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Category Archives: Turismo

San Andrés: o Caribe colombiano

Na vizinha Colômbia, fica uma ilha caribenha ao mesmo tempo linda e acessível: a ilha de San Andrés. Sede do arquipélago de San Andrés, Providência Santa Catalina, San Andrés é território da Colômbia, ainda que fique na costa da Nicarágua. É, na verdade, bem pequena – apenas 26 quilômetros quadrados, ou seja, garantia de que vai dar pra ver tudo!

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Cortada por uma pequena cadeia de montanhas, San Andrés formou-se pela erupção de um antigo vulcão que lançou pedras do fundo do mar para a superfície, criando a maioria das ilhas. É famosa pelo seu “mar de sete cores”, com águas cristalinas de inacreditáveis variações de tons de verde e azul do mar, formando uma paisagem única e um convite a um mergulho em meio aos peixes coloridos.

Além do câmbio favorável e da natureza estonteante, o povo hospitaleiro e animado é um dos maiores trunfos de San Andrés. Curiosidade: lá fala-se o inglês crioulo – “Kríol” ou “Creole English”. Trata-se, aliás, de uma ilha pobre e sem luxos excessivos para os turistas, mas com atrações naturais tão lindas e surpreendentes que encantam até os visitantes mais exigentes. É possível visitar a ilha em qualquer época do ano, uma vez que as temperaturas praticamente não saem da casa entre 28 e 30 graus. As chuvas são raras, mas mais frequentes entre maio e novembro. E felizmente San Andrés não está na rota de ciclones e furacões que atingem o Caribe todos os anos.

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Há opções de hospedagem em San Andrés para todos os gostos e bolsos. De ótimos resorts a hotéis tradicionais, passando pelos hostels mais em conta. A melhor dica para conhecer o máximo da ilha é alugar um carrinho de golfe. É o veículo preferido para quem gosta de circular com calma e apreciar as paisagens. Cabem até quatro pessoas em cada carro, e o custo médio é de COP 70.000 (R$ 75). Também dá para alugar um carro normal ou até uma scooter, opção sempre prática e divertida.

O que não pode faltar em uma ilha caribenha? Praias, claro! E em San Andrés são várias e todas muito belas. Como muitas delas sequer têm nome, a melhor dica é caminhar pela orla, apreciar as paisagens e escolher a que mais lhe agrada. A praia mais popular é a Peatonal, no centro da ilha, famosa por seu mar de poucas ondas. É a que tem melhor estrutura para os turistas, com direito a calçadão e lojinhas.

Dica: Não dá para deixar de ver de perto o Hoyo Soplador (Olho Soprador), um fenda no meio das pedras que solta vento devido à força do balanço das ondas do mar.

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A ilha no Japão conhecida como “Pérola do Oriente”

Por mais que pareça que todo canto do planeta já tenha sido devidamente documentado, explorado e registrado – e que não existe mais nenhum local incrível e novo para se descobrir e incluir naquela lista imaginária de lugares que você precisa conhecer – sempre haverá uma nova ilha, uma praia deserta, uma pequena cidade que se revela como uma pequena porção do paraíso na Terra. Pois pode anotar: esse lugar é a ilha de Yoron, no Japão.

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Trata-se de uma pequena ilha tropical, com somente 23 km de circunferência e cerca de 6 mil moradores que vivem cercados de águas diáfanas e recifes de corais esplendorosos. Rodeada por outras ilhas e localizada a 25 km do continente, não é por acaso que Yoron é conhecida como a “Pérola do Oriente”, um lugar perfeito para o mergulho, a prática de esportes marinhos, ou para simplesmente se curtir os prazeres da exuberância natural do local.

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Uma das mais curiosas atrações de Yoron é a praia de Yurigahama. Seu apelido de “Praia fantasma” é perfeitamente ilustrativo: ela só aparece duas ou três vezes por mês, durante a maré baixa. Localizada a 1,5 km da costa, ela é, na realidade, um banco de areia que te permite deitar-se e pegar um sol no meio do mar, em um diminuto pedaço de areia sempre prestes a desaparecer.

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Para ilustrar o quão especial é o lugar, alguns grãos de areia de suas praias possuem o formato de pequenas estrelas. A lenda diz que se você conseguir reunir um número de estrelas de areia equivalente à sua idade, a prosperidade estará garantida em sua vida.

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Os moradores de Yoron vivem da pesca, do turismo e do cultivo de cana de açúcar, mas convenhamos que não é preciso de muito mais quando se vive em um lugar como esse. :)

Fonte: Hypeness

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Primeiro museu de moda em Paris

Pensar em Paris e não associar automaticamente à moda é praticamente impossível. Mais impensável ainda é saber que a cidade da luz tem tudo menos um museu permanente sobre a vertente artística. Com tantos nomes históricos, como Coco Chanel, Christian Dior e Yves Saint Laurent, não tinha outra saída para o governo local a não ser investir em um espaço cultural exclusivo para prestigiar os estilistas. O projeto promissor entrará para a lista das atividades turísticas para fazer in loco, claro, e teve apoio da House of Chanel, com uma contribuição de € 5.7 milhões (aproximadamente, R$ 19 milhões).

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O local escolhido para abrigar as exposições itinerantes e permanentes foi o Palais Galliera, já conhecido entre os parisienses como o “museu da moda”. Contudo, o status ainda não era oficial. “Essa iniciativa representa nosso compromisso com a criação e a força de Paris, que fazem parte da essência do negócio da Chanel”, declarou Bruno Pavlovsky, presidente da área de moda da maison.

O valor doado pela Chanel será destinado para criar novos ambientes no subsolo do Palais Galliera para exibições permanentes e serão intitulados Gabrielle Chanel Rooms. O espaço de 670 m² terá a primeira exposição fashion permanente de Paris, dedicada à história da moda do século XVIII até os dias de hoje, a partir do acervo do museu, que conta com mais de 200 mil itens, entre roupas, acessórios, fotos e obras de arte. A iniciativa também inclui programações de oficinas, cursos e uma biblioteca, tudo com viés voltado para a moda. O térreo continuará como espaço para mostras temporárias. A inauguração está prevista para 2019. Aguardamos ansiosos!

Fonte: Casa Vogue

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Caça às trufas negras na Itália

“Diamantes negros da cozinha”. É assim que muitos chefs chamam as raras e caras trufas negras. Elas são cogumelos subterrâneos, comestíveis, do tamanho de uma maçã, que crescem a cerca de 30 cm abaixo da superfície, perto das raízes das árvores – especialmente a do carvalho. Cães treinados farejam os torrões de terra até encontrar a iguaria. Depois, elas são limpas cuidadosamente, para evitar o toque direto com os dedos, o que a levaria ao apodrecimento. Frescas servem como tempero. Cozidas, possuem um sabor intenso e incomparável. Os gourmets garantem: elas são o maior dos prazeres!

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Sendo o fungo mais caro do mundo, ele se desenvolve sob morros de terra perto das raízes de árvores de carvalho, avelã e outras, e têm sido apreciados durante séculos por seu aroma marcante e seu gosto robusto e completamente desenvolvido. Elas, geralmente, são tão caras quanto os diamantes. Em 2007, um apreciador pagou 330.000 dólares por uma trufa branca de 907 gramas encontrada perto de Pisa, na Itália. Na região do Périgord, na França, as trufas negras rotineiramente custam cinco mil dólares o quilo.

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Para os amantes da culinária e das desta iguaria, está aí uma experiência mágica: caçar trufas! O privilégio acontece na cidade de Norcia, na Umbria, Itália. O passeio é feito através de uma reserva com o Hotel Palazzo Sêneca, na cidade, mas mesmo quem não está hospedado lá pode participar, basta pedir na recepção a organização.

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O trajeto começa de carro até os campos ao redor de Norcia, que possuem uma vista linda da cidade. Dali, os caçadores são apresentados aos cães – a maioria da raça Cocker Spaniel – que já são soltos no campo para farejar as trufas. Aos caçadores, cabe seguí-los. Eles cavam, e pronto: dá-se o processo de colheita das trufas, que nascem sob o solo e, assim que colhidas, possuem um aroma totalmente diferente.

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A excursão continua até a colheita ter uma quantidade razoável, o que é variável: há épocas do ano em que ela é farta, mas em outras não. O passeio termina com um piquenique realizado em pleno campo onde que as trufas recém colhidas são lavadas, raladas e misturadas com azeite e sal, para serem servidas em pão quentinho. Simples e único, como são todas as experiências gastronômicas na Itália!

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Cartão postal amarelo

Durante a primavera, a região de Luoping, na China, se transforma numa espécie de oceano amarelo de flores, num cenário que parece vir de outro planeta. Fotógrafos de todo o mundo aproveitam a ocasião para capturar a beleza deste espetáculo natural, com colinas envolvidas por um amarelo brilhante e a perder de vista.

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A semente responsável pelo cenário é a flor de canola, plantada em toda a China, mas que floresce em diferentes épocas do ano, dependendo das temperaturas em cada lugar. As fazendas na região de Luoping estão entre as maiores da China país e são normalmente as primeiras a colorir o país.

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A flor de canola é plantada para depois ser colhido o óleo de canola a partir das sementes. Antes disso, há tempo para cenários como os que você vê nestas fotos.

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Fonte: Hypeness

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O trem de luxo Rajasthan

O Royal Rajasthan é um trem sofisticado que realiza um trajeto pelo sul da Índia, passando por paisagens magníficas de vários reinos, além de culturas e cores vibrantes. Ele foi idealizado com o objetivo de reacender o charme e o luxo das viagens de trem dos velhos tempos, mas com conforto e modernidade.

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Este passeio é planejado para levar os passageiros através das areias do deserto, intrigantes fortalezas e palácios, com escapadas de aventura pela floresta, sempre com muita sofisticação. A magnífica decoração, refeições suntuosas que mais parecem banquetes, vinhos de ótima qualidade e um serviço totalmente personalizado encantam os turistas.

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Royal Rajasthan on Wheels tem capacidade para 82 pessoas, possui dois bares-restaurantes, 13 salões de luxo, instalações de spa internacional, sala de reuniões e acesso à internet. O interior do trem é deslumbrante.

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As instalações privadas são um show à parte! A cama é enorme e relaxante e tem colcha feita de veludo e seda. As cortinas penduradas exibem um brilho estonteante e os móveis são simplesmente maravilhosos. As cabines de luxo vêm com nomes como: Pearl, Esmeralda, Rubi e Safira, decoradas com cores alegres.

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Este trem oferece o conforto de explorar o deserto do estado de Rajasthan no menor tempo possível, com suas cores, parques nacionais e santuários de vida selvagem, sem contar as maravilhas do artesanato local. Um luxo só!

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Norte da Tailândia

Se você pensa em visitar a Tailândia, não pode deixar de conhecer a parte norte do país, cheia de templos sagrados, natureza exuberante e culinária deliciosa. Entre os destaques desta parte do país estão Chiang Mai, Pai e Sukhotai.

Chiang Mai é conhecida por ser o centro cultural da Tailândia e onde está reunida  a maior parte dos principais templos do país. A segunda maior cidade da Tailândia foi construída dentro de uma imensa muralha que serviria de defesa caso os vizinhos birmaneses resolvessem atacar de repente. Fora das muralhas, os turistas podem fazer várias atividades, seja andar de bicicleta, conhecer templos budistas, visitar feiras de artesanatos, provar alguns insetos ou pratos típicos e até mesmo encarar um rafting no rio que corta a região.

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oda a região de Chiang Mai é coberta por montanhas, rios e florestas e é perfeita para as viagens de aventura, com direito a passeios até as aldeias tribais, onde fica a tribo das mulheres-girafa (Kayan). Em casas feitas de palha, enfileiradas numa vila muito pequena, as mulheres exibem peças de artesanato ou trabalham em máquinas de tear. O passeio até a tribo delas é algo muito explorado e desejado pelos turistas, mas é importar ficar atento ao fato de que se antigamente usar as argolas era tradição, hoje em dia virou uma questão de sobrevivência econômica. As Kayan se tornaram uma boa fonte de renda para quem explora o turismo por ali e, com isso, passaram a ser exploradas também. Deve-se também evitar os passeios de elefantes, que costumam ser muito mal tratados pelos seus donos.

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Pai é uma cidadezinha pacata e linda que fica a poucas horas de Chiang Mai.  Cercada de natureza e perfeita pra quem curte aventura, pois conta com atrações como canyons, cachoeiras e caverna, costuma ser bastante explorada por aqueles em busca de turismo esportivo e de aventura. Chegando em Pai, é possível alugar uma moto e conhecer as duas cachoeiras principais da cidade. Depois de Pam Bok, cachoeira localizada no sul, é possível seguir até o canyon que conta com uma vista maravilhosa para as florestas da região. Vale à pena se programar para assistir o pôr do sol de lá.

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Para ir até a caverna, denominada Lod Cave, é preciso contratar um barqueiro, pois ela é cheia de água e, então, o passeio é feito em uma canoa de bambu que leva 4 pessoas, mais o guia carregando um lampião e o barqueiro. O passeio leva uma hora e meia, mais ou menos. As cavernas são lindas,  a maioria é bem preparada para receber turistas de todas as idades e contam com uma boa estrutura de escadas pra chegar nos pontos mais altos. Porém, se você tem medo de morcegos, é melhor desistir, pois eles serão seus principais companheiros de aventura!

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Sukhothai é considerada um Patrimônio Mundial da UNESCO, devido aos monumentos que ilustram o início da arquitetura tailandesa. A civilização que envolveu o Reino de Sukhothai absorveu as influências e antigas tradições locais, formando este estilo de construção tão valorizado por arqueólogos, historiadores e outros especialistas.

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O local é um parque de 45 km² com ruínas preservadíssimas e impressionantes de templos e esculturas de budas imersos em muito verde e emolduradas por lagos. Apesar de grande, é possível conhecê-lo em um dia e, embora seja possível utilizar os trenzinhos que são disponibilizados dentro do parque, vale alugar uma bicicleta para passear com mais autonomia e liberdade.

 

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Cidade de réplicas na China

Que a China é famosa por suas cópias dos mais diversos produtos, todos nós já sabemos. Mas esta outra categoria de réplica praticada pelos chineses é bem mais surpreendente. Trata-se de cópias fiéis de cidades inteiras do mundo, em tamanho real!

Cidades britânicas copiadas, com arquitetura bem reproduzida e até com direito às famosas cabines telefônicas vermelhas, Paris fielmente reproduzida, com Torre Eiffel e Arco do Triunfo incluídos, a Ópera de Sydney ou até o Capitólio Americano. O mais curioso é que algumas dessas cidades, como é o caso de “Paris”, têm tão poucos habitantes que se tornam cidades-fantasma, onde apenas vão os curiosos ou aqueles que não têm dinheiro para ir até a Paris real e querem uma foto junto da Torre.

Nem os próprios chineses entendem essa opção tomada pelo país, que tem muito de bizarra. Veja abaixo fotos das réplicas impressionantes de algumas cidades do mundo:

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O extravagante Dorsia Hotel

Este hotel na Suíça quer enganar seus hóspedes. O objetivo do Dorsia Hotel, em Gotemburgo, ao que tudo indica, é fazer com que as pessoas pensem que estão no século errado, na casa de uma senhora muito excêntrica. A decoração é uma mistura selvagem de tons de rosa e roxo, com elementos marcantes, que vão desde cabeceiras de veludo até mosaicos de azulejo, que ocupam todas as paredes dos banheiros. Porções generosas de estampas de flores e artes da época vitoriana aumentam a sensação de glamour decadente.

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Aqui, cachecóis de pele falsa pretos e vermelhos são usados como roupa de cama; as mesas têm o formato da parte inferior dos avestruzes; e chapéus também servem como abajures. A extravagância acontece até nos elevadores, onde a trilha sonora é escolhida de acordo com os passageiros.

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No restaurante, o menu é dar água na boca, para dizer o mínimo. Os funcionários foram escolhidos a dedo para garantir o mais alto padrão e a comida certamente faz jus às expectativas dos hóspedes ávidos por sabores marcantes. Há também uma extensa adega de vinhos e cada bebida é cuidadosamente selecionada pelo sommelier. Já o gim é a especialidade da casa.

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Com uma localização central para explorar a cidade, os hóspedes estão perto de todas as atrações de Gotemburgo. Recomendamos também passeios de barco ao longo da costa próxima deslumbrante.

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Sem fotos

Mais uma pesquisa realizada para analisar os efeitos da vida após as redes sociais concluiu que as pessoas ficam mais deprimidas quando visualizam uma fotografia de alguém curtindo as férias em algum lugar muito bonito. “É cientificamente provado que fotos de férias em lugares muito lindos em mídias sociais tornam o espectador infeliz porque eles não estão lá”, explicou o representante de um vilarejo na Suíça. A comunidade de Bergün/ Bravuogn determinou, a partir de uma votação com todos seus habitantes, a proibição de fotos do local por turistas a partir do último mês de maio. Uma placa foi instalada com o aviso escrito na língua local, avisando da pequena multa de cinco euros para quem desobedecer a ordem. A multa não tem como objetivo penalizar o infrator, mas apenas servir de incentivo para que a lei seja levada a sério.

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“Bergün/ Bravuogn é linda!”, acrescentou o prefeito local, Peter Nicolay, que finalizou toda a história da melhor maneira: “Nós não queremos deixar as pessoas de fora de nossa comunidade infelizes por compartilhamentos feitos nas redes socias com a nossa paisagem, e cordialmente te convidamos a visitar o local para viver essa experiência”. De fato, basta olhar as imagens que foram registradas até antes da implantação da ordem para se dar conta de que o local é realmente muito bonito, rodeado de montanhas. Ainda assim, há quem diga que a proibição das fotos no lugar não passe de uma mera estratégia de marketing para atrair ainda mais turistas ao local. Considerando que a partir de agora eles não poderão mais tirar fotos, apenas registrar com os olhos, essa será uma atração do tipo “à perder de vista”, ou “veja agora ou nunca mais…”.

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O gabinete de turismo local removeu as fotos do vilarejo de sua página no Facebook e da conta do Twitter e disse que tem intenções de remover as imagens do site oficial de Bergün. Como já é de esperar, a ação gerou reações misturadas nas mídias sociais. Alguns consideram uma péssima ação de marketing, enquanto outros sonhadores consideraram a estratégia uma excelente ideia que mostrou “coragem e um ótimo senso de humor”. Alguns chegaram a comparar o banimento com a Coreia do Norte… E você, o que achou?

Fonte: Petiscos

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