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Category Archives: Turismo

Conheça a costa do Pacífico de trem

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Muita gente conhece a viagem pela costa oeste dos Estados Unidos feita de carro. Mas você sabia que pode atravessar toda a Califórnia e mais alguns estados a bordo de um trem?

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Desde a década de 40, o Coast Starlight, da companhia Amtrak, vem oferecendo paisagens deslumbrantes aos viajantes que optam por se aventurar sobre os trilhos. O trem vai de Seattle até Los Angeles, passando por 30 cidades diferentes ao longo das 35 horas de viagem.

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A rota passa por diversos parques nacionais e outros cenários de tirar o fôlego. Um dos vagões, por exemplo, é totalmente equipado para oferecer e melhor experiência ao viajante, com vidros desde o chão até o teto e cadeiras especiais. Uma viagem e tanto! Para saber mais, acesse o site da Amtrak.

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Fonte: Nômades Digitais

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Córsega, a ilha da beleza

Terra de Napoleão I, sobrevoada em 1944 por Antoine de Saint-Exupéry, tida pelos gregos como a ilha ‘sublime’ (Kallisté) e pelos franceses como a ‘ilha da beleza’ (Ile de Beauté), a bela Ilha de Córsega continua a ser um dos expoentes máximos do mediterrâneo. Seu encanto atrai turistas de todo o mundo que ali passeiam e celebram a vida, sem pressas ou cerimônias. Montanhosa, rica e exuberante, a ilha oferece de mão-cheia experiências gastronômicas que despertam os outros sentidos resgatando tempos antigos.

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Este pequeno paraíso natural, recortado por praias e pequenas baías escondidas com todos aqueles cumes que se debruçam sobre o mar, é ainda salpicado por vilas e povoações encantadoras. Por ali passaram os fenícios, os gregos, os etruscos, os cartagineses e os romanos, para citar alguns povos que deixaram importante legado. Todos estes testemunhos contribuem, através de ruínas, muralhas ou igrejas, para nos deixar sem palavras e com vontade de prolongar os dias.

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Saindo do cais de Marselha, atravessando oito horas de costa a costa, chega-se ao Porto de Girolata, uma vila costeira ao sul da Reserva Natural de Scandola. A oeste da Córsega, a zona faz parte do Parque Natural da Córsega e tem cenário intenso. De lá, para descer a costa, basta pegar o barco novamente e, em uma curta travessia, chegar na pequena vila de Porto classificada como patrimônio da Humanidade pela UNESCO. A paisagem segue fantástica, com vista para o azul do mar e para os rochedos vermelhos. A agitação, porém, é maior, com amantes da náutica nos diversos bares, restaurantes e lojas de rua. Dica: procure as empresas turísticas locais para ir ao Golfo admirar as falésias e fazer aulas de mergulho com vista para a variada fauna marítima. Se o tempo estiver a favor, também não deixe de ir para o Ajaccio e ir ao Golfo de Sagone.

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Em Ajaccio, não deixe de visitar o Mercado, em Place Foch, onde você encontra produtos tracidionais da Itália. Na rue Saint-Charles você pode beber um vinho nas cadeiras coloridas da Casa Buonapar, ir à loja de souvenirs de viagem Anareda e comprar acessórios divertidos na Empires. O Musée Fresh é parada obrigatória para quem gosta de história. O palácio construído pelo tio de Napoleão contém pinturas italianas dos séculos 14 ao 18.

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Rumo ao sul, saindo de Ajaccio, pode-se visitar via carro o Porto-Vecchio. A estrada em direção a Bonifácio, passando por Propriano e Sarène, é onde se encontra o Musée de préhistoire et d’archéologie Corse e uma vista majestosa sobre o Golfo de Valinco. A chegada ao Hotel Plage Casadelmar, considerado por muitos um dos melhores hotéis na Europa, tem um sabor especial. Elegante e cheio de luz natural, o hotel, que faz parte da cadeia ‘The Leading Hotels of the World’, está situado numa península a pouca distância de Porto-Vecchio, na costa sudoeste da Córsega, com vistas para o Mediterrâneo.

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De carro ainda dá para chegar nas Piscinas Naturais no Valle Cavu, na cidade de Zonza, no coração do Parque Natural Regional da Córsega. Um reduto de paz, onde podem praticar-se muitas atividades, dos vários esportes de natureza, caminhadas ou apenas piqueniques à sombra de pinheiros. O rio Cavu, muito procurado pelos turistas, é de fácil acesso e promete banhos refrescantes. Seguindo para o Castelo D’Araghju, uma fortaleza muito antiga, desvenda-se a praia de Pinarello. O areal é estreito, mas extenso, a areia fina mas com algumas algas e a água cristalina.

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Também com acesso prático, o local é um reduto feito 2500 anos a.C, formado por grandes blocos de pedra. Apenas isso, aquele edifício, na periferia de Porto Vecchio, e a vista do mar, as montanhas e a planície circundante. Siga para Bonifácio, uma cidade/fortaleza construída no alto de falésias e, aos seus pés, uma bem composta marina onde ancoram mega-iates. A cidade fica localizada na extremidade sul da Córsega (a apenas 12 km da Sardenha) o que dá logo a panorâmica da bela sofisticação italiana – muitas palmeiras e restaurantes caros rematam o visual de sonho. Explore as ruelas, a falésia, as grutas e a marina, tudo a pé.

Fonte: Casa Vogue

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O hotel mais antigo do mundo, com 1300 anos

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No hotel japonês Nishiyama Onsen Keiunkan, ou simplesmente The Keiunkan, a ideia de que em time que está ganhando não se mexe é levada ao extremo: inaugurado no ano de 705 e funcionando, portanto, há mais de 1300 anos, o hotel é gerido desde sua fundação pela mesma família. São 52 gerações de descendentes cuidando do mais antigo hotel do mundo.

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Localizado nos arredores da cidade de Kyoto, o Keiunkan é também possivelmente a mais antiga empresa em funcionamento no mundo. Com 37 quartos e água quente vindo diretamente das fontes termais naturais de Hakuho, a justificativa para o (realmente) longevo sucesso do hotel começa em seu cenário: localizado aos pés das montanhas Akaishi e próximo ao sagrado Monte Fuji, a espetacular natureza ao redor do local oferece não só a água pura e quente como uma vista imbatível.

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Ainda que obviamente o hotel tenha sido algumas vezes restaurado e renovado, é também seu espírito tradicional, luxuoso em sua simplicidade e elegância, que faze do lugar um perfeito retiro – com direito a uma atração diretamente do passado, inequivocamente eficaz para um descanso especial: a ausência de internet. Aos desconectados hóspedes, são oferecidas refeições de qualidade superior, banhos naturais, karaokês impagáveis, e a insuperável imersão na natureza.

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Seus mais de 1300 anos de história o levaram a ser reconhecido pelo Guiness como o hotel mais antigo do mundo. O hotel foi fundado por Fujiwara Mahito, filho de um ajudante do imperador e, desde sua inauguração, o Keiunkan já recebeu um sem-fim de personalidades – entre samurais e imperadores do passado, chefes de estado, artistas e celebridades das mais diversas épocas – todos atrás desse preciso encontro entre tradição e inovação, com um segredo realmente atemporal: a hospitalidade.

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O preço de um quarto capaz de receber entre 2 a 7 hóspedes é de 52.000 ienes, ou cerca de 1.780 reais.

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Viena agora é a melhor para se viver

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Melbourne, na Austrália, foi desbancada de um título que mantinha invicto há sete anos: o de melhor cidade do mundo para se viver. A nova detentora deste posto é Viena, na Áustria. A cidade obteve nota 99,1 em uma escala de 100 pontos, realizada pela consultoria Economist Intelligence Unit (EIU).

O ranking é divulgado anualmente pela consultoria e leva em conta fatores como criminalidade, acesso à educação, saúde, estabilidade política e econômica e infraestrutura de transporte.

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Viena se destacou em termos de qualidade de vida, estabilidade e também ganhou pontos por seus baixos índices de criminalidade. A diminuição no risco de atentados na Europa contribuiu para estes números.

Apesar disso, a capital austríaca teve um resultado bastante similar ao de Melbourne, que ficou em segundo lugar. Ambas atingiram a pontuação máxima em categorias como saúde, educação e infraestrutura, mas a estabilidade política e econômica de Viena pesaram a favor do resultado.

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Veja o ranking completo das 10 melhores cidades para se viver, segundo a consultoria:

  1. Viena, Áustria
  2. Melbourne, Austrália
  3. Osaka, Japão,
  4. Calgary, Canadá
  5. Sydney, Austrália
  6. Vancouver, Canadá
  7. Tóquio, Japão
  8. Toronto, Canadá
  9. Copenhague, Dinamarca
  10. Adelaide, Austrália

A pesquisa analisa a qualidade de vida em 140 cidades ao redor do mundo. No Brasil, São Paulo e Rio de Janeiro fazem parte do estudo, ficando na 93ª e 88ª posição, respectivamente.

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Celebration, em Orlando, a cidade criada pela Disney.

Walt Disney tinha o sonho de construir uma cidade-modelo futurista chamada EPCOT (Experimental Prototype Community of Tomorrow). Depois de sua morte, a ideia acabou virando o parque temático. Mais tarde, o projeto foi tirado do papel em forma de Celebration, mas bem diferente do que tinha sido pensado pelo Walt: virou um agrupamento urbano perfeitinho que mistura estilos arquitetônicos (vitoriano, colonial, clássico) comuns no norte dos Estados Unidos (até o paisagismo foi pensado com esse fim – ali não tem as palmeiras típicas da Flórida, e sim carvalhos e pinheiros), inaugurado em 1994.

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Belas casas são organizadas ao redor de um centrinho compacto com um lago, entre calçadas arborizadas e plataformas e caminhos que correm entre os pântanos (onde por vezes você vê um jacaré tomando sol). Cerca de nove mil pessoas vivem ali hoje – uma das casas pertence a ninguém menos que Silvio Santos. A Disney Company ainda é indiretamente proprietária da área. O resultado geral é, como tudo na Disney, um tanto artificial, mas bonito e bem cuidado.

O lugar fica bem perto dos parques da Disney (o Hollywood Studios está a 9 minutos de carro). Inclusive alguns escritórios da Disney ficam ali. O centrinho da cidade é basicamente ao redor da Market Street e da Front Street e uma boa dica é parar no Market Street Café, uma lanchonete com todas aquelas delícias tipo waffles, ovos e panquecas para um café da manhã ou brunch.

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Vale a pena embarcar num passeio de bicicleta da Celebration Bike Rental. Você pode só alugar uma bike (US$ 15 para duas horas) ou fazer o tour guiado. Esses tours levam por caminhos gramados entre as casas e tem guias nascidos ali, que te contam sobre as peculiaridades da cidade.

Depois, é possível ver as lojinhas da rua principal e escolher outro lugar para comer: o Ari Sushi tem especialidades japonesas e coreanas, e a Kilwin’s é uma doceria fofa cheia de balas e chocolates. O sorvete de s’mores é delicioso. De noite, a melhor pedida é o Imperium Food and Wine, um wine bar com carta de vinhos recheada e “short breads”, espécie de mini pizzas, com vários recheios. Se você estiver lá aos domingos vale dar uma olhada no Farmer’s Market, que funciona das 9h às 14h com pequenos produtores de frutas, legumes, pães, queijos, entre outras coisinhas.

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Fonte: Carpe Mundi

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Cruzeiro indiano

Se você pensa na Índia como um fluxo interminável de motocicletas e carros desviando de vacas, pedestres e cachorros… Bem, você está certo. Mas você também terá uma surpresa e, acredite, um descanso luxuoso, ao velejar no Vrinda.

A embarcação a motor cobre a bela parte sul da Índia, conhecida como Kerala, e é administrada pelo famoso Oberoi Hotel. Não é de admirar que os quartos sejam o que você encontraria em um hotel de luxo, e a comida, indiana e continental, é uma bela experiência gourmet.

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Os remansos indianos transcendentes da antiga cidade comercial de Cochin ficam a uma curta viagem de avião de Mumbai e depois a uma hora de carro até um dos maiores lagos do país, o majestoso Vembanad.

O Vrinda, que significa “cacho de flores”, em hindi, tem apenas oito cabanas, com 32 metros de comprimento, um amplo convés principal, uma sala-de-jantar e um deque superior para tomar sol. O quarto tem uma cama queen size, um closet, duas mesas de cabeceira e um banheiro com chuveiro. Pressione um botão e um mordomo aparece. Mais importante, há uma grande janela que se abre para as águas.

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Durante o dia, um guia entra a bordo para uma breve conversa sobre a área. Depois, ele leva os hóspedes à terra para uma variedade de excursões diárias: uma visita a uma sala de aula, a um templo budista ao ar livre; a um escultor cujas esculturas adornam igrejas tão distantes como a Flórida; e a uma igreja católica romana que data dos primeiros dias do século 17.

A cada noite, o Vrinda retorna ao seu porto de origem e, em todas elas, há um show. A alguns metros da doca, dançarinos preparam seu traje exótico. Há sempre pessoas nas proximidades, oferecendo conselhos sobre os costumes locais. Vários artistas também chegam a bordo para uma apresentação bastante intimista. Há ainda uma experiência de jantar mais formal, quando todos os convidados se sentam em uma mesa longa e estreita.

Fonte: Forbes

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Cartão postal amarelo

Durante a primavera, a região de Luoping, na China, se transforma numa espécie de oceano amarelo de flores, num cenário que parece vir de outro planeta. Fotógrafos de todo o mundo aproveitam a ocasião para capturar a beleza deste espetáculo natural, com colinas envolvidas por um amarelo brilhante e a perder de vista.

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A semente responsável pelo cenário é a flor de canola, plantada em toda a China, mas que floresce em diferentes épocas do ano, dependendo das temperaturas em cada lugar. As fazendas na região de Luoping estão entre as maiores da China país e são normalmente as primeiras a colorir o país.

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A flor de canola é plantada para depois ser colhido o óleo de canola a partir das sementes. Antes disso, há tempo para cenários como os que você vê nestas fotos.

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Fonte: Hypeness

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Roteiro astronômico pelo céu Chile

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Percorrer o Chile de norte a sul é como visitar mais de um país em uma única viagem. Dos canais estreitos e gelados dos fiordes, na Patagônia, ao cenário árido do Atacama, no norte do país, o viajante encontra uma das mais variadas geografias em um mesmo destino da América do Sul.

Mas não é só em terra que turistas são recebidos com uma das mais impressionantes paisagens da América do Sul. Com condições climáticas que garantem mais de 300 noites de céu aberto por ano, os céus do Chile são conhecidos, mundialmente, por sua nitidez. Conheça observatórios turísticos do Chile que estão abertos para visitas:

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O Observatório Astronômico Andino se localiza a 20 minutos da capital chilena e está a 1.240 metros sobre o nível do mar. A visita noturna aberta ao público acontece em uma cúpula com três telescópios e um terraço de observação. O local oferece também observação diurna em três telescópios solares com filtro de Hidrogeno Alfa, o que permite apreciar detalhes do sol.

Com tours de 2h30 de duração, o Space ensina aos astrônomos de primeira viagem a observarem o céu a olho nu e até a lerem um mapa astronômico. Dividido em duas etapas que incluem até chocolate quente no final da visita, na sala da casa do astrônomo responsável pela experiência, o passeio permite também o uso de um dos 10 telescópios disponíveis.

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Localizado a 2.635 metros sobre o nível do mar, em Taltal, sul de Antofagasta, o Observatório Paranal conta com o VLTP, o Very Large Telescope Project, um sistema de quatro telescópios ópticos de 8,2 metros de diâmetro, considerado o mais avançado do mundo.

As visitas guiadas de duas horas, aos sábados, permitem o uso dos telescópios desse observatório de alto nível científico, a 87 km ao leste de La Serena e a 2.200 metros sobre o nível do mar.

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Vilarejo de 12 habitantes na Suíça vai virar um hotel

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O pequeno vilarejo suíço de Corippo vem lutando há décadas para não desaparecer do mapa. Para evitar que isto aconteça, a comunidade, de apenas 12 habitantes, localizada no cantão (estado) de Ticino, no sul do país, vai se transformar num hotel.

A iniciativa é da Fondazione Corippo, que cuida do patrimônio histórico e arquitetônico da cidade, e pretende transformar o menor vilarejo da suíça num grande resort. Segundo a entidade, o vilarejo-hotel abrirá as portas no próximo verão europeu, em 2019. Para o projeto sair do papel, é preciso um investimento inicial de 2,80 milhões de euros.

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Corippo existe há mais de 600 anos e suas mais de 60 casas são todas de pedra. Muitas ainda preservam lareiras e piso de madeira originais. A maioria dos imóveis está vazia. A recepção será no restaurante do vilarejo, o lobby ficará na praça, as pequenas ruas serão os corredores e as casas serão os quartos desse hotel

A cidade não tem mercado, escola ou crianças. Fica a apenas 30 minutos de carro da movimentada Locarno, mas a estrada estreita e cheia de curvas não é um caminho escolhido por muita gente. Por estar localizada na fronteira com a Itália, o idioma oficial da região de Ticino é o italiano.

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O conceito, conhecido como albergo diffuso (ou “hotel difuso”), já foi testado em alguns vilarejos italianos. Será a primeira vez que o modelo será adotado na Suíça.

Fonte: Catraca Livre

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Já imaginou viajar para a Mongólia?

Para viajantes aventureiros, não há nada que chame mais a atenção do que um destino pouco explorado pelos turistas. Para essas pessoas, a Mongólia, país na porção central da Ásia, pode ser o local perfeito para alguns dias de férias. Com belezas naturais como o deserto de Gobi e festivais que celebram a cultura local, como o Naadam, o país é um destino pouco visitado, mas com muito potencial.

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Entre a China e a porção central da Rússia, a Mongólia tem o mesmo tamanho do Estado norte-americano do Alasca e é o 19º maior país do mundo. Ulan Bator, ao Norte, é a capital com menor temperatura média: -5º C, com média de -25º C no inverno. E as peculiaridades não param por aí: com 2,9 milhões de habitante e 1,5 milhão de km², é o país com a menor densidade demográfica do planeta. Cerca de 96% da população pertence à etnia dos mongóis. Ainda que não faça divisa com o Cazaquistão, o país, que fica a 38 km da fronteira Oeste, sofre influência da cultura casaque em sua porção Oeste.

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Para quem não dispõe de muito tempo no país, uma visita ao deserto de Gobi, ao Sul, já mostra um pedaço das belezas inóspitas da região. Ao Norte, as pradarias na fronteira com a Rússia tem um clima quase subpolar e podem chegar a temperaturas de -40º C no inverno. Com um pouco mais de tempo, é possível visitar os templos budistas espalhados pelo país. O budismo é a religião de 89% da população e as construções milenares estão em todos os lugares.

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Para quem viaja de julho a outubro, o festival de Naadam é um dos principais acontecimentos do país e inclui três competições principais: arco e flecha, luta livre e corrida a cavalo.

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A Mongólia oferece várias programações inusitadas para quem não gosta do turismo tradicional. No vale Yol, no deserto de Gobi, os viajantes podem explorar o local em caminhadas e vislumbrar geleiras eternas no topo da cadeia de montanhas da região, inclusive nos dias mais quentes. Para quem tem interesse em dinossauros, o Sul do país é cheio de sítios arqueológicos que têm exposições de, inclusive, ovos de dinossauros.

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A melhor época para visitar a Mongólia é entre junho e agosto, por conta das temperaturas mais elevadas (que, na capital, não passam dos 14º C).

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