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Category Archives: Natureza

Galápagos, paraíso para os amantes da natureza

Imagine o privilégio de poder conhecer um dos raros lugares do planeta ainda pouco afetados pela devastação humana. No arquipélago de Galápagos, cerca de 95% é área de preservação, o que dá a noção da riqueza natural desse conjunto de ilhas do Pacífico, apelidado – muito apropriadamente – de Ilhas Encantadas.

Distante mil quilômetros da costa do Equador, Galápagos é a segunda maior reserva marinha do mundo. Emergiu ao oceano há cinco milhões de anos, como resultado das erupções vulcânicas submarinas, e até hoje surpreende e encanta seus visitantes, com sua diversidade de flora e fauna.

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As Ilhas Galápagos foram declaradas parque nacional em 1959 e Patrimônio da Humanidade pela UNESCO em 1978. Curiosamente, foi descoberta em 1532, mas colonizada somente três séculos mais tarde, o que garantiu a biodiversidade intocada durante anos. Seu nome vem das gigantes tartarugas que medem até dois metros de comprimento. Elas dividem a atenção (e os flashes) dos visitantes com as iguanas e leões-marinhos, que transitam tranquilamente pelas ilhas.

Não foi à toa que tanta particularidade inspirou o naturalista inglês Charles Darwin, em 1835, a passar cinco semanas na região, tecendo um estudo profundo que gerou uma das teorias humanas mais debatidas até os dias atuais, a Teoria Evolução das Espécies. Segundo ele, os animais alterariam suas características para adaptar-se a um novo ambiente, que se transformaria constantemente pelas profundas forças geológicas e climáticas da natureza.

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É possível visitar Galápagos em qualquer época do ano. Entre junho e novembro costuma ser o melhor período de mergulho, por causa da quantidade maior de peixes. Já de dezembro a abril, o clima é mais ensolarado, mas com pancadas de chuva quase diárias. Visitar todas as ilhas de Galápagos é tarefa quase impossível. Afinal, são 13 ilhas maiores, seis ilhas menores e mais de uma centena de ilhotas e rochedos, que totalizam uma área terrestre de mais de 8.000 km². Cada uma delas possui atrativos únicos e paisagens memoráveis. Confira algumas das principais (outras incluem Ilha SeymourIlha Santa MariaIlha de GenovesaIlha de WolfIlha Pintada e Ilha Bella)

Para aprofundar os conhecimentos científicos, não deixe de visitar locais de estudo e pesquisa nas ilhas. Entre elas, a Fundação Charles Darwin, que mantém o programa de reprodução e criação de tartarugas terrestres gigantes em cativeiro. Dá para chegar pertinho delas e garantir ótimas fotos.

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Fonte: Momondo

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San Andrés: o Caribe colombiano

Na vizinha Colômbia, fica uma ilha caribenha ao mesmo tempo linda e acessível: a ilha de San Andrés. Sede do arquipélago de San Andrés, Providência Santa Catalina, San Andrés é território da Colômbia, ainda que fique na costa da Nicarágua. É, na verdade, bem pequena – apenas 26 quilômetros quadrados, ou seja, garantia de que vai dar pra ver tudo!

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Cortada por uma pequena cadeia de montanhas, San Andrés formou-se pela erupção de um antigo vulcão que lançou pedras do fundo do mar para a superfície, criando a maioria das ilhas. É famosa pelo seu “mar de sete cores”, com águas cristalinas de inacreditáveis variações de tons de verde e azul do mar, formando uma paisagem única e um convite a um mergulho em meio aos peixes coloridos.

Além do câmbio favorável e da natureza estonteante, o povo hospitaleiro e animado é um dos maiores trunfos de San Andrés. Curiosidade: lá fala-se o inglês crioulo – “Kríol” ou “Creole English”. Trata-se, aliás, de uma ilha pobre e sem luxos excessivos para os turistas, mas com atrações naturais tão lindas e surpreendentes que encantam até os visitantes mais exigentes. É possível visitar a ilha em qualquer época do ano, uma vez que as temperaturas praticamente não saem da casa entre 28 e 30 graus. As chuvas são raras, mas mais frequentes entre maio e novembro. E felizmente San Andrés não está na rota de ciclones e furacões que atingem o Caribe todos os anos.

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Há opções de hospedagem em San Andrés para todos os gostos e bolsos. De ótimos resorts a hotéis tradicionais, passando pelos hostels mais em conta. A melhor dica para conhecer o máximo da ilha é alugar um carrinho de golfe. É o veículo preferido para quem gosta de circular com calma e apreciar as paisagens. Cabem até quatro pessoas em cada carro, e o custo médio é de COP 70.000 (R$ 75). Também dá para alugar um carro normal ou até uma scooter, opção sempre prática e divertida.

O que não pode faltar em uma ilha caribenha? Praias, claro! E em San Andrés são várias e todas muito belas. Como muitas delas sequer têm nome, a melhor dica é caminhar pela orla, apreciar as paisagens e escolher a que mais lhe agrada. A praia mais popular é a Peatonal, no centro da ilha, famosa por seu mar de poucas ondas. É a que tem melhor estrutura para os turistas, com direito a calçadão e lojinhas.

Dica: Não dá para deixar de ver de perto o Hoyo Soplador (Olho Soprador), um fenda no meio das pedras que solta vento devido à força do balanço das ondas do mar.

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A ilha no Japão conhecida como “Pérola do Oriente”

Por mais que pareça que todo canto do planeta já tenha sido devidamente documentado, explorado e registrado – e que não existe mais nenhum local incrível e novo para se descobrir e incluir naquela lista imaginária de lugares que você precisa conhecer – sempre haverá uma nova ilha, uma praia deserta, uma pequena cidade que se revela como uma pequena porção do paraíso na Terra. Pois pode anotar: esse lugar é a ilha de Yoron, no Japão.

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Trata-se de uma pequena ilha tropical, com somente 23 km de circunferência e cerca de 6 mil moradores que vivem cercados de águas diáfanas e recifes de corais esplendorosos. Rodeada por outras ilhas e localizada a 25 km do continente, não é por acaso que Yoron é conhecida como a “Pérola do Oriente”, um lugar perfeito para o mergulho, a prática de esportes marinhos, ou para simplesmente se curtir os prazeres da exuberância natural do local.

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Uma das mais curiosas atrações de Yoron é a praia de Yurigahama. Seu apelido de “Praia fantasma” é perfeitamente ilustrativo: ela só aparece duas ou três vezes por mês, durante a maré baixa. Localizada a 1,5 km da costa, ela é, na realidade, um banco de areia que te permite deitar-se e pegar um sol no meio do mar, em um diminuto pedaço de areia sempre prestes a desaparecer.

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Para ilustrar o quão especial é o lugar, alguns grãos de areia de suas praias possuem o formato de pequenas estrelas. A lenda diz que se você conseguir reunir um número de estrelas de areia equivalente à sua idade, a prosperidade estará garantida em sua vida.

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Os moradores de Yoron vivem da pesca, do turismo e do cultivo de cana de açúcar, mas convenhamos que não é preciso de muito mais quando se vive em um lugar como esse. :)

Fonte: Hypeness

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Paisagem exótica no Líbano

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As cachoeiras são destinos adorados por 10 entre 10 pessoas que gostam de passar um tempo em meio à natureza. Tais fenômenos naturais fascinam o ser humano pela beleza das quedas d’água e pela propriedade de relaxamento que eles têm. Imagine, então, deparar-se com uma catarata que atravessa três cavernas de calcário antes de se juntar a um belo lago translúcido? O que pode parecer um cenário fantasioso criado por computação gráfica para filmes de Hollywood, na verdade é bem real e fica em Tannourine, no Líbano.

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A cachoeira do Cânion de Baatara forma-se na primavera, época do degelo do monte Líbano. Com o passar de milhões de anos, a ação fluvial acabou escavando tal estrutura geológica, também conhecida como Abismo das Três Pontes. A cascata de 250 m de altura deságua em um abismo de calcário de cerca de 160 milhões de anos.

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Apesar de ser um espetáculo natural difícil de resistir, é desaconselhado por guias locais que turistas caminhem sobre as pontes formadas. Além de apresentarem superfície escorregadia, o tráfego de pessoas pode acabar ocasionando a destruição das formações rochosas.

 

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Sofisticação em meio ao Atacama

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A pequena San Pedro de Atacama, que fica no meio do deserto chileno, o mais árido do mundo, foi durante muito tempo um concorrido ponto de encontro de mochileiros de estrada da América Latina. O perfil alternativo e barato do lugar começou a mudar em 1998, quando o povoado foi descoberto por europeus. Naquele ano, foi inaugurado o primeiro resort da região.

Os nativos do local perceberam, então, que era hora de substituir os campings por pousadas mais confortáveis, e a rua central foi invadida por restaurantes sofisticados. Em 2008, mais três luxuosos hotéis abriram suas portas na região. Os hotéis “oásis” trabalham com sistema all inclusive de hospedagem – três refeições por dia, bebidas à vontade e passeios. Têm, ainda, a comodidade de um spa em suas dependências, pago à parte. E preços à altura de tantos mimos: os pacotes de três noites variam entre US$ 1.064 e US$ 1.920 por pessoa.

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O Kunza, com 60 quartos, é o maior da região e o único entre os cinco-estrelas com televisão e frigobar nos quartos. De tão grande, os hóspedes se deslocam em carrinhos de golfe. O spa mais sofisticado de San Pedro fica no Tierra Atacama. Os tratamentos são feitos com produtos L’Occitane e há banhos de vapor, jacuzzi e piscina aquecida coberta com hidromassagem, jatos e cascatas. Nos quartos, varanda privativa e a vista do Vulcão Licancabur compensam a ausência da TV. O ponto negativo desses dois hotéis é a localização: ambos ficam a 2,5 quilômetros de distância da vila. Pode parecer pouco, mas não é aconselhável fazer o trajeto a pé durante a noite, quando San Pedro fica cheio de cães e animais noturnos.

O menor, porém não menos luxuoso, da região, o hotel boutique Awassi tem apenas oito quartos, todos com jipe e motorista para passeios a qualquer momento. Além da opção de traslado de Santiago a Calama, cidade a uma hora de carro de San Pedro, em avião fretado. Preço da mordomia: US$ 800. O cardápio mais interessante de bebidas incluídas está também no Awassi, com uísque 12 anos, bons vinhos e até uma curiosa vodca grega.

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A localização, espremida entre montanhas e um lago, garante um visual impecável ao Alto Atacama. A arquitetura integrada à paisagem privilegia a simplicidade e o uso de materiais naturais como palha e madeira. A decoração usa peças de artesãos da região. Os operadores chilenos estão empolgados com a nova fase de San Pedro, um destino novo e potente.

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Desvende Moçambique

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Portugal parece ter desenvolvido um certo dom em reconhecer potenciais em destinos que, anos mais tarde, acabariam tornando-se distantes paraísos turísticos. Foi assim em cidades brasileiras, como Salvador e Rio de Janeiro, e também no continente africano, em países como a África do Sul, Namíbia e Ilhas Maurício, ainda que a presença lusa tenha sido discretas e com poucas consequências.

Mas foi durante a viagem clássica em busca do caminho marítimo para a Índia que os navegadores experientes chegariam a um dos mais belos pontos do sul da África: Moçambique.

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A viagem pelo lugar começa em Maputo, a capital moçambicana que fica a uma hora de avião de Johannesburgo, na vizinha África do Sul. A cidade ainda convive com as consequências da época da guerra civil, como edifícios mal preservados, serviços falhos, como transporte público, e uma estrutura ainda pouco convidativa.

A infraestrutura turística deste país da costa leste do continente, que conquistou a independência recentemente, em 1975, ainda engatinha. Mas os locais fazem de tudo para receber bem os viajantes que, há pouco mais de uma década, voltaram a visitar o país.

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O melhor mesmo ainda são as praias tranquilas de águas mansas e mornas do Índico, que fazem do local o paraíso dos amantes dos esportes náuticos, como jet ski, canoagem e mergulho. É uma viagem ideal para famílias com crianças. A sequência de praias do lado noroeste da ilha costuma ser cenário para fins de tarde e pores do sol de belezas únicas.

O turismo se desenvolve em passos lentos no país, mesmo assim, Moçambique já figura na lista de destinos africanos mais procurados por viajantes que buscam paraísos que ainda preservem seu estilo rústico.

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Cidade à beira do abismo

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Só de chegar na cidade de Bozouls, no sul da França, você já perde o fôlego! Ela está debruçada sobre um cânion em formato de ferradura de 400 metros de diâmetro e 100 metros de profundidade, escavado com o passar dos anos graças a ação erosiva da água corrente do rio Dourdou. Empoleirada na borda da curva, Bozouls conta assim com uma fortaleza natural de proteção.

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O cenário também é resultado da sucessão de eras de gelo que ocorreram há milhões de anos, que fez com que geleiras avançassem e recuassem, criando rios e a paisagem de hoje.

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Fonte: Nômades Digitais

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Cenários paradisíacos no sul da Tailândia

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Mesmo se você ainda não visitou a Tailândia, provavelmente já conhece alguns de seus cenários paradisíacos. É no sul do país que ficam as ilhas paradisíacas que já serviram de cenários para filmes de James Bond e para “A Praia”, com Leonardo di Caprio. E são justamente essas ilhas as mais requisitadas da região.

Localizadas na região de Phuket, Khao Phing Kan e Koh Phi Phi são paradas imperdíveis para alguns e pontos de fuga para outros, devido ao grande número de turistas que frequentam a região. Phi Phi é um dos lugares mais desejados da Tailândia, especialmente para quem gosta de badalação. Com praias paradisíacas e vida noturna agitada, atrai principalmente turistas sedentos por um lugar ao sol. Um dos passeios mais disputados na região é o que leva até a famosa praia do filme estrelado por Leonardo di Caprio, que também inclui uma visita à praia dos macacos “Monkey Beach” e passa por uma caverna viking onde mora um povo primitivo.

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Desde 1974 (e do filme 007 contra o Homem com a Pistola de Ouro) Khao Phing Kan é chamada simplesmente de “ilha do James Bond”. A grande atração por ali é curtir os paredões de pedra em meio ao mar paradisíaco, que normalmente está incluído nos pacotes de quem chega até ali de Phuket. Não é permitido circular pela região sem guias, por serem áreas de reservas naturais, portanto, é preciso contratar um pacote cujo valor pode variar de acordo com o ponto de partida.

Já Samui, considerada a terceira maior ilha da Tailândia, está situada no mar de Esmeralda do Golfo da Tailândia. A ilha tem aeroporto que recebe vôos de Bangkok e Phuket. Para percorrer a região, a dica é alugar uma motocicleta por cerca de cinco dólares por dia.

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Completamente fora do mundo, Koh Samui é considerado o destino ideal para todos aqueles que procuram a paz num cenário encantador. Um destino turístico apreciado pelo charme natural e pelas praias de areia branca, barreiras de corais e uma bela paisagem repleta de coqueiros. As mais exóticas e animadas praias são Lamai, que ainda é tranquila mas está caminhando rumo ao fervo turístico, e Chaweng, que se parece com Phuket, sempre lotada, com hotéis cinco estrelas e bangalozinhos de madeira na orla.

Ao norte, a calma maior:  na praia de Mae Nam, onde fica o elegantíssimo hotel Napasai, da rede Orient-Express, com vilas e suítes de frente para o mar. Depois vem a pitoresca Bophut, famosa pelo centrinho conhecido como Fisherman’s Village. As cabanas de madeira eram usadas antigamente como casas e lojas por uma comunidade chinesa. A vila tem influência de imigrantes franceses, o que lhe confere um clima ao mesmo tempo rústico e mediterrâneo.

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Na região, não deixe de curtir um pôr do sol em Buddha Beach por causa de sua grande estátua de Buda. Nunca mais vai você irá esquecer este cenário!

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Ilha de cinema

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Esta pequena ilha é puro luxo e está prestes a se tornar seu mais novo sonho de consumo! O diretor de “O Poderoso Chefão”, Francis Ford Coppola, 77 anos, divulgou recentemente o mais novo refúgio de seu portfólio de resorts: Coral Caye, uma minúscula ilha caribenha que já foi usada como recanto familiar. O resort, que tem quase 1 hectare de área, acomoda até 12 pessoas, com diárias a partir de US$ 895.

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Mas é ideal para um casal, dispondo de dois chalés rústicos de madeira, canoas, redes e equipamento para mergulho com snorkel. Serviço de mordomo, um chefe de cozinha particular e tratamentos de spa também estão disponíveis. Em outras palavras, um irrecusável destino cinematográfico.

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Parece cenário, mas é o jardim mais valioso do mundo!

Se você está pensando que o jardim mais sofisticado do mundo está repleto de adornos em ouro e diamantes, enganou-se. Mas isso não quer dizer que ele não seja um dos mais especiais recantos naturais: extremamente luxuoso e completamente orgânico, parece até um cenário criado artificialmente.

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Leonardslee Garden, em West Sussex, na Inglaterra é a tradução da exuberância. A  propriedade de 225 hectares é  repleta de belas flores, lagos, cachoeiras e uma imensa gama de espécies de árvores. Os jardins estão cheios de camélias, magnólias, azaleias e orquídeas, entre outras belíssimas flores.

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O jardim é propriedade de uma família desde que Sir Edmund Loder comprou a terra, em 1889, e abriu ao público após 101 anos. Tudo isso mudou em 2010, quando Robin Loder, que representa a quinta geração de Loders, deveria cuidar dos Leonardslee.

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No entanto, contra a vontade de outros membros da família, vendeu os jardins pela soma de 7,62 milhões dólares para um comprador anônimo, que desejava  interromper o acesso público aos jardins. A família luta para que o parque seja reaberto outra vez a público, como era da vontade de seu fundador.

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Os ingleses agora acompanham de perto o desenrolar da história na expectativa da reabertura do parque.

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