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A Little Italy, em NY, está acabando?

O histórico bairro Little Italy, em Nova York , pode estar caminhando para seu fim. Restaurantes e lojas, repletos de elementos da cultura italiana, estão sendo desaparecendo ou sendo fechados. Perdendo cada vez mais suas características, as tradições, que davam um sabor de Itália perdida nos Estados Unidos, estão aos poucos se tornando lembranças.

A discussão veio à tona com a explosão do restaurante Angelo’s of Mulberry St. devido a um incêndio causado por um cigarro. Aos poucos, os estabelecimentos italianos estão dando lugar aos de outras culturas, como lojas de bagels, sanduicherias vietnamitas e uma agência bancária da China. Little Italy também está sendo aos poucos tomada pela expansão da Chinatown, outro bairro conhecido de Nova York.

“A região foi reduzida a apenas um nome em um mapa, e no máximo a alguns blocos na Mulberry Street, frequentada pelos turistas”, aponta o jornal “The New York Times”.

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Apesar da situação, o bairro ainda reserva pontos turísticos e locais tradicionais. Aproveite para conhecer enquanto ainda há tempo:

Restaurantes

Se você é fã de restaurantes temáticos, pode gostar do Umberto’s Clam House. O restaurante de frutos do mar apresenta uma atmosfera no estilo mafioso.

Para os fãs da cultura italiana tradicional, é possível experimentar massas saborosas nas cantinas Paesano ou Emilia’s.

Para comer um doce ou tomar um café, vá ao Prince Coffe House, com café e guloseimas, ou ao Mó Il Gelato, uma sorveteria.

Lojas

Quer levar a Itália para casa?  A La Cantina oferece vinhos e outras bebidas italianas, e a Calandra Cheese tem produtos como queijos, massas, molhos e azeites.

Se você quer roupas e acessórios, a Mulberry & Grand apresenta uma variedade estilosa, também vendendo sapatos e cosméticos.

Curiosidades

O que é retratado pelas ruas é a cultura e o astral puros do italiano. O bairro se formou no início do século XX, com a concentração de um grande número de ítalo-americanos, atingindo o auge em 1910. Hoje, apenas 10% de seus habitantes é de tal origem.

Em Little Italy, também foram criadas as primeiras padarias e pizzarias de Nova York. Ainda dá tempo de percorrer as ruas do local e viver um pouco dessa história.

Fonte: IG

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Destinos baratos e imperdíveis na América do Sul – Parte 2

Se ainda em 2018 seu desejo é explorar o seu próprio continente, anime-se: não faltam opções de destinos baratos na América do Sul para visitar. Praias, desertos, cidades históricas, ilhas, sítios arqueológicos, parques naturais… a lista pode ser infinita. Confira mais seis destinos na América do Sul para visitar:

Rota dos 7 Lagos, Argentina

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Nunca um simples deslocamento entre cidades foi tão lindo: o caminho de 107 quilômetros que une as cidades de San Martin de Los Andes e Villa La Angostura, na Argentina, ganhou o nome de Rota dos 7 Lagos (ou Caminho dos Sete Lagos) e oferece algumas das mais belas paisagens da Patagônia argentina.

Apesar de levar o número 7 no nome, a rota possui na verdade 9 ou 10 lagoas, ainda que os mais conhecidos sejam Correntoso, Escondido, Espejo, Falkner, Machónico, Villarino e Lácar. Um mais lindo que outro, com águas que variam do verde ao azul intensos.

Uma dica: evite fazer a roda de ônibus, pois não há muitos pontos pelo caminho e a viagem pode ficaria um tanto cara. A melhor opção é alugar um carro e dividir com amigos ou outros viajantes – mais barato e diversão extra!

Cabo Polonio, Uruguai

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Que tal se o seu próximo destino de viagem fosse um pequeno povoado sem luz elétrica, internet ou asfalto? Difícil de imaginar? Pois com a paisagem que Cabo Polonio, no Uruguai, oferece, nenhuma modernidade vai fazer muita falta.

A península localizada a 260 km de Montevidéu é considerado por seus visitantes um lugar mágico. Praias praticamente desertas, enormes dunas ao redor da cidade, leões marinhos quase sempre presentes nas ilhas da costa, e um céu estrelado com um pôr do sol dos mais belos já vistos, fazem parte do “pacote”.

O acesso ao balneário é restrito – a estrada mais próxima fica a 7 km, e chega-se a cavalo ou por carros 4×4. A pequena população é formada principalmente por pescadores, artesãos e funcionários do farol. Mas para os mais assustados, um alívio: muitos estabelecimentos da região possuem gerador próprio, então ninguém vai ficar no escuro o tempo todo.

Encarnación, Paraguai

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Ganhando crescente fama por sua praia e pelo seu carnaval, Encarnación, terceira cidade mais importantes do Paraguai, é apelidada por seus moradores como o “novo Rio de Janeiro”. Exagero ou não, a cidade esbanja atrativos naturais e culturais e merece mesmo uma visita.

Importante polo comercial e industrial do país, Encarnación está diretamente conectada à cidade de Posadas, na Argentina, através da ponte San Roque González de Santa Cruz que cruza sobre o Rio Paraná. A cidade dispõe de uma boa infra-estrutura turística, com hotéis e restaurantes de boa variedade e preços atrativos. É conhecida como a “Capital do Carnaval”, por causa das animadas festas do Carnaval Encarnaceno em fevereiro.

Vale também visitar, ali perto, as ruínas das missões jesuíticas da Santíssima Trindade do Paraná, de Jesus de Tavarangué (o único Patrimônio da Humanidade pela UNESCO do Paraguai) e o oratório da Virgem de Itacuá.

Paramaribo, Suriname

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Eis um país e sua capital que quase nunca estão na lista de lugares para ser visitado, mas que merecem mais atenção. Na ponta nordeste da América do Sul, um tanto isolada mas com ar cosmopolita, Paramaribo, capital do Suriname, tem uma rica arquitetura colonial e uma fascinante diversidade étnica.

A população de pouco mais de 250 mil habitantes é um mescla de indianos, indígenas, javaneses, africanos e descendentes de holandeses (que deixaram o idioma oficial após a colonização). E os traços de todas essas culturas estão espalhadas pela cidade.

Entre as atrações principais, estão o centro histórico, declarado Patrimônio da Humanidade pela UNESCO – incluindo a bela Basílica de São Pedro e Paulo, uma das maiores construções de madeira do mundo – o Mercado Central, o forte Zeelandia, a sinagoga Neve Shalom e a Mesquita Keizerstraat.

Salta, Argentina

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“Salta, la linda” é o apelido dado pelos argentinos a esta cidadezinha a leste da Cordilheira dos Andes, no Vale de Lerma. E realmente não tem como questionar o nome. Localizada a mais de mil metros de altitude, sua posição geográfica mistura desertos áridos de terra vermelha, montanhas nevadas, rios e vales.

Salta é famosa por sua forte herança colonial, com casas tradicionais, ruas estreitas e monumentos. É também marcada pelo folclore do norte da Argentina, com suas comidas, danças e músicas típicas (zamba, chacarera). Da era colonial, destacam-se a Igreja e Convento de São Bernardo, e o Cabildo, o prédio mais antigo da cidade – dos idos de 1780 – e hoje sede do Museu Histórico do Norte e do Museu Colonial e das Belas Artes.

A cidade é também o início do itinerário do “Trem das Nuvens”, que faz um fascinante passeio pela região de La Puna, subindo a encosta dos Andes e indo até San Antonio de los Cobres.

Baños, Equador

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Cercada por três vulcões, a pequena Baños de Agua Santa (ou simplesmente Baños) é parada obrigatória para quem está em busca de aventura e natureza no Equador. Fica na província de Tungurahua, na parte central do pais, e é conhecida como o “Portão para a Amazônia”, por estar às margens do rio Pastaza na bacia do rio Amazonas.

Famosa por suas fontes hidrotermais de água mineral, Baños é também um centro de peregrinação religioso católico, por acreditarem que a Virgem Maria apareceu próximo a uma cachoeira – a imagem da Virgen de Agua Santa foi colocada na catedral local.

Não dá para deixar de mencionar também a “La Casa del Arbol”, a casa na árvore ode fica o famoso “balanço do fim do mundo” (na foto acima). Há algumas trilhas que levam até o local, ou pode-se ir de ônibus ou táxi (o câmbio vai ajudar nesse caso).

Fonte: Momondo

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Destinos baratos e imperdíveis na Amárica do Sul – Parte 1

Eis uma alegria na vida do viajante latino: não é preciso mudar de continente para fazer viagens absolutamente incríveis. E melhor ainda: geralmente gasta-se bem menos do que indo para a Europa, Estados Unidos, Oceania etc. Conhecer destinos baratos na América do Sul é sim possível, e isso inclui alguns dos lugares mais lindos do mundo.

Confira seis destinos na América do Sul daqueles para incluir na sua lista de sonhos de viagem. Confira só:

Santuário de Las Lajas, Colômbia

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No sul da Colômbia, quase fronteira com o Equador, um local de culto e peregrinação também transformou-se em um dos principais atrativos turísticos do continente. Dá para entender por quê: o Santuário de Las Lajas é de uma beleza extrema, seja pela sua construção seja pelo cenário natural onde está inserido.

Fica localizado no cânion do rio Guaitara, na aldeia de Las Lajas, município de Ipiales. A linda basílica de pedra fica a cerca de 50 metros de altura, rodeada por cachoeiras, em estilo gótico e de uma riqueza de detalhes impressionante, que incluem arcos, mosaicos, torres e paredes de pedra natural – em uma delas está a imagem da Virgem de Nossa Senhora do Rosário, também feita de pedra.

Urubamba, Peru

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Outro ponto obrigatório em uma expedição pela América do Sul é o Vale Sagrado dos Incas, nos Andes peruanos. Fica perto de Cuzco e Machu Picchu, e estes podem formar um único, extenso e belo roteiro de viagem pelo Peru.

O vale teve papel fundamental para os incas, por suas qualidades geográficas e climáticas, tendo sido um dos principais pontos de extração da riqueza de suas terras. É composto por importantes monumentos arqueológicos e povoados indígenas, e entrecortado por inúmeros rios que descem por pequenos vales, formando paisagens fenomenais.

O principal rio é o Urubamba, que dá nome também a maior das cidades do vale. Com várias opções de hotéis e restaurantes, a simpática cidade é ponto de parada dos aventureiros que vêm ou seguem em direção aos outros povoados do vale, como Pisaq, Ollantaytambo e Chinchero.

Pucón, Chile

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No Chile, uma ótima opção afastada da capital Santiago (780km ao sul), é a simpática cidade de Pucón, na região da Araucanía. A cidade está cercada pelo lago e vulcão Villarrica, e ele próprio é uma grande atração local.

Apesar de não estar extinto, passeios turísticos no vulcão são bastante comuns. No verão, agências de turismo oferecem serviços de guia e aluguel de equipamento para a prática do “andinismo” (como o alpinismo é conhecido nos países andinos) – é mesmo aconselhado ter um acompanhamento qualificado, já que há trechos bastante escorregadios na montanha.

Há várias outras opções de esportes e atividades ligadas ao ecoturismo em Pucón, incluindo esqui aquático, trilhas e rafting. Sem falar no centro de esqui junto à encosta do vulcão, que opera entre julho e setembro, e possui ótima infraestrutura, com seis teleféricos, 20 pistas de esqui e snowboard, um restaurante e área ara crianças.

Parque Tayrona, Colômbia

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Imagine a paisagem: 12 mil hectares de vegetação intocada, centenas de espécies de animais (muitos em risco extinção), algumas das praias mais azuis do caribe colombiano, e a Serra Nevada de Santa Marta e suas gigantes cadeias montanhosas como pano de fundo.

Assim é a vista do Parque Nacional Natural Tayrona, considerado um dos lugares mais bonitos da Colômbia. Transformado em parque em 1968, o local era o lar do povo indígena Tairona até meados do século 15. Mesmo hoje pode-se ver seus sítios arqueológicos, como o Pueblito Chairama, considerado local sagrado para os indígenas da região e onde vários deles ainda vivem em cabanas.

São várias opções de trilhas por dentro do parque, sempre com paisagens deslumbrantes, seja a pé ou a cavalo (que é possível alugar na entrada do parque). Sem contar as lindas praias – como Cabo de San Juan, La Piscina e a Playa Brava (esta reservada para nudistas).

Isla del Sol, Bolívia

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É provável que todo mundo que sonha em desbravar a América do Sul adoraria fazer a Rota Bolívia-Peru-Chile. E claro que o Lago Titicaca não poderia faltar na lista de lugares para visitar. Sendo o maior lago navegável do mundo, com nada menos que 41 ilhas, qual delas escolher?

Não tem como errar com a Isla del Sol. Com acesso pela cidade de Copacabana, e com área de 14,3 km², trata-se da maior e uma das mais belas ilha do lago. É uma ilha considerada sagrada para os incas, pois lá se encontravam os santuários das “virgens do sol”, dedicado ao Deus Sol. Hoje, a ilha ainda é povoada por indígenas de origem quechua e aymara, que dedicam-se ao artesanato e ao pastoreio de ovelhas.

Existem muitos sítios arqueológicos em volta da ilha, como o museu Challapampa, onde se encontram peças resgatadas ao redor da ilha. Toda a paisagem é de tirar o fôlego, com trilhas que atravessam a ilha de norte a sul, águas de azul intenso, montanhas verdes e, claro, a Cordilheira dos Andes com seus picos nevados.

Los Roques, Venezuela

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Maior parque marinho da América Latina, o Parque Nacional Arquipélago de Los Roques tem algumas das paisagens mais paradisíacas do continente. O conjunto de 42 ilhas tem uma área total de 22 mil hectares e pode-se passar dias e dias explorando cada cantinho, seja relaxando e apreciando a paisagem, seja andando de caiaque, veleiro, bote ou catamarã, ou praticando windsurf, pesca, mergulho etc.

Afinal, como resistir a uma paisagem que combina barreiras de corais protegendo o arquipélago das correntes fortes, praias desertas de areia branca e águas quentes e cristalinas, e uma variedade inacreditável de espécies marinhas (consta que 98% das espécies coralinas existentes no mundo estão lá)?

As ilhas são chamadas de “cayos”. Na principal delas, Gran Roque, ficam as pousadas, um pequeno aeroporto, o porto e as opções de comércio. Duas festas movimentam a localidade: uma em setembro (a Virgem do Vale) e outra em novembro (Festival da Lagosta).

Fonte: Momondo

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Rússia se prepara para os turistas da Copa do Mundo

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Mais de um milhão de turistas estrangeiros são esperados na Rússia para as partidas da Copa do Mundo de 2018, que vão ser disputadas em estádios de 11 cidades ao redor do país, segundo Vitaly Mutko, porta-voz do Comitê Organizador Local. Ainda segundo ele, apenas a Copa das Confederações, disputada em junho do ano passado, aumentou a presença de turistas no território russo em 17%.

O número é o mesmo que o anunciado pelo chefe do gabinete hoteleiro do Departamento de Esporte e Turismo de Moscou, Aleksey Tikhnenko, durante visita a Tóquio, no Japão, em setembro passado. “As reservas de quartos estão muito ativas na capital. Acho que as pessoas podem até ir para outras cidades onde as partidas serão disputadas”, comentou à época.

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Turistas da Europa e da América Latina estão entre os mais esperados, segundo o diretor-executivo da Associação de Operadores Turísticos da Rússia, Maya Lomidze. “Eles mostram um interesse especial no torneio”. As companhias nestes continentes já ajustam os preços para oferecer passagens aéreas baratas para o evento.

Os jogos da Copa do Mundo da Rússia acontecerão entre os dias 14 de junho e 15 de julho. A final será no estádio Luzhniki, em Moscou.

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Fonte: Catraca Livre

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Córsega, a ilha da beleza

Terra de Napoleão I, sobrevoada em 1944 por Antoine de Saint-Exupéry, tida pelos gregos como a ilha ‘sublime’ (Kallisté) e pelos franceses como a ‘ilha da beleza’ (Ile de Beauté), a bela Ilha de Córsega continua a ser um dos expoentes máximos do mediterrâneo. Seu encanto atrai turistas de todo o mundo que ali passeiam e celebram a vida, sem pressas ou cerimônias. Montanhosa, rica e exuberante, a ilha oferece de mão-cheia experiências gastronômicas que despertam os outros sentidos resgatando tempos antigos.

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Este pequeno paraíso natural, recortado por praias e pequenas baías escondidas com todos aqueles cumes que se debruçam sobre o mar, é ainda salpicado por vilas e povoações encantadoras. Por ali passaram os fenícios, os gregos, os etruscos, os cartagineses e os romanos, para citar alguns povos que deixaram importante legado. Todos estes testemunhos contribuem, através de ruínas, muralhas ou igrejas, para nos deixar sem palavras e com vontade de prolongar os dias.

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Saindo do cais de Marselha, atravessando oito horas de costa a costa, chega-se ao Porto de Girolata, uma vila costeira ao sul da Reserva Natural de Scandola. A oeste da Córsega, a zona faz parte do Parque Natural da Córsega e tem cenário intenso. De lá, para descer a costa, basta pegar o barco novamente e, em uma curta travessia, chegar na pequena vila de Porto classificada como patrimônio da Humanidade pela UNESCO. A paisagem segue fantástica, com vista para o azul do mar e para os rochedos vermelhos. A agitação, porém, é maior, com amantes da náutica nos diversos bares, restaurantes e lojas de rua. Dica: procure as empresas turísticas locais para ir ao Golfo admirar as falésias e fazer aulas de mergulho com vista para a variada fauna marítima. Se o tempo estiver a favor, também não deixe de ir para o Ajaccio e ir ao Golfo de Sagone.

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Em Ajaccio, não deixe de visitar o Mercado, em Place Foch, onde você encontra produtos tracidionais da Itália. Na rue Saint-Charles você pode beber um vinho nas cadeiras coloridas da Casa Buonapar, ir à loja de souvenirs de viagem Anareda e comprar acessórios divertidos na Empires. O Musée Fresh é parada obrigatória para quem gosta de história. O palácio construído pelo tio de Napoleão contém pinturas italianas dos séculos 14 ao 18.

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Rumo ao sul, saindo de Ajaccio, pode-se visitar via carro o Porto-Vecchio. A estrada em direção a Bonifácio, passando por Propriano e Sarène, é onde se encontra o Musée de préhistoire et d’archéologie Corse e uma vista majestosa sobre o Golfo de Valinco. A chegada ao Hotel Plage Casadelmar, considerado por muitos um dos melhores hotéis na Europa, tem um sabor especial. Elegante e cheio de luz natural, o hotel, que faz parte da cadeia ‘The Leading Hotels of the World’, está situado numa península a pouca distância de Porto-Vecchio, na costa sudoeste da Córsega, com vistas para o Mediterrâneo.

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De carro ainda dá para chegar nas Piscinas Naturais no Valle Cavu, na cidade de Zonza, no coração do Parque Natural Regional da Córsega. Um reduto de paz, onde podem praticar-se muitas atividades, dos vários esportes de natureza, caminhadas ou apenas piqueniques à sombra de pinheiros. O rio Cavu, muito procurado pelos turistas, é de fácil acesso e promete banhos refrescantes. Seguindo para o Castelo D’Araghju, uma fortaleza muito antiga, desvenda-se a praia de Pinarello. O areal é estreito, mas extenso, a areia fina mas com algumas algas e a água cristalina.

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Também com acesso prático, o local é um reduto feito 2500 anos a.C, formado por grandes blocos de pedra. Apenas isso, aquele edifício, na periferia de Porto Vecchio, e a vista do mar, as montanhas e a planície circundante. Siga para Bonifácio, uma cidade/fortaleza construída no alto de falésias e, aos seus pés, uma bem composta marina onde ancoram mega-iates. A cidade fica localizada na extremidade sul da Córsega (a apenas 12 km da Sardenha) o que dá logo a panorâmica da bela sofisticação italiana – muitas palmeiras e restaurantes caros rematam o visual de sonho. Explore as ruelas, a falésia, as grutas e a marina, tudo a pé.

Fonte: Casa Vogue

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Nadando com as águas vivas no Oceano Pacífico

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Nadar no meio de milhões de águas vivas não parece estar nos planos de muita gente, até porque o resultado pode não ser o melhor. Mas no conhecido “Jellyfish Lake“, isso é possível! O lago das águas vivas fica na ilha Eil Malk, no Palau, Oceano Pacífico.

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Todos os dias, os seres da espécie Mastigia, também conhecida como “dourado”, migram através deste lago marinho de águas salinas, que se conecta ao mar – que recuou há cerca de 12 mil anos – através de túneis e fissuras nas pedras calcárias que o envolvem. Mesmo cercado por terra e isolado do oceano, o lago retém as águas-vivas a tal ponto que elas não usam mais seus ferrões, visto que não há mais predadores no lago. E é isso que possibilita o inusitado mergulho.

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Embora o mergulho seja possível, chegar abaixo de 15 metros pode ser fatal devido uma camada de sulfeto de hidrogênio altamente tóxico e que pode ser absorvido pela pele. Dizem que pessoas mais sensíveis também podem ter a pele incomodada pelas águas vivas douradas.

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Atualmente, a probabilidade é de que ao menos 2 milhões dessas encantadoras criaturas vivam ali. Elas nadam duas vezes ao dia pela extensão do lago em busca de aumentar a luz solar que recebem. Embora pareçam enormes, muitas delas são pequeninas, até menor do que um punho humano.

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Você teria coragem?

Fonte: Nômades Digitais

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Conheça o Museu da Sobremesa

É louco por doce? Então você vai adorar o Museu da Sobremesa, inaugurado em fevereiro em Manila, capital das Filipinas, com oito salas desenhadas para os mais diferentes gostos – algodão-doce, urso de goma, marshmallow, chicletes, donuts, bengala doce, sorvete e cake pop – em um espaço de mais de mil metros quadrados, onde é possível pular, brincar e deslizar.

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Esse talvez seja o único tour do mundo que começa com os visitantes entrando por um buraco de donut e deslizando em um escorregador rosa – cada pedacinho do trajeto perfeito para posts no Instagram. Duas portas, “naughty” e “nice”, conduzem a diferentes bosques de bengalas de açúcar, árvores de algodão-doce (que os visitantes podem comer), espaços de marshmallow, arco-íris de alcaçuz e uma boutique, onde é possível comprar uma grande variedade de doces, entre eles, bolos de confete.

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Os cofundadores do local tiveram a ideia como forma de expressar seu amor por viagem e comida. Além da construção e design da atração, os amigos e sócios quiseram criar uma experiência compartilhável nas mídias sociais. A entrada na Floresta de Algodão-Doce, por exemplo, é feita através de um pavilhão de árvores feitas do doce, com luzes ao redor. Essa iluminação guia o visitante por um túnel de árvores que leva a um espaço com nuvens de algodão-doce “abraçáveis”, onde os instagrammers podem posar livremente – seja dentro da tigela do doce ou perto das nuvens feitas de algodão-doce. E o toque final: os doces com pó de fada (algodão-doce com leite desnatado em pó) das árvores podem ser colhidos e degustados imediatamente.

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Aqueles que gostam de aprender enquanto fazem uma visita vão ter no Museu da Sobremesa “material único”, garante uma das fundadores. Lá é possível descobrir por que tem um buraco no donut e mergulhar na história de diferentes sobremesas, como a do algodão-doce, protagonizada pelo dentista William Morrison e pelo doceiro John C. Wharton, que criaram a delícia usando “floss sugar”, um tipo de açúcar que é derretido e colocado em forma de nuvem com fios de açúcar incrivelmente finos e longos, e que foi batizado de “Fairy Floss”

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Só na primeira semana, o museu atraiu aproximadamente 7 mil visitantes, e espera receber mais 40 mil nos próximos dois meses. Em breve, Tasha quer adicionar um sabor mais distinto à atração, incorporando sobremesas locais e ingredientes como Ice Scramble e Inhame da Índia.

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Os ingressos são vendidos online por valores equivalentes a US$ 13 e US$ 15 para os tours, que cobrem duas horas de passeio e seis sobremesas, como chocolates artesanais, marshmallows gigantes, macarons, mini donuts e cake pops.

Fonte: Forbes

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Vinho de talha no Alentejo

Quem já fez uma visita a uma vinícola moderna sabe que hoje em dia os processos são altamente padronizados: o mosto de uva é acondicionado em enormes fermentadores de inox, onde castas específicas de leveduras são adicionadas. Depois de fermentado, o vinho normalmente estagia em barris de carvalho antes de ser engarrafado. Assim também é feito com quase todo o vinho produzido em Portugal. Entretanto, em algumas localidades do Alentejo, pequenos produtores estão redescobrindo uma técnica milenar, de vinhos fermentados naturalmente em enormes ânforas de barro – as talhas.

Essa técnica teria sido introduzida na Península Ibérica pelos romanos, e era dessa maneira que se fazia vinho na antiguidade: após a vindima, o suco das uvas é colocado nas enormes talhas (os volumes variam de 200 a 1500 litros) junto com parte do bagaço e deixados a fermentar – os frutos possuem uma levedura natural.

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O Alentejo não é o único lugar que produz vinho por esse método, diga-se de passagem. Na Geórgia, nos Cáucasos, terra onde se descobriu os mais antigos vestígios de viticultura no mundo, com mais de 8000 anos, ainda se produz vinho em talhas de barro enterradas no solo.

Ok, você ficou curioso e decidiu experimentar o vinho de talha na sua próxima viagem à terrinha. Onde encontrá-lo? Infelizmente a missão não é fácil. A produção de vinho de talha ainda é bem pequena (alguns poucos milhares de garrafas anualmente, embora esteja aumentando) e mesmo em Lisboa é difícil botar as mãos em uma garrafa. As vezes aparece alguma coisa nos grandes supermercados ou lojas especializadas, mas sua melhor aposta ainda é ir direto a fonte, no Alentejo.

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Um dos destinos mais certeiros é a Adega José de Souza, em Reguengos de Monsaraz, já quase na fronteira com a Espanha, que possui 114 ânforas e recebe visitantes para enoturismo. Outras operações interessantes são a da Casa Relvas, da Cortes de Cima e até da gigante Esporão. Mas o centro do movimento está mesmo ao redor da minúscula Vila de Frades (que ganhou o título de Capital do Vinho de Talha) e as vizinhas Vila Alva, Cuba e Vidigueira. Nessa região, mais de 180 pequenos produtores se dedicam ao vinho de talha, ainda que a produção da maioria seja bem pequena.

Fonte: Chicken or Pasta

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Feliz Dia Internacional da Mulher!

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O país menos visitado do mundo

Às vezes nos deparamos com nomes de países que nunca tínhamos ouvido falar. São nações pequenas e pouco populosas, que não estão entre as opções de destinos da grande maioria dos turistas. Mas não se engane: não é porque não estão nos roteiros populares que alguns países não tenham atrativos para quem quer explorar lugares encantadores.

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O principal exemplo disso é o Kiribati, considerado o país que menos recebe turistas no mundo – segundo a ONU, ele recebeu apenas seis mil visitantes em 2014! A ex-colônia britânica fica no meio do Pacífico e é formado por 33 ilhas e atóis, sendo 21 delas inabitadas. O país é dividido em três grupos de ilhas: Ilhas Gilbert, Ilhas da Linha e Ilhas Phoenix, e sua capital está localizada bem no meio do caminho entre a Austrália e o Havaí.

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Por estar na altura da linha do Equador, Kiribati tem clima tropical, quente e úmido. Com as mudanças climáticas do planeta e a elevação do nível do mar, grande parte do país está ameaçada e pode desaparecer.  A preocupação é tanta que o governo já cogitou comprar ilhas em Fiji para que no futuro a população seja deslocada.

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Suas praias de águas cristalinas com areias claras e vegetação tropical quase intocada fazem de Kiribati é verdadeiro paraíso. Entre as principais atrações estão a observação de pássaros, mergulho, surfe, pescaria, passeios históricos que remetem à segunda guerra mundial e a receptividade da população local. Apenas duas companhias aéreas realizam voos à Kiribati. Portanto, os turistas interessados em conhecer as ilhas precisam partir de Fiji, Brisbane, na Austrália, ou de algumas ilhas vizinhas.

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