundo todo, com menos condições vai conseguir entender a suntuosidade e a relevância do Louvre. E com certeza muita gente (mesmo as com condições) vai descobrir que existe um universo além da Mona Lisa ali dentro.

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Apesar de não precisar muito de propaganda, essa cartada fez a popularidade do Louvre disparar, principalmente no público jovem. E não demorou para capitalizar em cima disso. Agora já está disponível para quem vai ao museu, uma espécie de ‘tour dos Carters’. Em uma hora e meia de percurso, você passa pelas 17 obras que aparecem no video, que estão entre as mais importantes do acervo. Além, claro, de ‘La Gioconda‘ de Da Vinci, o tour passa por ‘A Coroação de Napoleão’ e o ‘Retrato de Madame Récamier’ de Jacques-Louis David, ‘A Balsa da Medusa’ de Théodore Géricault, ‘O Casamento de Canaã’ de Veronesi, a ‘Grande Esfinge de Tânis’ do Egito Antigo, a célebre ‘Venus de Milo, e a exuberante ‘Vitória de Samotrácia’ na escadaria, ambas da Grécia Antiga.

Quem visita o Louvre pela primeira vez, provavelmente vai acabar vendo isso mesmo. Bey-Z só institucionalizaram o roteiro básico. Agora resta saber quem vai conseguir realmente VER a exposição que eles montaram, enxergar além das obras e entender a denúncia que o video faz ao próprio império da arte eurocêntrica, colonialista, masculina e branca.

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Fonte: Blog Chicken or Pasta

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Roteiro vegano em Paris

Os franceses são conhecidos por comer muita manteiga e queijos, mas parece que o movimento vegan chegou com tudo e as opções não faltam em Paris. A Casa Vogue listou as novidades no roteiro a seguir!

Jay & Joy – Queijo vegetal em Paris? Oh oui! São excelentes, por sinal, e feitos com muito amor na Jay & Joy, umm verdadeiro ateliê de queijos em pleno coração da cidade. A boa dica é ir na quarta-feira, às 17h, quando a fundadora Mary Carmen promove uma degustação. Nosso xodó é o Joy Prairie, que parece um boursin, porém feito com amendoas, alho, ervas e sal rosa. Quem diria?

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Café Ginger – Localizado no bairro popular da Bastille, o Café Ginger é frequentado por habitués que curtem seu cardápio de torta, lasanha ou rolo primavera acompanhado de várias opções de saladas coloridas e super nutritivas. Para quem quiser, eles vendem também lindas cestas de verduras orgânicas.

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Le Trycicle – É um fast-food do jeito que gostamos. Tudo começou com um food-bike e virou sucesso. Com sua atmosfera cool que lembra muito Londres, lá é possível encontrar ótimos hot dogs. Prefira os horários mais tranquilos, fora do horário do almoço, para fugir da multidão.

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L’Arpège – Curte alta gastronomia? Não deixe de viver a experiência do Alain Passard, um dos primeiros chefs estrelados no mundo a trocar a carne pelos legumes. No seu restaurante L’Arpège, prepare-se para rever todos seus conceitos e viver altas sensações a cada garfada. Um pouco mais fancy, vale também conhecer o restaurante do Alain Ducasse no Plaza Athenée.

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42 degrés – Primeiro restaurante vegan e raw parisiense, o 42 degrés é original e surpreende pela estética e apresentação dos pratos. O nome se dá devido a temperatura em que são levados os ingredientes ao forno, que mantém os nutrientes e vitaminas.

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Brasserie Lola – Única opção vegan perto da Tour Eiffel, o Brasserie Lola surpreende pela modernidade e criatividade, onde mistura-se clássicos franceses com ingredientes veganos.

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Gentle Gourmet Café – O Gentle Gourmet Café é o lugar vegan mais cool e bem frequentado da cidade, com grande variedade de opções veganas. Os deliciosos pratos inspirados ds culinária francesa costumam ser lindamente decorados com flores comestíveis.

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 Fonte: Casa Vogue

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Caça-fantasmas na Grã Bretanha

Dona de lendas com fantasmas e monstros folclóricos, a Grã-Bretanha guarda histórias de vampiros criados em cidades costeiras, bruxas queimadas em praça pública e, claro, a famosa história do Jack, o Estripador. Para deixar suas próximas férias em terras britânicas bem arrepiante,  confira essa lista elaborada com experiências de dar calafrios:

Localizada a cerca de 3h30 de Londres, a cidade de Sheffield conta com um tour com temas variados, em dias alternados, como os clássicos de fantasmas, as mais aterrorizantes e até uma combinação de situações assustadoras e contos fantasmagóricos tradicionais.

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Já a terra natal de William ShakespeareStratford upon Avon, abriga a Falstaff Experience. A experiência acontece em uma casa do século 14, lar de supostos 40 fantasmas, onde é possível participar de excursões mal-assombradas guiadas por lanterna durante o dia e sessões fantasmagóricas paranormais à noite.

The Falstaff Experience,  em Stratford-upon-Avon, oeste da Inglaterra (foto: Elliott Brown/Flickr-Creative Commons)

Localizada a pouco mais de 2 horas de trem de Londres, York  abriga uma excursão mal-assombrada de 75 minutos adequada para famílias, onde são contadas algumas das histórias mais fantasmagóricas de York como a do Conde Sem Cabeça e a de Grey Lady, a freira que foi confinada viva.

Tour fantasmagórico em York, Yorkshire, no norte da Inglaterra (foto: Clare Young/Flickr-Creative Commons)

Nem só de música vive a eterna cidade dos Beatles. Nesse passeio guiado de 75 minutos pela Hope Street, no centro de Liverpool, os visitantes corajosos ouvem histórias da peste negra, sobre a casa onde o irmão de Hitler se escondeu e até sobre a residência de John Lennon.

Liverpool, onde acontecem tours assombrados na Hope Street (foto: Radarsmum67/Flickr-Creative Commons)

Localizado na zona rural de Lancashire, no norte da Inglaterra, Pendle Hill é tão assombrada que muitos moradores se recusam a caminhar pela montanha depois que escurece. Um dos acontecimentos mais famosos é o “Julgamento das Bruxas de Pendle”, em que dez pessoas foram enforcadas por crimes que incluíam bruxaria, em 1612.

Interior do presídio Crumlin Road, em Belfast, na Irlanda do Norte (foto: Robbie Dale/Flickr-Creative Commons)

Considerado um dos castelos mais assombrados da Escócia, o Glamis é amaldiçoado porque, segundo a lenda, um cálice ancestral foi retirado da residência, onde deveria ter permanecido para sempre. A cidade de Glamis está a cerca de 90 minutos de carro de Edimburgo e Glasgow, no sentido norte. 

Vista do Castelo de Glamis, na Escócia (foto: Mark Gregory/Flickr-Creative Commons)

História, mito e humor se encontram nesse tour descontraído de 90 minutos pela cidade costeira de Tenby, no sudoeste do País de Gales. Conduzido pela local Marion Davies, o passeio conta histórias de pubs assombrados e de atividades fantasmagóricas nas ruelas da cidade.

Vista de Tenby (foto: Matthew Hartley/Flickr-Creative Commons)

Imagine ser perseguido em um labirinto por Jack, o Estripador e fazer um passeio na escuridão de uma masmorra. O mais famoso tour do gênero, conhecido como London Dungeon, acontece em Londres, próximo à roda-gigante London Eye.

London Dungeon Last Supper, em Londres (foto: Visit Britain/Divulgação)

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Parque inflável nas águas de Dubai

Uma fabricante alemã especializada em infláveis criou especialmente para Dubai, a cidade dos superlativos, um parque aquático que escreve o nome da cidade no meio do mar da praia de  Jumeirah.

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Segundo seus criadores, o “Dubai TAG”, como foi batizado o parque aquático, tem 77 metros de comprimento, 35 de largura e capacidade para 200 pessoas ao mesmo tempo. Ele ainda foi desenhado de acordo com o novo logo do turismo de Dubai, no qual é possível ler o nome da cidade em inglês e também em árabe.

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A estrutura é ao mesmo tempo um enorme parque flutuante e também uma peça publicitária para divulgar o turismo em Dubai para todo o mundo.

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Cartas para Julieta

Desde o século passado, escrever uma carta de amor e enviar para as “secretárias” de Julieta é uma das principais atrações turísticas de Verona, na Itália. Há cerca de 70 anos, pessoas escrevem suas histórias de amor e as enviam para a casa de Julieta Capuleto, personagem de William Shakespeare. Agora, mais pessoas ajudarão a responder as cartas de amor, já que 50 voluntárias de vários países irão para Verona ajudar nesta tarefa. As voluntárias que irão até Verona têm entre 20 e 60 anos de idade. Elas receberão as cartas sobre desilusões amorosas e terão a tarefa de lê-las e respondê-las para todas as partes do planeta.

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A primeira carta chegou nos anos 1930 e foi encontrada na suposta tumba da personagem do romance “ Romeu e Julieta ”. Na época, ela foi respondida por um coveiro, e esse foi primeiro passo para que fosse criado um fenômeno mundial de enviar cartas para a personagem.  Foi tanta demanda que a prefeitura oficializou, há 25 anos, o serviço “Clube da Julieta”, que recebe cerca de 10 mil cartas por ano em vários idiomas.

O serviço ficou ainda mais famoso em 2010 com o filme “ Cartas para Julieta ”. A produção conta a história de Sophie, que em visita à Itália conhece um muro em que pessoas com desilusões amorosas deixam cartas para Julieta. Quando encontra uma carta de 1957, a jovem decide responder à autora, Claire, que vai para a Itália em busca de seu amor antigo e que ela nunca esqueceu.

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Fonte: IG

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Ilha só para mulheres

As vezes passar férias em um lugar onde não existam homens é tudo o que uma mulher quer na vida e isso já é possível em grande estilo. Kristina Roth, uma empresária norte-americana, criou a SuperShe Island, uma paradisíaca ilha particular na Finlândia, na costa do Mar Báltico, onde apenas mulheres podem ir.

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A ideia surgiu depois que Kristina passou vários feriados restauradores na Califórnia sem a presença masculina e percebeu que poderia ser muito mais divertido do que acompanhada.

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Ela ama ambas as experiências (sozinha e acompanhada), mas descobriu que a presença masculina parece mexer com as vibrações relaxantes. “Quando há homens por perto, as mulheres imediatamente colocam o batom”, ela disse ao The Post. A ideia da ilha é concentrar-se em si mesma.

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Roth decidiu iniciar a ideia na Finlândia depois de se apaixonar pelo local. “Meus pais possuem uma ilha no arquipélago, e ficavam me dizendo, a ilha ao lado está à venda”, ela contou ao The Post. “Eu disse, não estou interessada, mas uma vez que vi o lugar, me apaixonei pela utopia arborizada”. E ela a comprou. Até o momento, apenas ela e suas amigas estiveram lá, mas a partir de junho a SuperShe Island começará a funcionar.

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“Atividades dentro e ao redor da ilha, como trilhas, caiaque, esqui aquático, ioga e alguns cursos sobre temas como nutrição. Será uma experiência de transformação em muitos níveis, para se reinventar, trocar ideias, fazer negócios, entrar em forma e aprender um novo hobby ou dois”, conta a empresária.

Fonte: Hypeness

 

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Gastronomia com produção local

Entre os hotéis de luxo pelo mundo, há tantas regalias que fica até difícil lançar uma novidade que chame atenção. Mas estes cinco hotéis apostaram em um tipo diferente de “mimo” para seus hóspedes: oferecer comidas de alta gastronomia preparadas com ingredientes e produtos retirados de suas próprias propriedades. Veja a seleção, feita pelo site Glamurama:

O Hacienda Hotel Vira Vira, em Pucón, no Chile, produz 99% dos ingredientes que compõem seus pratos, do café da manhã ao jantar. A fazenda tem cultivo próprio de diversos grãos e batatas, cria cabras, galinhas, vacas, patos e outros, além de cultivar uma grande variedade de frutas e legumes, como alcachofras e aspargos. Os donos do hotel, o casal suíço Claudia e Michael Paravicini, fizeram questão de montar sua própria queijaria e leiteria, e trouxeram um mestre queijeiro para supervisionar a produção. Iogurtes, creme de leite e manteiga são preparados diariamente para deixar a experiência gastronômica ainda mais especial.

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Procurando por alta gastronomia e também aventura? O Soneva Kiri, na ilha de Koh Kood, na Tailândia, é o local perfeito. Com o conceito único de “slow life”, o hotel fabrica sua própria água, tanto mineral quanto com gás, tem seu próprio apiário e utiliza os ingredientes da sua horta para preparar as delícias servidas em seus restaurantes. Um deles é o Treepod, onde as mesas são como casas na árvore, e lá do alto, além de apreciar a vista única, é possível experimentar as refeições elaboradas – e saudáveis – entregues pelo seu garçom pessoal, que chega de tirolesa.

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Para aqueles que procuram gastronomia estrelada, o L’Andana, localizado no coração da Toscana, na Itália, é o lugar. O hotel pertence ao chef Alain Ducasse, 21 vezes estrela Michelin ao longo de sua carreira. Lá, além de cultivar sua própria horta, ele ainda faz iogurte, geleia e marmelada caseiros para o café da manhã. Mas a experiência não acaba por aí: o L’Andana conta com uma vinícola própria com 30 hectares cultivados principalmente de Cabernet Sauvignon, Viogner, Merlot, Alicante, Vermentino e Syrah. Os hóspedes, além de caírem no pecado da gula, podem passear pelas plantações e dar uma parada para degustar os vinhos produzidos por lá. E tem mais: durante os meses de outubro e novembro, a colheita de azeitona acontece para produzir o azeite And’Olio, mais um produto especial do hotel.

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Para quem gosta de provar um bom rum, a destilaria Blackwell é uma tradição familiar. Chris Blackwell, dono do hotel Golden Eye, em Oracabessa, na Jamaica, é quem comanda a produção da bebida, feita a partir de uma receita de família. Com base na cana de açúcar, o rum Blackwell é produzido em pequena escala, mas servido à vontade para os hóspedes do hotel que, antigamente, era a casa de Ian Fleming, criador do agente 007. Se pudesse, possivelmente James Bond trocaria seu dry martini por uma dose desse rum!

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Aprender a cozinhar com o badalado chef Willibald Reinbacher e colhendo os ingredientes fresquinhos na hora é uma experiência possível no Shanti Maurice, nas Ilhas Maurício. O resort boutique conta com uma horta orgânica de mais de mil metros quadrados com uma grande variedade de ervas e vegetais como alecrim, erva-limão, coentro, hortelã, beterraba, berinjela, brócolis e cebola. A gastronomia do hotel ainda oferece, além de tudo o que é cultivado por lá, produtos frescos do oceano. Cada restaurante do Shanti Maurice traz uma influência: o Stars é voltado para os sabores sul africanos. Já o cardápio do Fish Shack depende da pesca da noite anterior. Mais fresco, impossível!

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A trilha mais perigosa do mundo

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O quanto você se arriscaria para alcançar a iluminação em um templo religioso a mais de 2 mil metros de altura, nas montanhas da China? Pelo visto, os poderes espirituais do local devem ser dos melhores, pois milhares de turistas passam anualmente na trilha mais perigosa do mundo, no monte Huashan, para chegar às tradicionais construções. Trata-se de um templo taoísta de grande importância, construído por volta do século 2 a.C. Lá, cinco belas construções se distribuem, criando a forma de uma flor mística.

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Para chegar ao topo, é necessário passar por pequenas trilhas de madeira, escadas incrustadas nas pedras e pontes que se esticam sobre precipícios a milhares de metros do chão. De acordo com estatísticas não oficiais, aproximadamente cem pessoas morrem anualmente no local antes de alcançar o topo! Mesmo assim, o fluxo de turistas continua crescendo.

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Para aqueles que gostam de adrenalina e se garantem no preparo físico, uma coisa é inegável: a vista é de tirar o fôlego. Já para os menos destemidos, as fotos e vídeos do local já cumprem o papel de encantar e causar calafrios. E aí, você encararia?

 

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Córsega, a ilha da beleza

Terra de Napoleão I, sobrevoada em 1944 por Antoine de Saint-Exupéry, tida pelos gregos como a ilha ‘sublime’ (Kallisté) e pelos franceses como a ‘ilha da beleza’ (Ile de Beauté), a bela Ilha de Córsega continua a ser um dos expoentes máximos do mediterrâneo. Seu encanto atrai turistas de todo o mundo que ali passeiam e celebram a vida, sem pressas ou cerimônias. Montanhosa, rica e exuberante, a ilha oferece de mão-cheia experiências gastronômicas que despertam os outros sentidos resgatando tempos antigos.

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Este pequeno paraíso natural, recortado por praias e pequenas baías escondidas com todos aqueles cumes que se debruçam sobre o mar, é ainda salpicado por vilas e povoações encantadoras. Por ali passaram os fenícios, os gregos, os etruscos, os cartagineses e os romanos, para citar alguns povos que deixaram importante legado. Todos estes testemunhos contribuem, através de ruínas, muralhas ou igrejas, para nos deixar sem palavras e com vontade de prolongar os dias.

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Saindo do cais de Marselha, atravessando oito horas de costa a costa, chega-se ao Porto de Girolata, uma vila costeira ao sul da Reserva Natural de Scandola. A oeste da Córsega, a zona faz parte do Parque Natural da Córsega e tem cenário intenso. De lá, para descer a costa, basta pegar o barco novamente e, em uma curta travessia, chegar na pequena vila de Porto classificada como patrimônio da Humanidade pela UNESCO. A paisagem segue fantástica, com vista para o azul do mar e para os rochedos vermelhos. A agitação, porém, é maior, com amantes da náutica nos diversos bares, restaurantes e lojas de rua. Dica: procure as empresas turísticas locais para ir ao Golfo admirar as falésias e fazer aulas de mergulho com vista para a variada fauna marítima. Se o tempo estiver a favor, também não deixe de ir para o Ajaccio e ir ao Golfo de Sagone.

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Em Ajaccio, não deixe de visitar o Mercado, em Place Foch, onde você encontra produtos tracidionais da Itália. Na rue Saint-Charles você pode beber um vinho nas cadeiras coloridas da Casa Buonapar, ir à loja de souvenirs de viagem Anareda e comprar acessórios divertidos na Empires. O Musée Fresh é parada obrigatória para quem gosta de história. O palácio construído pelo tio de Napoleão contém pinturas italianas dos séculos 14 ao 18.

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Rumo ao sul, saindo de Ajaccio, pode-se visitar via carro o Porto-Vecchio. A estrada em direção a Bonifácio, passando por Propriano e Sarène, é onde se encontra o Musée de préhistoire et d’archéologie Corse e uma vista majestosa sobre o Golfo de Valinco. A chegada ao Hotel Plage Casadelmar, considerado por muitos um dos melhores hotéis na Europa, tem um sabor especial. Elegante e cheio de luz natural, o hotel, que faz parte da cadeia ‘The Leading Hotels of the World’, está situado numa península a pouca distância de Porto-Vecchio, na costa sudoeste da Córsega, com vistas para o Mediterrâneo.

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De carro ainda dá para chegar nas Piscinas Naturais no Valle Cavu, na cidade de Zonza, no coração do Parque Natural Regional da Córsega. Um reduto de paz, onde podem praticar-se muitas atividades, dos vários esportes de natureza, caminhadas ou apenas piqueniques à sombra de pinheiros. O rio Cavu, muito procurado pelos turistas, é de fácil acesso e promete banhos refrescantes. Seguindo para o Castelo D’Araghju, uma fortaleza muito antiga, desvenda-se a praia de Pinarello. O areal é estreito, mas extenso, a areia fina mas com algumas algas e a água cristalina.

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Também com acesso prático, o local é um reduto feito 2500 anos a.C, formado por grandes blocos de pedra. Apenas isso, aquele edifício, na periferia de Porto Vecchio, e a vista do mar, as montanhas e a planície circundante. Siga para Bonifácio, uma cidade/fortaleza construída no alto de falésias e, aos seus pés, uma bem composta marina onde ancoram mega-iates. A cidade fica localizada na extremidade sul da Córsega (a apenas 12 km da Sardenha) o que dá logo a panorâmica da bela sofisticação italiana – muitas palmeiras e restaurantes caros rematam o visual de sonho. Explore as ruelas, a falésia, as grutas e a marina, tudo a pé.

Fonte: Casa Vogue

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