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Category Archives: Turismo

12 destinos alternativos de Natal pelo mundo – Parte 1

Esse ano, faça algo diferente no Natal. Prepare as malas e viaje para esses um destes 12 destinos alternativos para passar o Natal pelo mundo!

1) Tromsø, Noruega

Tromsø

Tem sonho de passar um Natal branquinho? Se frio não é mesmo o seu problema, que tal ir além e encarar as festas em pleno Círculo Ártico?

A cidade-ilha de Tromsø, apesar de ser tomada pela escuridão durante o inverno, ganha vida especial no mês de dezembro. Aromas de tangerina, pinheiros e pãezinhos de gengibre estão por toda parte, sem falar nas cantigas natalinas que ecoam pelo hall da Catedral Ártica. Os moradores se juntam nos mercados de Natal, e com tanta tentação ao redor, vai ser difícil resistir. Experimente o tradicional “ingefærnøtter”, biscoitos de gengibre em forma de bolinhas, acompanhados de um copo de quentão de crowberry para ajudar a esquentar.

Um imenso benefício de se estar no escuro total é poder avistar a famosa Aurora Boreal. Fique de olho entre seis da tarde e meia-noite e, enquanto espera, aproveite também a abundância de neve: pratique dogsled, esqui cross-country ou uma divertida guerra de bolas de neve.

2) Küssnacht, Suíça

Küssnacht

Na maioria dos cantos do mundo, Papai Noel é recebido em nossas casas e nossos corações com braços abertos. O mesmo não pode ser dito do peculiar vilarejo de Küssnacht, descansando na margem mais ao norte do Lago Lucerne, onde aproximadamente 20 mil turistas aparecem a cada dia 5 de dezembro para caçar o bom velhinho.

O confronto é chamado “Klausjagen”, também conhecido como “perseguindo o Noel”, e está entre as celebrações natalinas mais estranhas da Europa, não por menos começou na Idade Média como uma tradição pagã, quando as comunidades tentavam afugentar espíritos malignos com um barulho insuportável. O evento era tão turbulento que foi proibido no século XVIII, apenas para ser reintroduzido um século depois em uma nova forma cristã, com o pobre Noel na linha de fogo.

A parada que dura a noite inteira apresenta 180 corneteiros, duzentos homens enfeitados com iffeles, mitras de bispos gigantes iluminadas a velas feitas para parecerem vitrais e 700 percussionistas de sinos “perseguindo” o rebelde conhecido como Noel e seus quatro elfos das trevas para fora da cidade.

3) Douz, Tunísia

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Famoso por ser o local de filmagem dos filmes de Guerra nas Estrelas, a cidade do oriente médio de Douz é comumente rotulado como o sonolento “portão para o Saara”. Mas pelos últimos quatro dias de dezembro, as tribos árabes que moram lá transformam esta terra estéril de poeira em um espetáculo beduíno magnífico.

O Festival Internacional do Saara atrai uma grande multidão, com turistas de todo o mundo se unindo aos nômades viajando dos países vizinhos do norte da África para experienciar os torneios de hóquei de areia, ricas oferendas de comida, feiras de artesanato e apresentações tradicionais de dança do ventre.

Em Douz, o humilde camelo é tanto rei quanto o melhor amigo do homem, e os 50.000 visitantes anuais têm grande prazer em ver esses mamíferos corcovados participarem de rodeios e corridas através do cenário desértico. Não há nem sinal de natal, mas esta festa Tunísia anual é tão festiva quanto!

4) Castleton, Reino Unido

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As semanas antes do Natal são geralmente estressantes, com muitas compras, limpezas e preparação da ceia. Que tal fugir disso tudo e se esconder em Castleton, um charmoso vilarejo inglês onde o que importa são os simples prazeres da vida?

A temporada de festas começa com o acendimento das luzes de Natal. Todas as lojas capricham nas decorações mágicas e no espírito natalino para receber moradores e visitantes. Muitas ficam abertas até mais tarde, e costumam organizar eventos e concursos temáticos, como quizzes, oficinas de artesanato e jogos diversos para os pequenos.

Sede de quatro cavernas, Castleton faz ótimo uso delas durante o período natalino. Na Peak Cavern, por exemplo, a tradição é de entoar cantigas natalinas à luz de velas. Bandas de música tradicional apresentam-se todas as noites, e os visitantes são convidados a provar o vinho quente e as “mince pies”, as tortinhas de Natal típicas. Impossível resistir ao charme e ritmo descontraído da cidadezinha.

 

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A natureza imponente da Tanzânia

Qual parte da natureza é mais encantadora? Áreas verdes, praias? A Tanzânia tem tudo isso! País com a maior área de terras dedicadas a parques, é destino ideal para a observação de animais selvagens e conta com uma infinidade de paisagens naturais. Com boa parte do território intocada, espécies diferentes se espalham pela natureza virgem do país. Dos big 5 (leão, elefante, búfalo, leopardo e rinoceronte) à Cratera de Ngorongoro e à cultura e costumes do povo masai. O país africano dispõe de fauna selvagem, exposta em um safári pelo Serengeti, abundante área verde, com áreas de preservação que cobrem uma extensão de mais de 200 mil quilômetros quadrados e ainda é cenário de culturas enraizadas. Tem mais: o arquipélago de Zanzibar, repleto de belas praias, também é da Tanzânia.

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Cratera de Ngorongoro

Já pensou em fazer um safári na Arca de Noé? Calma! Parece estranho, mas na Tanzânia é possível. Arca de Noé é como é conhecida a Cratera de Ngorongoro. Essa reserva natural abriga uma enorme quantidade de espécies de animais, daí a origem do apelido, e realiza safáris imperdíveis por toda a sua extensão territorial. Ngorongoro é a maior caldeira vulcânica intacta do mundo, são 304 quilômetros quadrados de superfície e 2236 metros acima do nível do mar. Trata-se de um ecossistema praticamente intocado, onde espécies como búfalos, elefantes, zebras, gnus, gazelas e rinocerontes-negros convivem, em uma região próximo ao Lago Manyara e tombada pela Unesco como Santuário da Biosfera.

Parque Nacional Serengeti

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“Planície sem fim”. O significado de Serengeti, na língua masai, traduz com perfeição o que é o Parque Nacional Serengeti. São mais de 14 mil quilômetros quadrados de vegetação e uma incrível diversidade animal. Este santuário de vida selvagem na África tem números impressionantes. Mais de 2 milhões de gnus, 500 mil gazelas, 25 mil zebras, cerca de 30 espécies de herbívoros e quase 500 espécies de pássaros. A observação de leões, hipopótamos e elefantes, e da famosa migração de gnus e zebras, pode ser feita em um safári exclusivo e especial, por conta do seu difícil acesso.

Zanzibar

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O verde imponente da rica vegetação não é a única cor que dá cara à Tanzânia. Zanzibar, um arquipélago na costa do país, traz o azul turquesa do Oceano Índico e o branco das areias. Isso mesmo, as dezenas de praias paradisíacas de Zanzibar têm o mar azul turquesa e a areia branquinha, em uma região onde o sol brilha praticamente o ano todo. A dica é aproveitar a água morna e calma da região para atividades como snorkel e caiaque. Não é só isso! Pitorescas vilas de pescadores locais, que exibem arquitetura típica do período colonial, também contribuem para tornar Zanzibar um destino imperdível!

Fonte: The Traveller

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Quarto de hotel colaborativo

Quando damos entrada em um hotel, a última coisa que queremos encontrar em nosso quarto são sinais e vestígios do hóspede anterior – a não ser que estejamos entrando o quarto 301 do Kimpton Everly, de Los Angeles. Nesse específico quarto desse hotel, a atração especial é justamente as marcas das pessoas que já passaram por ali.

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Antes de chamar a vigilância sanitária, que fique claro o conceito do projeto: o quarto convida que, através de atividades lúdicas e sensoriais de compartilhamento, cada hóspede deixe um pouquinho de sua personalidade para o próximo visitante. Assim, a conexão pode se dar através de um tablet conectado ao Spotify, pelo qual o hóspede pode compartilhar suas playlists com o próximo, ou uma polaroid, com a qual é possível registrar o clima de um determinado instante e “oferece-lo” a quem vier habitar por alguns dias o quarto.

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Há também uma lousa com letras magnéticas, na qual é possível escrever uma mensagem ou um pensamento, e um livro de visitas, para o hóspede refletir, escrever ou desenhar em suas páginas em branco.

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Room 301, como é chamado o projeto, é portanto uma espécie de “suíte social”, um experimento e uma iniciativa dentro da campanha Stay Human (Permaneça humano, em tradução livre) do Kimpton Hotel & Restaurants, que promove justamente um atendimento mais pessoal, gentil e humano. O projeto por enquanto só acontecerá mesmo na filial do hotel em Los Angeles, durante os três meses entre o dia 06 de setembro e 30 de novembro.

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Abandonar a típica assepsia dos quartos de hotel e torna-lo um local um pouco mais quente, e mais parecido com um lar, parece ser o propósito do projeto – e, para isso, só mesmo utilizando o método mais eficaz: o encontro e o afeto, ou em suma, o ser humano.

Fonte: Hypeness

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Conheça a costa do Pacífico de trem

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Muita gente conhece a viagem pela costa oeste dos Estados Unidos feita de carro. Mas você sabia que pode atravessar toda a Califórnia e mais alguns estados a bordo de um trem?

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Desde a década de 40, o Coast Starlight, da companhia Amtrak, vem oferecendo paisagens deslumbrantes aos viajantes que optam por se aventurar sobre os trilhos. O trem vai de Seattle até Los Angeles, passando por 30 cidades diferentes ao longo das 35 horas de viagem.

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A rota passa por diversos parques nacionais e outros cenários de tirar o fôlego. Um dos vagões, por exemplo, é totalmente equipado para oferecer e melhor experiência ao viajante, com vidros desde o chão até o teto e cadeiras especiais. Uma viagem e tanto! Para saber mais, acesse o site da Amtrak.

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Fonte: Nômades Digitais

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Córsega, a ilha da beleza

Terra de Napoleão I, sobrevoada em 1944 por Antoine de Saint-Exupéry, tida pelos gregos como a ilha ‘sublime’ (Kallisté) e pelos franceses como a ‘ilha da beleza’ (Ile de Beauté), a bela Ilha de Córsega continua a ser um dos expoentes máximos do mediterrâneo. Seu encanto atrai turistas de todo o mundo que ali passeiam e celebram a vida, sem pressas ou cerimônias. Montanhosa, rica e exuberante, a ilha oferece de mão-cheia experiências gastronômicas que despertam os outros sentidos resgatando tempos antigos.

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Este pequeno paraíso natural, recortado por praias e pequenas baías escondidas com todos aqueles cumes que se debruçam sobre o mar, é ainda salpicado por vilas e povoações encantadoras. Por ali passaram os fenícios, os gregos, os etruscos, os cartagineses e os romanos, para citar alguns povos que deixaram importante legado. Todos estes testemunhos contribuem, através de ruínas, muralhas ou igrejas, para nos deixar sem palavras e com vontade de prolongar os dias.

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Saindo do cais de Marselha, atravessando oito horas de costa a costa, chega-se ao Porto de Girolata, uma vila costeira ao sul da Reserva Natural de Scandola. A oeste da Córsega, a zona faz parte do Parque Natural da Córsega e tem cenário intenso. De lá, para descer a costa, basta pegar o barco novamente e, em uma curta travessia, chegar na pequena vila de Porto classificada como patrimônio da Humanidade pela UNESCO. A paisagem segue fantástica, com vista para o azul do mar e para os rochedos vermelhos. A agitação, porém, é maior, com amantes da náutica nos diversos bares, restaurantes e lojas de rua. Dica: procure as empresas turísticas locais para ir ao Golfo admirar as falésias e fazer aulas de mergulho com vista para a variada fauna marítima. Se o tempo estiver a favor, também não deixe de ir para o Ajaccio e ir ao Golfo de Sagone.

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Em Ajaccio, não deixe de visitar o Mercado, em Place Foch, onde você encontra produtos tracidionais da Itália. Na rue Saint-Charles você pode beber um vinho nas cadeiras coloridas da Casa Buonapar, ir à loja de souvenirs de viagem Anareda e comprar acessórios divertidos na Empires. O Musée Fresh é parada obrigatória para quem gosta de história. O palácio construído pelo tio de Napoleão contém pinturas italianas dos séculos 14 ao 18.

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Rumo ao sul, saindo de Ajaccio, pode-se visitar via carro o Porto-Vecchio. A estrada em direção a Bonifácio, passando por Propriano e Sarène, é onde se encontra o Musée de préhistoire et d’archéologie Corse e uma vista majestosa sobre o Golfo de Valinco. A chegada ao Hotel Plage Casadelmar, considerado por muitos um dos melhores hotéis na Europa, tem um sabor especial. Elegante e cheio de luz natural, o hotel, que faz parte da cadeia ‘The Leading Hotels of the World’, está situado numa península a pouca distância de Porto-Vecchio, na costa sudoeste da Córsega, com vistas para o Mediterrâneo.

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De carro ainda dá para chegar nas Piscinas Naturais no Valle Cavu, na cidade de Zonza, no coração do Parque Natural Regional da Córsega. Um reduto de paz, onde podem praticar-se muitas atividades, dos vários esportes de natureza, caminhadas ou apenas piqueniques à sombra de pinheiros. O rio Cavu, muito procurado pelos turistas, é de fácil acesso e promete banhos refrescantes. Seguindo para o Castelo D’Araghju, uma fortaleza muito antiga, desvenda-se a praia de Pinarello. O areal é estreito, mas extenso, a areia fina mas com algumas algas e a água cristalina.

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Também com acesso prático, o local é um reduto feito 2500 anos a.C, formado por grandes blocos de pedra. Apenas isso, aquele edifício, na periferia de Porto Vecchio, e a vista do mar, as montanhas e a planície circundante. Siga para Bonifácio, uma cidade/fortaleza construída no alto de falésias e, aos seus pés, uma bem composta marina onde ancoram mega-iates. A cidade fica localizada na extremidade sul da Córsega (a apenas 12 km da Sardenha) o que dá logo a panorâmica da bela sofisticação italiana – muitas palmeiras e restaurantes caros rematam o visual de sonho. Explore as ruelas, a falésia, as grutas e a marina, tudo a pé.

Fonte: Casa Vogue

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O hotel mais antigo do mundo, com 1300 anos

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No hotel japonês Nishiyama Onsen Keiunkan, ou simplesmente The Keiunkan, a ideia de que em time que está ganhando não se mexe é levada ao extremo: inaugurado no ano de 705 e funcionando, portanto, há mais de 1300 anos, o hotel é gerido desde sua fundação pela mesma família. São 52 gerações de descendentes cuidando do mais antigo hotel do mundo.

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Localizado nos arredores da cidade de Kyoto, o Keiunkan é também possivelmente a mais antiga empresa em funcionamento no mundo. Com 37 quartos e água quente vindo diretamente das fontes termais naturais de Hakuho, a justificativa para o (realmente) longevo sucesso do hotel começa em seu cenário: localizado aos pés das montanhas Akaishi e próximo ao sagrado Monte Fuji, a espetacular natureza ao redor do local oferece não só a água pura e quente como uma vista imbatível.

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Ainda que obviamente o hotel tenha sido algumas vezes restaurado e renovado, é também seu espírito tradicional, luxuoso em sua simplicidade e elegância, que faze do lugar um perfeito retiro – com direito a uma atração diretamente do passado, inequivocamente eficaz para um descanso especial: a ausência de internet. Aos desconectados hóspedes, são oferecidas refeições de qualidade superior, banhos naturais, karaokês impagáveis, e a insuperável imersão na natureza.

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Seus mais de 1300 anos de história o levaram a ser reconhecido pelo Guiness como o hotel mais antigo do mundo. O hotel foi fundado por Fujiwara Mahito, filho de um ajudante do imperador e, desde sua inauguração, o Keiunkan já recebeu um sem-fim de personalidades – entre samurais e imperadores do passado, chefes de estado, artistas e celebridades das mais diversas épocas – todos atrás desse preciso encontro entre tradição e inovação, com um segredo realmente atemporal: a hospitalidade.

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O preço de um quarto capaz de receber entre 2 a 7 hóspedes é de 52.000 ienes, ou cerca de 1.780 reais.

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Viena agora é a melhor para se viver

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Melbourne, na Austrália, foi desbancada de um título que mantinha invicto há sete anos: o de melhor cidade do mundo para se viver. A nova detentora deste posto é Viena, na Áustria. A cidade obteve nota 99,1 em uma escala de 100 pontos, realizada pela consultoria Economist Intelligence Unit (EIU).

O ranking é divulgado anualmente pela consultoria e leva em conta fatores como criminalidade, acesso à educação, saúde, estabilidade política e econômica e infraestrutura de transporte.

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Viena se destacou em termos de qualidade de vida, estabilidade e também ganhou pontos por seus baixos índices de criminalidade. A diminuição no risco de atentados na Europa contribuiu para estes números.

Apesar disso, a capital austríaca teve um resultado bastante similar ao de Melbourne, que ficou em segundo lugar. Ambas atingiram a pontuação máxima em categorias como saúde, educação e infraestrutura, mas a estabilidade política e econômica de Viena pesaram a favor do resultado.

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Veja o ranking completo das 10 melhores cidades para se viver, segundo a consultoria:

  1. Viena, Áustria
  2. Melbourne, Austrália
  3. Osaka, Japão,
  4. Calgary, Canadá
  5. Sydney, Austrália
  6. Vancouver, Canadá
  7. Tóquio, Japão
  8. Toronto, Canadá
  9. Copenhague, Dinamarca
  10. Adelaide, Austrália

A pesquisa analisa a qualidade de vida em 140 cidades ao redor do mundo. No Brasil, São Paulo e Rio de Janeiro fazem parte do estudo, ficando na 93ª e 88ª posição, respectivamente.

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Celebration, em Orlando, a cidade criada pela Disney.

Walt Disney tinha o sonho de construir uma cidade-modelo futurista chamada EPCOT (Experimental Prototype Community of Tomorrow). Depois de sua morte, a ideia acabou virando o parque temático. Mais tarde, o projeto foi tirado do papel em forma de Celebration, mas bem diferente do que tinha sido pensado pelo Walt: virou um agrupamento urbano perfeitinho que mistura estilos arquitetônicos (vitoriano, colonial, clássico) comuns no norte dos Estados Unidos (até o paisagismo foi pensado com esse fim – ali não tem as palmeiras típicas da Flórida, e sim carvalhos e pinheiros), inaugurado em 1994.

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Belas casas são organizadas ao redor de um centrinho compacto com um lago, entre calçadas arborizadas e plataformas e caminhos que correm entre os pântanos (onde por vezes você vê um jacaré tomando sol). Cerca de nove mil pessoas vivem ali hoje – uma das casas pertence a ninguém menos que Silvio Santos. A Disney Company ainda é indiretamente proprietária da área. O resultado geral é, como tudo na Disney, um tanto artificial, mas bonito e bem cuidado.

O lugar fica bem perto dos parques da Disney (o Hollywood Studios está a 9 minutos de carro). Inclusive alguns escritórios da Disney ficam ali. O centrinho da cidade é basicamente ao redor da Market Street e da Front Street e uma boa dica é parar no Market Street Café, uma lanchonete com todas aquelas delícias tipo waffles, ovos e panquecas para um café da manhã ou brunch.

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Vale a pena embarcar num passeio de bicicleta da Celebration Bike Rental. Você pode só alugar uma bike (US$ 15 para duas horas) ou fazer o tour guiado. Esses tours levam por caminhos gramados entre as casas e tem guias nascidos ali, que te contam sobre as peculiaridades da cidade.

Depois, é possível ver as lojinhas da rua principal e escolher outro lugar para comer: o Ari Sushi tem especialidades japonesas e coreanas, e a Kilwin’s é uma doceria fofa cheia de balas e chocolates. O sorvete de s’mores é delicioso. De noite, a melhor pedida é o Imperium Food and Wine, um wine bar com carta de vinhos recheada e “short breads”, espécie de mini pizzas, com vários recheios. Se você estiver lá aos domingos vale dar uma olhada no Farmer’s Market, que funciona das 9h às 14h com pequenos produtores de frutas, legumes, pães, queijos, entre outras coisinhas.

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Fonte: Carpe Mundi

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Cruzeiro indiano

Se você pensa na Índia como um fluxo interminável de motocicletas e carros desviando de vacas, pedestres e cachorros… Bem, você está certo. Mas você também terá uma surpresa e, acredite, um descanso luxuoso, ao velejar no Vrinda.

A embarcação a motor cobre a bela parte sul da Índia, conhecida como Kerala, e é administrada pelo famoso Oberoi Hotel. Não é de admirar que os quartos sejam o que você encontraria em um hotel de luxo, e a comida, indiana e continental, é uma bela experiência gourmet.

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Os remansos indianos transcendentes da antiga cidade comercial de Cochin ficam a uma curta viagem de avião de Mumbai e depois a uma hora de carro até um dos maiores lagos do país, o majestoso Vembanad.

O Vrinda, que significa “cacho de flores”, em hindi, tem apenas oito cabanas, com 32 metros de comprimento, um amplo convés principal, uma sala-de-jantar e um deque superior para tomar sol. O quarto tem uma cama queen size, um closet, duas mesas de cabeceira e um banheiro com chuveiro. Pressione um botão e um mordomo aparece. Mais importante, há uma grande janela que se abre para as águas.

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Durante o dia, um guia entra a bordo para uma breve conversa sobre a área. Depois, ele leva os hóspedes à terra para uma variedade de excursões diárias: uma visita a uma sala de aula, a um templo budista ao ar livre; a um escultor cujas esculturas adornam igrejas tão distantes como a Flórida; e a uma igreja católica romana que data dos primeiros dias do século 17.

A cada noite, o Vrinda retorna ao seu porto de origem e, em todas elas, há um show. A alguns metros da doca, dançarinos preparam seu traje exótico. Há sempre pessoas nas proximidades, oferecendo conselhos sobre os costumes locais. Vários artistas também chegam a bordo para uma apresentação bastante intimista. Há ainda uma experiência de jantar mais formal, quando todos os convidados se sentam em uma mesa longa e estreita.

Fonte: Forbes

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Cartão postal amarelo

Durante a primavera, a região de Luoping, na China, se transforma numa espécie de oceano amarelo de flores, num cenário que parece vir de outro planeta. Fotógrafos de todo o mundo aproveitam a ocasião para capturar a beleza deste espetáculo natural, com colinas envolvidas por um amarelo brilhante e a perder de vista.

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A semente responsável pelo cenário é a flor de canola, plantada em toda a China, mas que floresce em diferentes épocas do ano, dependendo das temperaturas em cada lugar. As fazendas na região de Luoping estão entre as maiores da China país e são normalmente as primeiras a colorir o país.

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A flor de canola é plantada para depois ser colhido o óleo de canola a partir das sementes. Antes disso, há tempo para cenários como os que você vê nestas fotos.

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Fonte: Hypeness

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