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Category Archives: Turismo

Já imaginou viajar para a Mongólia?

Para viajantes aventureiros, não há nada que chame mais a atenção do que um destino pouco explorado pelos turistas. Para essas pessoas, a Mongólia, país na porção central da Ásia, pode ser o local perfeito para alguns dias de férias. Com belezas naturais como o deserto de Gobi e festivais que celebram a cultura local, como o Naadam, o país é um destino pouco visitado, mas com muito potencial.

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Entre a China e a porção central da Rússia, a Mongólia tem o mesmo tamanho do Estado norte-americano do Alasca e é o 19º maior país do mundo. Ulan Bator, ao Norte, é a capital com menor temperatura média: -5º C, com média de -25º C no inverno. E as peculiaridades não param por aí: com 2,9 milhões de habitante e 1,5 milhão de km², é o país com a menor densidade demográfica do planeta. Cerca de 96% da população pertence à etnia dos mongóis. Ainda que não faça divisa com o Cazaquistão, o país, que fica a 38 km da fronteira Oeste, sofre influência da cultura casaque em sua porção Oeste.

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Para quem não dispõe de muito tempo no país, uma visita ao deserto de Gobi, ao Sul, já mostra um pedaço das belezas inóspitas da região. Ao Norte, as pradarias na fronteira com a Rússia tem um clima quase subpolar e podem chegar a temperaturas de -40º C no inverno. Com um pouco mais de tempo, é possível visitar os templos budistas espalhados pelo país. O budismo é a religião de 89% da população e as construções milenares estão em todos os lugares.

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Para quem viaja de julho a outubro, o festival de Naadam é um dos principais acontecimentos do país e inclui três competições principais: arco e flecha, luta livre e corrida a cavalo.

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A Mongólia oferece várias programações inusitadas para quem não gosta do turismo tradicional. No vale Yol, no deserto de Gobi, os viajantes podem explorar o local em caminhadas e vislumbrar geleiras eternas no topo da cadeia de montanhas da região, inclusive nos dias mais quentes. Para quem tem interesse em dinossauros, o Sul do país é cheio de sítios arqueológicos que têm exposições de, inclusive, ovos de dinossauros.

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A melhor época para visitar a Mongólia é entre junho e agosto, por conta das temperaturas mais elevadas (que, na capital, não passam dos 14º C).

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Nova rota da arte no Oriente Médio

Marrocos e Emirados Árabes Unidos acabam de entrar para o roteiro de arte do outro lado do planeta. Desde a metade de outubro, Marrakech ganhou uma nova instituição cultural: o Musée Yves Saint Laurent. O local não é uma escolha aleatória: o estilista francês era apaixonado pela cidade, onde chegou a comprar, em 1980, a propriedade Jardim Majorelle (atualmente também um museu, mantido pela Fundação Pierre Bergé – Yves Saint Laurent).

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O acervo fixo conta com criações icônicas de YSL, como um exemplar do Mondrian Dress, modelo criado em 1965 e inspirado no trabalho do artista holandês que o batizou. O complexo inclui, ainda, restaurante, biblioteca e auditório.

Em 11 de novembro foi a vez de Abu Dhabi ganhar uma unidade do Louvre depois de uma década de construção. O designer Jean Nouvel foi o responsável pelo projeto, que fica na ilha de Saadiyat, a apenas sete minutos da cidade. O complexo, de design futurista, conta com 23 galerias e salas de exibições permanentes, auditório, centro de pesquisa e museu infantil.

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Para “abastecer” o acervo, 17 museus e instituições francesas colaboraram com o empréstimo de cerca de 300 obras. No momento, exemplares de Van Gogh, Manet e Leonardo da Vinci já se encontram em solo oriental. Calcula-se que a coleção permanente chegue a 600 itens – cerca de um terço deles já está em exposição.

Fonte: Forbes

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Munique para pais e filhos

Não basta você amar uma cidade: antes de visitá-la com seus filhos, é importante se assegurar de que ela é uma boa opção para crianças – o tal do “child friendly”. Munique, na Alemanha, não parece ser a escolha mais óbvia com crianças, mas acredite, a cidade tem uma série de atrativos para crianças, a começar por museus.

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O German Museum, um dos maiores e mais antigos museus de ciência do mundo, é um passeio sensacional para se fazer com crianças. De cara você pode pensar num verdadeiro inferno que seria passar um dia inteiro com crianças num museu desse tamanho, mas o German Museum tem um acervo realmente fascinante, que conta com aviões, motores de navios, helicópteros, instrumentos… Tudo dividido por temas e por andares. Há ainda um planetário e um observatório. Ou seja: você pode escolher um tema ou vários, e assim prevenir o passeio de ficar monótono. No final do passeio, você pode passar com as crianças na sala infantil, que conta com peças grandes de Lego, espelhos e um violão gigante, em que as crianças podem entrar ou tocar. Há ainda uma mesona para desenhar, pintar ou fazer massinha. É aquela hora pra você sentar e dar uma descansadinha bem-vinda antes de almoçar ou continuar suas andanças pela cidade.

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Ali perto fica o English Garden, um parque maior que o Central Park, lindo, cheio de parquinhos para crianças (com um carrossel antiiiigo lindo!), beer gardens, e lugares em que você pode alugar um pedalinho para percorrer seus rios. Tem crianças brincando no carrossel, escorrega e balanços, ou correndo com seus patinetes, enquanto os pais tomam uma cerveja sentados no gramado ou curtem um piquenique.

Até o relógio secular Glockenspiel, com seus bonecos dançantes e música alta, na Marienplatz, é motivo de diversão para as crianças, que adoram vê-lo funcionando como um teatrinho (sempre às 11h, 12h e 17h no verão). Dali, se você quer seguir no roteiro turista, pode almoçar ou jantar na Hofbrauhaus, cervejaria famosa da cidade, que conta com música ao vivo e jardim super agradável, ou visitar a Obletter, uma enorme e bem tradicional loja de brinquedos da cidade.

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O museu de arte moderna é espaçoso e nunca reúne muita gente, ou seja, é bem calminho e não agita as crianças, e você pode, com calma, mostrá-las trabalhos de Andy Warhol e Keith Haring, entre outros. Ainda em Munique, você pode tentar incluir no seu roteiro o Museu do Brinquedo, o mercado a céu aberto Viktualienmarket e o Bavaria Film Studios, em que as crianças podem voar naquele enorme e lindo cachorrão branco de “História Sem Fim”. No Museu do Brinquedo, porém, uma ressalva: claro, as crianças não podem tocar em nada.

Para tornar a viagem ainda mais abrangente e animada, você de carro pode ir passar o dia na Legoland, que fica na cidade de Günzburg, a uma hora de Munique. O parque não é tão pequeno mas nem tão grande a ponto de você não conseguir fazê-lo em uma tarde, por exemplo. É muito fofo para crianças e adultos, e atende dos mais pequenos aos maiores, com brinquedos que vão de trenzinhos a montanhas-russas (sem tanta adrenalina, que fique claro).

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Outra viagem legal de se fazer de Munique é para Nuremberg, onde fica o Museu dos Julgamentos de Nuremberg. Pertinho de Nuremberg, para negociar com as crianças, fica o fofíssimo Playmobil FunPark, uma excelente pedida se você tem filhos pequenos, já que praticamente todo o parque é feito para crianças mais novas. Há uma sucessão de parquinhos, barquinhos, carrinhos para dirigir, pula pula, chafariz em que as crianças podem entrar de roupas de banho em dias de calor, castelos e vários cantinhos de brinquedos Playmobil dispostos para crianças brincarem. O parque conta também com uma área fechada cheia de brinquedos Playmobil para as crianças brincarem, restaurantes e uma loja de Playmobil que enlouquece não apenas as crianças. Ah, e vale a pena também pelo  preço: há uma série de promoções na loja, e a oportunidade de se ter todo o catálogo Playmobil à venda no local.

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Fonte: Petiscos

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A mais “instagramável”

O inverno no hemisfério norte está no auge e muita neve cobre as cidades neste momento, as deixando ainda mais fotogênicas. Para quem quer postar belas fotos no Instagram, a empresa Focus Clinic fez uma pesquisa para descobrir as cidades mais postadas no Instagram e descobriu que a Berna, capital da Suíça, é a mais “instagramável”.

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Para computar as imagens, a empresa contou o número de vezes que a hashtag com o nome de cidades invernais foram postados. #bern foi postado 1.082.440 vezes, seguido de #Aspen, com 935.040 vezes.

Além de ser a capital suíça, a cidade também é o Patrimônio Mundial da UNESCO. Você deve estar se perguntando o que esse destino tem de tão especial. E a resposta é uma arquitetura planejada e que conta uma história, que começou a ser escrita em 1191, quando a cidade começou a ser erguida.

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Por suas ruas, há espaços obrigatórios para o turista tirar foto, como a Torre do Relógio, a Torre Prisional (Käfigturm), a catedral (Münster) e as fontes escultóricas do Renascimento. Há experiências turísticas bastante procuradas como dormir em um iglu, visitar o palácio de gelo de Schwarzsee ou patinar no lago da montanha de Schwarzsee, que congela durante o inverno. Um deslumbre!

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Viagem pelas Ilhas Faroé

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Entre os ventos do Atlântico Norte, as Hébridas Exteriores da Escócia e a fascinante Islândia, aparece um conjunto intocado de ilhas e com cara de conto de fadas: as Ilhas Faroé. Pequenas e remotas sim, mas com paisagens dramáticas e cultura peculiar que fazem das Ilhas Faroé um destino imperdível para ter na sua bucket list de viagens.

Gigantescas rochas de basalto e vistas infinitas do Oceano Atlântico não parecem muito aconchegantes? Pois foi lá que os vikings noruegueses adotaram como casa, quando chegaram pela primeira vez às terras faroenses no século 9. Os faroenses possuem um modo de vida bastante peculiar, seja pela típica dança em corrente acompanhada por baladas vocais, seja pelas famosas carnes fermentadas ou pelo adorado esporte nacional, a corrida de barcos – eles sabem como manter a tradição viva por lá.

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Enquanto o mundo está ocupado sincronizando dispositivos e hábitos, essa pequena comunidade faz questão de ser à moda antiga. As casas com grama no telhado são aparadas por ovelhas, naturalmente, e as ilhas possuem um total de três semáforos, todos na capital Tórshavn. O povo faroense também mantém um íntimo relacionamento com a natureza. São pescadores apaixonados e bem treinados, sabem cozinhar muito bem e dão aulas sobre o ambiente rochoso que os cercam.

Com uma paisagem que engloba 18 ilhas e penhascos dramáticos, vales verdejanes e pântanos sem árvores, a natureza de Faroé é ao mesmo tempo desafiadora e inspiradora. As ilhas são separadas por sondas e fiordes estreitos, e tem uma população de pouco menos de 50.000 habitantes, espalhados por 17 das ilhas. Em uma delas, a ilha de Stóra Dímun, vivem apenas sete pessoas. Apesar da geografia remota, as ilhas são surpreendentemente acessíveis – a apenas duas horas de voo de diversas grandes cidades do norte da Europa.

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Algumas ilhas são acessíveis via pontes ou túneis, outras apenas por balsa ou helicóptero. Aliás, viajar de helicóptero pode soar como uma solução extravagante, mas os preços são bem mais acessíveis do que se imagina, e acaba tornando-se um ótimo meio de transporte de locações mais remotas, como a linda ilha de Mykines. Mykines é reconhecida por sua diversificada população de pássaros, incluindo pelicanos, fulmares, papagaios-do-mar e ostreiros, o pássaro nacional faroense.

Entrecortando pradarias naturais, penhascos e despenhadeiros incrivelmente íngremes, as estradas de Faroé são sinônimo de adrenalina por si só. As distâncias são pequenas e não é preciso traçar itinerários – apenas passeie por entre os vales e os pequenos vilarejos e siga seu coração.

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O mar nunca está a mais do que poucos minutos de distância. Basta seguir a estrada principal e descer em alguma das estradinhas laterais para se deparar com margens, colinas e vales repletos de vilarejos e casinhas multicoloridas cobertas de grama. Um dos vilarejos locais favoritos é a idílica Saksun, na parte norte da ilha de Streymoy, com suas pequenas casas pretas e um lindo lago à beira do oceano. Não deixe também de visitar a vila de Gjógv, na ilha Eysturoy, com um dos mais belos portos que você verá na vida.

Sua aventura faroense não estará completa sem passar um dia ou dois na capital Tórshavn, localizada na ponta sul da ilha de Streymoy. A cidade antiga de Tórshavn, que corre à beira do porto, é dos locais mais bonitos, com casas pintadas em uma bela paleta de sombras.

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Fonte: Momondo

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Novo hotel de luxo em Nova York

O grupo Aman Resorts acaba de anunciar uma nova propriedade, o Aman Nova York. O complexo vai ocupar o Crown Building, ícone arquitetônico da cidade. O edifício, construído em 1921, tem localização privilegiada: a esquina da 57th Street e 5ª Avenida. O projeto está nas mãos do arquiteto Jean-Michel Gathy, da Denniston, que já é familiarizado com outras propriedades do grupo – o Amanyara Turks & Caicos e o Aman de Veneza também são de sua autoria.

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A unidade de Nova York será um mix de hotel e residência: são 83 suítes dedicadas a hóspedes (todas com mais de 70 metros quadrados, o que é uma enormidade para os padrões da ilha), 19 apartamentos e uma cobertura de cinco andares com vista para o Central Park.

O spa, exclusivo para os moradores, hóspedes e membros do Aman Club, terá piscina coberta, sauna, salas de tratamento e um terraço com cabana, camas e lareira. No décimo andar ficará o Garden Terrace, bar panorâmico aberto o ano inteiro para jantares e drinques – além do piano bar no lobby. Um dos dois restaurantes será o Nama, novo conceito de culinária japonesa do grupo hoteleiro. Haverá ainda espaços abertos ao público, como a Wine Library, para degustações privadas de vinho e eventos fechados, e o Jazz Club, no subterrâneo do prédio. A entrega do Aman Nova York está prevista para 2020.

Fonte: Forbes

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Costa Brava, na Espanha, um refúgio de verão

Mediterrâneos sempre foram habituados a invasões, desde os vikings aos mouros e, mais recentemente, ingleses e alemães. E nessa nada mole onda bárbara que erode suas praias todos os anos, são os espanhóis que mais têm sofrido com a presença massiva de turistas em busca de um lugar ao sol e uma mesa à sombra. Plano de fuga existe e eles sabem para onde e como fugir. Costa Brava é a direção, a menos de duas horas de Barcelona, onde o mar e a montanha se fundem e escondem pequenos segredos naturais à prova de lotação.

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Timing é fundamental: pense em uma semana para a road trip correr nos trilhos sem a sensação de perder tempo demais ou de menos. A partir da capital catalã, siga no sentido norte pelo litoral para explorar os pueblos medievais. O mar dá um banho na Côte d’Azur. Aliás, o azul aqui é a cor mais quente, apesar da água fria, e ganha tons que a Pantone ainda não decifrou.

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Comece por Calella de Palafrugell e Llafranc, e continue para Aigua-Xelida, Aiguablava, Sa Tuna, Aiguafreda – onde está o restaurante Sa Rascassa e sua imperdível salada de tomates com ventresca de atum – até Cap de Creus. Há beleza interior também, com vilarejos de pedra onde o tempo e o vento correm na contramão da civilização. Pela estrada adentro, surgem joias como os cascos históricos de Begur, Pals e Peratallada.

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A caminho de seu hotel, vale parar para ver as tendinhas de Palamós, onde está a Venimdelblau e suas peças de algodão cru para casa, e as cerâmicas de La Bisbal d’Empordà: procure pela lojinha de Annick Galimont, na Carrer Aigüeta. À noite, a parada obrigatória é jantar no hotel Mas de Torrent, com assessoria gastronômica de Fina Puigdevall, chef do Le Cols d’Olot, o dois estrelas Michelin que faz de Girona, não muito longe dali, um dos mais importantes epicentros gourmet da Espanha depois de San Sebastián.

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Enfim, o fim do caminho. Quase na divisa com a França, as duas cidades-chave da Costa Brava: Figueres e Cadaqués. A primeira, terra natal de Salvador Dalí, onde está um museu e a fundação que leva seu nome, um edifício cheio de códigos surrealistas, com ovos e pães gigantes coroando a fachada, projetado pelo próprio. Já Cadaqués, antigo refúgio do artista (de Picasso, Duchamp e Miró também), é impressionista de tão colorida, delicada, romântica.

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Ruelas, casinhas, barquinhos, buganvílias, gatos, muitos, vagabundos, à espera da féria do dia que sai das cozinhas incríveis dos restaurantes locais, abastecidos diariamente dos mais frescos frutos do mar, parte vital dos menus que o mundo conheceu a partir de Ferran Adrià, chef do estrelado (e já fechado) El Bulli, ali na região, eleito por cinco anos o melhor do planeta. Hoje, quem domina a cena é um de seus contemporâneos, Mateu Casañas, à frente do restaurante Compartir e inventor das famosas azeitonas esféricas, aquelas que explodem na boca – uma obra-prima da cozinha molecular que só poderia ter nascido em solo fértil para surrealismos de todas as formas.

Fonte: Casa Vogue

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Os destinos imperdíveis para visitar em 2018 – Parte 3

Você já começou a pensar nos destinos de suas viagens para 2018? O site Business Insider consultou grandes especialistas em viagens de todo o mundo, como os do Airbnb e do Lonely Planet, e perguntou a eles quais eram os programas imperdíveis para fazer no ano que vem pela frente. De montanhas geladas a praias paradisíacas, os profissionais fizeram uma lista com 25 opções para todos os perfis de turistas. Confira abaixo as últimas dicas e faça a sua lista.

17. Pedras de Callandish, na Escócia.

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A região das Hébridas Exteriores, onde ficam as famosas pedras, na costa oeste da Escócia, é outro destino obrigatório para 2018. Afora conhecer detalhes da História Antiga que estão guardados na região, é possível passar um dia admirando as águias que cortam os céus, bem como a beleza das montanhas no horizonte. Tudo isso sem se preocupar em desviar de turistas que estão pela região, afinal, poucas são as pessoas que escolhem esse destino para ir.

18. Gullfoss, na Islândia.

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Para quem não gosta de lugares com muitas pessoas e prefere o isolamento, a Islândia é um bom destino. De acordo com fotógrafos de viagens que desbravam diferentes locais do mundo, a paz se intensifica ainda mais quando o turista aluga um carro na capital, Reykjavik, e desbrava o interior do país. Um dos locais mais impressionantes é Gullfoss, uma região com uma série de quedas d’água.

19. Tallinn, na Estônia.

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Em 2018, comemoram-se os 100 anos da criação da República da Estônia e o país terá uma série de comemorações. A capital Tallinn terá um calendário agitado e será uma das tendências para conhecer no próximo ano. Vale a pena ficar de olho nos diversos eventos que serão realizados para se programar.

20. Amsterdã, Países Baixos.

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Amsterdã é um destino clássico na Europa, mas o que os especialistas consultados afirmam é que o que, mais que o destino, o que será importante será a experiência turística. Nesse sentido, sugerem que o turista tome um trem de Londres com rumo a Amsterdã e admire a paisagem ao seu redor.

21. Praias de Dakar, no Senegal.

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Outro destino que está em alta na costa ocidental da África. Se Gana foi um destino bastante desejado em 2017, o próximo ano deve ser ano do Senegal, outro ponto com uma paisagem deslumbrante e onde turistas podem aproveitar as fortes ondas.

22. Mostar, na Bósnia e Herzegovina.

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A Bósnia e Herzegovina é, definitivamente, um belo destino para estar em 2018. E não é apenas Saravejo o local para visitar. A cidade de Mostar, destruída pela guerra nos anos 90, foi reconstruída e hoje apresenta aos turistas uma série de tradições e monumentos para a guerra não ser esquecida.

23. Lago Baikal, na Rússia.

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Entre os pontos turísticos preferidos por instagramers, o Lago Baikal, na Rússia, é o maior e mais profundo logo de água doce do mundo. Sua paisagem fica ainda mais incrível no inverno quando ele congela.

24.  Parque Nacional do Teide, em Tenerife.

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Outro destino pouco lembrado por viajantes, o Parque Nacional do Teide, em Tenerife, a maior ilha no arquipélago das Canárias, é um local onde diante de uma paisagem paradisíaca, o visitante pode explorar montanhas e desertos.

25. Lauterbrunnen, Suíça.

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Finalmente, o 25º destino citado pelos especialistas consultados é a Suíça. Mais especificamente, Lauterbrunnen, um vale com dezenas de cachoeiras onde o turista pode admirar as geleiras de um teleférico e se perder entre os encontros do branco da neve com o branco das nuvens.

Fonte: Casa Vogue

 

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Os destinos imperdíveis para visitar em 2018 – Parte 2

Você já começou a pensar nos destinos de suas viagens para 2018? O site Business Insider consultou grandes especialistas em viagens de todo o mundo, como os do Airbnb e do Lonely Planet, e perguntou a eles quais eram os programas imperdíveis para fazer no ano que vem pela frente. De montanhas geladas a praias paradisíacas, os profissionais fizeram uma lista com 25 opções para todos os perfis de turistas. Confira abaixo mais algumas dicas e faça a sua lista.

9. Islândia.

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De acordo com os especialistas consultados pelo Business Insider, um dos destinos mais procurados por turistas serão os mais ao norte, onde será possível observar fenômenos bem característicos dessas regiões, como a aurora boreal. Nesse sentido, a Islândia será uma opção bastante valorizada e pedida.

10. Terra do Fogo, no Chile.

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A Terra do Fogo, ao sul do Chile, é, definitivamente, um dos lugares mais bonitos da América do Sul para ser visitado. Um destino perfeito para quem ama contato com a natureza e gosta de observar mamíferos e aves, além de esquiar nas montanhas.

11. Lago de Bled, na Eslovênia.

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Um lugar bem específico ao redor do mundo. Mas é esta outra sugestão de especialistas em turismo consultados: visitar o Lago de Bled, na Eslovênia, e praticar caiaque. Suas águas claras e o horizonte deslumbrante são pontos altos do passeio.

12. Louisiana, nos Estados Unidos.

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Para quem gosta de um passeio mais cultural e com características históricas, uma ótima opção é desbravar o estado de Louisiana, nos Estados Unidos, onde há uma série de fazendas para o turista conhecer a história dos negros do país.

13. Sevilha, na Espalha.

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Eleita a melhor cidade para visitar em 2018 pelo Lonely Planet, Sevilha é uma cidade perfeita para quem busca a beleza arquitetônica, boa gastronomia e um agito cultural. Um destino que une o local e o cosmopolita.

14. Ilha de São Miguel, em Portugal.

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No Arquipélago de Açores, em Portugal, está um dos destinos mais impressionantes visitados pelos especialistas, a Ilha de São Miguel. Há lagos, vulcânicos, colinas arborizadas, fontes termais e uma arquitetura histórica que impressionam os visitantes.

15. Cruzeiro Trollfjord, na Noruega.

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Entre os passeios sugeridos, não poderia falta, claro, um cruzeiro. Os profissionais consultados indicaram um que passe por países menos óbvios. Os destinos indicados foram os escandinavos, como Estocolmo, Oslo, Helsínquia e São Petersburgo.

16. Tunes, na Tunísia.

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A capital da Tunísia é um país que une a hospitalidade local, paisagens antigas e bairros pouco explorados pelo turismo. Lá, é possível fazer um passeio pela natureza, desbravando o deserto do Saara, pelos segredos de ruínas da cidade, pela História das artes e da arquitetura que vibra pela cidade.

Fonte: Casa Vogue

 

 

 

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Os destinos imperdíveis para visitar em 2018 – Parte 1

Você já começou a pensar nos destinos de suas viagens para 2018? O site Business Insider consultou grandes especialistas em viagens de todo o mundo, como os do Airbnb e do Lonely Planet, e perguntou a eles quais eram os programas imperdíveis para fazer no ano que vem pela frente. De montanhas geladas a praias paradisíacas, os profissionais fizeram uma lista com 25 opções para todos os perfis de turistas. Confira abaixo as primeiras dicas e faça a sua lista.

1. Laya, no Butão, durante o Festival Royal Highlander.

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Em outubro de 2018, será realizada a terceira edição do festival Royal Highlander, em Laya, no Butão. Em um dos assentamentos mais altos do mundo, a cerca de 4 mil metros de altitude, o festival celebra a cultura nômade do Himalaia, numa festa que envolve cores, cavalos e muita tradição.

2. Vinhales, em Cuba.

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As ruas coloridas e vibrantes de Cuba são um ótimo destino para visitar em 2018, segundo o site. Entre os programas, estão admirar os desfiles de carros antigos que cruzam o asfalto e se deliciar com a comida típica.

3. Alentejo, em Portugal.

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A costa sul de Portugal, a região de Alentejo, tem praias deslumbrantes com águas claras e ilhas paradisíacas como a de Sines e a de Porto Covo. Para os amantes de surfe, São Torpes está repleto de praias vazias e onde perfeitas para pegar.

4. Valeta, em Malta.

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A cidade de Valeta é a capital da ilha de Malta, um destino que não está entre os primeiros dos turistas. Em 2018, o local será a Capital Europeia da Cultura com um calendário cultural intenso. Quem quer fugir dos destinos óbvios vale a pena ficar de olho.

5. Caribe.

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Segundo os especialistas consultados pelo site, haverá um crescimento no turismo socialmente responsável, aquele que busca deixar um legado no local visitado e contribuir com seu desenvolvimento. Por conta disso, o turismo no Caribe deve crescer no próximo ano, motivado por pessoas dispostas a ajudar a população local que sofreu com o furacão Maria e Irma, que devastaram a região em 2017.

6. Antelope Canyon, em Utah, nos Estados Unidos.

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O Antelope Canyon em Utah, no Grand Canyon, é um dos locais dos Estados Unidos com uma paisagem deslumbrante e pouco explorada. Adentrar em seu interior é desbravar uma arquitetura natural sinuosa e impressionante – uma das menos conhecidas do Grand Canyon.

7. Tóquio, no Japão.

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Um dos destinos mais amados por muitos especialistas em turismo. A capital da ilha é conhecida pela luminosidade, pela tecnologia e por exalar a cultura oriental. Com a proximidade das Olimpíadas de 2020, o país está ainda mais estruturado para receber turistas de todo o mundo.

8. Nusa Lembongan, na Indonésia.

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A ilha paradisíaca (e praticamente desértica) na Indonésia, próxima a Bali, é um dos destinos menos explorados no país e conhecida por suas águas calmas e límpidas, perfeitas para quem busca a paz e o contato com a natureza. Pouco conhecida, tem preços mais acessíveis.

Fonte: Casa Vogue

 

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