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Category Archives: Natureza

As paisagens mais alucinantes do planeta

Certas fotografias de lugares mundo afora parecem de mentira, frutos de algum sonho surreal que a gente não consegue explicar ou de técnicas de programas de tratamento de imagem. Mas o mundo ainda consegue surpreender até mesmo os viajantes mais experientes e esconde endereços que (por sorte) são pouco explorados pelo Homem.

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Lonely Planet, maior editora de guias de viagem do mundo, divulgou uma lista com alguns destes destinos, donos das paisagens mais alucinantes do planeta!

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Entre os mais impactantes da lista estão experiências únicas, como a observação da Aurora Boreal, em Kiruna, na Suécia; caminhadas entre as rochas de arenito na fronteira entre os estados do Arizona e Utah, nos Estados Unidos; visitas a crateras de vulcões de difícil acesso, no Quênia; e observação do pontual gêiser Strokkur, na Islândia, que lança jatos de água a cada quatro ou oito minutos.

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Confira na íntegra todas as experiências listadas pelo guia:

- As cortinas de luz da Aurora Boreal de Kiruna, no norte da Suécia. O fenômeno ocorre também, entre novembro e março, no Alasca, Canadá e na Escócia;

Yellowstone National Park, em Wyoming, conhecido pelas cores impressionantes do Grand Prismatic, o maior poço termal dos Estados Unidos;

- Planície de Valensole, nos Alpes da Alta Provença, endereço francês conhecido pelos coloridos campos de lavanda, no verão europeu;

- Gêiser Strokkur, na Islândia, uma das regiões, geologicamente, mais ativas do mundo;

- The Wave, em Coyote Buttes, entre o Arizona e Utah;

- Cachoeira Nideck, na Alsácia, França, localizada  sob um castelo em ruínas de um floresta local;

- Vulcão Nabiyotum, no Quênia, situado ao norte do lago Turkana, considerado o maior lago alcalino do mundo;

- Parque Nacional Plitvice Lakes, na Croácia, declarado Patrimônio Mundial pela Unesco;

- Cachoeira no Glacial Mýrdalsjökull, no sul da Islândia;

- Yuanyuang, na China, e seus platôs de arrozais.

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O ritmo tranquilo do Laos

O tempo é diferente no Laos, tudo caminha mais lentamente. O comércio abre e fecha as portas tarde. Um percurso de 100 quilômetros custa quatro horas – ou até mais – ao motorista de ônibus e seus passageiros e até os turistas parecem mais tranquilos por lá. Enquanto na Tailândia o clima é de festa, curtição e badalação, no Laos tudo é feito com tranquilidade, do jeito que a tradição budista manda.

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O destino mais concorrido é Luang Prabang, cidade declarada patrimônio da Humanidade pela Unesco em 1995. O local tem um clima de cidadezinha do interior. As ruas não são pavimentadas e bicicletas rodam por toda parte. Os laocianos esbanjam simpatia e, vestidos de monges ou com vestimentas locais, despertam a curiosidade dos turistas quase na mesma proporção em que eles olham com atenção para os seus visitantes.  Enfeitam as ruas 32 templos budistas, que harmonizam com as construções de arquitetura dos antigos colonizadores franceses.

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Luang Prabang fica localizada entre dois rios — Mekong e Nam Khan — que não apenas são fonte de sustento para a população como enfeitam ainda mais a região formada por montanhas e florestas. As cachoeiras de Kuang Si impressionam pelo tom azul claro e força das quedas d’água. No fim do dia, vale à pena subir até o Monte Phousi, que tem vista para ambos os rios e fica na parte antiga de Luang Prabang, para um programa inevitável em todas as viagens na Ásia: contemplar o pôr do sol do oriente.

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Para os turistas mais aventureiros e descolados, vale conhecer também Vang Vieng, que fica entre Vientiane, a capital, e Luang Prabang. Frequentada por um público jovem, é um ótimo lugar pra quem curte natureza, pois o rio que  cruza a cidade presenteia seus visitantes com várias cachoeiras dignas de cenário de filme. A principal atividade em Vang Vieng é fazer o Tubing – descer o rio de boia e ir parando nos bares da borda pra tomar cerveja, o que explica o fato de os jovens serem os principais turistas por lá.

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Para entender melhor a cultura deste pequeno país, é ideal gastar pelo menos dois dias na capital, Vientiane. Com jeito de cidade de interior, no lugar, tipicamente laociano em sua essência,  é possível também perceber as digitais dos colonizadores franceses. Largos boulevares abrigam templos budistas e até uma réplica do Arco do Triunfo, lá conhecido como Patuxai, construído em 1969. Quando o assunto são templos, poucas construções nessa parte do mundo ganham em beleza de Pha That Luang. A veneração à Buda é tanta no país que Vientiane tem até um parque dedicado a ele.

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Em Xieng Khuan, ou Buda Park, construído em 1958, são centenas de estátuas budistas e hinduístas. Para entender um pouco mais da história deste país é recomendável uma visita ao Museu de História Nacional do Laos. Com explicações em inglês e na língua local, o museu abrange boa parte da história recente do país, da ocupação francesa à luta pela independência até a vitória dos comunistas, em 1975. As principais atrações de Vientiane se encontram a curtas distâncias umas das outras e é possível percorrer toda a cidade a pé, apreciando a arquitetura de seus templos e o jeito pacato de viver dos seus habitantes.

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Praia vermelha

Quando pensamos em praia, logo vem à mente uma imensidão azul, complementada pelo branco da areia. Mas esta concepção em nada tem a ver com a Praia Vermelha, em Panjim, na China. Sucesso entre os turistas que visitam a região, a praia ganhou este nome justamente porque a cor predominante nela é o vermelho vivo.

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O que causa este visual muito inusitado é um tipo de erva daninha do mar, que nasce no solo alcalino-salino. Esta erva começa a crescer entre os meses de abril e maio e permanece verde durante todo o verão. No entanto, é com a chegada do outono que a transformação acontece, quando a coloração muda completamente, transformando tudo em um vermelho intenso.

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A sensação é de que a praia foi coberta por um tapete, tudo por causa do fenômeno raro, mas que deixa o visual incrível. A maior parte da Praia Vermelha é uma reserva natural fechada ao público, mas o pouco que se revela surpreende os visitantes. Uma das paisagens mais inusitadas da natureza, com certeza.

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Fregate Private Island: Um paraíso particular

Localizado em uma ilha particular de 2,19 quilômetros quadrados, em meio ao Oceano Índico, o Fregate Private Island é uma joia de conforto e exclusividade nas Ilhas Seychelles. Parte do grupo Oetker, o empreendimento conta com apenas 16 bangalôs de 400 m² a 700 m² encravados nas rochas, de frente para o mar.

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Naturalmente isolados pela geografia da ilha, todos contam com terraço e piscina de borda infinita privativos, além de banheira de hidromassagem. A estadia mínima de sete dias sai a partir de 4.050 euros por diária.

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No total, a propriedade oferece sete praias de águas azul-turquesa e quentes, sendo que os hóspedes (se não reservarem a ilha toda para seu grupo) podem requisitar exclusividade de uma das praias por um período previamente programado. Durante a estadia é possível praticar diferentes atividades aquáticas, tais como vela, windsurfe, caiaque, snorkeling, mergulho ou pesca em alto-mar.

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O restaurante da ilha é reconhecido internacionalmente e tem nada mais nada menos que seis estrelas Michelin. O jantar ainda conta com uma exuberante vista para o Oceano Índico. A ilha possui doislounges - sendo um casual e outro mais formal, para a noite. Ambos mesclam uma decoração tradicional com design contemporâneo exuberante.

E você, levaria quem para essa ilha deserta?

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Você pode ter seu pedaço do paraíso :)

Para quem puder desembolsar US$ 23 milhões, o sonho de ter uma ilha particular não está tão distante. A Keswick Island, na região australiana de Whitsundays, é uma maravilha natural no meio da Grande Barreira de Corais e pertence ao “amigo da família real” Edward Dawson-Domer.

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Segundo a corretora de imóveis Colliers International, o local tem capacidade para receber até 1.000 moradias e 3.000 pessoas. A ilha, no entanto, é o símbolo de uma das belezas naturais mais ameaçadas pelas ações do homem. Com milhões gastos em turismo e o aumento da temperatura da água, os corais sofrem com as mudanças em seu habitat.

Com a perda das condições ideais de existência, as algas que fornecem os nutrientes para esses organismos não conseguem mais sobreviver e acabam morrendo, ficando com a cor esbranquiçada dos corais mortos. A esperança da agência é que o comprador da ilha a transforme em um santuário da vida marinha.

Fonte: Forbes

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