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Category Archives: Natureza

A mais “instagramável”

O inverno no hemisfério norte está no auge e muita neve cobre as cidades neste momento, as deixando ainda mais fotogênicas. Para quem quer postar belas fotos no Instagram, a empresa Focus Clinic fez uma pesquisa para descobrir as cidades mais postadas no Instagram e descobriu que a Berna, capital da Suíça, é a mais “instagramável”.

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Para computar as imagens, a empresa contou o número de vezes que a hashtag com o nome de cidades invernais foram postados. #bern foi postado 1.082.440 vezes, seguido de #Aspen, com 935.040 vezes.

Além de ser a capital suíça, a cidade também é o Patrimônio Mundial da UNESCO. Você deve estar se perguntando o que esse destino tem de tão especial. E a resposta é uma arquitetura planejada e que conta uma história, que começou a ser escrita em 1191, quando a cidade começou a ser erguida.

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Por suas ruas, há espaços obrigatórios para o turista tirar foto, como a Torre do Relógio, a Torre Prisional (Käfigturm), a catedral (Münster) e as fontes escultóricas do Renascimento. Há experiências turísticas bastante procuradas como dormir em um iglu, visitar o palácio de gelo de Schwarzsee ou patinar no lago da montanha de Schwarzsee, que congela durante o inverno. Um deslumbre!

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Viagem pelas Ilhas Faroé

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Entre os ventos do Atlântico Norte, as Hébridas Exteriores da Escócia e a fascinante Islândia, aparece um conjunto intocado de ilhas e com cara de conto de fadas: as Ilhas Faroé. Pequenas e remotas sim, mas com paisagens dramáticas e cultura peculiar que fazem das Ilhas Faroé um destino imperdível para ter na sua bucket list de viagens.

Gigantescas rochas de basalto e vistas infinitas do Oceano Atlântico não parecem muito aconchegantes? Pois foi lá que os vikings noruegueses adotaram como casa, quando chegaram pela primeira vez às terras faroenses no século 9. Os faroenses possuem um modo de vida bastante peculiar, seja pela típica dança em corrente acompanhada por baladas vocais, seja pelas famosas carnes fermentadas ou pelo adorado esporte nacional, a corrida de barcos – eles sabem como manter a tradição viva por lá.

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Enquanto o mundo está ocupado sincronizando dispositivos e hábitos, essa pequena comunidade faz questão de ser à moda antiga. As casas com grama no telhado são aparadas por ovelhas, naturalmente, e as ilhas possuem um total de três semáforos, todos na capital Tórshavn. O povo faroense também mantém um íntimo relacionamento com a natureza. São pescadores apaixonados e bem treinados, sabem cozinhar muito bem e dão aulas sobre o ambiente rochoso que os cercam.

Com uma paisagem que engloba 18 ilhas e penhascos dramáticos, vales verdejanes e pântanos sem árvores, a natureza de Faroé é ao mesmo tempo desafiadora e inspiradora. As ilhas são separadas por sondas e fiordes estreitos, e tem uma população de pouco menos de 50.000 habitantes, espalhados por 17 das ilhas. Em uma delas, a ilha de Stóra Dímun, vivem apenas sete pessoas. Apesar da geografia remota, as ilhas são surpreendentemente acessíveis – a apenas duas horas de voo de diversas grandes cidades do norte da Europa.

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Algumas ilhas são acessíveis via pontes ou túneis, outras apenas por balsa ou helicóptero. Aliás, viajar de helicóptero pode soar como uma solução extravagante, mas os preços são bem mais acessíveis do que se imagina, e acaba tornando-se um ótimo meio de transporte de locações mais remotas, como a linda ilha de Mykines. Mykines é reconhecida por sua diversificada população de pássaros, incluindo pelicanos, fulmares, papagaios-do-mar e ostreiros, o pássaro nacional faroense.

Entrecortando pradarias naturais, penhascos e despenhadeiros incrivelmente íngremes, as estradas de Faroé são sinônimo de adrenalina por si só. As distâncias são pequenas e não é preciso traçar itinerários – apenas passeie por entre os vales e os pequenos vilarejos e siga seu coração.

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O mar nunca está a mais do que poucos minutos de distância. Basta seguir a estrada principal e descer em alguma das estradinhas laterais para se deparar com margens, colinas e vales repletos de vilarejos e casinhas multicoloridas cobertas de grama. Um dos vilarejos locais favoritos é a idílica Saksun, na parte norte da ilha de Streymoy, com suas pequenas casas pretas e um lindo lago à beira do oceano. Não deixe também de visitar a vila de Gjógv, na ilha Eysturoy, com um dos mais belos portos que você verá na vida.

Sua aventura faroense não estará completa sem passar um dia ou dois na capital Tórshavn, localizada na ponta sul da ilha de Streymoy. A cidade antiga de Tórshavn, que corre à beira do porto, é dos locais mais bonitos, com casas pintadas em uma bela paleta de sombras.

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Fonte: Momondo

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Costa Brava, na Espanha, um refúgio de verão

Mediterrâneos sempre foram habituados a invasões, desde os vikings aos mouros e, mais recentemente, ingleses e alemães. E nessa nada mole onda bárbara que erode suas praias todos os anos, são os espanhóis que mais têm sofrido com a presença massiva de turistas em busca de um lugar ao sol e uma mesa à sombra. Plano de fuga existe e eles sabem para onde e como fugir. Costa Brava é a direção, a menos de duas horas de Barcelona, onde o mar e a montanha se fundem e escondem pequenos segredos naturais à prova de lotação.

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Timing é fundamental: pense em uma semana para a road trip correr nos trilhos sem a sensação de perder tempo demais ou de menos. A partir da capital catalã, siga no sentido norte pelo litoral para explorar os pueblos medievais. O mar dá um banho na Côte d’Azur. Aliás, o azul aqui é a cor mais quente, apesar da água fria, e ganha tons que a Pantone ainda não decifrou.

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Comece por Calella de Palafrugell e Llafranc, e continue para Aigua-Xelida, Aiguablava, Sa Tuna, Aiguafreda – onde está o restaurante Sa Rascassa e sua imperdível salada de tomates com ventresca de atum – até Cap de Creus. Há beleza interior também, com vilarejos de pedra onde o tempo e o vento correm na contramão da civilização. Pela estrada adentro, surgem joias como os cascos históricos de Begur, Pals e Peratallada.

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A caminho de seu hotel, vale parar para ver as tendinhas de Palamós, onde está a Venimdelblau e suas peças de algodão cru para casa, e as cerâmicas de La Bisbal d’Empordà: procure pela lojinha de Annick Galimont, na Carrer Aigüeta. À noite, a parada obrigatória é jantar no hotel Mas de Torrent, com assessoria gastronômica de Fina Puigdevall, chef do Le Cols d’Olot, o dois estrelas Michelin que faz de Girona, não muito longe dali, um dos mais importantes epicentros gourmet da Espanha depois de San Sebastián.

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Enfim, o fim do caminho. Quase na divisa com a França, as duas cidades-chave da Costa Brava: Figueres e Cadaqués. A primeira, terra natal de Salvador Dalí, onde está um museu e a fundação que leva seu nome, um edifício cheio de códigos surrealistas, com ovos e pães gigantes coroando a fachada, projetado pelo próprio. Já Cadaqués, antigo refúgio do artista (de Picasso, Duchamp e Miró também), é impressionista de tão colorida, delicada, romântica.

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Ruelas, casinhas, barquinhos, buganvílias, gatos, muitos, vagabundos, à espera da féria do dia que sai das cozinhas incríveis dos restaurantes locais, abastecidos diariamente dos mais frescos frutos do mar, parte vital dos menus que o mundo conheceu a partir de Ferran Adrià, chef do estrelado (e já fechado) El Bulli, ali na região, eleito por cinco anos o melhor do planeta. Hoje, quem domina a cena é um de seus contemporâneos, Mateu Casañas, à frente do restaurante Compartir e inventor das famosas azeitonas esféricas, aquelas que explodem na boca – uma obra-prima da cozinha molecular que só poderia ter nascido em solo fértil para surrealismos de todas as formas.

Fonte: Casa Vogue

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A ilha no Japão conhecida como “Pérola do Oriente”

Por mais que pareça que todo canto do planeta já tenha sido devidamente documentado, explorado e registrado – e que não existe mais nenhum local incrível e novo para se descobrir e incluir naquela lista imaginária de lugares que você precisa conhecer – sempre haverá uma nova ilha, uma praia deserta, uma pequena cidade que se revela como uma pequena porção do paraíso na Terra. Pois pode anotar: esse lugar é a ilha de Yoron, no Japão.

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Trata-se de uma pequena ilha tropical, com somente 23 km de circunferência e cerca de 6 mil moradores que vivem cercados de águas diáfanas e recifes de corais esplendorosos. Rodeada por outras ilhas e localizada a 25 km do continente, não é por acaso que Yoron é conhecida como a “Pérola do Oriente”, um lugar perfeito para o mergulho, a prática de esportes marinhos, ou para simplesmente se curtir os prazeres da exuberância natural do local.

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Uma das mais curiosas atrações de Yoron é a praia de Yurigahama. Seu apelido de “Praia fantasma” é perfeitamente ilustrativo: ela só aparece duas ou três vezes por mês, durante a maré baixa. Localizada a 1,5 km da costa, ela é, na realidade, um banco de areia que te permite deitar-se e pegar um sol no meio do mar, em um diminuto pedaço de areia sempre prestes a desaparecer.

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Para ilustrar o quão especial é o lugar, alguns grãos de areia de suas praias possuem o formato de pequenas estrelas. A lenda diz que se você conseguir reunir um número de estrelas de areia equivalente à sua idade, a prosperidade estará garantida em sua vida.

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Os moradores de Yoron vivem da pesca, do turismo e do cultivo de cana de açúcar, mas convenhamos que não é preciso de muito mais quando se vive em um lugar como esse. :)

Fonte: Hypeness

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Parece cenário, mas é o jardim mais valioso do mundo!

Se você está pensando que o jardim mais sofisticado do mundo está repleto de adornos em ouro e diamantes, enganou-se. Mas isso não quer dizer que ele não seja um dos mais especiais recantos naturais: extremamente luxuoso e completamente orgânico, parece até um cenário criado artificialmente.

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Leonardslee Garden, em West Sussex, na Inglaterra é a tradução da exuberância. A  propriedade de 225 hectares é  repleta de belas flores, lagos, cachoeiras e uma imensa gama de espécies de árvores. Os jardins estão cheios de camélias, magnólias, azaleias e orquídeas, entre outras belíssimas flores.

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O jardim é propriedade de uma família desde que Sir Edmund Loder comprou a terra, em 1889, e abriu ao público após 101 anos. Tudo isso mudou em 2010, quando Robin Loder, que representa a quinta geração de Loders, deveria cuidar dos Leonardslee.

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No entanto, contra a vontade de outros membros da família, vendeu os jardins pela soma de 7,62 milhões dólares para um comprador anônimo, que desejava  interromper o acesso público aos jardins. A família luta para que o parque seja reaberto outra vez a público, como era da vontade de seu fundador.

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Os ingleses agora acompanham de perto o desenrolar da história na expectativa da reabertura do parque.

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Galápagos, paraíso para os amantes da natureza

Imagine o privilégio de poder conhecer um dos raros lugares do planeta ainda pouco afetados pela devastação humana. No arquipélago de Galápagos, cerca de 95% é área de preservação, o que dá a noção da riqueza natural desse conjunto de ilhas do Pacífico, apelidado – muito apropriadamente – de Ilhas Encantadas.

Distante mil quilômetros da costa do Equador, Galápagos é a segunda maior reserva marinha do mundo. Emergiu ao oceano há cinco milhões de anos, como resultado das erupções vulcânicas submarinas, e até hoje surpreende e encanta seus visitantes, com sua diversidade de flora e fauna.

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As Ilhas Galápagos foram declaradas parque nacional em 1959 e Patrimônio da Humanidade pela UNESCO em 1978. Curiosamente, foi descoberta em 1532, mas colonizada somente três séculos mais tarde, o que garantiu a biodiversidade intocada durante anos. Seu nome vem das gigantes tartarugas que medem até dois metros de comprimento. Elas dividem a atenção (e os flashes) dos visitantes com as iguanas e leões-marinhos, que transitam tranquilamente pelas ilhas.

Não foi à toa que tanta particularidade inspirou o naturalista inglês Charles Darwin, em 1835, a passar cinco semanas na região, tecendo um estudo profundo que gerou uma das teorias humanas mais debatidas até os dias atuais, a Teoria Evolução das Espécies. Segundo ele, os animais alterariam suas características para adaptar-se a um novo ambiente, que se transformaria constantemente pelas profundas forças geológicas e climáticas da natureza.

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É possível visitar Galápagos em qualquer época do ano. Entre junho e novembro costuma ser o melhor período de mergulho, por causa da quantidade maior de peixes. Já de dezembro a abril, o clima é mais ensolarado, mas com pancadas de chuva quase diárias. Visitar todas as ilhas de Galápagos é tarefa quase impossível. Afinal, são 13 ilhas maiores, seis ilhas menores e mais de uma centena de ilhotas e rochedos, que totalizam uma área terrestre de mais de 8.000 km². Cada uma delas possui atrativos únicos e paisagens memoráveis. Confira algumas das principais (outras incluem Ilha SeymourIlha Santa MariaIlha de GenovesaIlha de WolfIlha Pintada e Ilha Bella)

Para aprofundar os conhecimentos científicos, não deixe de visitar locais de estudo e pesquisa nas ilhas. Entre elas, a Fundação Charles Darwin, que mantém o programa de reprodução e criação de tartarugas terrestres gigantes em cativeiro. Dá para chegar pertinho delas e garantir ótimas fotos.

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Fonte: Momondo

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San Andrés: o Caribe colombiano

Na vizinha Colômbia, fica uma ilha caribenha ao mesmo tempo linda e acessível: a ilha de San Andrés. Sede do arquipélago de San Andrés, Providência Santa Catalina, San Andrés é território da Colômbia, ainda que fique na costa da Nicarágua. É, na verdade, bem pequena – apenas 26 quilômetros quadrados, ou seja, garantia de que vai dar pra ver tudo!

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Cortada por uma pequena cadeia de montanhas, San Andrés formou-se pela erupção de um antigo vulcão que lançou pedras do fundo do mar para a superfície, criando a maioria das ilhas. É famosa pelo seu “mar de sete cores”, com águas cristalinas de inacreditáveis variações de tons de verde e azul do mar, formando uma paisagem única e um convite a um mergulho em meio aos peixes coloridos.

Além do câmbio favorável e da natureza estonteante, o povo hospitaleiro e animado é um dos maiores trunfos de San Andrés. Curiosidade: lá fala-se o inglês crioulo – “Kríol” ou “Creole English”. Trata-se, aliás, de uma ilha pobre e sem luxos excessivos para os turistas, mas com atrações naturais tão lindas e surpreendentes que encantam até os visitantes mais exigentes. É possível visitar a ilha em qualquer época do ano, uma vez que as temperaturas praticamente não saem da casa entre 28 e 30 graus. As chuvas são raras, mas mais frequentes entre maio e novembro. E felizmente San Andrés não está na rota de ciclones e furacões que atingem o Caribe todos os anos.

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Há opções de hospedagem em San Andrés para todos os gostos e bolsos. De ótimos resorts a hotéis tradicionais, passando pelos hostels mais em conta. A melhor dica para conhecer o máximo da ilha é alugar um carrinho de golfe. É o veículo preferido para quem gosta de circular com calma e apreciar as paisagens. Cabem até quatro pessoas em cada carro, e o custo médio é de COP 70.000 (R$ 75). Também dá para alugar um carro normal ou até uma scooter, opção sempre prática e divertida.

O que não pode faltar em uma ilha caribenha? Praias, claro! E em San Andrés são várias e todas muito belas. Como muitas delas sequer têm nome, a melhor dica é caminhar pela orla, apreciar as paisagens e escolher a que mais lhe agrada. A praia mais popular é a Peatonal, no centro da ilha, famosa por seu mar de poucas ondas. É a que tem melhor estrutura para os turistas, com direito a calçadão e lojinhas.

Dica: Não dá para deixar de ver de perto o Hoyo Soplador (Olho Soprador), um fenda no meio das pedras que solta vento devido à força do balanço das ondas do mar.

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Sofisticação em meio ao Atacama

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A pequena San Pedro de Atacama, que fica no meio do deserto chileno, o mais árido do mundo, foi durante muito tempo um concorrido ponto de encontro de mochileiros de estrada da América Latina. O perfil alternativo e barato do lugar começou a mudar em 1998, quando o povoado foi descoberto por europeus. Naquele ano, foi inaugurado o primeiro resort da região.

Os nativos do local perceberam, então, que era hora de substituir os campings por pousadas mais confortáveis, e a rua central foi invadida por restaurantes sofisticados. Em 2008, mais três luxuosos hotéis abriram suas portas na região. Os hotéis “oásis” trabalham com sistema all inclusive de hospedagem – três refeições por dia, bebidas à vontade e passeios. Têm, ainda, a comodidade de um spa em suas dependências, pago à parte. E preços à altura de tantos mimos: os pacotes de três noites variam entre US$ 1.064 e US$ 1.920 por pessoa.

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O Kunza, com 60 quartos, é o maior da região e o único entre os cinco-estrelas com televisão e frigobar nos quartos. De tão grande, os hóspedes se deslocam em carrinhos de golfe. O spa mais sofisticado de San Pedro fica no Tierra Atacama. Os tratamentos são feitos com produtos L’Occitane e há banhos de vapor, jacuzzi e piscina aquecida coberta com hidromassagem, jatos e cascatas. Nos quartos, varanda privativa e a vista do Vulcão Licancabur compensam a ausência da TV. O ponto negativo desses dois hotéis é a localização: ambos ficam a 2,5 quilômetros de distância da vila. Pode parecer pouco, mas não é aconselhável fazer o trajeto a pé durante a noite, quando San Pedro fica cheio de cães e animais noturnos.

O menor, porém não menos luxuoso, da região, o hotel boutique Awassi tem apenas oito quartos, todos com jipe e motorista para passeios a qualquer momento. Além da opção de traslado de Santiago a Calama, cidade a uma hora de carro de San Pedro, em avião fretado. Preço da mordomia: US$ 800. O cardápio mais interessante de bebidas incluídas está também no Awassi, com uísque 12 anos, bons vinhos e até uma curiosa vodca grega.

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A localização, espremida entre montanhas e um lago, garante um visual impecável ao Alto Atacama. A arquitetura integrada à paisagem privilegia a simplicidade e o uso de materiais naturais como palha e madeira. A decoração usa peças de artesãos da região. Os operadores chilenos estão empolgados com a nova fase de San Pedro, um destino novo e potente.

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Desvende Moçambique

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Portugal parece ter desenvolvido um certo dom em reconhecer potenciais em destinos que, anos mais tarde, acabariam tornando-se distantes paraísos turísticos. Foi assim em cidades brasileiras, como Salvador e Rio de Janeiro, e também no continente africano, em países como a África do Sul, Namíbia e Ilhas Maurício, ainda que a presença lusa tenha sido discretas e com poucas consequências.

Mas foi durante a viagem clássica em busca do caminho marítimo para a Índia que os navegadores experientes chegariam a um dos mais belos pontos do sul da África: Moçambique.

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A viagem pelo lugar começa em Maputo, a capital moçambicana que fica a uma hora de avião de Johannesburgo, na vizinha África do Sul. A cidade ainda convive com as consequências da época da guerra civil, como edifícios mal preservados, serviços falhos, como transporte público, e uma estrutura ainda pouco convidativa.

A infraestrutura turística deste país da costa leste do continente, que conquistou a independência recentemente, em 1975, ainda engatinha. Mas os locais fazem de tudo para receber bem os viajantes que, há pouco mais de uma década, voltaram a visitar o país.

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O melhor mesmo ainda são as praias tranquilas de águas mansas e mornas do Índico, que fazem do local o paraíso dos amantes dos esportes náuticos, como jet ski, canoagem e mergulho. É uma viagem ideal para famílias com crianças. A sequência de praias do lado noroeste da ilha costuma ser cenário para fins de tarde e pores do sol de belezas únicas.

O turismo se desenvolve em passos lentos no país, mesmo assim, Moçambique já figura na lista de destinos africanos mais procurados por viajantes que buscam paraísos que ainda preservem seu estilo rústico.

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Cidade à beira do abismo

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Só de chegar na cidade de Bozouls, no sul da França, você já perde o fôlego! Ela está debruçada sobre um cânion em formato de ferradura de 400 metros de diâmetro e 100 metros de profundidade, escavado com o passar dos anos graças a ação erosiva da água corrente do rio Dourdou. Empoleirada na borda da curva, Bozouls conta assim com uma fortaleza natural de proteção.

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O cenário também é resultado da sucessão de eras de gelo que ocorreram há milhões de anos, que fez com que geleiras avançassem e recuassem, criando rios e a paisagem de hoje.

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Fonte: Nômades Digitais

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