Google+
 

De Paris a Veneza no luxuoso Orient-Express

A princípio soa como mais uma viagem de trem. Vagões que balançam em ritmo hipnotizante, paisagem que quase não se deixa ver, do lado de fora, e som melódico e constante sobre os trilhos. Mas quem embarca em um trem Orient-Express, cenário do clássico da literatura “Assassinato no Expresso do Oriente”, escrito por Agatha Christie, uma viagem ferroviária deixa de ser apenas um deslocamento entre destinos e assume status de experiência histórica.

1_orient_express_parada_em_innsbruck

Com trens luxuosos de estilo vintage, o Venice Simplon-Orient-Express sai da capital da França e, quase 24 horas mais tarde, chega a Veneza, cuja muvuca da estação ferroviária dessa cidade italiana faz o viajante querer voltar para Paris no mesmo trem. O embarque é precedido de pequenas porções e vinhos, servidos em um lounge em um bar escondido da estação de Paris, onde os passageiros (vestidos em traje formal, uma condição para viajar no Orient-Express) são convidados para o embarque.

8_orient_express

A bordo, os tradicionais mordomos de uniforme azul dão breves explicações sobre o funcionamento de alguns segredos do interior das cabines privativas, como as portas do armário que escondem um pequeno lavabo e os horários do jantar no Etoile du Nord, restaurante em estilo art deco que, assim como as cabines dormitório, foi construído na década de 20.

3_recepc3a7c3a3o_no_orient_express

Vê-se pouco do visual lá fora, já que o trem deixa a estação depois das dez da noite, mas a manhã seguinte começa revelando o cenário alpino, enquanto o café da manhã é servido na cabine. A travessia de mais de 800 km, que passa pelos interiores da França, Suíça, Áustria e Itália, cruza montanhas de picos nevados e vilarejos com suas típicas casinhas de madeira, uma jornada que começa às dez da noite e só termina, sem nenhuma pressa, no final da tarde do dia seguinte.

1rd4

Entre Paris e Veneza, o trem faz uma única parada, na estação de Innsbruck, na Áustria. De resto, nos sobra ficar com o rosto colado no vidro do trem, vendo aquele cenário alpino de ares bucólicos riscando o cenário, do lado de fora.

Fonte: Catraca Livre

Gostou? Então compartilhe!Share on FacebookTweet about this on TwitterShare on Google+Share on LinkedInEmail this to someone

Escadaria restaurada pela Bulgari

A conservação e a restauração de bens históricos culturais de uma cidade abocanha uma grande fatia do orçamento público e isso, quando ganham a atenção e os cuidados que merecem. Alguns podem achar um investimento supérfluo mas vale parar para pensar: o que seria de muitas economias locais sem a generosa soma que entra do turismo?

bulgari-escadaria

Nos últimos anos, as marcas de moda italiana deram uma lição de investimento histórico na Itália – país que enfrentou uma grande crise econômica. Cada uma cuidou de uma grande e famosa obra arquitetônica de sua cidade de origem ou de sua região. A Fendi restaurou a imponente Fontana di Trevi (de 1732), na capital italiana, com um investimento de 2,4 milhões de euros e um ano e meio de trabalho. A Diesel destinou 5,5 milhões de euros para restaurar a Ponte di Rialto (construção do ano 1588) de Veneza, a cidade mais conhecida e que mais atrai turistas no Veneto. A florentina Salvatore Ferragamo doou 600.000 euros para a reforma de oito salas da Galleria degli Uffizi (fundada em 1581), pinacoteca que abriga a Primavera e O Nascimento de Vênus de Sandro Botticelli, entre tantas outras obras de tamanho valor em Florença. A Tod’s investiu 25 milhões de euros na região vizinha e restaurou o Coliseu de Roma.

Brogi_Giacomo-580x453

Agora é a vez da Bulgari, que foi fundada em Roma em 1884 por Sotirio Bulgari, restaurar um cartão postal da cidade que recebe cerca de 36 milhões de turistas ao ano. Até Audrey Hepburn passou por lá em “A Princesa e o Plebeu”, (Roman Holiday), de 1953. A joalheria romana de luxo investiu 1,5 milhão de euros e um ano de trabalho para limpar, proteger e refazer a fundação de alguns degraus da escadaria da Trinità dei Monti, construída entre 1723 e 1726 pelo arquiteto Francesco De Sanctis (1693 – 1740). A escadaria fica na Piazza di Spagna (Praça da Espanha) – que até o século XVII era conhecida como Piazza di Francia (Praça da França) – e leva até a Santissima Trinità dei Monti (Igreja da Santíssima Trindade dos Montes).

Fontana-della-Barcaccia-580x375

Gostou? Então compartilhe!Share on FacebookTweet about this on TwitterShare on Google+Share on LinkedInEmail this to someone

Cidade à beira do abismo

Trou-1

Só de chegar na cidade de Bozouls, no sul da França, você já perde o fôlego! Ela está debruçada sobre um cânion em formato de ferradura de 400 metros de diâmetro e 100 metros de profundidade, escavado com o passar dos anos graças a ação erosiva da água corrente do rio Dourdou. Empoleirada na borda da curva, Bozouls conta assim com uma fortaleza natural de proteção.

Trou-2

O cenário também é resultado da sucessão de eras de gelo que ocorreram há milhões de anos, que fez com que geleiras avançassem e recuassem, criando rios e a paisagem de hoje.

Trou-3

Fonte: Nômades Digitais

Gostou? Então compartilhe!Share on FacebookTweet about this on TwitterShare on Google+Share on LinkedInEmail this to someone

Bar de chocolate

Chocólatras, preparem-se para as fotos a seguir! O Chocolate Bar, na Polônia, projetado pelo escritório de design Bro.Kat, tem como principal objetivo instigar os sentidos dos fãs do doce. Com apenas 30 m², o pequeno estabelecimento teve seu espaço bem aproveitado com a construção de um agradável mezanino, onde foram acomodadas mesas para receber os clientes.

Chocolate_Bar-1

Segundo os designers Roma Skuza e Bogna Polaska, a ideia principal foi usar o detalhe decorativo que lembra o chocolate escorrendo pelas paredes, enquanto as luminárias fazem as vezes de gotas de leite penduradas ao teto. A partir disso, o ambiente foi completado com mobiliário apenas nas cores preto, marrom e creme, que lembram as variedades da guloseima. Ambiente agradável e apetitoso, ótimo para uma pausa no roteiro turístico!

Chocolate_Bar-4

Chocolate_Bar-3

Gostou? Então compartilhe!Share on FacebookTweet about this on TwitterShare on Google+Share on LinkedInEmail this to someone

Hospedagem com selo Versace, em Dubai

Palazzo Versace Hotel in Dubai.

Dubai já é puro luxo, e quando juntamos um nome como Versace ao emirado, fica melhor ainda! Pois foi lá que a grife inaugurou recentemente o segundo hotel de sua rede Palazzo Versace. O primeiro resort da marca já existe na Gold Coast australiana desde 2000.

Mosaico-Lobby-Lounge

A nova empreitada, que casa perfeitamente com o maximalismo de Dubai, tem 215 quartos, dos quais 65 são suítes. Donatella Versace cuidou pessoalmente da decoração, que inclui pisos com o clássico mosaico barroco em mármore e até tetos com detalhes em ouro pintados à mão. O complexo ainda inclui dois restaurante (Vanitas e Giardino) e, além dos quartos, mais 169 residências de luxo com até seis dormitórios cada.

itemImage_1_thumb

Segundo o WWD, o projeto custou o equivalente a R$2,3 bilhões. As reservas podem ser feitas por meio do site oficial do hotel, com diárias a partir de R$2.400. Que tal?

2664863704

itemImage_11_thumb

 

Gostou? Então compartilhe!Share on FacebookTweet about this on TwitterShare on Google+Share on LinkedInEmail this to someone

A lendária ferrovia Transiberiana

Uma longa viagem de trem já passou pelo imaginário de todo viajante de carteirinha, uma vez que permite um olhar totalmente diferente de cada destino. Mas a lendária Transiberiana é, entre as viagens de trem, o maior sonho dos turistas. Com um trajeto que corta a Rússia, a Mongólia e a China, ela é a ferrovia mais extensa do mundo, com  mais de nove mil quilômetros.

transiberiana

O passageiro pode escolher onde embarcar e desembarcar, de acordo com os pontos por onde passam a ferrovia. E aí está uma das graças da viagem: você pode montar o seu roteiro e explorar tudo o que há de mais interessante na icônica rota. E embora seja comum chamar toda a ferrovia de Transiberiana, o viajante pode escolher entre três rotas diferentes. A primeira delas, que começa em Moscou e termina em Vladivostok (ambas cidades russas), é o autêntico trajeto transiberiano e a rota inteira tem 9259 km de extensão. A rota que passa pela Mongólia e China se chama ferrovia Transmongólica e possui 7867 km de extensão. A última delas é a linha Transmanchuriana que também vai de Moscou a Pequim, porém passando pela Manchúria (região leste da Ásia) num total de 9001 km de extensão.

transiberian2

Qualquer que seja a rota escolhida, o passageiro tem a oportunidade de conhecer centenas de lugares pitorescos ao longo do caminho. No entanto é importante saber que a aventura não custa pouco e também é fundamental dispor de bastante tempo para fazer a viagem completa. Veja algumas opções de pacotes aqui.

transiberian3

Informações: Nômades Digitais

 

Gostou? Então compartilhe!Share on FacebookTweet about this on TwitterShare on Google+Share on LinkedInEmail this to someone

A avenida que é a cara de Miami

Se quando se fala em Miami Beach, você pensa em restaurantes e bares badalados de frente para praia com coqueiros, você pensa na Ocean Drive! A avenida é a mais famosa de Miami Beach, localizada em South Beach. É nela que ficam os famosos prédios Art Decô em tons pastel. Sem dúvida é o lugar de muita badalação e gente bronzeada na Flórida.

36923_5806_full

O que quase ninguém sabe é que “até outro dia”, Miami Beach e sua avenida não eram tão glamourosos assim. O lugar costumava ser um pântano e passou por diversos altos e baixos. Pouco depois de o pântano ser aterrado e o local se tornar uma atração para os americanos com os primeiros hotéis e restaurantes, um furacão devastou tudo que estava pela frente. Depois, a região se reergueu e aí veio a inspiração Art Decô.

0zzsw5zhc01cnlmq9jsgjzi1t

Mas ainda tem mais história pelo caminho até a avenida que conhecemos hoje. Os prédios do local já foram base militar e ainda serviram de casa para judeus refugiados do Holocausto. Pois é, Miami Beach não é feita só de praia, compras e Romero Britto, na verdade tem muita história pra contar.

110489_5377_full

Por ali também fica o Lummus Park, um parque à beira-mar. Aproveite o local para fazer uma caminhada, dar uma volta de bicicleta, praticar seu esporte preferido ou apenas curtir uma sombrinha. Faz muito calor na Flórida e você agradecer ter uma bela árvore para se recostar e fugir um pouco do sol.

Fonte: Ig

Gostou? Então compartilhe!Share on FacebookTweet about this on TwitterShare on Google+Share on LinkedInEmail this to someone

NY e Grand Canyon ao mesmo tempo

O que acontece se você pensar em dois lugares contrastantes e as particularidades de cada um? É possível unir estas características de alguma forma? A reflexão do artista suíço Gus Petro em torno do assunto deu origem à série fotográfica Merge, que une os cenários de Nova York e do Grand Canyon através da manipulação digital de imagens.

fotografia_ny_grand_canyon_gus_petro_05

Em uma viagem para os Estados Unidos, o artista pensou nas sensações opostas que estes lugares lhe causaram, e os conceitos de vazio e densidade. “Fui ao Grand Canyon logo depois de visitar Nova York – o contraste entre as duas realidades era tão forte que precisei encontrar um modo de expressá-lo”, revela. Para criar perspectivas críveis, o artista contou com seu conhecimento agregado no passado, quando estudou arquitetura e urbanismo. O resultado são fotos que ao mesmo tempo afagam, por sua beleza, e incomodam, devido à estranheza que provocam.

fotografia_ny_grand_canyon_gus_petro_02

A série Merge é, na verdade, fruto da união das séries Empty, composta por fotos dos desertos e rochedos do Grand Canyon, e Dense, onde o amontoado de edifícios da Big Apple é retratado de perspectivas aéreas. “Uni Nova York, um local, ao que me parece, onde todos querem morar, ao Grand Canyon, onde é impossível viver”, mergulha mais fundo na filosofia o artista, nos convidando à reflexão.

fotografia_ny_grand_canyon_gus_petro_06

fotografia_ny_grand_canyon_gus_petro_01

Gostou? Então compartilhe!Share on FacebookTweet about this on TwitterShare on Google+Share on LinkedInEmail this to someone

Orlando além dos parques

Na hora de decidir para onde viajar, dificilmente alguém pensa: “vou para Orlando”. Isso porque as pessoas sempre pensam em ir à “Disney”! O nome não só um sinônimo para a cidade como também uma forma de resumir a peregrinação pelos parques temáticos. Mas a região vai muito além dos parques mais conhecidos e é fácil fazer um roteiro com atividades interessantes além deles.

destinations_header_orlando

Os parques de Orlando até podem consumir a maior parte do seu tempo na cidade, afinal, são muitas atrações a serem desbravadas, mas existem também vários passeios bacanas que vale incluir no roteiro, de acordo com seu tempo disponível. Embora faça parte do complexo Disney, a Disney’s Boardwalk é pouco conhecida dos brasileiros. Reserve um horário para caminhar sem pressa por essa espécie de vila super charmosa, que concentra atrações de rua, lojinhas e gastronomia.

disney-boardwalk-orlando-florida

Ao norte de Orlando, cerca de 20 minutos de carro a partir do centro, está uma charmosa cidadezinha chamada Winter Park. O município de pouco mais de 28 mil habitantes reúne natureza, gastronomia e cultura, e ainda consegue preservar sua doçura. Em uma caminhada pela Park Avenue, uma das principais vias locais, é possível notar elegantes moradores tomando chá da tarde. Até o trem na estação próxima aos cafés parece colaborar para o sossego da região, disfarçando o ruído de sua chegada com o balançar das muitas árvores do entorno. A avenida é também endereço de badalados restaurantes, como o Luma Park, que atrai americanos de diferentes partes de Orlando.

park-avenue

De volta a Downtown, uma das coisas mais legais que você também pode fazer em Orlando é visitar o I-Drive 360, centro de entretenimento bem no centro da cidade e onde estão atrações imperdíveis como a roda-gigante Orlando Eye, o incrível Sea Life Orlando Aquarium e uma filial do museu de cera Madame Tussauds.

roda-gigante-orlando-eye

E aqui vai uma atração especial para os fãs do espaço: o Kennedy Space Center é um passeio inesquecível! A menos de uma hora de Orlando, o edifício de montagem e a base de lançamento da NASA ficam abertos aos turistas o ano inteiro. Dá pra saber tudo sobre foguetes e astronautas e até experimentar a gravidade zero!

kennedy-space-center-22785

Gostou? Então compartilhe!Share on FacebookTweet about this on TwitterShare on Google+Share on LinkedInEmail this to someone

Rota dos quadrinhos, na Bélgica

Fãs de street art e histórias em quadrinhos tem programa certo em Bruxelas, Bélgica. Lá existe a “Comic Book Route”, ou seja, uma rota dos quadrinhos! O percurso leva ao longo de vários muros e edifícios onde mais de 50 murais foram coloridos com os personagens de desenhos locais, como Tintin, Smurf, Asterix, Lucky Luke, Gaston, entre outros.

ftc-bruxelas-rota-dos-quadrinhos

O projeto começou em 1991 por iniciativa do governo local, para comemorar a longa relação da Bélgica com as histórias em quadrinhos que, aliás, são o orgulho do país. Tintin e seu fiel escudeiro, o cachorrinho Milu, se tornaram símbolo da cidade e até artigo de museu. Hergé, seu criador, liderou o movimento dos quadrinhos belgas e, até hoje, o país (e particularmente Bruxelas) consome muito da produção de HQs européias como forma de arte, entretenimento e, até mesmo, de crítica social.

São muitos lugares para visitar, e o site Follow the Colours criou um mini roteiro. Confira:

1 – Belgian Comic Centre – Museu de quadrinhos

Um exemplo de como os quadrinhos são importantes para a cidade é um museu dedicado exclusivamente a contar a trajetória de suas histórias. Mostra os precursores desse movimento cultural, assim como trabalhos contemporâneos e a trajetória dos personagens locais mais famosos. O ingresso custa 10 euros e a lojinha é cheia de itens legais para colecionadores, além de edições especiais dos principais quadrinhos do país publicados em diferentes idiomas.

ftc-bruxelas-obelix-comic-comic-strip-trail

2 – Praça Sablon

Nas ruas que dão acesso à praça Sablon, também conhecida como praça do chocolate graças às várias boutiques dedicadas à arte do cacau é possível encontrar muitos antiquários e lojas divertidas que vendem objetos para os aficionados em histórias em quadrinhos. Vale a pena dar uma volta por ali.

3 – The Cartoonist

Uma loja para quem ama quadrinhos! Tem todos os tipos de objetos relacionados a esse universo: quadrinhos, livros, pôsteres, action figures, além de peças para colecionadores e de decoração.

ftc-bruxelas-museu-herge-exterior

4 – Museé Hergé – O Museu de Tintim

Conta desde a criação, até a evolução dos seus traços e o amadurecimento dos personagens secundários e de seus vilões. Fica a  cerca de 40 km da capital belga, na cidade de Louvain-la-Neuve. O ingresso adulto custa 9,50 euros.

5 – La Boutique Tintin – A Loja Oficial do Personagem

São livros, roupas, lápis, bloquinhos, chaveiros e bonequinhos. A boutique (pequena, mas super válida) é especializada em produtos que trazem as aventuras do icônico personagem e sua turma. A loja fica pertinho da Grand Place e do metrô de mesmo nome (Rue de la Colline 13, 1000 Ville de Bruxelles). Há itens com preços de souvenir e outros bem mais caros. O difícil é sair dali sem nada nas mãos!

ftc-bruxelas-tintin-ernest

O circuito completo pode ser encontrado no site da prefeitura, que disponibiliza um mapa sinalizando todos os pontos dessa rota.

Gostou? Então compartilhe!Share on FacebookTweet about this on TwitterShare on Google+Share on LinkedInEmail this to someone