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Category Archives: Turismo

Roteiro astronômico pelo céu Chile

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Percorrer o Chile de norte a sul é como visitar mais de um país em uma única viagem. Dos canais estreitos e gelados dos fiordes, na Patagônia, ao cenário árido do Atacama, no norte do país, o viajante encontra uma das mais variadas geografias em um mesmo destino da América do Sul.

Mas não é só em terra que turistas são recebidos com uma das mais impressionantes paisagens da América do Sul. Com condições climáticas que garantem mais de 300 noites de céu aberto por ano, os céus do Chile são conhecidos, mundialmente, por sua nitidez. Conheça observatórios turísticos do Chile que estão abertos para visitas:

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O Observatório Astronômico Andino se localiza a 20 minutos da capital chilena e está a 1.240 metros sobre o nível do mar. A visita noturna aberta ao público acontece em uma cúpula com três telescópios e um terraço de observação. O local oferece também observação diurna em três telescópios solares com filtro de Hidrogeno Alfa, o que permite apreciar detalhes do sol.

Com tours de 2h30 de duração, o Space ensina aos astrônomos de primeira viagem a observarem o céu a olho nu e até a lerem um mapa astronômico. Dividido em duas etapas que incluem até chocolate quente no final da visita, na sala da casa do astrônomo responsável pela experiência, o passeio permite também o uso de um dos 10 telescópios disponíveis.

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Localizado a 2.635 metros sobre o nível do mar, em Taltal, sul de Antofagasta, o Observatório Paranal conta com o VLTP, o Very Large Telescope Project, um sistema de quatro telescópios ópticos de 8,2 metros de diâmetro, considerado o mais avançado do mundo.

As visitas guiadas de duas horas, aos sábados, permitem o uso dos telescópios desse observatório de alto nível científico, a 87 km ao leste de La Serena e a 2.200 metros sobre o nível do mar.

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Vilarejo de 12 habitantes na Suíça vai virar um hotel

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O pequeno vilarejo suíço de Corippo vem lutando há décadas para não desaparecer do mapa. Para evitar que isto aconteça, a comunidade, de apenas 12 habitantes, localizada no cantão (estado) de Ticino, no sul do país, vai se transformar num hotel.

A iniciativa é da Fondazione Corippo, que cuida do patrimônio histórico e arquitetônico da cidade, e pretende transformar o menor vilarejo da suíça num grande resort. Segundo a entidade, o vilarejo-hotel abrirá as portas no próximo verão europeu, em 2019. Para o projeto sair do papel, é preciso um investimento inicial de 2,80 milhões de euros.

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Corippo existe há mais de 600 anos e suas mais de 60 casas são todas de pedra. Muitas ainda preservam lareiras e piso de madeira originais. A maioria dos imóveis está vazia. A recepção será no restaurante do vilarejo, o lobby ficará na praça, as pequenas ruas serão os corredores e as casas serão os quartos desse hotel

A cidade não tem mercado, escola ou crianças. Fica a apenas 30 minutos de carro da movimentada Locarno, mas a estrada estreita e cheia de curvas não é um caminho escolhido por muita gente. Por estar localizada na fronteira com a Itália, o idioma oficial da região de Ticino é o italiano.

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O conceito, conhecido como albergo diffuso (ou “hotel difuso”), já foi testado em alguns vilarejos italianos. Será a primeira vez que o modelo será adotado na Suíça.

Fonte: Catraca Livre

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Já imaginou viajar para a Mongólia?

Para viajantes aventureiros, não há nada que chame mais a atenção do que um destino pouco explorado pelos turistas. Para essas pessoas, a Mongólia, país na porção central da Ásia, pode ser o local perfeito para alguns dias de férias. Com belezas naturais como o deserto de Gobi e festivais que celebram a cultura local, como o Naadam, o país é um destino pouco visitado, mas com muito potencial.

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Entre a China e a porção central da Rússia, a Mongólia tem o mesmo tamanho do Estado norte-americano do Alasca e é o 19º maior país do mundo. Ulan Bator, ao Norte, é a capital com menor temperatura média: -5º C, com média de -25º C no inverno. E as peculiaridades não param por aí: com 2,9 milhões de habitante e 1,5 milhão de km², é o país com a menor densidade demográfica do planeta. Cerca de 96% da população pertence à etnia dos mongóis. Ainda que não faça divisa com o Cazaquistão, o país, que fica a 38 km da fronteira Oeste, sofre influência da cultura casaque em sua porção Oeste.

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Para quem não dispõe de muito tempo no país, uma visita ao deserto de Gobi, ao Sul, já mostra um pedaço das belezas inóspitas da região. Ao Norte, as pradarias na fronteira com a Rússia tem um clima quase subpolar e podem chegar a temperaturas de -40º C no inverno. Com um pouco mais de tempo, é possível visitar os templos budistas espalhados pelo país. O budismo é a religião de 89% da população e as construções milenares estão em todos os lugares.

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Para quem viaja de julho a outubro, o festival de Naadam é um dos principais acontecimentos do país e inclui três competições principais: arco e flecha, luta livre e corrida a cavalo.

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A Mongólia oferece várias programações inusitadas para quem não gosta do turismo tradicional. No vale Yol, no deserto de Gobi, os viajantes podem explorar o local em caminhadas e vislumbrar geleiras eternas no topo da cadeia de montanhas da região, inclusive nos dias mais quentes. Para quem tem interesse em dinossauros, o Sul do país é cheio de sítios arqueológicos que têm exposições de, inclusive, ovos de dinossauros.

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A melhor época para visitar a Mongólia é entre junho e agosto, por conta das temperaturas mais elevadas (que, na capital, não passam dos 14º C).

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Marrocos em tons de azul

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Engana-se quem pensa que o Marrocos é feito apenas de tons terrosos e suas variáveis. Labirintos e ruazinhas completamente azuis fazem os visitantes da cidade de Chefchaouen, uma das mais populares cidades no país, pensarem estar mais próximos do céu. O vilarejo é conhecido pela tranquilidade, pela vista para as montanhas e pela produção de queijo de cabra, mas o que faz os visitantes ficarem de boca aberta é mesmo o conjunto de construções de cal e tinta azul no centro histórico.

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Fundada em 1471 pelo povo berbere para barrar a expansão dos portugueses no continente africano, a fortaleza virou refúgio de judeus e mouriscos (muçulmanos batizados à força como cristãos) nos dois séculos seguintes. Foi nessa época, com a retomada espanhola, que a cidade começou a ganhar os contornos que a fazem tão peculiar hoje em dia.

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Há quem goste de brincar que as fachadas são azuis para espantar os mosquitos. Mas a história verdadeira é outra. Os judeus começaram a pintar as casas para preservar uma antiga tradição. É que os corantes azuis, derivados de caracóis e mariscos, tingiam as vestes dos reis do Antigo Testamento. Logo, a cor azul tornou-se uma referência sagrada para a cultura religiosa.

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Adega no fundo do mar da Croácia

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Aos amantes do vinho e do mar, eis aqui um passeio imperdível: na Croácia, mais especificamente na ilha Drače, uma adega submersa está aberta aos visitantes. Na Edivo Vina, os vinhos ficam armazenadas em ânforas, embaixo d’água, por um ou dois anos e, quem não estiver satisfeito em apenas prová-los, pode mergulhar para conhecer o processo de amadurecimento da bebida.

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Antes de ir ao mar, o vinho passa três meses em terra firme, armazenado nos jarros de barro com duas alças e estreito no topo. Para não contaminar o líquido com água salgada, as ânforas são vedadas primeiro com cortiça e, depois, recebem duas camadas de borracha. Só então são colocadas no mar, numa estrutura de ferro trancada com cadeados. Por cerca de 700 dias, os recipientes ficam a uma temperatura de 15 a 17 graus.

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Os proprietários realizam o método há cinco anos e acreditam que a refrigeração do mar e o silêncio melhoram a qualidade do vinho. Eles ainda aproveitam para vender a garrafa após a estadia aquática, coberta de conchas e corais.

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Fonte: Casa Vogue

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Vinho de talha no Alentejo

Quem já fez uma visita a uma vinícola moderna sabe que hoje em dia os processos são altamente padronizados: o mosto de uva é acondicionado em enormes fermentadores de inox, onde castas específicas de leveduras são adicionadas. Depois de fermentado, o vinho normalmente estagia em barris de carvalho antes de ser engarrafado. Assim também é feito com quase todo o vinho produzido em Portugal. Entretanto, em algumas localidades do Alentejo, pequenos produtores estão redescobrindo uma técnica milenar, de vinhos fermentados naturalmente em enormes ânforas de barro – as talhas.

Essa técnica teria sido introduzida na Península Ibérica pelos romanos, e era dessa maneira que se fazia vinho na antiguidade: após a vindima, o suco das uvas é colocado nas enormes talhas (os volumes variam de 200 a 1500 litros) junto com parte do bagaço e deixados a fermentar – os frutos possuem uma levedura natural.

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O Alentejo não é o único lugar que produz vinho por esse método, diga-se de passagem. Na Geórgia, nos Cáucasos, terra onde se descobriu os mais antigos vestígios de viticultura no mundo, com mais de 8000 anos, ainda se produz vinho em talhas de barro enterradas no solo.

Ok, você ficou curioso e decidiu experimentar o vinho de talha na sua próxima viagem à terrinha. Onde encontrá-lo? Infelizmente a missão não é fácil. A produção de vinho de talha ainda é bem pequena (alguns poucos milhares de garrafas anualmente, embora esteja aumentando) e mesmo em Lisboa é difícil botar as mãos em uma garrafa. As vezes aparece alguma coisa nos grandes supermercados ou lojas especializadas, mas sua melhor aposta ainda é ir direto a fonte, no Alentejo.

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Um dos destinos mais certeiros é a Adega José de Souza, em Reguengos de Monsaraz, já quase na fronteira com a Espanha, que possui 114 ânforas e recebe visitantes para enoturismo. Outras operações interessantes são a da Casa Relvas, da Cortes de Cima e até da gigante Esporão. Mas o centro do movimento está mesmo ao redor da minúscula Vila de Frades (que ganhou o título de Capital do Vinho de Talha) e as vizinhas Vila Alva, Cuba e Vidigueira. Nessa região, mais de 180 pequenos produtores se dedicam ao vinho de talha, ainda que a produção da maioria seja bem pequena.

Fonte: Chicken or Pasta

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Hospede-se no cenário de ‘Sob o Sol da Toscana’

A Toscana é um desses lugares que podem fazer você querer trocar a posição de turista pela de morador. Foi isso que aconteceu com a escritora norte-americana Frances Mayes, que se deixou levar pelo impulso de comprar uma vila nos arredores de Cortona durante uma viagem pós-divórcio. O desafio de reformar uma casa de campo e se habituar ao modo de vida italiano deu origem ao livro ‘Sob o sol da Toscana’ e, mais tarde, ao filme de mesmo nome com Diane Lane.

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Distante 120 quilômetros de Florença, o vilarejo de Cortona merece ser incluído no roteiro, seja pelas vistas ou pelas ruazinhas charmosas. Mas os fãs do filme também vão se divertir reconhecendo os cenários, como a Piazza della Repubbica. É ali que acontece o mercado, que Frances escreve um cartão-postal para outro viajante e também onde o coro de crianças se apresenta no Natal.

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Boa parte das gravações, no entanto, foram feitas na Villa Laura: um casarão real, a seis minutos do centro da cidade, que serviu de locação para as cenas da protagonista em sua nova moradia. A propriedade do século 17 passou por uma bela renovação e agora pode ser alugada pelos viajantes através da Luxury Retreats, empresa que pertence ao grupo Airbnb.

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A estadia mínima é de sete dias, tempo perfeito para explorar as principais atrações da Toscana em passeios de bate-e-volta, e os seus dez (!) quartos acomodam confortavelmente vinte (!) pessoas. Fora as vistas para Cortona e os bonitos olivais que a cercam, a casa possui uma cozinha moderna com ilha central, forno de pizza, adega subterrânea e mesa ao ar livre no jardim, tudo pensado para curtir ao máximo a gastronomia local. Isso sem falar da piscina e da sala de jogos.

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Mesmo sem se hospedar no casarão, ainda é possível dar uma espiadinha na Villa Bramasole (acima), a real casa onde a escritora Frances Mayes passa os verões até hoje. Por se tratar de uma propriedade privada, não é possível visitar o seu interior, mas da estrada é possível ver a fachada e os jardins. Fica a apenas cinco minutos do centro de Cortona e basta digitar ‘Villa Bramasole’ no Google Maps para achá-la.

Fonte: Viagem e Turismo

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Cidade à beira do abismo

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Só de chegar na cidade de Bozouls, no sul da França, você já perde o fôlego! Ela está debruçada sobre um cânion em formato de ferradura de 400 metros de diâmetro e 100 metros de profundidade, escavado com o passar dos anos graças a ação erosiva da água corrente do rio Dourdou. Empoleirada na borda da curva, Bozouls conta assim com uma fortaleza natural de proteção.

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O cenário também é resultado da sucessão de eras de gelo que ocorreram há milhões de anos, que fez com que geleiras avançassem e recuassem, criando rios e a paisagem de hoje.

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Fonte: Nômades Digitais

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Passeios e experiências na Cidade do Cabo

A Cidade do Cabo, na África do Sul, surpreende por sua beleza natural e ótimas opções gastronômicas. Para hospedar-se, o melhor hotel é o recém-inaugurado Silo, na região portuária, do mesmo dono do Saxon de Joanesburgo. Para quem gosta de arte, não perca as galerias Goodman, Stevenson, Smac e What if the World.

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Uma ótima opção para passear é, sem dúvida de bike, ou a pé. A empresa Awol Cycling Tour é perfeita para isso e proporciona vários tours para descobrir em primeira mão o melhor que a cidade tem para oferecer. Para quem curte fortes emoções, ver a Cidade do Cabo de parapente é maravilhoso. Com o mar cintilante, a distância e apenas o som dos ventos ao redor de você, esta é uma parte da viagem que será inesquecível. Para quem preferir, um voo de helicóptero é também uma boa opção – o importante é ver a cidade de cima. Obviamente, não deixe de conhecer a Table Mountain, principal ponto turístico. Atente-se ao tempo, pois quando está nublado não compensa subir.

Visitar Robben Island, onde Nelson Mandela foi prisioneiro durante 27 anos, é um passeio cultural obrigatório. Durante um dia inteiro vale conhecer o Cabo da Boa Esperança e toda reserva natural a sua volta. Com paisagens de montanha e oceano de tirar o fôlego, o “reino floral” do Hemisfério Sul é imperdível. Não perca também o pequeno vilarejo Noordhoek Farm Village e seus arredores.

Para viver uma experiência gastronômica típica, reserve uma mesa no Gold e aprecie a culinária local em grande estilo. O Addis in Cape também é bom para sentir os cheiros e sabores africanos. No Old Biscuit Mill, um mercado que vale a visita, não deixe de reservar uma mesa no The Test Kitchen, do Chef Luke Dale Robert, também proprietário do The Pot Luck Club, que ocupa o primeiro andar do mercado – a comida é excelente.

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Um pouco afastado da cidade na Constancia Valley, almoce ou jante no The Greenhouse, que mistura ingredientes locais com tendências internacionais. Sem pretensão para um almoço em clima de praia em Camps Bay, o restaurante La Parada Del Mar também é uma boa opção. Os melhores drinks em clima de festa estão no Asoka, tem um super clima e ótima comida.

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Para os amantes de vinhos, é difícil escolher entre as várias regiões ao redor da cidade. O destaque vai para La Colombe. Também vale visitar a vinícola Constancia, bem próxima da cidade, que oferece bons vinhos e ótimas tábuas de degustação. Situado nos arredores de Stellenbosch, a Lanzerac Estate é uma antiga propriedade que oferece vários tipos de degustações para a alegria do nosso paladar. Já o restaurante Ouverture é localizado na magnífica Hidden Valley Wine Estate e comandado pelo chef Bertus Basson, que serve uma cozinha contemporânea com vinhos próprios. Por fim, com sua localização pitoresca, La Motte é um destino encantador para aqueles que apreciam as coisas boas da vida.

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Fonte: Casa Vogue

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Resort luxuoso chega no Coachella

O Coachella Valley Music and Arts Festival, que atrai mais de cem mil pessoas para três dias de música, criou uma enorme gama de opções de hospedagem nos entornos do festival. O Coachella é um deserto seco e vasto, perto de Salton Sea, a 45 minutos de Palm Springs, e o festival de música é realizado no Empire Polo Club, localizado em Indio, na Califórnia. Vários eventos são nos campos de pólo do clube, como o Stagecoach, para os fãs de música country, e o Desert Trip, para os amantes dos clássicos. Diante da chegada massiva de pessoas à região, a necessidade de hospedagem levou à criação do resort, uma luxuosa terra da fantasia no meio do deserto.

O Hotel Indigo será operado pela Highgate Hotels sob a bandeira do Inter Continental Hotels Group. O projeto de 250 quartos conta com 51 casitas e uma área de entretenimento de 45 mil metros quadrados para os eventos. Além disso, os espaços públicos foram projetados com inspiração nas cabanas Quonset.

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O resort de 140 quilômetros quadrados foi desenvolvido por patrocinadores secretos de celebridades, como Stuart Rubin, investidor de imóveis, e Gary Stiffelman, advogado de entretenimento, ambos de Los Angeles. O novo espaço também oferecerá uma alternativa ao Empire Polo Club, com seu próprio local para entretenimento de 45 mil metros quadrados coberto de grama – ideal para eventos musicais.

O destaque é a piscina de três mil metros quadrados que sai na dianteira em comparação às dos demais resorts de Las Vegas ao oferecer água salgada gelada para compensar as ondas de calor de três dígitos Fahrenheits da cidade. Sem contar a grande ilha de bares que servem coquetéis no interior da piscina, bem como uma estação de DJs e uma longa passarela para desfiles de moda.

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A área da piscina será cercada por enormes casitas que variam de dois a seis quartos e oferecem entradas e banheiros privativos e salas de estar para entretenimento. O resort também terá spa, academia, estúdio de ioga, variados restaurantes, além de uma loja de cannabis.

A inauguração do espaço é esperada para a metade do segundo semestre deste ano – com permissão para realizar eventos até as quatro horas da manhã, o que é inédito na região. Uma parede de 370 metros de altura à prova de som, em volta do espaço de shows, ajudará a reduzir os ruídos para não atrapalhar aqueles que desejam dormir.

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As redondezas da propriedade também experimentaram crescimento com a abertura de novos hotéis para acomodar o grande aumento de visitantes – o que inclui o novo edifício Kimpton Rowan, de sete andares e 153 quartos, em Palm Springs; os 150 quartos distribuídos em três andares do Hotel Paseo, em Palm Desert; e os 140 quartos de luxo do Montage La Quinta. Além disso, o Hard Rock Hotel, em Palm Springs, retornará ao seu nome original, Hotel Zoso; o Sands Hotel and Spa, na mesma região, foi todo reformulado por Martyn Lawrence Bullard; e, em 2019, o SilverRock Resort and Spa abrirá em La Quinta.

Claro, ainda é possível ficar em um yurts de luxo no Polo Grounds ou enfrentar os longos passeios até o festival e as enormes dores de cabeça no estacionamento. As opções disponíveis são inúmeras para as multidões de turistas na área.

Fonte: Forbes

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