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Category Archives: Turismo

Experiências de luxo

Hospedar-se em um hotel estrelado, na maioria das vezes, já é algo muito agradável – ou até inesquecível. Mas, em se tratando da competitiva hotelaria de luxo, o desafio, cada vez mais, é ir além das expectativas. Para seduzir seus hóspedes, as redes têm investido em programas elaborados para quem deseja se aprofundar na cultura local e vivenciar os destinos de forma intensa – às vezes, com muita emoção. Veja algumas das estratégias:

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- A experiência proposta pela rede hoteleira Four Seasons é uma road trip a bordo de um carro vintage pelas regiões da Toscana e da Riviera Francesa. O ponto de partida fica à escolha do hóspede: o Four Seasons de Milão, de Florença ou de Cap-Ferrat, na França. É possível customizar o roteiro, passando pelas três propriedades ou apenas duas delas (em trajetos de algumas centenas de quilômetros). Não só a rota, mas o veículo também pode ser escolhido – entre um Giulietta Spider 1960, um Mercedes-Benz 190 SP Cabrio ou um Porsche 356A Speedster. Após a escolha da rota e do carro, um concierge personaliza as paradas durante a viagem conforme as preferências do piloto (priorizando gastronomia, artes etc.). Para maior conforto e segurança, um carro de apoio vai seguir o viajante por todo o percurso. Em cada parada nos hotéis, um chef oferece uma cesta de piquenique (para quando bater a fome no meio da estrada).

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- O hotel Shangri-La de Doha, no Catar, tem 272 suítes, mas apenas quem se hospeda nas 38 “signature suites” terão à sua disposição, durante a estadia, um belo carro. As opções são muitas: os hóspedes das suítes executivas podem optar por Audi A8, Mini Cooper ou Lexus LX 570 S; na categoria deluxe, Porsche Cayenne, Maserati Gran Turismo e Range Rover; na Shangri-La Suite (a mais exclusiva de todas), o mimo pode ser uma Ferrari California, um Lamborghini Huracán ou os Mercedes GLE 63 e GTS.

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- No havaiano Hualalai, da rede Four Seasons, a jornada parte da pista de golfe do resort, onde os aventureiros, a bordo de um helicóptero, seguem pelas montanhas Kohala, onde avistam vales e praias de areia preta. A primeira parada é o piquenique ao lado de uma cascata. Depois, escalada até Kamokuna, ponto entre formações rochosas onde mais de 3,7 milhões de litros de lava escorrem para o oceano a cada hora. Um especialista em vulcões se junta ao grupo para sobrevoar o Kilauea, um dos mais jovens e ativos do mundo, em erupção contínua desde 1983. De volta ao solo, um carro leva os viajantes ao Four Seasons Rainforest Cottage Hideaway, onde serão recebidos com um show de música havaiana e dança ula-ula; na sequência, o jantar. Para fechar a noite, visita à cratera vulcânica Kilauea Caldera para ver a lava incandescente em um cenário noturno. Na manhã seguinte, outro voo sobre as plantações de café Kona (entre dezembro e maio, baleias-jubarte também podem ser vistas). Na volta, última parada em uma praia exclusiva.

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- Nada mais justo do que passar um dia de rei enquanto estiver hospedado no palácio onde viveu Roland Bonaparte, sobrinho de Napoleão. Ao comprá-lo, em 2006, o grupo asiático Shangri-La restaurou e transformou a propriedade parisiense em um hotel com 101 suítes, preservando a arquitetura e elementos da época. O dia de rei ou rainha começa no Heliporto de Paris -Issy-les-Moulineaux (JPD), localizado a 15 minutos (de carro) do hotel, onde os convidados são levados para um castelo do século 17 na região da Mancha. Lá são recepcionados por “um conde e uma condessa” para um almoço. No retorno a Paris, uma parada em Deauville, cidade à beira-mar convidativa a um passeio pelas calçadas largas e pelos cassinos. De volta aos ares, o helicóptero sobrevoa a região de Versalhes e seus famosos jardins.

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- O hotel Riyadh, no arranha-céu Kingdom Centre (Riad, Arábia Saudita), também reserva experiências surpreendentes aos visitantes. Os participantes entram no deserto a bordo de um Cadillac Escalade rumo a Adi Diriyah, onde a família real saudita vivia – hoje Patrimônio Cultural da Unesco. Após admirar a arquitetura original do século 15 e passear pelo mercado central de Al Bujairy, uma visita à atração principal: a falésia popularmente chamada de Edge of the World (o nome original é Jebel Fihrayn), onde o guia explica as formações geológicas da “borda do mundo”. Na beira das montanhas, um almoço saudita e, na sequência, voo de asa-delta. A programação termina com a observação do pôr do sol.

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- As propriedades Amanwella e Amangalla, ambas do grupo Aman no Sri Lanka, lançaram seus “pacotes de experiências” entre novembro e abril. Os hóspedes viajam em catamarãs para a costa sul do país para observar as baleias das espécies cachalote e azul e os simpáticos golfinhos-rotadores. Os grupos, de no máximo seis pessoas, são acompanhados por chef, capitão e mordomo. No roteiro, paradas em praias particulares, mergulho de snorkel, almoço e, no fim da tarde, petiscos e champanhe para brindar o fim da aventura.

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Chernobyl recebe um novo hostel

É na chamada zona de exclusão, área mais afetada pelo acidente da Usina Nuclear de Chernobyl, a apenas 14 km de distância de onde ocorreu o desastre, que acaba de ser inaugurado o Chernobyl Hostel Polissya, um albergue criado pela Agência do Estado da Zona de Exclusão, para oferecer uma melhor experiência aos turistas que visitam a região.

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Aberta desde 2011 para visitação – embora os níveis de radioatividade não sejam recomendáveis para grávidas ou crianças, por exemplo, a zona de exclusão se tornou um importante ponto turístico para a Ucrânia e atrai interessados não só na história do desastre, mas também nos resquícios da União Soviética que permanecem no local.

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O novo hostel tem diárias por cerca de US$7,60 e capacidade para abrigar 100 hóspedes em acomodações simples, mas que fornecem tudo que é necessário para uma estadia curta e confortável, incluindo quartos com TV de plasma, banheiro, chuveiro e móveis modernos, além WiFi gratuito.

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Por mais surpreendente que pareça, este albergue não é a única acomodação disponível na zona de Chernobyl, embora aparente ser uma das mais próximas ao desastre. A região já possuí uma série de edifícios antigos que resistiram ao ocorrido e, como este, foram reformados para oferecer quartos aceitáveis para os visitantes.

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Foi no dia 26 de abril de 1986, há pouco mais de 32 anos, que o reator nuclear número 4 da usina de Chernobyl explodiu, contaminando com radiação até três quartos do território europeu e tornando parte do que hoje é a Ucrânia praticamente inabitável. Atualmente o reator foi isolado, mas a área de 30 km² que cerca a usina permanece quase que totalmente despovoada.

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Nova York sem custo

O dólar segue em alta e bancar uma viagem internacional mais diversos passeios no destino pode não caber no orçamento. Nova York, por exemplo, é um local muito procurado por brasileiros e conta com atrações como as peças na Broadway, museus e muitas atrações. Mas também é possível conhecer pontos turísticos e viver a história da cidade sem gastar um dólar sequer. o portal iG Turismo separou quatro lugares para conhecer em Nova York sem precisar colocar a mão no bolso.

E antes de partir para a lista, uma observação. Sim, caminhada pela Times Square e um piquenique no Central Park também são sugestões gratuitas e que precisam fazer parte do roteiro de viagem, mas dá para ir bem além disso. Veja as dicas:

1. Passeios a pé guiados – Existem diversos passeios gratuitos pela cidade. Faça uma busca no site Vimbly e por lá você vai achar opções para conhecer bairros da cidade como Soho , Little Italy e Chinatown, ou então tours temáticos, como os gastronômicos ou por algum lugar específico, como a Grand Central Station. Ao final do tour, o guia pede para as pessoas deixarem a quantia que quiserem, mas isso é opcional.

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2. Tour por cervejarias – Que tal ver de perto como cervejas são feitas e até beber sem pagar? A Chelsea Brewing Company é uma microcervejaria que além de ter um tour grátis, oferece um copo por conta da casa! A famosa Brooklyn Brewery também tem tour gratuitos aos finais de semana.

3. Gospel no Harlem – Não é uma atividade turística e, sim, um culto religioso, então respeite as regras das igrejas no bairro do Harlem e participe dessa linda imersão cultural! Os famosos corais atraem turistas de todos os cantos. Independente de sua crença, vale a experiência.

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4. Museus – Alguns museus têm dias com a entrada gratuita em suas programações. O Moma (The Museum of Modern Art) é grátis às sextas-feiras, das 16h às 20h, por exemplo. Além disso, o que poucas pessoas sabem é que o MET (The Metropolitan Museum of Art) e American Museum of Natural History, cenário dos filmes “Uma Noite no Museu” gravados em Nova York, tem um valor de entrada que é apenas sugerido, você pode entrar sem pagar nada ou o quanto quiser.

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Passeios sofisticados ao sul do Saara

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Nem todo viajante de luxo passa o verão nas ilhas gregas. Muita gente prefere desbravar roteiros pouco conhecidos e, por isso mesmo, mais exclusivos. Mirando esse público, o empresário Philip Lategan fundou a Journey Beyond, uma operadora de turismo especializada em passeios na África Subsaariana.

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A operadora com sede em Johanesburgo tem os chamados travel designers. Especialistas em turismo na região, os profissionais testam os passeios, hospedam-se nos hotéis e selecionam os guias. Eles ajudam a criar os roteiros – tão personalizados que cada cliente ganha uma apostila diferente no aeroporto, explicando o seu itinerário, com mapas, dicas de restaurantes e indicações sobre gorjetas.

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O carro-chefe da agência são as visitas à natureza. As atividades vão desde os tradicionais safáris fotográficos na reserva de vida selvagem do Serengeti até canoagem nas proximidades das cataratas de Victoria, no Zimbábue. Quem tem menos energia pode percorrer o rio Zambezi em um cruzeiro.

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Mas não faltam roteiros inusitados. É possível conhecer, por exemplo, a cena vibrante de bares e restaurantes em Maputo, capital de Moçambique. Ou conhecer as ilhas Mnemba, também no país, com seus mares cor de turquesa. Outra opção é mergulhar entre os tubarões brancos em Cape Town, na África do Sul.

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A operadora ainda cria passeios para países como Botswana, Namíbia, Zâmbia, Madagascar, Malawi, Tanzânia, Quênia e Uganda. O mundo, é bom lembrar, tem muitos países interessantes ao sul do Equador.

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5 programas em Estocolmo

Estocolmo, a maior cidade da Escandinávia, e também uma das mais bonitas, é referência quando se fala em qualidade de vida, gastronomia e turismo. A Suécia como um todo é conhecida por sua alta expectativa de vida, baixíssimo índice de violência e paisagens impressionantes, o que fazem desse país e de sua capital um destino obrigatório para os amantes de viagens.

A terra dos Vikings tem uma população receptiva, apesar de reservada. A comunicação não será um problema, pois praticamente todos os suecos falam inglês (o sistema educacional da Suécia é um dos melhores do mundo, e o país tem uma porcentagem de falantes de inglês maior que a do Canadá).

1. Caminhar pela Gamla Stan: Localizada em uma das muitas ilhas que compõem a cidade, Gamla Stan (cidade antiga, em sueco) é a parte histórica do centro de Estocolmo. Parada obrigatória para os visitantes, lá há vários cafés (a Suécia é um dos países onde mais se consome café), museus, incluindo o Museu Nobel, lojas de artesanato e restaurantes. Sem contar com as construções de estilo medieval de tirar o fôlego. Suas ruas principais são a Västerlånggatan e a Österlånggatan, e o cartão postal da cidade é a Praça Stortorget.

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2. Andar de metrô: Ao contrário de muitas cidades, onde as pessoas utilizam o metrô apenas para se locomoverem, em Estocolmo ele é um espetáculo a parte. O viajante que vai de uma atração da cidade a outra por esse sistema de transporte tem a sensação de estar em um museu subterrâneo, onde se paga apenas a passagem e se tem direito a uma infinidade de obras impressionantes. 90% de todas as estações de metrô da cidade são decoradas com pinturas, esculturas e outras formas de arte de vários artistas.

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3. Experimentar o autêntico Kanelbulle sueco em um Fika com amigos: Sim, parece apenas um bolinho de canela, e é isso que ele é. Mas provavelmente vai ser o melhor bolinho de canela da sua vida. A culinária nórdica tem a característica de proporcionar sabores fortes e pronunciados. Se um padeiro sueco vai fazer bolinho de canela, ele vai fazer com muita, mas muita canela mesmo, pois ela é a estrela da receita.

Outro ingrediente muito comum na confeitaria sueca é o cardamomo, que também tem seu bolinho especial. Já o “Fika” é a tradição sueca de tirar uma pausa no trabalho ou estudo para um café, geralmente acompanhado de um Kanelbulle. Os suecos são tão aficionados por essa iguaria que instauraram o kanelbullesdag (dia do bolinho de canela), todo 4 de outubro.

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4. Visitar o museu do Navio Vasa:  Em 1628, o navio de guerra Vasa foi lançado ao mar. Infelizmente, esse navio não chegou nem perto de completar sua jornada. Ele afundou logo depois de ser lançado. Nos anos 60, foi retirado do fundo do mar e restaurado. Hoje, é possível ver esse imenso navio no Vasamuseet, localizado em uma das ilhas de Estocolmo, não muito longe do centro. Vale a pena visitá-lo e se sentir um pouquinho no século 17, quando ele foi construído.

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5. Passar um dia em Sigtuna: Localizada fora de Estocolmo e, na verdade, uma cidade independente, Sigtuna é a cidade mais antiga da Suécia. (Sim, o título do post é “5 coisas para se fazer em Estocolmo”, mas essa cidadezinha é tão linda e tão perto que espero que quando forem lá, vão perdoar o deslize). Lá pode-se visitar igrejas, ruínas, e é possível banhar-se no lago Mälaren. A cidade também abriga restaurantes e barraquinhas de frutas típicas.

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Uruguai para curtir no frio

O interesse dos brasileiros pelo Uruguai cresceu significativamente nos últimos anos. O Ministério do Turismo uruguaio afirmou que, contando os quatro primeiros meses do ano passado, o número de viajantes brasileiros cresceu 35% em relação a 2016. Em janeiro de 2015, o Ministério do Turismo brasileiro já havia percebido um crescimento de 20% de turistas do Brasil no Uruguai em relação ao mesmo mês de 2014.

Em Montevidéu, destino de quase todos os turistas que desembarcam no Uruguai, os pontos turísticos já estão na ponta da língua: a rambla, a Ciudad Vieja, o Teatro Solís e o Café Brasileiro. No entanto, a temporada de inverno uruguaia oferece outras alternativas para quem quer curtir o frio intenso do sul. Veja as dicas a seguir:

Colônia del Sacramento

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Colônia del Sacramento é uma das referências mais importantes do Uruguai, recebendo milhares de visitantes durante o ano. A uma hora de Buenos Aires de barco e a duas horas de Montevidéu de ônibus, a cidade é um remanso onde o visitante se encontra com a cultura, a história e os costumes de um destino inevitável às margens do Rio da Prata.

O encanto da cidade está vinculado à particularidade da sua história. Uma visita guiada pelo Casco Histórico de Colônia del Sacramento permite submergir na história e se aproximar de um rico legado cultural da vila. Museus, teatros, arte, artesanato e uma boa gastronomia complementam um vasto repertório oferecido ao visitante. Além disso, a cidade tem uma grande oferta hoteleira, com opções que vão desde cadeias de hotéis internacionais até típicas pousadas alojadas em antigas casas coloniais, assim como uma grande variedade de restaurantes.

Uma das melhores atrações de Colônia, curiosamente, é o entardecer. A vista do sol se pondo do farol da cidade é um espetáculo que reúne todos os turistas em um único ponto da cidade no final do dia. Outros pontos importantes são a Calle de los Suspiros e o porto. No bairro histórico, existem ainda monumentos de séculos que permanecem erguidas, como o Portón de Campo, a Iglesia Matriz e a Plaza Manuel Lobo.

Garzón e seus arredores

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A partir da inauguração da ponte circular sobre a laguna Garzón, a distância entre dois dos principais destinos turísticos uruguaios –Maldonado e Rocha– diminuiu significativamente. A obra, projetada pelo arquiteto Rafael Viñoly, foi destacada pelo diário americano “New York Times,” que incluiu o pequeno povoado de Garzón na seleta lista dos melhores lugares para se conhecer em 2016. Entre os argumentos do jornal estavam as vinícolas que se estendem ao lado de belas praias, os pomares de oliva e amendoeiras e a própria ponte – uma obra singular de engenharia.

Grutas del Palacio

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Localizado no departamento de Flores, o Geoparque Grutas del Palacio é um destino amplamente recomendável para quem busca experiências diferentes e está interessado em áreas temáticas como a geologia, a paleontologia e a arqueologia. Entrar em antigas cavernas, contemplar as pinturas rupestres, percorrer belas paisagens de colinas e montanhas, disfrutar de grandes lagos e rios e admirar uma falha geológica de mais de um quilômetro de extensão são só algumas das experiências que esse destino no centro-sul do Uruguai oferece.

O Geoparque Grutas del Palacio abarca uma superfície total de 3.641 km² e está a apenas duas horas de Montevidéu. É um dos únicos geoparques existentes na América do Sul e, por isso, conta com o reconhecimento da UNESCO, braço da ONU para a cultura. Suas formações geológicas têm diferentes idades, que vão desde 2,5 milhões de anos até hoje. Entre os lugares mais visitados estão a Reserva Rodolfo Tálice, o Cerro de Ojosmin e o Mar de Piedras.

Fonte: Catraca Livre

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Luxo para os amantes de esqui

Nenhum lugar nos Estados Unidos atrai mais esquiadores do que Vail, no Colorado. E há boas razões para isso: de seu imenso tamanho e quantidade de espaço disponível para a prática do esporte a uma escola de esqui, possibilidades de compras, restaurantes, atividades diversas e vida noturna. O local tem tudo que um esquiador ávido – ou não – poderia querer, e tudo em um mesmo lugar, sem a necessidade de carro.

Outro aspecto que faz com que Vail se destaque diante de outras estações de esqui é a hospedagem, especialmente as mais caras. Não é por acaso que a parte mais difícil do planejamento da viagem é decidir onde ficar. No entanto, nenhum outro resort dos EUA pode competir com o nível de luxo que o The Sebastian oferece.

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O local faz parte da Preferred Hotels & Resorts, que opera propriedades de esqui, praia e golfe do Caribe ao Havaí. O Sebastian é uma combinação de residências e hotel que tem sido popular nos últimos anos, já que seus administradores acharam mais rentável vender os quartos e depois operá-los dividindo a receita com os proprietários. Como resultado, os hóspedes têm a opção de quartos de hotel tradicionais recentemente renovados, suítes de estilo executivo com vários quartos e suítes residenciais que oferecem de um a três dormitórios, que são basicamente apartamentos com cozinhas gourmet e, nas unidades maiores, lareiras.

Toda a propriedade tem um aspecto residencial e um alto nível de design de interiores, desde o estilo da sala de estar do lobby, com lareiras de dois lados, até a livraria e a vasta coleção de arte e esculturas que decoram o hotel interna e externamente. A variedade incomum de opções de hospedagem tornam o Sebastian adequado para todos os públicos, de casais a grandes famílias.

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O apelo familiar é algo importante por lá, além de ser um elemento fundamental da propaganda, já que o resort oferece recursos incríveis dedicados a crianças, desde atividades supervisionadas, como artesanato, até uma alternativa de acampamento, no verão e no inverno. Uma grande sala chamada “Tykes Room” foi equipada para entreter crianças menores de 4 anos, enquanto uma sala de jogos equipada com videogames antigos e modernos, mesa de bilhar, pebolim e jogos de tabuleiro fazem a alegria da garotada. O bar Frost serve opções de chocolate quente gourmet para os pequenos. O Sebastian também oferece noites de filmes, com doces e pipoca, noites de jogos (o mini hóspede pode escolher se prefere um Xbox360 ou Playstation 3 com quatro jogos instalados no quarto) e kits para a família fazer um boneco de neve.

Para os adultos, os destaques do resort incluem uma das melhores piscinas e jacuzzis em Vail, com deck privado com piscina aquecida e cinco banheiras de hidromassagem, aliviando a lotação que as pessoas encontram até mesmo nos hotéis mais luxuosos. O Sebastian também oferece uma academia moderna e bem equipada e um spa. O Leonora, o restaurante principal, trabalha com uma combinação estranha, mas apetitosa, de pratos alpinos europeus, cozinha espanhola e especialidades das Montanhas Rochosas, com foco em ingredientes locais e orgânicos e uma impressionante seleção de vinhos.

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O bar Frost combina a sofisticada mixologia de drinques com uma excelente coleção de scotch e uísque, lanches de alta qualidade, charcutaria e pizzas preparadas em fornos de tijolo, além de um sistema único de armazenamento de coquetéis.

Existem alguns pontos negativos no resort, sendo que o principal deles é a equipe da recepção. O check in e o check out são lentos e a atenção recebida está muito aquém dos demais hotéis de luxo na região, como Four Seasons e Arrabelle. O tempo de espera por uma xícara de café pode ser longo, e o deck da piscina, embora maravilhoso, não possui tantos funcionários quanto a maioria de seus concorrentes. Como os hotéis em Vail são um pouco afastados, tornou-se normal que eles ofereçam carros sob demanda para o transporte na cidade, mas a disponibilidade parece escassa no Sebastian.

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Por outro lado, apesar de o Sebastian ser caro, ele ainda custa – quase sempre – menos do que seus pares – entre US$ 150 e US$ 200 a menos por noite. O resort ainda é uma excelente escolha para férias de esqui em Vail, especialmente para famílias, que são o ponto forte da propriedade, mas a qualidade da comida, bebidas, spa e instalações também tornam o Sebastian uma fuga romântica para os casais.

Fonte: Forbes

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A Little Italy, em NY, está acabando?

O histórico bairro Little Italy, em Nova York , pode estar caminhando para seu fim. Restaurantes e lojas, repletos de elementos da cultura italiana, estão sendo desaparecendo ou sendo fechados. Perdendo cada vez mais suas características, as tradições, que davam um sabor de Itália perdida nos Estados Unidos, estão aos poucos se tornando lembranças.

A discussão veio à tona com a explosão do restaurante Angelo’s of Mulberry St. devido a um incêndio causado por um cigarro. Aos poucos, os estabelecimentos italianos estão dando lugar aos de outras culturas, como lojas de bagels, sanduicherias vietnamitas e uma agência bancária da China. Little Italy também está sendo aos poucos tomada pela expansão da Chinatown, outro bairro conhecido de Nova York.

“A região foi reduzida a apenas um nome em um mapa, e no máximo a alguns blocos na Mulberry Street, frequentada pelos turistas”, aponta o jornal “The New York Times”.

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Apesar da situação, o bairro ainda reserva pontos turísticos e locais tradicionais. Aproveite para conhecer enquanto ainda há tempo:

Restaurantes

Se você é fã de restaurantes temáticos, pode gostar do Umberto’s Clam House. O restaurante de frutos do mar apresenta uma atmosfera no estilo mafioso.

Para os fãs da cultura italiana tradicional, é possível experimentar massas saborosas nas cantinas Paesano ou Emilia’s.

Para comer um doce ou tomar um café, vá ao Prince Coffe House, com café e guloseimas, ou ao Mó Il Gelato, uma sorveteria.

Lojas

Quer levar a Itália para casa?  A La Cantina oferece vinhos e outras bebidas italianas, e a Calandra Cheese tem produtos como queijos, massas, molhos e azeites.

Se você quer roupas e acessórios, a Mulberry & Grand apresenta uma variedade estilosa, também vendendo sapatos e cosméticos.

Curiosidades

O que é retratado pelas ruas é a cultura e o astral puros do italiano. O bairro se formou no início do século XX, com a concentração de um grande número de ítalo-americanos, atingindo o auge em 1910. Hoje, apenas 10% de seus habitantes é de tal origem.

Em Little Italy, também foram criadas as primeiras padarias e pizzarias de Nova York. Ainda dá tempo de percorrer as ruas do local e viver um pouco dessa história.

Fonte: IG

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Destinos baratos e imperdíveis na América do Sul – Parte 2

Se ainda em 2018 seu desejo é explorar o seu próprio continente, anime-se: não faltam opções de destinos baratos na América do Sul para visitar. Praias, desertos, cidades históricas, ilhas, sítios arqueológicos, parques naturais… a lista pode ser infinita. Confira mais seis destinos na América do Sul para visitar:

Rota dos 7 Lagos, Argentina

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Nunca um simples deslocamento entre cidades foi tão lindo: o caminho de 107 quilômetros que une as cidades de San Martin de Los Andes e Villa La Angostura, na Argentina, ganhou o nome de Rota dos 7 Lagos (ou Caminho dos Sete Lagos) e oferece algumas das mais belas paisagens da Patagônia argentina.

Apesar de levar o número 7 no nome, a rota possui na verdade 9 ou 10 lagoas, ainda que os mais conhecidos sejam Correntoso, Escondido, Espejo, Falkner, Machónico, Villarino e Lácar. Um mais lindo que outro, com águas que variam do verde ao azul intensos.

Uma dica: evite fazer a roda de ônibus, pois não há muitos pontos pelo caminho e a viagem pode ficaria um tanto cara. A melhor opção é alugar um carro e dividir com amigos ou outros viajantes – mais barato e diversão extra!

Cabo Polonio, Uruguai

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Que tal se o seu próximo destino de viagem fosse um pequeno povoado sem luz elétrica, internet ou asfalto? Difícil de imaginar? Pois com a paisagem que Cabo Polonio, no Uruguai, oferece, nenhuma modernidade vai fazer muita falta.

A península localizada a 260 km de Montevidéu é considerado por seus visitantes um lugar mágico. Praias praticamente desertas, enormes dunas ao redor da cidade, leões marinhos quase sempre presentes nas ilhas da costa, e um céu estrelado com um pôr do sol dos mais belos já vistos, fazem parte do “pacote”.

O acesso ao balneário é restrito – a estrada mais próxima fica a 7 km, e chega-se a cavalo ou por carros 4×4. A pequena população é formada principalmente por pescadores, artesãos e funcionários do farol. Mas para os mais assustados, um alívio: muitos estabelecimentos da região possuem gerador próprio, então ninguém vai ficar no escuro o tempo todo.

Encarnación, Paraguai

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Ganhando crescente fama por sua praia e pelo seu carnaval, Encarnación, terceira cidade mais importantes do Paraguai, é apelidada por seus moradores como o “novo Rio de Janeiro”. Exagero ou não, a cidade esbanja atrativos naturais e culturais e merece mesmo uma visita.

Importante polo comercial e industrial do país, Encarnación está diretamente conectada à cidade de Posadas, na Argentina, através da ponte San Roque González de Santa Cruz que cruza sobre o Rio Paraná. A cidade dispõe de uma boa infra-estrutura turística, com hotéis e restaurantes de boa variedade e preços atrativos. É conhecida como a “Capital do Carnaval”, por causa das animadas festas do Carnaval Encarnaceno em fevereiro.

Vale também visitar, ali perto, as ruínas das missões jesuíticas da Santíssima Trindade do Paraná, de Jesus de Tavarangué (o único Patrimônio da Humanidade pela UNESCO do Paraguai) e o oratório da Virgem de Itacuá.

Paramaribo, Suriname

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Eis um país e sua capital que quase nunca estão na lista de lugares para ser visitado, mas que merecem mais atenção. Na ponta nordeste da América do Sul, um tanto isolada mas com ar cosmopolita, Paramaribo, capital do Suriname, tem uma rica arquitetura colonial e uma fascinante diversidade étnica.

A população de pouco mais de 250 mil habitantes é um mescla de indianos, indígenas, javaneses, africanos e descendentes de holandeses (que deixaram o idioma oficial após a colonização). E os traços de todas essas culturas estão espalhadas pela cidade.

Entre as atrações principais, estão o centro histórico, declarado Patrimônio da Humanidade pela UNESCO – incluindo a bela Basílica de São Pedro e Paulo, uma das maiores construções de madeira do mundo – o Mercado Central, o forte Zeelandia, a sinagoga Neve Shalom e a Mesquita Keizerstraat.

Salta, Argentina

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“Salta, la linda” é o apelido dado pelos argentinos a esta cidadezinha a leste da Cordilheira dos Andes, no Vale de Lerma. E realmente não tem como questionar o nome. Localizada a mais de mil metros de altitude, sua posição geográfica mistura desertos áridos de terra vermelha, montanhas nevadas, rios e vales.

Salta é famosa por sua forte herança colonial, com casas tradicionais, ruas estreitas e monumentos. É também marcada pelo folclore do norte da Argentina, com suas comidas, danças e músicas típicas (zamba, chacarera). Da era colonial, destacam-se a Igreja e Convento de São Bernardo, e o Cabildo, o prédio mais antigo da cidade – dos idos de 1780 – e hoje sede do Museu Histórico do Norte e do Museu Colonial e das Belas Artes.

A cidade é também o início do itinerário do “Trem das Nuvens”, que faz um fascinante passeio pela região de La Puna, subindo a encosta dos Andes e indo até San Antonio de los Cobres.

Baños, Equador

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Cercada por três vulcões, a pequena Baños de Agua Santa (ou simplesmente Baños) é parada obrigatória para quem está em busca de aventura e natureza no Equador. Fica na província de Tungurahua, na parte central do pais, e é conhecida como o “Portão para a Amazônia”, por estar às margens do rio Pastaza na bacia do rio Amazonas.

Famosa por suas fontes hidrotermais de água mineral, Baños é também um centro de peregrinação religioso católico, por acreditarem que a Virgem Maria apareceu próximo a uma cachoeira – a imagem da Virgen de Agua Santa foi colocada na catedral local.

Não dá para deixar de mencionar também a “La Casa del Arbol”, a casa na árvore ode fica o famoso “balanço do fim do mundo” (na foto acima). Há algumas trilhas que levam até o local, ou pode-se ir de ônibus ou táxi (o câmbio vai ajudar nesse caso).

Fonte: Momondo

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Destinos baratos e imperdíveis na Amárica do Sul – Parte 1

Eis uma alegria na vida do viajante latino: não é preciso mudar de continente para fazer viagens absolutamente incríveis. E melhor ainda: geralmente gasta-se bem menos do que indo para a Europa, Estados Unidos, Oceania etc. Conhecer destinos baratos na América do Sul é sim possível, e isso inclui alguns dos lugares mais lindos do mundo.

Confira seis destinos na América do Sul daqueles para incluir na sua lista de sonhos de viagem. Confira só:

Santuário de Las Lajas, Colômbia

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No sul da Colômbia, quase fronteira com o Equador, um local de culto e peregrinação também transformou-se em um dos principais atrativos turísticos do continente. Dá para entender por quê: o Santuário de Las Lajas é de uma beleza extrema, seja pela sua construção seja pelo cenário natural onde está inserido.

Fica localizado no cânion do rio Guaitara, na aldeia de Las Lajas, município de Ipiales. A linda basílica de pedra fica a cerca de 50 metros de altura, rodeada por cachoeiras, em estilo gótico e de uma riqueza de detalhes impressionante, que incluem arcos, mosaicos, torres e paredes de pedra natural – em uma delas está a imagem da Virgem de Nossa Senhora do Rosário, também feita de pedra.

Urubamba, Peru

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Outro ponto obrigatório em uma expedição pela América do Sul é o Vale Sagrado dos Incas, nos Andes peruanos. Fica perto de Cuzco e Machu Picchu, e estes podem formar um único, extenso e belo roteiro de viagem pelo Peru.

O vale teve papel fundamental para os incas, por suas qualidades geográficas e climáticas, tendo sido um dos principais pontos de extração da riqueza de suas terras. É composto por importantes monumentos arqueológicos e povoados indígenas, e entrecortado por inúmeros rios que descem por pequenos vales, formando paisagens fenomenais.

O principal rio é o Urubamba, que dá nome também a maior das cidades do vale. Com várias opções de hotéis e restaurantes, a simpática cidade é ponto de parada dos aventureiros que vêm ou seguem em direção aos outros povoados do vale, como Pisaq, Ollantaytambo e Chinchero.

Pucón, Chile

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No Chile, uma ótima opção afastada da capital Santiago (780km ao sul), é a simpática cidade de Pucón, na região da Araucanía. A cidade está cercada pelo lago e vulcão Villarrica, e ele próprio é uma grande atração local.

Apesar de não estar extinto, passeios turísticos no vulcão são bastante comuns. No verão, agências de turismo oferecem serviços de guia e aluguel de equipamento para a prática do “andinismo” (como o alpinismo é conhecido nos países andinos) – é mesmo aconselhado ter um acompanhamento qualificado, já que há trechos bastante escorregadios na montanha.

Há várias outras opções de esportes e atividades ligadas ao ecoturismo em Pucón, incluindo esqui aquático, trilhas e rafting. Sem falar no centro de esqui junto à encosta do vulcão, que opera entre julho e setembro, e possui ótima infraestrutura, com seis teleféricos, 20 pistas de esqui e snowboard, um restaurante e área ara crianças.

Parque Tayrona, Colômbia

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Imagine a paisagem: 12 mil hectares de vegetação intocada, centenas de espécies de animais (muitos em risco extinção), algumas das praias mais azuis do caribe colombiano, e a Serra Nevada de Santa Marta e suas gigantes cadeias montanhosas como pano de fundo.

Assim é a vista do Parque Nacional Natural Tayrona, considerado um dos lugares mais bonitos da Colômbia. Transformado em parque em 1968, o local era o lar do povo indígena Tairona até meados do século 15. Mesmo hoje pode-se ver seus sítios arqueológicos, como o Pueblito Chairama, considerado local sagrado para os indígenas da região e onde vários deles ainda vivem em cabanas.

São várias opções de trilhas por dentro do parque, sempre com paisagens deslumbrantes, seja a pé ou a cavalo (que é possível alugar na entrada do parque). Sem contar as lindas praias – como Cabo de San Juan, La Piscina e a Playa Brava (esta reservada para nudistas).

Isla del Sol, Bolívia

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É provável que todo mundo que sonha em desbravar a América do Sul adoraria fazer a Rota Bolívia-Peru-Chile. E claro que o Lago Titicaca não poderia faltar na lista de lugares para visitar. Sendo o maior lago navegável do mundo, com nada menos que 41 ilhas, qual delas escolher?

Não tem como errar com a Isla del Sol. Com acesso pela cidade de Copacabana, e com área de 14,3 km², trata-se da maior e uma das mais belas ilha do lago. É uma ilha considerada sagrada para os incas, pois lá se encontravam os santuários das “virgens do sol”, dedicado ao Deus Sol. Hoje, a ilha ainda é povoada por indígenas de origem quechua e aymara, que dedicam-se ao artesanato e ao pastoreio de ovelhas.

Existem muitos sítios arqueológicos em volta da ilha, como o museu Challapampa, onde se encontram peças resgatadas ao redor da ilha. Toda a paisagem é de tirar o fôlego, com trilhas que atravessam a ilha de norte a sul, águas de azul intenso, montanhas verdes e, claro, a Cordilheira dos Andes com seus picos nevados.

Los Roques, Venezuela

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Maior parque marinho da América Latina, o Parque Nacional Arquipélago de Los Roques tem algumas das paisagens mais paradisíacas do continente. O conjunto de 42 ilhas tem uma área total de 22 mil hectares e pode-se passar dias e dias explorando cada cantinho, seja relaxando e apreciando a paisagem, seja andando de caiaque, veleiro, bote ou catamarã, ou praticando windsurf, pesca, mergulho etc.

Afinal, como resistir a uma paisagem que combina barreiras de corais protegendo o arquipélago das correntes fortes, praias desertas de areia branca e águas quentes e cristalinas, e uma variedade inacreditável de espécies marinhas (consta que 98% das espécies coralinas existentes no mundo estão lá)?

As ilhas são chamadas de “cayos”. Na principal delas, Gran Roque, ficam as pousadas, um pequeno aeroporto, o porto e as opções de comércio. Duas festas movimentam a localidade: uma em setembro (a Virgem do Vale) e outra em novembro (Festival da Lagosta).

Fonte: Momondo

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