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Category Archives: Natureza

Nadando com as águas vivas no Oceano Pacífico

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Nadar no meio de milhões de águas vivas não parece estar nos planos de muita gente, até porque o resultado pode não ser o melhor. Mas no conhecido “Jellyfish Lake“, isso é possível! O lago das águas vivas fica na ilha Eil Malk, no Palau, Oceano Pacífico.

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Todos os dias, os seres da espécie Mastigia, também conhecida como “dourado”, migram através deste lago marinho de águas salinas, que se conecta ao mar – que recuou há cerca de 12 mil anos – através de túneis e fissuras nas pedras calcárias que o envolvem. Mesmo cercado por terra e isolado do oceano, o lago retém as águas-vivas a tal ponto que elas não usam mais seus ferrões, visto que não há mais predadores no lago. E é isso que possibilita o inusitado mergulho.

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Embora o mergulho seja possível, chegar abaixo de 15 metros pode ser fatal devido uma camada de sulfeto de hidrogênio altamente tóxico e que pode ser absorvido pela pele. Dizem que pessoas mais sensíveis também podem ter a pele incomodada pelas águas vivas douradas.

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Atualmente, a probabilidade é de que ao menos 2 milhões dessas encantadoras criaturas vivam ali. Elas nadam duas vezes ao dia pela extensão do lago em busca de aumentar a luz solar que recebem. Embora pareçam enormes, muitas delas são pequeninas, até menor do que um punho humano.

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Você teria coragem?

Fonte: Nômades Digitais

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O país menos visitado do mundo

Às vezes nos deparamos com nomes de países que nunca tínhamos ouvido falar. São nações pequenas e pouco populosas, que não estão entre as opções de destinos da grande maioria dos turistas. Mas não se engane: não é porque não estão nos roteiros populares que alguns países não tenham atrativos para quem quer explorar lugares encantadores.

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O principal exemplo disso é o Kiribati, considerado o país que menos recebe turistas no mundo – segundo a ONU, ele recebeu apenas seis mil visitantes em 2014! A ex-colônia britânica fica no meio do Pacífico e é formado por 33 ilhas e atóis, sendo 21 delas inabitadas. O país é dividido em três grupos de ilhas: Ilhas Gilbert, Ilhas da Linha e Ilhas Phoenix, e sua capital está localizada bem no meio do caminho entre a Austrália e o Havaí.

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Por estar na altura da linha do Equador, Kiribati tem clima tropical, quente e úmido. Com as mudanças climáticas do planeta e a elevação do nível do mar, grande parte do país está ameaçada e pode desaparecer.  A preocupação é tanta que o governo já cogitou comprar ilhas em Fiji para que no futuro a população seja deslocada.

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Suas praias de águas cristalinas com areias claras e vegetação tropical quase intocada fazem de Kiribati é verdadeiro paraíso. Entre as principais atrações estão a observação de pássaros, mergulho, surfe, pescaria, passeios históricos que remetem à segunda guerra mundial e a receptividade da população local. Apenas duas companhias aéreas realizam voos à Kiribati. Portanto, os turistas interessados em conhecer as ilhas precisam partir de Fiji, Brisbane, na Austrália, ou de algumas ilhas vizinhas.

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Ilha só para mulheres

As vezes passar férias em um lugar onde não existam homens é tudo o que uma mulher quer na vida e isso já é possível em grande estilo. Kristina Roth, uma empresária norte-americana, criou a SuperShe Island, uma paradisíaca ilha particular na Finlândia, na costa do Mar Báltico, onde apenas mulheres podem ir.

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A ideia surgiu depois que Kristina passou vários feriados restauradores na Califórnia sem a presença masculina e percebeu que poderia ser muito mais divertido do que acompanhada.

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Ela ama ambas as experiências (sozinha e acompanhada), mas descobriu que a presença masculina parece mexer com as vibrações relaxantes. “Quando há homens por perto, as mulheres imediatamente colocam o batom”, ela disse ao The Post. A ideia da ilha é concentrar-se em si mesma.

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Roth decidiu iniciar a ideia na Finlândia depois de se apaixonar pelo local. “Meus pais possuem uma ilha no arquipélago, e ficavam me dizendo, a ilha ao lado está à venda”, ela contou ao The Post. “Eu disse, não estou interessada, mas uma vez que vi o lugar, me apaixonei pela utopia arborizada”. E ela a comprou. Até o momento, apenas ela e suas amigas estiveram lá, mas a partir de junho a SuperShe Island começará a funcionar.

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“Atividades dentro e ao redor da ilha, como trilhas, caiaque, esqui aquático, ioga e alguns cursos sobre temas como nutrição. Será uma experiência de transformação em muitos níveis, para se reinventar, trocar ideias, fazer negócios, entrar em forma e aprender um novo hobby ou dois”, conta a empresária.

Fonte: Hypeness

 

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Paisagem exótica no Líbano

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As cachoeiras são destinos adorados por 10 entre 10 pessoas que gostam de passar um tempo em meio à natureza. Tais fenômenos naturais fascinam o ser humano pela beleza das quedas d’água e pela propriedade de relaxamento que eles têm. Imagine, então, deparar-se com uma catarata que atravessa três cavernas de calcário antes de se juntar a um belo lago translúcido? O que pode parecer um cenário fantasioso criado por computação gráfica para filmes de Hollywood, na verdade é bem real e fica em Tannourine, no Líbano.

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A cachoeira do Cânion de Baatara forma-se na primavera, época do degelo do monte Líbano. Com o passar de milhões de anos, a ação fluvial acabou escavando tal estrutura geológica, também conhecida como Abismo das Três Pontes. A cascata de 250 m de altura deságua em um abismo de calcário de cerca de 160 milhões de anos.

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Apesar de ser um espetáculo natural difícil de resistir, é desaconselhado por guias locais que turistas caminhem sobre as pontes formadas. Além de apresentarem superfície escorregadia, o tráfego de pessoas pode acabar ocasionando a destruição das formações rochosas.

 

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Já imaginou viajar para a Mongólia?

Para viajantes aventureiros, não há nada que chame mais a atenção do que um destino pouco explorado pelos turistas. Para essas pessoas, a Mongólia, país na porção central da Ásia, pode ser o local perfeito para alguns dias de férias. Com belezas naturais como o deserto de Gobi e festivais que celebram a cultura local, como o Naadam, o país é um destino pouco visitado, mas com muito potencial.

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Entre a China e a porção central da Rússia, a Mongólia tem o mesmo tamanho do Estado norte-americano do Alasca e é o 19º maior país do mundo. Ulan Bator, ao Norte, é a capital com menor temperatura média: -5º C, com média de -25º C no inverno. E as peculiaridades não param por aí: com 2,9 milhões de habitante e 1,5 milhão de km², é o país com a menor densidade demográfica do planeta. Cerca de 96% da população pertence à etnia dos mongóis. Ainda que não faça divisa com o Cazaquistão, o país, que fica a 38 km da fronteira Oeste, sofre influência da cultura casaque em sua porção Oeste.

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Para quem não dispõe de muito tempo no país, uma visita ao deserto de Gobi, ao Sul, já mostra um pedaço das belezas inóspitas da região. Ao Norte, as pradarias na fronteira com a Rússia tem um clima quase subpolar e podem chegar a temperaturas de -40º C no inverno. Com um pouco mais de tempo, é possível visitar os templos budistas espalhados pelo país. O budismo é a religião de 89% da população e as construções milenares estão em todos os lugares.

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Para quem viaja de julho a outubro, o festival de Naadam é um dos principais acontecimentos do país e inclui três competições principais: arco e flecha, luta livre e corrida a cavalo.

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A Mongólia oferece várias programações inusitadas para quem não gosta do turismo tradicional. No vale Yol, no deserto de Gobi, os viajantes podem explorar o local em caminhadas e vislumbrar geleiras eternas no topo da cadeia de montanhas da região, inclusive nos dias mais quentes. Para quem tem interesse em dinossauros, o Sul do país é cheio de sítios arqueológicos que têm exposições de, inclusive, ovos de dinossauros.

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A melhor época para visitar a Mongólia é entre junho e agosto, por conta das temperaturas mais elevadas (que, na capital, não passam dos 14º C).

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A mais “instagramável”

O inverno no hemisfério norte está no auge e muita neve cobre as cidades neste momento, as deixando ainda mais fotogênicas. Para quem quer postar belas fotos no Instagram, a empresa Focus Clinic fez uma pesquisa para descobrir as cidades mais postadas no Instagram e descobriu que a Berna, capital da Suíça, é a mais “instagramável”.

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Para computar as imagens, a empresa contou o número de vezes que a hashtag com o nome de cidades invernais foram postados. #bern foi postado 1.082.440 vezes, seguido de #Aspen, com 935.040 vezes.

Além de ser a capital suíça, a cidade também é o Patrimônio Mundial da UNESCO. Você deve estar se perguntando o que esse destino tem de tão especial. E a resposta é uma arquitetura planejada e que conta uma história, que começou a ser escrita em 1191, quando a cidade começou a ser erguida.

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Por suas ruas, há espaços obrigatórios para o turista tirar foto, como a Torre do Relógio, a Torre Prisional (Käfigturm), a catedral (Münster) e as fontes escultóricas do Renascimento. Há experiências turísticas bastante procuradas como dormir em um iglu, visitar o palácio de gelo de Schwarzsee ou patinar no lago da montanha de Schwarzsee, que congela durante o inverno. Um deslumbre!

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Chile eleito o melhor destino para turismo de aventura

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Pelo segundo ano consecutivo, o Chile foi eleito o melhor destino do mundo para turismo de aventura. O título foi entregue pelo World Travel Awards, um dos mais prestigiados eventos do setor, considerado o ‘Oscar do turismo’. Nossos vizinhos sul-americanos bateram países como Austrália, Canadá, Equador, Japão, Nova Zelândia, Sri Lanka, Tailândia e Estados Unidos. A 24ª edição do prêmio aconteceu em Phu Quoc, no Vietnã, no dia 9 de dezembro. O evento acontece anualmente e homenageia quem mais se destacou durante a temporada anterior.

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Com o passar dos anos, o Chile tem se consolidado como um dos mais atraentes e valorizados destinos do continente. O país passou de 2,8 milhões de turistas anuais em 2010 para 5,6 milhões em 2016, duplicando a estatística e com um crescimento médio por ano de 12,8%. Segundo o Ministério da Economia, Fomento e Turismo, 51% dos estrangeiros que desembarcaram no Chile em 2016 disseram estar ali pela natureza, as paisagens, a flora e a fauna chilena.

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O Lonely Planet, um conhecido guia de viagens, elegeu o país como destino imperdível para quem pretende viajar em 2018. O Chile possui o deserto mais árido do mundo, o Atacama, a Cordilheira dos Andes, o oceano Pacífico, a Patagônia chilena, os vulcões e as geleiras como principais atrações. A principal porta de entrada é a capital Santiago, que tem voos diretos saindo dos principais aeroportos do Brasil.

Fonte: Hypeness

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Viagem pelas Ilhas Faroé

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Entre os ventos do Atlântico Norte, as Hébridas Exteriores da Escócia e a fascinante Islândia, aparece um conjunto intocado de ilhas e com cara de conto de fadas: as Ilhas Faroé. Pequenas e remotas sim, mas com paisagens dramáticas e cultura peculiar que fazem das Ilhas Faroé um destino imperdível para ter na sua bucket list de viagens.

Gigantescas rochas de basalto e vistas infinitas do Oceano Atlântico não parecem muito aconchegantes? Pois foi lá que os vikings noruegueses adotaram como casa, quando chegaram pela primeira vez às terras faroenses no século 9. Os faroenses possuem um modo de vida bastante peculiar, seja pela típica dança em corrente acompanhada por baladas vocais, seja pelas famosas carnes fermentadas ou pelo adorado esporte nacional, a corrida de barcos – eles sabem como manter a tradição viva por lá.

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Enquanto o mundo está ocupado sincronizando dispositivos e hábitos, essa pequena comunidade faz questão de ser à moda antiga. As casas com grama no telhado são aparadas por ovelhas, naturalmente, e as ilhas possuem um total de três semáforos, todos na capital Tórshavn. O povo faroense também mantém um íntimo relacionamento com a natureza. São pescadores apaixonados e bem treinados, sabem cozinhar muito bem e dão aulas sobre o ambiente rochoso que os cercam.

Com uma paisagem que engloba 18 ilhas e penhascos dramáticos, vales verdejanes e pântanos sem árvores, a natureza de Faroé é ao mesmo tempo desafiadora e inspiradora. As ilhas são separadas por sondas e fiordes estreitos, e tem uma população de pouco menos de 50.000 habitantes, espalhados por 17 das ilhas. Em uma delas, a ilha de Stóra Dímun, vivem apenas sete pessoas. Apesar da geografia remota, as ilhas são surpreendentemente acessíveis – a apenas duas horas de voo de diversas grandes cidades do norte da Europa.

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Algumas ilhas são acessíveis via pontes ou túneis, outras apenas por balsa ou helicóptero. Aliás, viajar de helicóptero pode soar como uma solução extravagante, mas os preços são bem mais acessíveis do que se imagina, e acaba tornando-se um ótimo meio de transporte de locações mais remotas, como a linda ilha de Mykines. Mykines é reconhecida por sua diversificada população de pássaros, incluindo pelicanos, fulmares, papagaios-do-mar e ostreiros, o pássaro nacional faroense.

Entrecortando pradarias naturais, penhascos e despenhadeiros incrivelmente íngremes, as estradas de Faroé são sinônimo de adrenalina por si só. As distâncias são pequenas e não é preciso traçar itinerários – apenas passeie por entre os vales e os pequenos vilarejos e siga seu coração.

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O mar nunca está a mais do que poucos minutos de distância. Basta seguir a estrada principal e descer em alguma das estradinhas laterais para se deparar com margens, colinas e vales repletos de vilarejos e casinhas multicoloridas cobertas de grama. Um dos vilarejos locais favoritos é a idílica Saksun, na parte norte da ilha de Streymoy, com suas pequenas casas pretas e um lindo lago à beira do oceano. Não deixe também de visitar a vila de Gjógv, na ilha Eysturoy, com um dos mais belos portos que você verá na vida.

Sua aventura faroense não estará completa sem passar um dia ou dois na capital Tórshavn, localizada na ponta sul da ilha de Streymoy. A cidade antiga de Tórshavn, que corre à beira do porto, é dos locais mais bonitos, com casas pintadas em uma bela paleta de sombras.

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Fonte: Momondo

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Costa Brava, na Espanha, um refúgio de verão

Mediterrâneos sempre foram habituados a invasões, desde os vikings aos mouros e, mais recentemente, ingleses e alemães. E nessa nada mole onda bárbara que erode suas praias todos os anos, são os espanhóis que mais têm sofrido com a presença massiva de turistas em busca de um lugar ao sol e uma mesa à sombra. Plano de fuga existe e eles sabem para onde e como fugir. Costa Brava é a direção, a menos de duas horas de Barcelona, onde o mar e a montanha se fundem e escondem pequenos segredos naturais à prova de lotação.

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Timing é fundamental: pense em uma semana para a road trip correr nos trilhos sem a sensação de perder tempo demais ou de menos. A partir da capital catalã, siga no sentido norte pelo litoral para explorar os pueblos medievais. O mar dá um banho na Côte d’Azur. Aliás, o azul aqui é a cor mais quente, apesar da água fria, e ganha tons que a Pantone ainda não decifrou.

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Comece por Calella de Palafrugell e Llafranc, e continue para Aigua-Xelida, Aiguablava, Sa Tuna, Aiguafreda – onde está o restaurante Sa Rascassa e sua imperdível salada de tomates com ventresca de atum – até Cap de Creus. Há beleza interior também, com vilarejos de pedra onde o tempo e o vento correm na contramão da civilização. Pela estrada adentro, surgem joias como os cascos históricos de Begur, Pals e Peratallada.

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A caminho de seu hotel, vale parar para ver as tendinhas de Palamós, onde está a Venimdelblau e suas peças de algodão cru para casa, e as cerâmicas de La Bisbal d’Empordà: procure pela lojinha de Annick Galimont, na Carrer Aigüeta. À noite, a parada obrigatória é jantar no hotel Mas de Torrent, com assessoria gastronômica de Fina Puigdevall, chef do Le Cols d’Olot, o dois estrelas Michelin que faz de Girona, não muito longe dali, um dos mais importantes epicentros gourmet da Espanha depois de San Sebastián.

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Enfim, o fim do caminho. Quase na divisa com a França, as duas cidades-chave da Costa Brava: Figueres e Cadaqués. A primeira, terra natal de Salvador Dalí, onde está um museu e a fundação que leva seu nome, um edifício cheio de códigos surrealistas, com ovos e pães gigantes coroando a fachada, projetado pelo próprio. Já Cadaqués, antigo refúgio do artista (de Picasso, Duchamp e Miró também), é impressionista de tão colorida, delicada, romântica.

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Ruelas, casinhas, barquinhos, buganvílias, gatos, muitos, vagabundos, à espera da féria do dia que sai das cozinhas incríveis dos restaurantes locais, abastecidos diariamente dos mais frescos frutos do mar, parte vital dos menus que o mundo conheceu a partir de Ferran Adrià, chef do estrelado (e já fechado) El Bulli, ali na região, eleito por cinco anos o melhor do planeta. Hoje, quem domina a cena é um de seus contemporâneos, Mateu Casañas, à frente do restaurante Compartir e inventor das famosas azeitonas esféricas, aquelas que explodem na boca – uma obra-prima da cozinha molecular que só poderia ter nascido em solo fértil para surrealismos de todas as formas.

Fonte: Casa Vogue

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A ilha no Japão conhecida como “Pérola do Oriente”

Por mais que pareça que todo canto do planeta já tenha sido devidamente documentado, explorado e registrado – e que não existe mais nenhum local incrível e novo para se descobrir e incluir naquela lista imaginária de lugares que você precisa conhecer – sempre haverá uma nova ilha, uma praia deserta, uma pequena cidade que se revela como uma pequena porção do paraíso na Terra. Pois pode anotar: esse lugar é a ilha de Yoron, no Japão.

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Trata-se de uma pequena ilha tropical, com somente 23 km de circunferência e cerca de 6 mil moradores que vivem cercados de águas diáfanas e recifes de corais esplendorosos. Rodeada por outras ilhas e localizada a 25 km do continente, não é por acaso que Yoron é conhecida como a “Pérola do Oriente”, um lugar perfeito para o mergulho, a prática de esportes marinhos, ou para simplesmente se curtir os prazeres da exuberância natural do local.

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Uma das mais curiosas atrações de Yoron é a praia de Yurigahama. Seu apelido de “Praia fantasma” é perfeitamente ilustrativo: ela só aparece duas ou três vezes por mês, durante a maré baixa. Localizada a 1,5 km da costa, ela é, na realidade, um banco de areia que te permite deitar-se e pegar um sol no meio do mar, em um diminuto pedaço de areia sempre prestes a desaparecer.

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Para ilustrar o quão especial é o lugar, alguns grãos de areia de suas praias possuem o formato de pequenas estrelas. A lenda diz que se você conseguir reunir um número de estrelas de areia equivalente à sua idade, a prosperidade estará garantida em sua vida.

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Os moradores de Yoron vivem da pesca, do turismo e do cultivo de cana de açúcar, mas convenhamos que não é preciso de muito mais quando se vive em um lugar como esse. :)

Fonte: Hypeness

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