Google+
 

Cruzeiro indiano

Se você pensa na Índia como um fluxo interminável de motocicletas e carros desviando de vacas, pedestres e cachorros… Bem, você está certo. Mas você também terá uma surpresa e, acredite, um descanso luxuoso, ao velejar no Vrinda.

A embarcação a motor cobre a bela parte sul da Índia, conhecida como Kerala, e é administrada pelo famoso Oberoi Hotel. Não é de admirar que os quartos sejam o que você encontraria em um hotel de luxo, e a comida, indiana e continental, é uma bela experiência gourmet.

destaque

Os remansos indianos transcendentes da antiga cidade comercial de Cochin ficam a uma curta viagem de avião de Mumbai e depois a uma hora de carro até um dos maiores lagos do país, o majestoso Vembanad.

O Vrinda, que significa “cacho de flores”, em hindi, tem apenas oito cabanas, com 32 metros de comprimento, um amplo convés principal, uma sala-de-jantar e um deque superior para tomar sol. O quarto tem uma cama queen size, um closet, duas mesas de cabeceira e um banheiro com chuveiro. Pressione um botão e um mordomo aparece. Mais importante, há uma grande janela que se abre para as águas.

A-Luxury-Cabin-The-Oberoi-Motor-Vessel-Vrinda-Kerala.-1200x945-800x530

Durante o dia, um guia entra a bordo para uma breve conversa sobre a área. Depois, ele leva os hóspedes à terra para uma variedade de excursões diárias: uma visita a uma sala de aula, a um templo budista ao ar livre; a um escultor cujas esculturas adornam igrejas tão distantes como a Flórida; e a uma igreja católica romana que data dos primeiros dias do século 17.

A cada noite, o Vrinda retorna ao seu porto de origem e, em todas elas, há um show. A alguns metros da doca, dançarinos preparam seu traje exótico. Há sempre pessoas nas proximidades, oferecendo conselhos sobre os costumes locais. Vários artistas também chegam a bordo para uma apresentação bastante intimista. Há ainda uma experiência de jantar mais formal, quando todos os convidados se sentam em uma mesa longa e estreita.

Fonte: Forbes

Gostou? Então compartilhe!Share on FacebookTweet about this on TwitterShare on Google+Share on LinkedInEmail this to someone

Antigo hospital e monastério em Tel Aviv é transformado em hotel

jaffa_hotel_tel_aviv_2

Sem modificar a estrutura suntuosa do antigo monastério e hospital localizado em Tel Aviv, Israel, o arquiteto John Pawson, em parceria com Ramy Gill, e uma equipe de especialistas em restauração, transformaram o marco neo-romano do século 19 em um hotel cheio de estilo e história.

jaffa_hotel_tel_aviv_3

Misturando novo e antigo, as superfícies do edifício se mantiveram intocadas, enquanto John adicionou seu toque minimalista ao Jaffa Hotel. Os tetos abobadados com pé direito altíssimo reforçam a arquitetura tradicional do Oriente Médio. As paredes foram raspadas para revelar pinturas e marcas antigas, que ficaram à vista. No mobiliário, clássicos de design assinados por Shiro Kuramata e Pierre Paulin convivem com obras de artistas modernos como Damien Hirst.

jaffa_hotel_tel_aviv_9

O prédio histórico em formato de U ganhou uma nova construção para fazer parte do complexo. No centro, um pátio com muitas árvores forma um oásis perfeito para relaxar. Em todo o décor, esse contraponto da cultura antiga local é combinado com toques contemporâneos.

jaffa_hotel_tel_aviv_7

O hotel conta com 120 quartos, 32 residências de luxo e comodidades como piscina, bar, lounge, spa de luxo, fitness center e dois restaurantes.

jaffa_hotel_tel_aviv_12

 Fonte: Casa Vogue

Gostou? Então compartilhe!Share on FacebookTweet about this on TwitterShare on Google+Share on LinkedInEmail this to someone

Casamento de bilionário

Cerimônias de casamentos em destinos paradisíacos já não são mais novidade. Muitos casais apaixonados optam pelos chamados “destination weddings”, festas que normalmente têm paisagens naturais como pano de fundo, e para onde o grupo seleto de convidados arruma as malas para participar. Este tipo de casório não costuma sair barato, mas um resort no México aposta no altíssimo luxo para tornar o enlace dos pombinhos uma experiência inesquecível para todos.

grand-velas-riviera-maya-mexico-luxury-resort-home2-top-900x499

Quem estiver disposto a investir pode realizar um casamentos bilionário nos resorts da companhia Grand Velas, no México, com uma série de etapas luxuosas que inclui até viagem de avião particular, com direito a massagens e serviço de bordo especializado! O pacote, que foi batizado justamente de “Casamento de Bilionário”, custa nada menos que 2,5 milhões de dólares e está disponível nas unidades do resort na Riviera Maya e Riviera Nayarit.

grand-velas-riviera-maya-mexico-top

A festa começa com uma viagem de avião particular com lugar para 100 convidados, que sai dos Estados Unidos e segue até o México. No hotel, cada convidado recebe um assistente pessoal, além de ter à disposição algumas criações do estilista de Hollywood Michael Costello, que já desenhou para supercelebridades, como Lady Gaga, Beyoncé e Jennifer Lopez. Enquanto isso, os noivos recebem presentes, como shots de tequila, banho aromático e coquetéis preparados para a ocasião.

grand-velas-riviera-nayarit

O lugar, com paisagens cinematográficas e uma arquitetura de cair o queixo, ainda rende belíssimas fotos para a posteridade. Já imaginou?

Gostou? Então compartilhe!Share on FacebookTweet about this on TwitterShare on Google+Share on LinkedInEmail this to someone

Nadando com as águas vivas no Oceano Pacífico

jelly7

Nadar no meio de milhões de águas vivas não parece estar nos planos de muita gente, até porque o resultado pode não ser o melhor. Mas no conhecido “Jellyfish Lake“, isso é possível! O lago das águas vivas fica na ilha Eil Malk, no Palau, Oceano Pacífico.

jelly8

Todos os dias, os seres da espécie Mastigia, também conhecida como “dourado”, migram através deste lago marinho de águas salinas, que se conecta ao mar – que recuou há cerca de 12 mil anos – através de túneis e fissuras nas pedras calcárias que o envolvem. Mesmo cercado por terra e isolado do oceano, o lago retém as águas-vivas a tal ponto que elas não usam mais seus ferrões, visto que não há mais predadores no lago. E é isso que possibilita o inusitado mergulho.

jelly1

Embora o mergulho seja possível, chegar abaixo de 15 metros pode ser fatal devido uma camada de sulfeto de hidrogênio altamente tóxico e que pode ser absorvido pela pele. Dizem que pessoas mais sensíveis também podem ter a pele incomodada pelas águas vivas douradas.

jelly3

Atualmente, a probabilidade é de que ao menos 2 milhões dessas encantadoras criaturas vivam ali. Elas nadam duas vezes ao dia pela extensão do lago em busca de aumentar a luz solar que recebem. Embora pareçam enormes, muitas delas são pequeninas, até menor do que um punho humano.

jelly14

Você teria coragem?

Fonte: Nômades Digitais

Gostou? Então compartilhe!Share on FacebookTweet about this on TwitterShare on Google+Share on LinkedInEmail this to someone

Cartão postal amarelo

Durante a primavera, a região de Luoping, na China, se transforma numa espécie de oceano amarelo de flores, num cenário que parece vir de outro planeta. Fotógrafos de todo o mundo aproveitam a ocasião para capturar a beleza deste espetáculo natural, com colinas envolvidas por um amarelo brilhante e a perder de vista.

Luoping_interna

Luoping1

A semente responsável pelo cenário é a flor de canola, plantada em toda a China, mas que floresce em diferentes épocas do ano, dependendo das temperaturas em cada lugar. As fazendas na região de Luoping estão entre as maiores da China país e são normalmente as primeiras a colorir o país.

Luoping2

Luoping3

A flor de canola é plantada para depois ser colhido o óleo de canola a partir das sementes. Antes disso, há tempo para cenários como os que você vê nestas fotos.

Luoping6

Fonte: Hypeness

Gostou? Então compartilhe!Share on FacebookTweet about this on TwitterShare on Google+Share on LinkedInEmail this to someone

Roteiro astronômico pelo céu Chile

1_tour-astronomico_oaa-1024x561

Percorrer o Chile de norte a sul é como visitar mais de um país em uma única viagem. Dos canais estreitos e gelados dos fiordes, na Patagônia, ao cenário árido do Atacama, no norte do país, o viajante encontra uma das mais variadas geografias em um mesmo destino da América do Sul.

Mas não é só em terra que turistas são recebidos com uma das mais impressionantes paisagens da América do Sul. Com condições climáticas que garantem mais de 300 noites de céu aberto por ano, os céus do Chile são conhecidos, mundialmente, por sua nitidez. Conheça observatórios turísticos do Chile que estão abertos para visitas:

2rd1-1024x682

O Observatório Astronômico Andino se localiza a 20 minutos da capital chilena e está a 1.240 metros sobre o nível do mar. A visita noturna aberta ao público acontece em uma cúpula com três telescópios e um terraço de observação. O local oferece também observação diurna em três telescópios solares com filtro de Hidrogeno Alfa, o que permite apreciar detalhes do sol.

Com tours de 2h30 de duração, o Space ensina aos astrônomos de primeira viagem a observarem o céu a olho nu e até a lerem um mapa astronômico. Dividido em duas etapas que incluem até chocolate quente no final da visita, na sala da casa do astrônomo responsável pela experiência, o passeio permite também o uso de um dos 10 telescópios disponíveis.

1_paranal-trail-ut1-4-1024x682

Localizado a 2.635 metros sobre o nível do mar, em Taltal, sul de Antofagasta, o Observatório Paranal conta com o VLTP, o Very Large Telescope Project, um sistema de quatro telescópios ópticos de 8,2 metros de diâmetro, considerado o mais avançado do mundo.

As visitas guiadas de duas horas, aos sábados, permitem o uso dos telescópios desse observatório de alto nível científico, a 87 km ao leste de La Serena e a 2.200 metros sobre o nível do mar.

cerro_tololo_from_air

Gostou? Então compartilhe!Share on FacebookTweet about this on TwitterShare on Google+Share on LinkedInEmail this to someone

Vilarejo de 12 habitantes na Suíça vai virar um hotel

vilarejo-corippo-suica-virar-hotel-910x604

O pequeno vilarejo suíço de Corippo vem lutando há décadas para não desaparecer do mapa. Para evitar que isto aconteça, a comunidade, de apenas 12 habitantes, localizada no cantão (estado) de Ticino, no sul do país, vai se transformar num hotel.

A iniciativa é da Fondazione Corippo, que cuida do patrimônio histórico e arquitetônico da cidade, e pretende transformar o menor vilarejo da suíça num grande resort. Segundo a entidade, o vilarejo-hotel abrirá as portas no próximo verão europeu, em 2019. Para o projeto sair do papel, é preciso um investimento inicial de 2,80 milhões de euros.

D1089_76_102_1200

Corippo existe há mais de 600 anos e suas mais de 60 casas são todas de pedra. Muitas ainda preservam lareiras e piso de madeira originais. A maioria dos imóveis está vazia. A recepção será no restaurante do vilarejo, o lobby ficará na praça, as pequenas ruas serão os corredores e as casas serão os quartos desse hotel

A cidade não tem mercado, escola ou crianças. Fica a apenas 30 minutos de carro da movimentada Locarno, mas a estrada estreita e cheia de curvas não é um caminho escolhido por muita gente. Por estar localizada na fronteira com a Itália, o idioma oficial da região de Ticino é o italiano.

vilarejo-corippo-suica-virar-hotel2-910x606

O conceito, conhecido como albergo diffuso (ou “hotel difuso”), já foi testado em alguns vilarejos italianos. Será a primeira vez que o modelo será adotado na Suíça.

Fonte: Catraca Livre

Gostou? Então compartilhe!Share on FacebookTweet about this on TwitterShare on Google+Share on LinkedInEmail this to someone

Já imaginou viajar para a Mongólia?

Para viajantes aventureiros, não há nada que chame mais a atenção do que um destino pouco explorado pelos turistas. Para essas pessoas, a Mongólia, país na porção central da Ásia, pode ser o local perfeito para alguns dias de férias. Com belezas naturais como o deserto de Gobi e festivais que celebram a cultura local, como o Naadam, o país é um destino pouco visitado, mas com muito potencial.

Goyo-Travel-Mongolia-Khovsgol-Lake

Entre a China e a porção central da Rússia, a Mongólia tem o mesmo tamanho do Estado norte-americano do Alasca e é o 19º maior país do mundo. Ulan Bator, ao Norte, é a capital com menor temperatura média: -5º C, com média de -25º C no inverno. E as peculiaridades não param por aí: com 2,9 milhões de habitante e 1,5 milhão de km², é o país com a menor densidade demográfica do planeta. Cerca de 96% da população pertence à etnia dos mongóis. Ainda que não faça divisa com o Cazaquistão, o país, que fica a 38 km da fronteira Oeste, sofre influência da cultura casaque em sua porção Oeste.

gobi-desert-mongolia

Para quem não dispõe de muito tempo no país, uma visita ao deserto de Gobi, ao Sul, já mostra um pedaço das belezas inóspitas da região. Ao Norte, as pradarias na fronteira com a Rússia tem um clima quase subpolar e podem chegar a temperaturas de -40º C no inverno. Com um pouco mais de tempo, é possível visitar os templos budistas espalhados pelo país. O budismo é a religião de 89% da população e as construções milenares estão em todos os lugares.

caption

Para quem viaja de julho a outubro, o festival de Naadam é um dos principais acontecimentos do país e inclui três competições principais: arco e flecha, luta livre e corrida a cavalo.

Naadam-Festival-

A Mongólia oferece várias programações inusitadas para quem não gosta do turismo tradicional. No vale Yol, no deserto de Gobi, os viajantes podem explorar o local em caminhadas e vislumbrar geleiras eternas no topo da cadeia de montanhas da região, inclusive nos dias mais quentes. Para quem tem interesse em dinossauros, o Sul do país é cheio de sítios arqueológicos que têm exposições de, inclusive, ovos de dinossauros.

4

A melhor época para visitar a Mongólia é entre junho e agosto, por conta das temperaturas mais elevadas (que, na capital, não passam dos 14º C).

Gostou? Então compartilhe!Share on FacebookTweet about this on TwitterShare on Google+Share on LinkedInEmail this to someone

Marrocos em tons de azul

marrocos_cidade_azul_01

Engana-se quem pensa que o Marrocos é feito apenas de tons terrosos e suas variáveis. Labirintos e ruazinhas completamente azuis fazem os visitantes da cidade de Chefchaouen, uma das mais populares cidades no país, pensarem estar mais próximos do céu. O vilarejo é conhecido pela tranquilidade, pela vista para as montanhas e pela produção de queijo de cabra, mas o que faz os visitantes ficarem de boca aberta é mesmo o conjunto de construções de cal e tinta azul no centro histórico.

marrocos_cidade_azul_09

Fundada em 1471 pelo povo berbere para barrar a expansão dos portugueses no continente africano, a fortaleza virou refúgio de judeus e mouriscos (muçulmanos batizados à força como cristãos) nos dois séculos seguintes. Foi nessa época, com a retomada espanhola, que a cidade começou a ganhar os contornos que a fazem tão peculiar hoje em dia.

marrocos_cidade_azul_07

Há quem goste de brincar que as fachadas são azuis para espantar os mosquitos. Mas a história verdadeira é outra. Os judeus começaram a pintar as casas para preservar uma antiga tradição. É que os corantes azuis, derivados de caracóis e mariscos, tingiam as vestes dos reis do Antigo Testamento. Logo, a cor azul tornou-se uma referência sagrada para a cultura religiosa.

marrocos_cidade_azul_03

 

 

Gostou? Então compartilhe!Share on FacebookTweet about this on TwitterShare on Google+Share on LinkedInEmail this to someone

Adega no fundo do mar da Croácia

201503111540350_srcset-large

Aos amantes do vinho e do mar, eis aqui um passeio imperdível: na Croácia, mais especificamente na ilha Drače, uma adega submersa está aberta aos visitantes. Na Edivo Vina, os vinhos ficam armazenadas em ânforas, embaixo d’água, por um ou dois anos e, quem não estiver satisfeito em apenas prová-los, pode mergulhar para conhecer o processo de amadurecimento da bebida.

201505271153400_srcset-large

Antes de ir ao mar, o vinho passa três meses em terra firme, armazenado nos jarros de barro com duas alças e estreito no topo. Para não contaminar o líquido com água salgada, as ânforas são vedadas primeiro com cortiça e, depois, recebem duas camadas de borracha. Só então são colocadas no mar, numa estrutura de ferro trancada com cadeados. Por cerca de 700 dias, os recipientes ficam a uma temperatura de 15 a 17 graus.

edivo10040_srcset-large

Os proprietários realizam o método há cinco anos e acreditam que a refrigeração do mar e o silêncio melhoram a qualidade do vinho. Eles ainda aproveitam para vender a garrafa após a estadia aquática, coberta de conchas e corais.

edivo10290_srcset-large

Fonte: Casa Vogue

Gostou? Então compartilhe!Share on FacebookTweet about this on TwitterShare on Google+Share on LinkedInEmail this to someone