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Category Archives: Turismo

Marrocos em tons de azul

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Engana-se quem pensa que o Marrocos é feito apenas de tons terrosos e suas variáveis. Labirintos e ruazinhas completamente azuis fazem os visitantes da cidade de Chefchaouen, uma das mais populares cidades no país, pensarem estar mais próximos do céu. O vilarejo é conhecido pela tranquilidade, pela vista para as montanhas e pela produção de queijo de cabra, mas o que faz os visitantes ficarem de boca aberta é mesmo o conjunto de construções de cal e tinta azul no centro histórico.

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Fundada em 1471 pelo povo berbere para barrar a expansão dos portugueses no continente africano, a fortaleza virou refúgio de judeus e mouriscos (muçulmanos batizados à força como cristãos) nos dois séculos seguintes. Foi nessa época, com a retomada espanhola, que a cidade começou a ganhar os contornos que a fazem tão peculiar hoje em dia.

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Há quem goste de brincar que as fachadas são azuis para espantar os mosquitos. Mas a história verdadeira é outra. Os judeus começaram a pintar as casas para preservar uma antiga tradição. É que os corantes azuis, derivados de caracóis e mariscos, tingiam as vestes dos reis do Antigo Testamento. Logo, a cor azul tornou-se uma referência sagrada para a cultura religiosa.

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Adega no fundo do mar da Croácia

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Aos amantes do vinho e do mar, eis aqui um passeio imperdível: na Croácia, mais especificamente na ilha Drače, uma adega submersa está aberta aos visitantes. Na Edivo Vina, os vinhos ficam armazenadas em ânforas, embaixo d’água, por um ou dois anos e, quem não estiver satisfeito em apenas prová-los, pode mergulhar para conhecer o processo de amadurecimento da bebida.

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Antes de ir ao mar, o vinho passa três meses em terra firme, armazenado nos jarros de barro com duas alças e estreito no topo. Para não contaminar o líquido com água salgada, as ânforas são vedadas primeiro com cortiça e, depois, recebem duas camadas de borracha. Só então são colocadas no mar, numa estrutura de ferro trancada com cadeados. Por cerca de 700 dias, os recipientes ficam a uma temperatura de 15 a 17 graus.

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Os proprietários realizam o método há cinco anos e acreditam que a refrigeração do mar e o silêncio melhoram a qualidade do vinho. Eles ainda aproveitam para vender a garrafa após a estadia aquática, coberta de conchas e corais.

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Fonte: Casa Vogue

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Vinho de talha no Alentejo

Quem já fez uma visita a uma vinícola moderna sabe que hoje em dia os processos são altamente padronizados: o mosto de uva é acondicionado em enormes fermentadores de inox, onde castas específicas de leveduras são adicionadas. Depois de fermentado, o vinho normalmente estagia em barris de carvalho antes de ser engarrafado. Assim também é feito com quase todo o vinho produzido em Portugal. Entretanto, em algumas localidades do Alentejo, pequenos produtores estão redescobrindo uma técnica milenar, de vinhos fermentados naturalmente em enormes ânforas de barro – as talhas.

Essa técnica teria sido introduzida na Península Ibérica pelos romanos, e era dessa maneira que se fazia vinho na antiguidade: após a vindima, o suco das uvas é colocado nas enormes talhas (os volumes variam de 200 a 1500 litros) junto com parte do bagaço e deixados a fermentar – os frutos possuem uma levedura natural.

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O Alentejo não é o único lugar que produz vinho por esse método, diga-se de passagem. Na Geórgia, nos Cáucasos, terra onde se descobriu os mais antigos vestígios de viticultura no mundo, com mais de 8000 anos, ainda se produz vinho em talhas de barro enterradas no solo.

Ok, você ficou curioso e decidiu experimentar o vinho de talha na sua próxima viagem à terrinha. Onde encontrá-lo? Infelizmente a missão não é fácil. A produção de vinho de talha ainda é bem pequena (alguns poucos milhares de garrafas anualmente, embora esteja aumentando) e mesmo em Lisboa é difícil botar as mãos em uma garrafa. As vezes aparece alguma coisa nos grandes supermercados ou lojas especializadas, mas sua melhor aposta ainda é ir direto a fonte, no Alentejo.

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Um dos destinos mais certeiros é a Adega José de Souza, em Reguengos de Monsaraz, já quase na fronteira com a Espanha, que possui 114 ânforas e recebe visitantes para enoturismo. Outras operações interessantes são a da Casa Relvas, da Cortes de Cima e até da gigante Esporão. Mas o centro do movimento está mesmo ao redor da minúscula Vila de Frades (que ganhou o título de Capital do Vinho de Talha) e as vizinhas Vila Alva, Cuba e Vidigueira. Nessa região, mais de 180 pequenos produtores se dedicam ao vinho de talha, ainda que a produção da maioria seja bem pequena.

Fonte: Chicken or Pasta

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Hospede-se no cenário de ‘Sob o Sol da Toscana’

A Toscana é um desses lugares que podem fazer você querer trocar a posição de turista pela de morador. Foi isso que aconteceu com a escritora norte-americana Frances Mayes, que se deixou levar pelo impulso de comprar uma vila nos arredores de Cortona durante uma viagem pós-divórcio. O desafio de reformar uma casa de campo e se habituar ao modo de vida italiano deu origem ao livro ‘Sob o sol da Toscana’ e, mais tarde, ao filme de mesmo nome com Diane Lane.

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Distante 120 quilômetros de Florença, o vilarejo de Cortona merece ser incluído no roteiro, seja pelas vistas ou pelas ruazinhas charmosas. Mas os fãs do filme também vão se divertir reconhecendo os cenários, como a Piazza della Repubbica. É ali que acontece o mercado, que Frances escreve um cartão-postal para outro viajante e também onde o coro de crianças se apresenta no Natal.

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Boa parte das gravações, no entanto, foram feitas na Villa Laura: um casarão real, a seis minutos do centro da cidade, que serviu de locação para as cenas da protagonista em sua nova moradia. A propriedade do século 17 passou por uma bela renovação e agora pode ser alugada pelos viajantes através da Luxury Retreats, empresa que pertence ao grupo Airbnb.

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A estadia mínima é de sete dias, tempo perfeito para explorar as principais atrações da Toscana em passeios de bate-e-volta, e os seus dez (!) quartos acomodam confortavelmente vinte (!) pessoas. Fora as vistas para Cortona e os bonitos olivais que a cercam, a casa possui uma cozinha moderna com ilha central, forno de pizza, adega subterrânea e mesa ao ar livre no jardim, tudo pensado para curtir ao máximo a gastronomia local. Isso sem falar da piscina e da sala de jogos.

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Mesmo sem se hospedar no casarão, ainda é possível dar uma espiadinha na Villa Bramasole (acima), a real casa onde a escritora Frances Mayes passa os verões até hoje. Por se tratar de uma propriedade privada, não é possível visitar o seu interior, mas da estrada é possível ver a fachada e os jardins. Fica a apenas cinco minutos do centro de Cortona e basta digitar ‘Villa Bramasole’ no Google Maps para achá-la.

Fonte: Viagem e Turismo

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Cidade à beira do abismo

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Só de chegar na cidade de Bozouls, no sul da França, você já perde o fôlego! Ela está debruçada sobre um cânion em formato de ferradura de 400 metros de diâmetro e 100 metros de profundidade, escavado com o passar dos anos graças a ação erosiva da água corrente do rio Dourdou. Empoleirada na borda da curva, Bozouls conta assim com uma fortaleza natural de proteção.

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O cenário também é resultado da sucessão de eras de gelo que ocorreram há milhões de anos, que fez com que geleiras avançassem e recuassem, criando rios e a paisagem de hoje.

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Fonte: Nômades Digitais

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Passeios e experiências na Cidade do Cabo

A Cidade do Cabo, na África do Sul, surpreende por sua beleza natural e ótimas opções gastronômicas. Para hospedar-se, o melhor hotel é o recém-inaugurado Silo, na região portuária, do mesmo dono do Saxon de Joanesburgo. Para quem gosta de arte, não perca as galerias Goodman, Stevenson, Smac e What if the World.

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Uma ótima opção para passear é, sem dúvida de bike, ou a pé. A empresa Awol Cycling Tour é perfeita para isso e proporciona vários tours para descobrir em primeira mão o melhor que a cidade tem para oferecer. Para quem curte fortes emoções, ver a Cidade do Cabo de parapente é maravilhoso. Com o mar cintilante, a distância e apenas o som dos ventos ao redor de você, esta é uma parte da viagem que será inesquecível. Para quem preferir, um voo de helicóptero é também uma boa opção – o importante é ver a cidade de cima. Obviamente, não deixe de conhecer a Table Mountain, principal ponto turístico. Atente-se ao tempo, pois quando está nublado não compensa subir.

Visitar Robben Island, onde Nelson Mandela foi prisioneiro durante 27 anos, é um passeio cultural obrigatório. Durante um dia inteiro vale conhecer o Cabo da Boa Esperança e toda reserva natural a sua volta. Com paisagens de montanha e oceano de tirar o fôlego, o “reino floral” do Hemisfério Sul é imperdível. Não perca também o pequeno vilarejo Noordhoek Farm Village e seus arredores.

Para viver uma experiência gastronômica típica, reserve uma mesa no Gold e aprecie a culinária local em grande estilo. O Addis in Cape também é bom para sentir os cheiros e sabores africanos. No Old Biscuit Mill, um mercado que vale a visita, não deixe de reservar uma mesa no The Test Kitchen, do Chef Luke Dale Robert, também proprietário do The Pot Luck Club, que ocupa o primeiro andar do mercado – a comida é excelente.

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Um pouco afastado da cidade na Constancia Valley, almoce ou jante no The Greenhouse, que mistura ingredientes locais com tendências internacionais. Sem pretensão para um almoço em clima de praia em Camps Bay, o restaurante La Parada Del Mar também é uma boa opção. Os melhores drinks em clima de festa estão no Asoka, tem um super clima e ótima comida.

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Para os amantes de vinhos, é difícil escolher entre as várias regiões ao redor da cidade. O destaque vai para La Colombe. Também vale visitar a vinícola Constancia, bem próxima da cidade, que oferece bons vinhos e ótimas tábuas de degustação. Situado nos arredores de Stellenbosch, a Lanzerac Estate é uma antiga propriedade que oferece vários tipos de degustações para a alegria do nosso paladar. Já o restaurante Ouverture é localizado na magnífica Hidden Valley Wine Estate e comandado pelo chef Bertus Basson, que serve uma cozinha contemporânea com vinhos próprios. Por fim, com sua localização pitoresca, La Motte é um destino encantador para aqueles que apreciam as coisas boas da vida.

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Fonte: Casa Vogue

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Resort luxuoso chega no Coachella

O Coachella Valley Music and Arts Festival, que atrai mais de cem mil pessoas para três dias de música, criou uma enorme gama de opções de hospedagem nos entornos do festival. O Coachella é um deserto seco e vasto, perto de Salton Sea, a 45 minutos de Palm Springs, e o festival de música é realizado no Empire Polo Club, localizado em Indio, na Califórnia. Vários eventos são nos campos de pólo do clube, como o Stagecoach, para os fãs de música country, e o Desert Trip, para os amantes dos clássicos. Diante da chegada massiva de pessoas à região, a necessidade de hospedagem levou à criação do resort, uma luxuosa terra da fantasia no meio do deserto.

O Hotel Indigo será operado pela Highgate Hotels sob a bandeira do Inter Continental Hotels Group. O projeto de 250 quartos conta com 51 casitas e uma área de entretenimento de 45 mil metros quadrados para os eventos. Além disso, os espaços públicos foram projetados com inspiração nas cabanas Quonset.

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O resort de 140 quilômetros quadrados foi desenvolvido por patrocinadores secretos de celebridades, como Stuart Rubin, investidor de imóveis, e Gary Stiffelman, advogado de entretenimento, ambos de Los Angeles. O novo espaço também oferecerá uma alternativa ao Empire Polo Club, com seu próprio local para entretenimento de 45 mil metros quadrados coberto de grama – ideal para eventos musicais.

O destaque é a piscina de três mil metros quadrados que sai na dianteira em comparação às dos demais resorts de Las Vegas ao oferecer água salgada gelada para compensar as ondas de calor de três dígitos Fahrenheits da cidade. Sem contar a grande ilha de bares que servem coquetéis no interior da piscina, bem como uma estação de DJs e uma longa passarela para desfiles de moda.

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A área da piscina será cercada por enormes casitas que variam de dois a seis quartos e oferecem entradas e banheiros privativos e salas de estar para entretenimento. O resort também terá spa, academia, estúdio de ioga, variados restaurantes, além de uma loja de cannabis.

A inauguração do espaço é esperada para a metade do segundo semestre deste ano – com permissão para realizar eventos até as quatro horas da manhã, o que é inédito na região. Uma parede de 370 metros de altura à prova de som, em volta do espaço de shows, ajudará a reduzir os ruídos para não atrapalhar aqueles que desejam dormir.

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As redondezas da propriedade também experimentaram crescimento com a abertura de novos hotéis para acomodar o grande aumento de visitantes – o que inclui o novo edifício Kimpton Rowan, de sete andares e 153 quartos, em Palm Springs; os 150 quartos distribuídos em três andares do Hotel Paseo, em Palm Desert; e os 140 quartos de luxo do Montage La Quinta. Além disso, o Hard Rock Hotel, em Palm Springs, retornará ao seu nome original, Hotel Zoso; o Sands Hotel and Spa, na mesma região, foi todo reformulado por Martyn Lawrence Bullard; e, em 2019, o SilverRock Resort and Spa abrirá em La Quinta.

Claro, ainda é possível ficar em um yurts de luxo no Polo Grounds ou enfrentar os longos passeios até o festival e as enormes dores de cabeça no estacionamento. As opções disponíveis são inúmeras para as multidões de turistas na área.

Fonte: Forbes

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Caça-fantasmas na Grã Bretanha

Dona de lendas com fantasmas e monstros folclóricos, a Grã-Bretanha guarda histórias de vampiros criados em cidades costeiras, bruxas queimadas em praça pública e, claro, a famosa história do Jack, o Estripador. Para deixar suas próximas férias em terras britânicas bem arrepiante,  confira essa lista elaborada com experiências de dar calafrios:

Localizada a cerca de 3h30 de Londres, a cidade de Sheffield conta com um tour com temas variados, em dias alternados, como os clássicos de fantasmas, as mais aterrorizantes e até uma combinação de situações assustadoras e contos fantasmagóricos tradicionais.

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Já a terra natal de William ShakespeareStratford upon Avon, abriga a Falstaff Experience. A experiência acontece em uma casa do século 14, lar de supostos 40 fantasmas, onde é possível participar de excursões mal-assombradas guiadas por lanterna durante o dia e sessões fantasmagóricas paranormais à noite.

The Falstaff Experience,  em Stratford-upon-Avon, oeste da Inglaterra (foto: Elliott Brown/Flickr-Creative Commons)

Localizada a pouco mais de 2 horas de trem de Londres, York  abriga uma excursão mal-assombrada de 75 minutos adequada para famílias, onde são contadas algumas das histórias mais fantasmagóricas de York como a do Conde Sem Cabeça e a de Grey Lady, a freira que foi confinada viva.

Tour fantasmagórico em York, Yorkshire, no norte da Inglaterra (foto: Clare Young/Flickr-Creative Commons)

Nem só de música vive a eterna cidade dos Beatles. Nesse passeio guiado de 75 minutos pela Hope Street, no centro de Liverpool, os visitantes corajosos ouvem histórias da peste negra, sobre a casa onde o irmão de Hitler se escondeu e até sobre a residência de John Lennon.

Liverpool, onde acontecem tours assombrados na Hope Street (foto: Radarsmum67/Flickr-Creative Commons)

Localizado na zona rural de Lancashire, no norte da Inglaterra, Pendle Hill é tão assombrada que muitos moradores se recusam a caminhar pela montanha depois que escurece. Um dos acontecimentos mais famosos é o “Julgamento das Bruxas de Pendle”, em que dez pessoas foram enforcadas por crimes que incluíam bruxaria, em 1612.

Interior do presídio Crumlin Road, em Belfast, na Irlanda do Norte (foto: Robbie Dale/Flickr-Creative Commons)

Considerado um dos castelos mais assombrados da Escócia, o Glamis é amaldiçoado porque, segundo a lenda, um cálice ancestral foi retirado da residência, onde deveria ter permanecido para sempre. A cidade de Glamis está a cerca de 90 minutos de carro de Edimburgo e Glasgow, no sentido norte. 

Vista do Castelo de Glamis, na Escócia (foto: Mark Gregory/Flickr-Creative Commons)

História, mito e humor se encontram nesse tour descontraído de 90 minutos pela cidade costeira de Tenby, no sudoeste do País de Gales. Conduzido pela local Marion Davies, o passeio conta histórias de pubs assombrados e de atividades fantasmagóricas nas ruelas da cidade.

Vista de Tenby (foto: Matthew Hartley/Flickr-Creative Commons)

Imagine ser perseguido em um labirinto por Jack, o Estripador e fazer um passeio na escuridão de uma masmorra. O mais famoso tour do gênero, conhecido como London Dungeon, acontece em Londres, próximo à roda-gigante London Eye.

London Dungeon Last Supper, em Londres (foto: Visit Britain/Divulgação)

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Cartas para Julieta

Desde o século passado, escrever uma carta de amor e enviar para as “secretárias” de Julieta é uma das principais atrações turísticas de Verona, na Itália. Há cerca de 70 anos, pessoas escrevem suas histórias de amor e as enviam para a casa de Julieta Capuleto, personagem de William Shakespeare. Agora, mais pessoas ajudarão a responder as cartas de amor, já que 50 voluntárias de vários países irão para Verona ajudar nesta tarefa. As voluntárias que irão até Verona têm entre 20 e 60 anos de idade. Elas receberão as cartas sobre desilusões amorosas e terão a tarefa de lê-las e respondê-las para todas as partes do planeta.

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A primeira carta chegou nos anos 1930 e foi encontrada na suposta tumba da personagem do romance “ Romeu e Julieta ”. Na época, ela foi respondida por um coveiro, e esse foi primeiro passo para que fosse criado um fenômeno mundial de enviar cartas para a personagem.  Foi tanta demanda que a prefeitura oficializou, há 25 anos, o serviço “Clube da Julieta”, que recebe cerca de 10 mil cartas por ano em vários idiomas.

O serviço ficou ainda mais famoso em 2010 com o filme “ Cartas para Julieta ”. A produção conta a história de Sophie, que em visita à Itália conhece um muro em que pessoas com desilusões amorosas deixam cartas para Julieta. Quando encontra uma carta de 1957, a jovem decide responder à autora, Claire, que vai para a Itália em busca de seu amor antigo e que ela nunca esqueceu.

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Fonte: IG

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Ilha só para mulheres

As vezes passar férias em um lugar onde não existam homens é tudo o que uma mulher quer na vida e isso já é possível em grande estilo. Kristina Roth, uma empresária norte-americana, criou a SuperShe Island, uma paradisíaca ilha particular na Finlândia, na costa do Mar Báltico, onde apenas mulheres podem ir.

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A ideia surgiu depois que Kristina passou vários feriados restauradores na Califórnia sem a presença masculina e percebeu que poderia ser muito mais divertido do que acompanhada.

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Ela ama ambas as experiências (sozinha e acompanhada), mas descobriu que a presença masculina parece mexer com as vibrações relaxantes. “Quando há homens por perto, as mulheres imediatamente colocam o batom”, ela disse ao The Post. A ideia da ilha é concentrar-se em si mesma.

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Roth decidiu iniciar a ideia na Finlândia depois de se apaixonar pelo local. “Meus pais possuem uma ilha no arquipélago, e ficavam me dizendo, a ilha ao lado está à venda”, ela contou ao The Post. “Eu disse, não estou interessada, mas uma vez que vi o lugar, me apaixonei pela utopia arborizada”. E ela a comprou. Até o momento, apenas ela e suas amigas estiveram lá, mas a partir de junho a SuperShe Island começará a funcionar.

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“Atividades dentro e ao redor da ilha, como trilhas, caiaque, esqui aquático, ioga e alguns cursos sobre temas como nutrição. Será uma experiência de transformação em muitos níveis, para se reinventar, trocar ideias, fazer negócios, entrar em forma e aprender um novo hobby ou dois”, conta a empresária.

Fonte: Hypeness

 

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