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Category Archives: Turismo

A ilha no Japão conhecida como “Pérola do Oriente”

Por mais que pareça que todo canto do planeta já tenha sido devidamente documentado, explorado e registrado – e que não existe mais nenhum local incrível e novo para se descobrir e incluir naquela lista imaginária de lugares que você precisa conhecer – sempre haverá uma nova ilha, uma praia deserta, uma pequena cidade que se revela como uma pequena porção do paraíso na Terra. Pois pode anotar: esse lugar é a ilha de Yoron, no Japão.

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Trata-se de uma pequena ilha tropical, com somente 23 km de circunferência e cerca de 6 mil moradores que vivem cercados de águas diáfanas e recifes de corais esplendorosos. Rodeada por outras ilhas e localizada a 25 km do continente, não é por acaso que Yoron é conhecida como a “Pérola do Oriente”, um lugar perfeito para o mergulho, a prática de esportes marinhos, ou para simplesmente se curtir os prazeres da exuberância natural do local.

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Uma das mais curiosas atrações de Yoron é a praia de Yurigahama. Seu apelido de “Praia fantasma” é perfeitamente ilustrativo: ela só aparece duas ou três vezes por mês, durante a maré baixa. Localizada a 1,5 km da costa, ela é, na realidade, um banco de areia que te permite deitar-se e pegar um sol no meio do mar, em um diminuto pedaço de areia sempre prestes a desaparecer.

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Para ilustrar o quão especial é o lugar, alguns grãos de areia de suas praias possuem o formato de pequenas estrelas. A lenda diz que se você conseguir reunir um número de estrelas de areia equivalente à sua idade, a prosperidade estará garantida em sua vida.

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Os moradores de Yoron vivem da pesca, do turismo e do cultivo de cana de açúcar, mas convenhamos que não é preciso de muito mais quando se vive em um lugar como esse. :)

Fonte: Hypeness

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Sem fotos

Mais uma pesquisa realizada para analisar os efeitos da vida após as redes sociais concluiu que as pessoas ficam mais deprimidas quando visualizam uma fotografia de alguém curtindo as férias em algum lugar muito bonito. “É cientificamente provado que fotos de férias em lugares muito lindos em mídias sociais tornam o espectador infeliz porque eles não estão lá”, explicou o representante de um vilarejo na Suíça. A comunidade de Bergün/ Bravuogn determinou, a partir de uma votação com todos seus habitantes, a proibição de fotos do local por turistas a partir do último mês de maio. Uma placa foi instalada com o aviso escrito na língua local, avisando da pequena multa de cinco euros para quem desobedecer a ordem. A multa não tem como objetivo penalizar o infrator, mas apenas servir de incentivo para que a lei seja levada a sério.

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“Bergün/ Bravuogn é linda!”, acrescentou o prefeito local, Peter Nicolay, que finalizou toda a história da melhor maneira: “Nós não queremos deixar as pessoas de fora de nossa comunidade infelizes por compartilhamentos feitos nas redes socias com a nossa paisagem, e cordialmente te convidamos a visitar o local para viver essa experiência”. De fato, basta olhar as imagens que foram registradas até antes da implantação da ordem para se dar conta de que o local é realmente muito bonito, rodeado de montanhas. Ainda assim, há quem diga que a proibição das fotos no lugar não passe de uma mera estratégia de marketing para atrair ainda mais turistas ao local. Considerando que a partir de agora eles não poderão mais tirar fotos, apenas registrar com os olhos, essa será uma atração do tipo “à perder de vista”, ou “veja agora ou nunca mais…”.

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O gabinete de turismo local removeu as fotos do vilarejo de sua página no Facebook e da conta do Twitter e disse que tem intenções de remover as imagens do site oficial de Bergün. Como já é de esperar, a ação gerou reações misturadas nas mídias sociais. Alguns consideram uma péssima ação de marketing, enquanto outros sonhadores consideraram a estratégia uma excelente ideia que mostrou “coragem e um ótimo senso de humor”. Alguns chegaram a comparar o banimento com a Coreia do Norte… E você, o que achou?

Fonte: Petiscos

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Conheça a costa do Pacífico de trem

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Muita gente conhece a viagem pela costa oeste dos Estados Unidos feita de carro. Mas você sabia que pode atravessar toda a Califórnia e mais alguns estados a bordo de um trem?

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Desde a década de 40, o Coast Starlight, da companhia Amtrak, vem oferecendo paisagens deslumbrantes aos viajantes que optam por se aventurar sobre os trilhos. O trem vai de Seattle até Los Angeles, passando por 30 cidades diferentes ao longo das 35 horas de viagem.

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A rota passa por diversos parques nacionais e outros cenários de tirar o fôlego. Um dos vagões, por exemplo, é totalmente equipado para oferecer e melhor experiência ao viajante, com vidros desde o chão até o teto e cadeiras especiais. Uma viagem e tanto! Para saber mais, acesse o site da Amtrak.

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Fonte: Nômades Digitais

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Seu melhor amigo na Disney

A partir de agora, donos de cães que desejam levar seus amigos com eles durante hospedagem em hotéis da Walt Disney World terão várias opções. Em um post em seu blog oficial, a Disney confirmou que – “pela primeira vez” – o resort do parque temático de Orlando vai receber cães em quatro de suas propriedades hoteleiras.

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Haverá uma taxa noturna de “limpeza de animais” para que seu cachorro possa ficar com você, que varia de acordo com o hotel:

Disney’s Art of Animation Resort: US $ 50 / noite
Disney’s Port Orleans Riverside Resort: US $ 50 / noite
Cabins at Disney’s Ft. Wilderness Resort: US $ 50 / noite
Disney’s Yacht Club Resort: US $ 75 / noite

Até dois cães poderão permanecer em cada quarto pela mesma taxa de animais de estimação. Mas a Disney observa que os cachorros devem ser “bem comportados nas áreas públicas do resort e devidamente vacinados” para permitir que fique com você em seu quarto de hóspedes.

No check-in, os cães serão recebidos com um kit de boas-vindas do Pluto, que incluirá tapete, tigelas, uma etiqueta de identificação, sacos descartáveis de plástico de cortesia, almofadas de cachorros e mapas para caminhadas para cães. E, se seu cão não é um fã de visitantes, você poderá pendurar um suspenso de porta especial “Não perturbe” do Pluto para indicar que um animal de estimação está no quarto.

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Para aqueles com alergias de animais ou para quem não se sentir confortável perto de cães, cada um dos quatro resorts terá certos pisos ou seções designados que serão destinados para cães e áreas em que eles não poderão transitar.

Enquanto isso, de acordo com a Disney, “a maioria das áreas permanecerá livre de caninos para acomodar hóspedes com alergias ou outras preocupações”.

Fonte: Hypeness

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Luxo à beira do mar em Moçambique

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Nas ilhas Benguerra, que compõem o arquipélago Bazaruto, em Moçambique, um dos poucos espaços habitados oferece uma hospedagem tranquila, com direito a pé na areia e vista para o oceano de águas cristalinas. Ali está situado o Benguerra Lodge, hotel que dispõe de 10 cabanas rústicas – todas recém-reformadas pelo escritório de arquitetura londrino Michaelis Boyd Associates.

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Elementos típicos da região, como telhados de palha, estrutura de madeira e paredes de junco, permeiam a arquitetura dos 15 quartos existentes, finamente decorados pela designer de interiores Marguerite Louw, que misturou elementos africanos com design colonial português.

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As cabanas são interligadas por decks de madeira que, através de um sinuoso caminho arborizado, conduzem até às piscinas de borda infinita em frente ao mar. O escritório de arquitetura também adicionou espaços de lazer na área externa dos quartos, com chuveiros e camas suspensas, protegidas do sol.

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Mais escondido na mata está o amplo edifício principal, de madeira e palha, que concentra recepção, restaurante e uma loja. O bar, por sua vez, fica em um lugar curioso: na areia, abrigado por um antigo barco trazido do mar por um ciclone há anos, que foi cuidadosamente restaurado para fornecer bons drinks ao anoitecer.

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Fonte: Casa Vogue

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Anguilla eleita a melhor ilha do Caribe

Todo o Caribe é paradisíaco, então imagina o quão difícil deve ser escolher uma das ilhas do local como a melhor de todas. Uma popular revista americana de turismo fez esse levantamento com os viajantes de plantão e Anguilla (ATB) acabou sendo a premiada na categoria “Melhor Ilha no Caribe, Bermuda & Bahamas” no Travel + Leisure World´s Best Awards 2017.

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Fora isso, duas propriedades de Anguilla estão no “Top 25 Resort Hotels no Caribe, Bermuda e Bahamas”. Se você quer mais motivos para visitar o local, saiba que o destino é ideal para quem busca tranquilidade e anonimato, tanto que a ilha recebe muitas celebridades. Já passaram por lá, por exemplo, famosos como Justin Bieber, Gisele Bundchen, Shia Lebouf, Robert De Niro, Paris Hilton, Beyoncé & Jay Z e Leonardo di Caprio.

A melhor maneira de chegar ao local é seguir de avião até  St. Maarten. Vale ressaltar que você deve desembarcar no lado holandês da ilha, em St. Maarten, onde fica o aeroporto internacional, pois o lado francês da ilha tem um nome parecido, St. Martin, mas não tem um aeroporto de grande porte. Depois, deve pegar um barquinho até o destino caribenho. Esse trajeto demora cerca de 20 minutos. Os voos saem das principais capitais do Brasil com rotas via Panamá ou Miami.

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As opções de hospedagem são bem variadas, contando com os luxuosos hotéis cinco estrelas e hotéis boutique e hospedagens mais simples, como uma rede de pousadas que são pequenas, mas têm bom preço e ficam de frente para a praia.

Caso busque agito, é melhor escolher outro destino, já que a ilha exala tranquilidade. Os turistas mais aventureiros vão adorar as opções de esportes aquáticos, como kitesurf, windsurfe, caiaque, stand-up paddle, mergulho e snorkel, inclusive há um parque com essa temática por lá. Para repor as energias, você pode se deliciar com a boa gastronomia do local, recheada de frutos do mar. Ah, e não deixe de experimentar um drinque quando estiver curtindo a praia.

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Outro ponto positivo é que o clima em Anguilla é sempre bom, ficando na média de 28 a 32 graus durante o ano todo. A água também possui temperatura agradável, tanto que dá nadar até de noite sem ficar com frio. A baixa temporada acontece entre maio e agosto, é justamente nesse período que os brasileiros podem encontrar preços mais atrativos.

Fonte: Ig

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Para sonhar com os melhores resorts do mundo

A publicação especializada em turismo Condé Nast Traveler divulgou recentemente sua tradicional lista dos 50 melhores resorts do mundo, com os eleitos de 2017. A seleção é resultado de uma votação feita com os leitores no famoso Readers’ Choice Awards. Confira os 10 primeiros colocados.

1- Naladhu Private Island Maldives – Atol de Malé do Sul, Maldivas

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2- Sanctuary Olonana - Masai Mara, Quênia

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3- Bahia Vik José Ignacio & Playa Vik - José Ignacio, Uruguai

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4- Niyama Private Islands - Atoll Dhaalu, Maldivas

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5- Jumby Bay Island - Antígua

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6- andBeyond Matetsi River Lodge - Matetsi Private Game Reserve, Zimbábue

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7- The Lodge & Spa at Brush Creek Ranch – Saratoga, Wyoming (EUA)

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8- L’Horizon Resort & Spa – Palm Springs, Califórnia (EUA)

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9- Anantara Hua Hin Resort – Tailândia

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10- Cuixmala - Costalegre, México

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Natal em Nova York

Passar o Natal em Nova York é como estar em um típico filme de Hollywood. Muita, mas muita decoração tradicional, frio, neve, “Jingle Bells” nos alto-falantes e aquele espírito de alegria tipicamente americano. Mas fica a dúvida: o que fazer em Nova York no Natal?

Primeiro de tudo, um lembrete: em dezembro faz MUITO frio em Nova York. Quem não estiver acostumado a temperaturas variando entre -2 e 6° C – e que pode incluir neve – é bom caprichar no casacão, luvas, gorro, cachecol e tudo mais.

Especialmente em uma cidade como Nova York no Natal, onde grande parte da diversão é andar pelas ruas e admirar o quanto os moradores e o comércio se dedicam ao espírito natalino. Lojas, restaurantes, monumentos, parques, casas e até meios de transporte ganham decorações festivas com milhões de luzinhas. É o típico clima mágico que contagia crianças e adultos de todas as idades, origens ou crenças religiosas e toma conta de Nova York em dezembro.

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No centro de toda a festa está o Rockefeller Center. Se durante todo o ano, ele já é um dos mais famosos e visitados pontos de Nova York, no Natal ele vira a atração principal. Graças, sobretudo, à gigante árvore de Natal montada em frente ao prédio – com seus mais de 25 metros de altura e iluminação de 30.000 luzes LED – e a pista de patinação no gelo, uma das mais populares da cidade.

Outra atração tipicamente natalina em Nova York é o espetáculo “Radio City Christmas Spectacular”, estrelado pelas Rockettes. Apresentado no emblemático Radio City Music Hall, o show reúne 140 artistas, entre músicos, atores e dançarinos, em uma tradição que remonta desde 1933. No palco, estão o Papai Noel, o Quebra-Nozes, a história da Natividade e tudo que se pode esperar do tema natalino.

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Mesmo aqueles que têm uma tendência para Grinch durante o Natal, não terão como não se encantar com as belas decorações espalhadas pela cidade. A começar pelas grandes lojas de departamento, que preparam-se o ano todo para enfeitar suas vitrines para o Natal, com investimentos milionários e resultados impecáveis.

Inspirados na tradição dos mercados de Natal na Europa, Nova York tem diversas opções bacanas das feiras de Natal em parques e locações famosas da cidade. São boas dicas para comprar lembrancinhas e presentes de última hora, além de provar delícias locais e curtir a decoração.

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Claro que todo visitante que faz uma viagem para Nova York nessa época do ano adoraria ter uma refeição tipicamente natalina em um local pra lá de especial. Portanto, a palavra de ordem é: preparação. Se a Big Apple já é lotada durante todo e qualquer dia do ano, imagina na véspera ou no Dia de Natal. Assim, não deve-se pensar duas vezes e reservar seu restaurante preferido.

Fazer compras em Nova York, especialmente na época de Natal, pode significar duas coisas: encontrar bons descontos e pechinchas, e também enfrentar verdadeiras multidões. Se o último não for um problema, vale mesmo desbravar as grandes lojas de departamentos e outlets espalhados pela cidade, que capricham nas promoções, que começam na Black Friday de novembro/dezembro e estendem-se até depois do Natal.

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Fonte: Momondo

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Muita música no Sir Adam Hotel

A rede hoteleira Sir cria um personagem para cada hotel que lança. Amsterdam ganhou o Adam, provavelmente um produtor musical que decidiu fincar suas raízes na cidade. O Sir Adam Hotel personifica não somente um produtor musical, mas um produtor festeiro de alma, que faz questão de ficar cercado de objetos que não o deixam esquecer sua profissão.

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O hotel fica no norte da cidade, Amsterdaam Noord, um antigo estaleiro transformado num centro cultural. Para chegar lá, uma balsa gratuita sai dos fundos da Estação Central fazendo o trecho em apenas cinco minutos.

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São 108 quartos distribuídos em oito andares no Adam Tower, construção modernista dos anos 1970, onde um dia funcionou a Shell. O prédio foi totalmente reformado se transformando em um grande centro criativo. Por lá se encontram um escritório da fabricante de guitarras Gibson e outras empresas ligadas ao universo da música, clube noturno, academia, restaurante, hamburgueria, bar e, para amantes da música, uma biblioteca com discos e livros.

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Não há uma recepção logo na entrada do hotel. Ao invés dela, há o The Butcher, um social club, funcionando 24/7, com área de trabalho, bar, restaurante, cercado por máquinas de fliperama e grandes sofás. Uma escada (ou elevador) leva para o mezanino, onde está a recepção aguardando os hóspedes com prosecco e sorrisos fazendo-os se sentir como um rock star. Quadros de ícones do rock, como David Bowie, decoram as paredes, tem toca-discos e uma prateleira cheia de vinil. Nas mesas revistas e livros descolados de moda, lifestyle e música.

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Os quatro elevadores do hotel são ambientados cada um de um jeito diferente. Tem elevador com discoball, com projeção cheia de grafismos, com foto de alguém, escuro, claro, com música animada, com música mais ambiente…. é literalmente a sensação de a festa nunca termina por ali.

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O Sir Adam parece ter sido pensado para o público millennial e andar pelos seus corredores confirma isso. Apesar do clima festeiro, como o do The Butcher, os quartos são bem confortáveis e super silenciosos a não ser que você queira aproveitar a boa seleção de discos ligando a sua própria vitrola.

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Que tal visitar Paramaribo, no Suriname?

Eis um país e sua capital que quase nunca estão na lista de lugares para ser visitado, mas que merecem mais atenção. Tudo bem que é o menor país do América do Sul, com a maior parte de sua área territorial intocável (mais de 90% de sua área é floresta amazônica composta de mata virgem). Mas na ponta nordeste da América do Sul, um tanto isolada mas com ar cosmopolita, Paramaribo, capital do Suriname, tem uma rica arquitetura colonial e uma fascinante diversidade étnica.

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A população de pouco mais de 250 mil habitantes é um mescla de indianos, indígenas, javaneses, africanos e descendentes de holandeses (que deixaram o idioma oficial após a colonização). E os traços de todas essas culturas estão espalhadas pela cidade.

Para quem pretende visitar apenas a capital Paramaribo, dois dias são suficientes. Se você pretende fazer os passeios que várias agências oferecem por lá (basicamente ecoturismo), precisará de mais tempo. Existem diferentes tipos de passeios, com duração de um a nove dias, e com valores a partir de 19 euros (city tour pela cidade) até passeio de nove dias que custava 950 euros (valores de março de 2016). Como a maior parte dos turistas que visitam a cidade são europeus (holandeses na grande maioria), muitos lugares cobram em euro.

Entre as atrações principais, estão o centro histórico, declarado Patrimônio da Humanidade pela UNESCO – incluindo a bela Basílica de São Pedro e Paulo, uma das maiores construções de madeira do mundo – o Mercado Central, o forte Zeelandia, a sinagoga Neve Shalom e a Mesquita Keizerstraat.

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O forte Zeelandia, por exemplo, é uma região que, no século XVII, foi dominada pelos britânicos e batizada como Fort Willoughby, em homenagem ao comandante inglês Lord Francis Willoughby. Reconquistado posteriormente por um holandês da província de Zeeland, passou a ser chamado de Fort Zeelandia. É uma área arborizada, com casas coloniais bem preservadas e um forte que deu o nome a essa “vila” e que abriga um museu.

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