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Category Archives: Natureza

O país menos visitado do mundo

Às vezes nos deparamos com nomes de países que nunca tínhamos ouvido falar. São nações pequenas e pouco populosas, que não estão entre as opções de destinos da grande maioria dos turistas. Mas não se engane: não é porque não estão nos roteiros populares que alguns países não tenham atrativos para quem quer explorar lugares encantadores.

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O principal exemplo disso é o Kiribati, considerado o país que menos recebe turistas no mundo – segundo a ONU, ele recebeu apenas seis mil visitantes em 2014! A ex-colônia britânica fica no meio do Pacífico e é formado por 33 ilhas e atóis, sendo 21 delas inabitadas. O país é dividido em três grupos de ilhas: Ilhas Gilbert, Ilhas da Linha e Ilhas Phoenix, e sua capital está localizada bem no meio do caminho entre a Austrália e o Havaí.

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Por estar na altura da linha do Equador, Kiribati tem clima tropical, quente e úmido. Com as mudanças climáticas do planeta e a elevação do nível do mar, grande parte do país está ameaçada e pode desaparecer.  A preocupação é tanta que o governo já cogitou comprar ilhas em Fiji para que no futuro a população seja deslocada.

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Suas praias de águas cristalinas com areias claras e vegetação tropical quase intocada fazem de Kiribati é verdadeiro paraíso. Entre as principais atrações estão a observação de pássaros, mergulho, surfe, pescaria, passeios históricos que remetem à segunda guerra mundial e a receptividade da população local. Apenas duas companhias aéreas realizam voos à Kiribati. Portanto, os turistas interessados em conhecer as ilhas precisam partir de Fiji, Brisbane, na Austrália, ou de algumas ilhas vizinhas.

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Galápagos, paraíso para os amantes da natureza

Imagine o privilégio de poder conhecer um dos raros lugares do planeta ainda pouco afetados pela devastação humana. No arquipélago de Galápagos, cerca de 95% é área de preservação, o que dá a noção da riqueza natural desse conjunto de ilhas do Pacífico, apelidado – muito apropriadamente – de Ilhas Encantadas.

Distante mil quilômetros da costa do Equador, Galápagos é a segunda maior reserva marinha do mundo. Emergiu ao oceano há cinco milhões de anos, como resultado das erupções vulcânicas submarinas, e até hoje surpreende e encanta seus visitantes, com sua diversidade de flora e fauna.

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As Ilhas Galápagos foram declaradas parque nacional em 1959 e Patrimônio da Humanidade pela UNESCO em 1978. Curiosamente, foi descoberta em 1532, mas colonizada somente três séculos mais tarde, o que garantiu a biodiversidade intocada durante anos. Seu nome vem das gigantes tartarugas que medem até dois metros de comprimento. Elas dividem a atenção (e os flashes) dos visitantes com as iguanas e leões-marinhos, que transitam tranquilamente pelas ilhas.

Não foi à toa que tanta particularidade inspirou o naturalista inglês Charles Darwin, em 1835, a passar cinco semanas na região, tecendo um estudo profundo que gerou uma das teorias humanas mais debatidas até os dias atuais, a Teoria Evolução das Espécies. Segundo ele, os animais alterariam suas características para adaptar-se a um novo ambiente, que se transformaria constantemente pelas profundas forças geológicas e climáticas da natureza.

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É possível visitar Galápagos em qualquer época do ano. Entre junho e novembro costuma ser o melhor período de mergulho, por causa da quantidade maior de peixes. Já de dezembro a abril, o clima é mais ensolarado, mas com pancadas de chuva quase diárias. Visitar todas as ilhas de Galápagos é tarefa quase impossível. Afinal, são 13 ilhas maiores, seis ilhas menores e mais de uma centena de ilhotas e rochedos, que totalizam uma área terrestre de mais de 8.000 km². Cada uma delas possui atrativos únicos e paisagens memoráveis. Confira algumas das principais (outras incluem Ilha SeymourIlha Santa MariaIlha de GenovesaIlha de WolfIlha Pintada e Ilha Bella)

Para aprofundar os conhecimentos científicos, não deixe de visitar locais de estudo e pesquisa nas ilhas. Entre elas, a Fundação Charles Darwin, que mantém o programa de reprodução e criação de tartarugas terrestres gigantes em cativeiro. Dá para chegar pertinho delas e garantir ótimas fotos.

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Fonte: Momondo

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A ilha no Japão conhecida como “Pérola do Oriente”

Por mais que pareça que todo canto do planeta já tenha sido devidamente documentado, explorado e registrado – e que não existe mais nenhum local incrível e novo para se descobrir e incluir naquela lista imaginária de lugares que você precisa conhecer – sempre haverá uma nova ilha, uma praia deserta, uma pequena cidade que se revela como uma pequena porção do paraíso na Terra. Pois pode anotar: esse lugar é a ilha de Yoron, no Japão.

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Trata-se de uma pequena ilha tropical, com somente 23 km de circunferência e cerca de 6 mil moradores que vivem cercados de águas diáfanas e recifes de corais esplendorosos. Rodeada por outras ilhas e localizada a 25 km do continente, não é por acaso que Yoron é conhecida como a “Pérola do Oriente”, um lugar perfeito para o mergulho, a prática de esportes marinhos, ou para simplesmente se curtir os prazeres da exuberância natural do local.

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Uma das mais curiosas atrações de Yoron é a praia de Yurigahama. Seu apelido de “Praia fantasma” é perfeitamente ilustrativo: ela só aparece duas ou três vezes por mês, durante a maré baixa. Localizada a 1,5 km da costa, ela é, na realidade, um banco de areia que te permite deitar-se e pegar um sol no meio do mar, em um diminuto pedaço de areia sempre prestes a desaparecer.

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Para ilustrar o quão especial é o lugar, alguns grãos de areia de suas praias possuem o formato de pequenas estrelas. A lenda diz que se você conseguir reunir um número de estrelas de areia equivalente à sua idade, a prosperidade estará garantida em sua vida.

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Os moradores de Yoron vivem da pesca, do turismo e do cultivo de cana de açúcar, mas convenhamos que não é preciso de muito mais quando se vive em um lugar como esse. :)

Fonte: Hypeness

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Conheça as Dolomitas da Itália

Assistir ao espetáculo que é o nascer do sol já é uma experiência indescritível, agora imagina fazer isso em alpes na Itália. As Dolomitas, montanhas que são Patrimônio da Humanidade, são uma opção de passeio para você que quer ver a paisagem ficare com uma coloração alaranjada com os raios de sol, enquanto o céu escuro lentamente abre espaço para as luzes.

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Existem diversos pontos indicados para admirar os raios de sol da manhã nas montanhas das Dolomitas. Entre os mais sugeridos, um ponto recomendado é o Col Margherita, a 2.514 metros de altitude, localizado entre a passagem de Passo San Pellegrino e a cidade de Falcade, na província de Belluno.

O Col Margherita é especial não só pela vista, mas por também receber o evento “Alba al Fronte”, organizado em ocasião do marco do centenário da Primeira Guerra, que aconteceu no dia 11. Diante dos primeiros raios de sol, o lugar recebeu o concerto do coro Val Biois, com a participação dos Fodom di Livinallongo, intercalados com leituras de contos e cartas da guerra.

O Lavaredo, na fronteira entre as regiões de Vêneto e do sul do Tirol italiano, é outro ponto privilegiado para admirar o sol. Os três famosos cumes, que se tingem de amarelo e rosa, deixam qualquer um sem palavras.

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Os cumes dos Cadini di Misurina também são uma opção. De lá, é possível chegar em diversos outros lugares para admirar o nascer do sol. Um em particular é o lago de Federa, onde é possível caminhar ao longo da trilha que sobe em direção à concha de Ampezzo, a quase dois mil metros de altura, em um lugar com vista panorâmica. De lá, é possível chegar também ao refúgio de Croda da Lago, que presenteia com uma das melhores vistas a mais de três mil metros de altura.

Na região de Vêneto, uma experiência peculiar é a do parque nacional das dolomitas da província de Belluno, em Cesiomaggiore, onde o espetáculo nas Dolomitas é acompanhado, em setembro, do rugido de mais de três mil cervos fazendo amor, na época de acasalamento.

Fonte: Ig

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A natureza imponente da Tanzânia

Qual parte da natureza é mais encantadora? Áreas verdes, praias? A Tanzânia tem tudo isso! País com a maior área de terras dedicadas a parques, é destino ideal para a observação de animais selvagens e conta com uma infinidade de paisagens naturais. Com boa parte do território intocada, espécies diferentes se espalham pela natureza virgem do país. Dos big 5 (leão, elefante, búfalo, leopardo e rinoceronte) à Cratera de Ngorongoro e à cultura e costumes do povo masai. O país africano dispõe de fauna selvagem, exposta em um safári pelo Serengeti, abundante área verde, com áreas de preservação que cobrem uma extensão de mais de 200 mil quilômetros quadrados e ainda é cenário de culturas enraizadas. Tem mais: o arquipélago de Zanzibar, repleto de belas praias, também é da Tanzânia.

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Cratera de Ngorongoro

Já pensou em fazer um safári na Arca de Noé? Calma! Parece estranho, mas na Tanzânia é possível. Arca de Noé é como é conhecida a Cratera de Ngorongoro. Essa reserva natural abriga uma enorme quantidade de espécies de animais, daí a origem do apelido, e realiza safáris imperdíveis por toda a sua extensão territorial. Ngorongoro é a maior caldeira vulcânica intacta do mundo, são 304 quilômetros quadrados de superfície e 2236 metros acima do nível do mar. Trata-se de um ecossistema praticamente intocado, onde espécies como búfalos, elefantes, zebras, gnus, gazelas e rinocerontes-negros convivem, em uma região próximo ao Lago Manyara e tombada pela Unesco como Santuário da Biosfera.

Parque Nacional Serengeti

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“Planície sem fim”. O significado de Serengeti, na língua masai, traduz com perfeição o que é o Parque Nacional Serengeti. São mais de 14 mil quilômetros quadrados de vegetação e uma incrível diversidade animal. Este santuário de vida selvagem na África tem números impressionantes. Mais de 2 milhões de gnus, 500 mil gazelas, 25 mil zebras, cerca de 30 espécies de herbívoros e quase 500 espécies de pássaros. A observação de leões, hipopótamos e elefantes, e da famosa migração de gnus e zebras, pode ser feita em um safári exclusivo e especial, por conta do seu difícil acesso.

Zanzibar

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O verde imponente da rica vegetação não é a única cor que dá cara à Tanzânia. Zanzibar, um arquipélago na costa do país, traz o azul turquesa do Oceano Índico e o branco das areias. Isso mesmo, as dezenas de praias paradisíacas de Zanzibar têm o mar azul turquesa e a areia branquinha, em uma região onde o sol brilha praticamente o ano todo. A dica é aproveitar a água morna e calma da região para atividades como snorkel e caiaque. Não é só isso! Pitorescas vilas de pescadores locais, que exibem arquitetura típica do período colonial, também contribuem para tornar Zanzibar um destino imperdível!

Fonte: The Traveller

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O hotel mais antigo do mundo, com 1300 anos

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No hotel japonês Nishiyama Onsen Keiunkan, ou simplesmente The Keiunkan, a ideia de que em time que está ganhando não se mexe é levada ao extremo: inaugurado no ano de 705 e funcionando, portanto, há mais de 1300 anos, o hotel é gerido desde sua fundação pela mesma família. São 52 gerações de descendentes cuidando do mais antigo hotel do mundo.

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Localizado nos arredores da cidade de Kyoto, o Keiunkan é também possivelmente a mais antiga empresa em funcionamento no mundo. Com 37 quartos e água quente vindo diretamente das fontes termais naturais de Hakuho, a justificativa para o (realmente) longevo sucesso do hotel começa em seu cenário: localizado aos pés das montanhas Akaishi e próximo ao sagrado Monte Fuji, a espetacular natureza ao redor do local oferece não só a água pura e quente como uma vista imbatível.

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Ainda que obviamente o hotel tenha sido algumas vezes restaurado e renovado, é também seu espírito tradicional, luxuoso em sua simplicidade e elegância, que faze do lugar um perfeito retiro – com direito a uma atração diretamente do passado, inequivocamente eficaz para um descanso especial: a ausência de internet. Aos desconectados hóspedes, são oferecidas refeições de qualidade superior, banhos naturais, karaokês impagáveis, e a insuperável imersão na natureza.

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Seus mais de 1300 anos de história o levaram a ser reconhecido pelo Guiness como o hotel mais antigo do mundo. O hotel foi fundado por Fujiwara Mahito, filho de um ajudante do imperador e, desde sua inauguração, o Keiunkan já recebeu um sem-fim de personalidades – entre samurais e imperadores do passado, chefes de estado, artistas e celebridades das mais diversas épocas – todos atrás desse preciso encontro entre tradição e inovação, com um segredo realmente atemporal: a hospitalidade.

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O preço de um quarto capaz de receber entre 2 a 7 hóspedes é de 52.000 ienes, ou cerca de 1.780 reais.

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Nadando com as águas vivas no Oceano Pacífico

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Nadar no meio de milhões de águas vivas não parece estar nos planos de muita gente, até porque o resultado pode não ser o melhor. Mas no conhecido “Jellyfish Lake“, isso é possível! O lago das águas vivas fica na ilha Eil Malk, no Palau, Oceano Pacífico.

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Todos os dias, os seres da espécie Mastigia, também conhecida como “dourado”, migram através deste lago marinho de águas salinas, que se conecta ao mar – que recuou há cerca de 12 mil anos – através de túneis e fissuras nas pedras calcárias que o envolvem. Mesmo cercado por terra e isolado do oceano, o lago retém as águas-vivas a tal ponto que elas não usam mais seus ferrões, visto que não há mais predadores no lago. E é isso que possibilita o inusitado mergulho.

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Embora o mergulho seja possível, chegar abaixo de 15 metros pode ser fatal devido uma camada de sulfeto de hidrogênio altamente tóxico e que pode ser absorvido pela pele. Dizem que pessoas mais sensíveis também podem ter a pele incomodada pelas águas vivas douradas.

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Atualmente, a probabilidade é de que ao menos 2 milhões dessas encantadoras criaturas vivam ali. Elas nadam duas vezes ao dia pela extensão do lago em busca de aumentar a luz solar que recebem. Embora pareçam enormes, muitas delas são pequeninas, até menor do que um punho humano.

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Você teria coragem?

Fonte: Nômades Digitais

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Já imaginou viajar para a Mongólia?

Para viajantes aventureiros, não há nada que chame mais a atenção do que um destino pouco explorado pelos turistas. Para essas pessoas, a Mongólia, país na porção central da Ásia, pode ser o local perfeito para alguns dias de férias. Com belezas naturais como o deserto de Gobi e festivais que celebram a cultura local, como o Naadam, o país é um destino pouco visitado, mas com muito potencial.

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Entre a China e a porção central da Rússia, a Mongólia tem o mesmo tamanho do Estado norte-americano do Alasca e é o 19º maior país do mundo. Ulan Bator, ao Norte, é a capital com menor temperatura média: -5º C, com média de -25º C no inverno. E as peculiaridades não param por aí: com 2,9 milhões de habitante e 1,5 milhão de km², é o país com a menor densidade demográfica do planeta. Cerca de 96% da população pertence à etnia dos mongóis. Ainda que não faça divisa com o Cazaquistão, o país, que fica a 38 km da fronteira Oeste, sofre influência da cultura casaque em sua porção Oeste.

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Para quem não dispõe de muito tempo no país, uma visita ao deserto de Gobi, ao Sul, já mostra um pedaço das belezas inóspitas da região. Ao Norte, as pradarias na fronteira com a Rússia tem um clima quase subpolar e podem chegar a temperaturas de -40º C no inverno. Com um pouco mais de tempo, é possível visitar os templos budistas espalhados pelo país. O budismo é a religião de 89% da população e as construções milenares estão em todos os lugares.

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Para quem viaja de julho a outubro, o festival de Naadam é um dos principais acontecimentos do país e inclui três competições principais: arco e flecha, luta livre e corrida a cavalo.

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A Mongólia oferece várias programações inusitadas para quem não gosta do turismo tradicional. No vale Yol, no deserto de Gobi, os viajantes podem explorar o local em caminhadas e vislumbrar geleiras eternas no topo da cadeia de montanhas da região, inclusive nos dias mais quentes. Para quem tem interesse em dinossauros, o Sul do país é cheio de sítios arqueológicos que têm exposições de, inclusive, ovos de dinossauros.

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A melhor época para visitar a Mongólia é entre junho e agosto, por conta das temperaturas mais elevadas (que, na capital, não passam dos 14º C).

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Cidade à beira do abismo

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Só de chegar na cidade de Bozouls, no sul da França, você já perde o fôlego! Ela está debruçada sobre um cânion em formato de ferradura de 400 metros de diâmetro e 100 metros de profundidade, escavado com o passar dos anos graças a ação erosiva da água corrente do rio Dourdou. Empoleirada na borda da curva, Bozouls conta assim com uma fortaleza natural de proteção.

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O cenário também é resultado da sucessão de eras de gelo que ocorreram há milhões de anos, que fez com que geleiras avançassem e recuassem, criando rios e a paisagem de hoje.

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Fonte: Nômades Digitais

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Acampamento de luxo

Passar suas férias em um contêiner no meio de bosque, afastado completamente da cidade, pode parecer uma escolha estranha a princípio, mas basta olhar para a cabine de contêineres em Catskills, nos Estados Unidos, para se apaixonar por essa ideia de fuga. Equipada com comodidades modernas e revestida em madeira, esta cabine aconchegante e eficiente oferece conforto, charme e uma atmosfera tranquila.

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Os contêiners estão disponível para aluguel de temporadas no Airbnb. Os valores são salgados, mas os hóspedes parecem muito satisfeitos com a proposta e fazem questão de deixar boas avaliações no site. A diária fica em torno de R$745 e o lugar pode receber até duas pessoas.

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A casa de contêiner particular tem todas as comodidades de uma hospedagem moderna: um fogão a lenha, sofá-cama, cozinha compacta, mesa de trabalho, toca-discos, varanda térrea, estrutura para fogueira, plataforma de ioga, banheira de hidromassagem e rede. Além disso, o lugar se integra à natureza até por não estar conectado à rede elétrica. A energia é solar e o vaso sanitário funciona em esquema de compostagem. Não tem geladeira, mas tem gelo. O proprietário vive a duas horas de distância e um zelador está por perto para ajudar se você precisar.

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Viver em um contêiner de 6 metros quadrados pode ser melhor do que parece. Segundo o anúncio, “É como acampar, só que você está envolto em paredes isoladas de alta eficiência e portas de vidro deslizantes; além de dormir em um sofá-cama confortável”.

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Para os amantes da natureza, ainda tem um bônus: uma cachoeira de nove metros de altura fica a 100 metros da cabine. O bosque fica duas horas ao norte da cidade de Nova York e a partir de lá é possível chegar às cidades de Saugerties, Woodstock, Kingston, Catskill e do rio Hudson em caminhadas de 15 minutos.

Fonte: Hypeness

 

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