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Category Archives: Natureza

Desvende Moçambique

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Portugal parece ter desenvolvido um certo dom em reconhecer potenciais em destinos que, anos mais tarde, acabariam tornando-se distantes paraísos turísticos. Foi assim em cidades brasileiras, como Salvador e Rio de Janeiro, e também no continente africano, em países como a África do Sul, Namíbia e Ilhas Maurício, ainda que a presença lusa tenha sido discretas e com poucas consequências.

Mas foi durante a viagem clássica em busca do caminho marítimo para a Índia que os navegadores experientes chegariam a um dos mais belos pontos do sul da África: Moçambique.

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A viagem pelo lugar começa em Maputo, a capital moçambicana que fica a uma hora de avião de Johannesburgo, na vizinha África do Sul. A cidade ainda convive com as consequências da época da guerra civil, como edifícios mal preservados, serviços falhos, como transporte público, e uma estrutura ainda pouco convidativa.

A infraestrutura turística deste país da costa leste do continente, que conquistou a independência recentemente, em 1975, ainda engatinha. Mas os locais fazem de tudo para receber bem os viajantes que, há pouco mais de uma década, voltaram a visitar o país.

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O melhor mesmo ainda são as praias tranquilas de águas mansas e mornas do Índico, que fazem do local o paraíso dos amantes dos esportes náuticos, como jet ski, canoagem e mergulho. É uma viagem ideal para famílias com crianças. A sequência de praias do lado noroeste da ilha costuma ser cenário para fins de tarde e pores do sol de belezas únicas.

O turismo se desenvolve em passos lentos no país, mesmo assim, Moçambique já figura na lista de destinos africanos mais procurados por viajantes que buscam paraísos que ainda preservem seu estilo rústico.

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Cidade à beira do abismo

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Só de chegar na cidade de Bozouls, no sul da França, você já perde o fôlego! Ela está debruçada sobre um cânion em formato de ferradura de 400 metros de diâmetro e 100 metros de profundidade, escavado com o passar dos anos graças a ação erosiva da água corrente do rio Dourdou. Empoleirada na borda da curva, Bozouls conta assim com uma fortaleza natural de proteção.

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O cenário também é resultado da sucessão de eras de gelo que ocorreram há milhões de anos, que fez com que geleiras avançassem e recuassem, criando rios e a paisagem de hoje.

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Fonte: Nômades Digitais

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Cenários paradisíacos no sul da Tailândia

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Mesmo se você ainda não visitou a Tailândia, provavelmente já conhece alguns de seus cenários paradisíacos. É no sul do país que ficam as ilhas paradisíacas que já serviram de cenários para filmes de James Bond e para “A Praia”, com Leonardo di Caprio. E são justamente essas ilhas as mais requisitadas da região.

Localizadas na região de Phuket, Khao Phing Kan e Koh Phi Phi são paradas imperdíveis para alguns e pontos de fuga para outros, devido ao grande número de turistas que frequentam a região. Phi Phi é um dos lugares mais desejados da Tailândia, especialmente para quem gosta de badalação. Com praias paradisíacas e vida noturna agitada, atrai principalmente turistas sedentos por um lugar ao sol. Um dos passeios mais disputados na região é o que leva até a famosa praia do filme estrelado por Leonardo di Caprio, que também inclui uma visita à praia dos macacos “Monkey Beach” e passa por uma caverna viking onde mora um povo primitivo.

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Desde 1974 (e do filme 007 contra o Homem com a Pistola de Ouro) Khao Phing Kan é chamada simplesmente de “ilha do James Bond”. A grande atração por ali é curtir os paredões de pedra em meio ao mar paradisíaco, que normalmente está incluído nos pacotes de quem chega até ali de Phuket. Não é permitido circular pela região sem guias, por serem áreas de reservas naturais, portanto, é preciso contratar um pacote cujo valor pode variar de acordo com o ponto de partida.

Já Samui, considerada a terceira maior ilha da Tailândia, está situada no mar de Esmeralda do Golfo da Tailândia. A ilha tem aeroporto que recebe vôos de Bangkok e Phuket. Para percorrer a região, a dica é alugar uma motocicleta por cerca de cinco dólares por dia.

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Completamente fora do mundo, Koh Samui é considerado o destino ideal para todos aqueles que procuram a paz num cenário encantador. Um destino turístico apreciado pelo charme natural e pelas praias de areia branca, barreiras de corais e uma bela paisagem repleta de coqueiros. As mais exóticas e animadas praias são Lamai, que ainda é tranquila mas está caminhando rumo ao fervo turístico, e Chaweng, que se parece com Phuket, sempre lotada, com hotéis cinco estrelas e bangalozinhos de madeira na orla.

Ao norte, a calma maior:  na praia de Mae Nam, onde fica o elegantíssimo hotel Napasai, da rede Orient-Express, com vilas e suítes de frente para o mar. Depois vem a pitoresca Bophut, famosa pelo centrinho conhecido como Fisherman’s Village. As cabanas de madeira eram usadas antigamente como casas e lojas por uma comunidade chinesa. A vila tem influência de imigrantes franceses, o que lhe confere um clima ao mesmo tempo rústico e mediterrâneo.

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Na região, não deixe de curtir um pôr do sol em Buddha Beach por causa de sua grande estátua de Buda. Nunca mais vai você irá esquecer este cenário!

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Ilha de cinema

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Esta pequena ilha é puro luxo e está prestes a se tornar seu mais novo sonho de consumo! O diretor de “O Poderoso Chefão”, Francis Ford Coppola, 77 anos, divulgou recentemente o mais novo refúgio de seu portfólio de resorts: Coral Caye, uma minúscula ilha caribenha que já foi usada como recanto familiar. O resort, que tem quase 1 hectare de área, acomoda até 12 pessoas, com diárias a partir de US$ 895.

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Mas é ideal para um casal, dispondo de dois chalés rústicos de madeira, canoas, redes e equipamento para mergulho com snorkel. Serviço de mordomo, um chefe de cozinha particular e tratamentos de spa também estão disponíveis. Em outras palavras, um irrecusável destino cinematográfico.

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Parece cenário, mas é o jardim mais valioso do mundo!

Se você está pensando que o jardim mais sofisticado do mundo está repleto de adornos em ouro e diamantes, enganou-se. Mas isso não quer dizer que ele não seja um dos mais especiais recantos naturais: extremamente luxuoso e completamente orgânico, parece até um cenário criado artificialmente.

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Leonardslee Garden, em West Sussex, na Inglaterra é a tradução da exuberância. A  propriedade de 225 hectares é  repleta de belas flores, lagos, cachoeiras e uma imensa gama de espécies de árvores. Os jardins estão cheios de camélias, magnólias, azaleias e orquídeas, entre outras belíssimas flores.

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O jardim é propriedade de uma família desde que Sir Edmund Loder comprou a terra, em 1889, e abriu ao público após 101 anos. Tudo isso mudou em 2010, quando Robin Loder, que representa a quinta geração de Loders, deveria cuidar dos Leonardslee.

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No entanto, contra a vontade de outros membros da família, vendeu os jardins pela soma de 7,62 milhões dólares para um comprador anônimo, que desejava  interromper o acesso público aos jardins. A família luta para que o parque seja reaberto outra vez a público, como era da vontade de seu fundador.

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Os ingleses agora acompanham de perto o desenrolar da história na expectativa da reabertura do parque.

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As paisagens mais alucinantes do planeta

Certas fotografias de lugares mundo afora parecem de mentira, frutos de algum sonho surreal que a gente não consegue explicar ou de técnicas de programas de tratamento de imagem. Mas o mundo ainda consegue surpreender até mesmo os viajantes mais experientes e esconde endereços que (por sorte) são pouco explorados pelo Homem.

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Lonely Planet, maior editora de guias de viagem do mundo, divulgou uma lista com alguns destes destinos, donos das paisagens mais alucinantes do planeta!

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Entre os mais impactantes da lista estão experiências únicas, como a observação da Aurora Boreal, em Kiruna, na Suécia; caminhadas entre as rochas de arenito na fronteira entre os estados do Arizona e Utah, nos Estados Unidos; visitas a crateras de vulcões de difícil acesso, no Quênia; e observação do pontual gêiser Strokkur, na Islândia, que lança jatos de água a cada quatro ou oito minutos.

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Confira na íntegra todas as experiências listadas pelo guia:

- As cortinas de luz da Aurora Boreal de Kiruna, no norte da Suécia. O fenômeno ocorre também, entre novembro e março, no Alasca, Canadá e na Escócia;

Yellowstone National Park, em Wyoming, conhecido pelas cores impressionantes do Grand Prismatic, o maior poço termal dos Estados Unidos;

- Planície de Valensole, nos Alpes da Alta Provença, endereço francês conhecido pelos coloridos campos de lavanda, no verão europeu;

- Gêiser Strokkur, na Islândia, uma das regiões, geologicamente, mais ativas do mundo;

- The Wave, em Coyote Buttes, entre o Arizona e Utah;

- Cachoeira Nideck, na Alsácia, França, localizada  sob um castelo em ruínas de um floresta local;

- Vulcão Nabiyotum, no Quênia, situado ao norte do lago Turkana, considerado o maior lago alcalino do mundo;

- Parque Nacional Plitvice Lakes, na Croácia, declarado Patrimônio Mundial pela Unesco;

- Cachoeira no Glacial Mýrdalsjökull, no sul da Islândia;

- Yuanyuang, na China, e seus platôs de arrozais.

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O ritmo tranquilo do Laos

O tempo é diferente no Laos, tudo caminha mais lentamente. O comércio abre e fecha as portas tarde. Um percurso de 100 quilômetros custa quatro horas – ou até mais – ao motorista de ônibus e seus passageiros e até os turistas parecem mais tranquilos por lá. Enquanto na Tailândia o clima é de festa, curtição e badalação, no Laos tudo é feito com tranquilidade, do jeito que a tradição budista manda.

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O destino mais concorrido é Luang Prabang, cidade declarada patrimônio da Humanidade pela Unesco em 1995. O local tem um clima de cidadezinha do interior. As ruas não são pavimentadas e bicicletas rodam por toda parte. Os laocianos esbanjam simpatia e, vestidos de monges ou com vestimentas locais, despertam a curiosidade dos turistas quase na mesma proporção em que eles olham com atenção para os seus visitantes.  Enfeitam as ruas 32 templos budistas, que harmonizam com as construções de arquitetura dos antigos colonizadores franceses.

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Luang Prabang fica localizada entre dois rios — Mekong e Nam Khan — que não apenas são fonte de sustento para a população como enfeitam ainda mais a região formada por montanhas e florestas. As cachoeiras de Kuang Si impressionam pelo tom azul claro e força das quedas d’água. No fim do dia, vale à pena subir até o Monte Phousi, que tem vista para ambos os rios e fica na parte antiga de Luang Prabang, para um programa inevitável em todas as viagens na Ásia: contemplar o pôr do sol do oriente.

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Para os turistas mais aventureiros e descolados, vale conhecer também Vang Vieng, que fica entre Vientiane, a capital, e Luang Prabang. Frequentada por um público jovem, é um ótimo lugar pra quem curte natureza, pois o rio que  cruza a cidade presenteia seus visitantes com várias cachoeiras dignas de cenário de filme. A principal atividade em Vang Vieng é fazer o Tubing – descer o rio de boia e ir parando nos bares da borda pra tomar cerveja, o que explica o fato de os jovens serem os principais turistas por lá.

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Para entender melhor a cultura deste pequeno país, é ideal gastar pelo menos dois dias na capital, Vientiane. Com jeito de cidade de interior, no lugar, tipicamente laociano em sua essência,  é possível também perceber as digitais dos colonizadores franceses. Largos boulevares abrigam templos budistas e até uma réplica do Arco do Triunfo, lá conhecido como Patuxai, construído em 1969. Quando o assunto são templos, poucas construções nessa parte do mundo ganham em beleza de Pha That Luang. A veneração à Buda é tanta no país que Vientiane tem até um parque dedicado a ele.

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Em Xieng Khuan, ou Buda Park, construído em 1958, são centenas de estátuas budistas e hinduístas. Para entender um pouco mais da história deste país é recomendável uma visita ao Museu de História Nacional do Laos. Com explicações em inglês e na língua local, o museu abrange boa parte da história recente do país, da ocupação francesa à luta pela independência até a vitória dos comunistas, em 1975. As principais atrações de Vientiane se encontram a curtas distâncias umas das outras e é possível percorrer toda a cidade a pé, apreciando a arquitetura de seus templos e o jeito pacato de viver dos seus habitantes.

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Sofisticação em meio ao Atacama

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A pequena San Pedro de Atacama, que fica no meio do deserto chileno, o mais árido do mundo, foi durante muito tempo um concorrido ponto de encontro de mochileiros de estrada da América Latina. O perfil alternativo e barato do lugar começou a mudar em 1998, quando o povoado foi descoberto por europeus. Naquele ano, foi inaugurado o primeiro resort da região.

Os nativos do local perceberam, então, que era hora de substituir os campings por pousadas mais confortáveis, e a rua central foi invadida por restaurantes sofisticados. Em 2008, mais três luxuosos hotéis abriram suas portas na região. Os hotéis “oásis” trabalham com sistema all inclusive de hospedagem – três refeições por dia, bebidas à vontade e passeios. Têm, ainda, a comodidade de um spa em suas dependências, pago à parte. E preços à altura de tantos mimos: os pacotes de três noites variam entre US$ 1.064 e US$ 1.920 por pessoa.

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O Kunza, com 60 quartos, é o maior da região e o único entre os cinco-estrelas com televisão e frigobar nos quartos. De tão grande, os hóspedes se deslocam em carrinhos de golfe. O spa mais sofisticado de San Pedro fica no Tierra Atacama. Os tratamentos são feitos com produtos L’Occitane e há banhos de vapor, jacuzzi e piscina aquecida coberta com hidromassagem, jatos e cascatas. Nos quartos, varanda privativa e a vista do Vulcão Licancabur compensam a ausência da TV. O ponto negativo desses dois hotéis é a localização: ambos ficam a 2,5 quilômetros de distância da vila. Pode parecer pouco, mas não é aconselhável fazer o trajeto a pé durante a noite, quando San Pedro fica cheio de cães e animais noturnos.

O menor, porém não menos luxuoso, da região, o hotel boutique Awassi tem apenas oito quartos, todos com jipe e motorista para passeios a qualquer momento. Além da opção de traslado de Santiago a Calama, cidade a uma hora de carro de San Pedro, em avião fretado. Preço da mordomia: US$ 800. O cardápio mais interessante de bebidas incluídas está também no Awassi, com uísque 12 anos, bons vinhos e até uma curiosa vodca grega.

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A localização, espremida entre montanhas e um lago, garante um visual impecável ao Alto Atacama. A arquitetura integrada à paisagem privilegia a simplicidade e o uso de materiais naturais como palha e madeira. A decoração usa peças de artesãos da região. Os operadores chilenos estão empolgados com a nova fase de San Pedro, um destino novo e potente.

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Praia vermelha

Quando pensamos em praia, logo vem à mente uma imensidão azul, complementada pelo branco da areia. Mas esta concepção em nada tem a ver com a Praia Vermelha, em Panjim, na China. Sucesso entre os turistas que visitam a região, a praia ganhou este nome justamente porque a cor predominante nela é o vermelho vivo.

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O que causa este visual muito inusitado é um tipo de erva daninha do mar, que nasce no solo alcalino-salino. Esta erva começa a crescer entre os meses de abril e maio e permanece verde durante todo o verão. No entanto, é com a chegada do outono que a transformação acontece, quando a coloração muda completamente, transformando tudo em um vermelho intenso.

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A sensação é de que a praia foi coberta por um tapete, tudo por causa do fenômeno raro, mas que deixa o visual incrível. A maior parte da Praia Vermelha é uma reserva natural fechada ao público, mas o pouco que se revela surpreende os visitantes. Uma das paisagens mais inusitadas da natureza, com certeza.

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Fregate Private Island: Um paraíso particular

Localizado em uma ilha particular de 2,19 quilômetros quadrados, em meio ao Oceano Índico, o Fregate Private Island é uma joia de conforto e exclusividade nas Ilhas Seychelles. Parte do grupo Oetker, o empreendimento conta com apenas 16 bangalôs de 400 m² a 700 m² encravados nas rochas, de frente para o mar.

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Naturalmente isolados pela geografia da ilha, todos contam com terraço e piscina de borda infinita privativos, além de banheira de hidromassagem. A estadia mínima de sete dias sai a partir de 4.050 euros por diária.

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No total, a propriedade oferece sete praias de águas azul-turquesa e quentes, sendo que os hóspedes (se não reservarem a ilha toda para seu grupo) podem requisitar exclusividade de uma das praias por um período previamente programado. Durante a estadia é possível praticar diferentes atividades aquáticas, tais como vela, windsurfe, caiaque, snorkeling, mergulho ou pesca em alto-mar.

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O restaurante da ilha é reconhecido internacionalmente e tem nada mais nada menos que seis estrelas Michelin. O jantar ainda conta com uma exuberante vista para o Oceano Índico. A ilha possui doislounges - sendo um casual e outro mais formal, para a noite. Ambos mesclam uma decoração tradicional com design contemporâneo exuberante.

E você, levaria quem para essa ilha deserta?

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