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Category Archives: Gastronomia

Gastronomia com produção local

Entre os hotéis de luxo pelo mundo, há tantas regalias que fica até difícil lançar uma novidade que chame atenção. Mas estes cinco hotéis apostaram em um tipo diferente de “mimo” para seus hóspedes: oferecer comidas de alta gastronomia preparadas com ingredientes e produtos retirados de suas próprias propriedades. Veja a seleção, feita pelo site Glamurama:

O Hacienda Hotel Vira Vira, em Pucón, no Chile, produz 99% dos ingredientes que compõem seus pratos, do café da manhã ao jantar. A fazenda tem cultivo próprio de diversos grãos e batatas, cria cabras, galinhas, vacas, patos e outros, além de cultivar uma grande variedade de frutas e legumes, como alcachofras e aspargos. Os donos do hotel, o casal suíço Claudia e Michael Paravicini, fizeram questão de montar sua própria queijaria e leiteria, e trouxeram um mestre queijeiro para supervisionar a produção. Iogurtes, creme de leite e manteiga são preparados diariamente para deixar a experiência gastronômica ainda mais especial.

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Procurando por alta gastronomia e também aventura? O Soneva Kiri, na ilha de Koh Kood, na Tailândia, é o local perfeito. Com o conceito único de “slow life”, o hotel fabrica sua própria água, tanto mineral quanto com gás, tem seu próprio apiário e utiliza os ingredientes da sua horta para preparar as delícias servidas em seus restaurantes. Um deles é o Treepod, onde as mesas são como casas na árvore, e lá do alto, além de apreciar a vista única, é possível experimentar as refeições elaboradas – e saudáveis – entregues pelo seu garçom pessoal, que chega de tirolesa.

Soneva Kiri

Para aqueles que procuram gastronomia estrelada, o L’Andana, localizado no coração da Toscana, na Itália, é o lugar. O hotel pertence ao chef Alain Ducasse, 21 vezes estrela Michelin ao longo de sua carreira. Lá, além de cultivar sua própria horta, ele ainda faz iogurte, geleia e marmelada caseiros para o café da manhã. Mas a experiência não acaba por aí: o L’Andana conta com uma vinícola própria com 30 hectares cultivados principalmente de Cabernet Sauvignon, Viogner, Merlot, Alicante, Vermentino e Syrah. Os hóspedes, além de caírem no pecado da gula, podem passear pelas plantações e dar uma parada para degustar os vinhos produzidos por lá. E tem mais: durante os meses de outubro e novembro, a colheita de azeitona acontece para produzir o azeite And’Olio, mais um produto especial do hotel.

L’Andana

Para quem gosta de provar um bom rum, a destilaria Blackwell é uma tradição familiar. Chris Blackwell, dono do hotel Golden Eye, em Oracabessa, na Jamaica, é quem comanda a produção da bebida, feita a partir de uma receita de família. Com base na cana de açúcar, o rum Blackwell é produzido em pequena escala, mas servido à vontade para os hóspedes do hotel que, antigamente, era a casa de Ian Fleming, criador do agente 007. Se pudesse, possivelmente James Bond trocaria seu dry martini por uma dose desse rum!

Golden Eye

Aprender a cozinhar com o badalado chef Willibald Reinbacher e colhendo os ingredientes fresquinhos na hora é uma experiência possível no Shanti Maurice, nas Ilhas Maurício. O resort boutique conta com uma horta orgânica de mais de mil metros quadrados com uma grande variedade de ervas e vegetais como alecrim, erva-limão, coentro, hortelã, beterraba, berinjela, brócolis e cebola. A gastronomia do hotel ainda oferece, além de tudo o que é cultivado por lá, produtos frescos do oceano. Cada restaurante do Shanti Maurice traz uma influência: o Stars é voltado para os sabores sul africanos. Já o cardápio do Fish Shack depende da pesca da noite anterior. Mais fresco, impossível!

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Caça às trufas negras na Itália

“Diamantes negros da cozinha”. É assim que muitos chefs chamam as raras e caras trufas negras. Elas são cogumelos subterrâneos, comestíveis, do tamanho de uma maçã, que crescem a cerca de 30 cm abaixo da superfície, perto das raízes das árvores – especialmente a do carvalho. Cães treinados farejam os torrões de terra até encontrar a iguaria. Depois, elas são limpas cuidadosamente, para evitar o toque direto com os dedos, o que a levaria ao apodrecimento. Frescas servem como tempero. Cozidas, possuem um sabor intenso e incomparável. Os gourmets garantem: elas são o maior dos prazeres!

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Sendo o fungo mais caro do mundo, ele se desenvolve sob morros de terra perto das raízes de árvores de carvalho, avelã e outras, e têm sido apreciados durante séculos por seu aroma marcante e seu gosto robusto e completamente desenvolvido. Elas, geralmente, são tão caras quanto os diamantes. Em 2007, um apreciador pagou 330.000 dólares por uma trufa branca de 907 gramas encontrada perto de Pisa, na Itália. Na região do Périgord, na França, as trufas negras rotineiramente custam cinco mil dólares o quilo.

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Para os amantes da culinária e das desta iguaria, está aí uma experiência mágica: caçar trufas! O privilégio acontece na cidade de Norcia, na Umbria, Itália. O passeio é feito através de uma reserva com o Hotel Palazzo Sêneca, na cidade, mas mesmo quem não está hospedado lá pode participar, basta pedir na recepção a organização.

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O trajeto começa de carro até os campos ao redor de Norcia, que possuem uma vista linda da cidade. Dali, os caçadores são apresentados aos cães – a maioria da raça Cocker Spaniel – que já são soltos no campo para farejar as trufas. Aos caçadores, cabe seguí-los. Eles cavam, e pronto: dá-se o processo de colheita das trufas, que nascem sob o solo e, assim que colhidas, possuem um aroma totalmente diferente.

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A excursão continua até a colheita ter uma quantidade razoável, o que é variável: há épocas do ano em que ela é farta, mas em outras não. O passeio termina com um piquenique realizado em pleno campo onde que as trufas recém colhidas são lavadas, raladas e misturadas com azeite e sal, para serem servidas em pão quentinho. Simples e único, como são todas as experiências gastronômicas na Itália!

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Um parque de diversões para quem ama vinho

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Fãs de vinho vão ficar animados com esta novidade: foi inaugurada, no ano passado, uma espécie de parque de diversões sobre o tema. A empreitada fica na região de Bordeaux, na França, segunda maior produtora da bebida no mundo, e foi batizada de La Cité Du Vin (A Cidade do Vinho, em português).

O espaço, com design inspirado em garrafas e decanters de vinho, abrange cerca de 13 mil metros quadrados em dez andares e tem 20 diferentes áreas temáticas. Elas abordam imagens, influências das civilizações e regiões através dos séculos, além de história, geografia, geologia, enologia e arte.

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O parque possui também um auditório para 250 pessoas, onde devem acontecer aulas e workshops, e uma espécie de navio que simula uma viagem por vinhedos ao redor do mundo. As exposições temáticas trazem, ainda, uma série de globos interativos que apresentam a economia global do vinho, a metamorfose da bebida ao longo do tempo e o papel dos cinco sentidos para o aproveitamento de tintos, brancos e espumantes.

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E depois desta verdadeira imersão no mundo dos vinhos, não poderia deixar de haver uma loja para os visitantes levarem para casa sua própria garrafa. Neste caso, estão disponíveis para compra 800 rótulos de regiões produtoras de todo o mundo, sendo 200 franceses.

A expectativa é que a Cidade do Vinho receba 450 mil visitantes por ano, sendo 40% de turistas de fora da França. Os ingressos individuais para a experiência custam 20 euros. Para mais informações, acesse www.laciteduvin.com 

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Café inspirado em Maria Antonieta

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Embora esteja envolta em uma atmosfera de luxo, Paris tem poucos hotéis que se encaixam na categoria Palácio. São eles Le Bristol, Crillon, George V, Meurice, Plaza Athénée e Ritz. O primeiro reinaugurou, recentemente, o Café Antonia.

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Inspirado na polêmica rainha da França, o espaço é todo decorado com mobiliário estilo Louis XV e Louis XVI, assinados pela maison Taillardat. Um dos destaques é o conjunto de tecidos que estampam os sofás, cortinas e almofadas, de grifes sofisticadas, como Pierre Frey, Lelièvre e Etro.

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Já no cardápio elaborado pelo chef Eric Frechon (à frente também do três estrelas Michelin do hotel, o Epicure) estão delícias como ovo poché com aspargos brancos e cogumelos; “King Crab” com toranja e avocado; e carpaccio de “Black Angus”. Muito especiais também são as sobremesas chef pâtissier Laurent Jeannin, como o mil folhas de baunilha com frutas vermelhas, uma perdição.

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Café com Burberry

Que tal uma refeição em ótima companhia? E se essa companhia for uma das grifes mais valiosas do mundo? Pois a Burberry expandiu sua superloja na Regent Street, em Londres, e abriu no local um café chamado Thoma’s, como parte de uma iniciativa para diversificar a experiência de compras dentro da loja. O nome é uma homenagem ao fundador da marca, Thomas Burberry.

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O espaço segue a estética mais tradicional da grife, com piso de mármore preto e branco e móveis de madeira escura. Janelões que dão para a rua Sackville providenciam uma luz natural bonita. Segundo Christopher Bailey, CEO e diretor criativo da marca, a intenção foi criar um lugar onde os clientes pudessem passar um tempo tranquilo dentro do universo Burberry, mas em um ambiente mais social.

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No cardápio, dá para tomar um café ou o tradicional chá da tarde e ainda jantar clássicos da gastronomia britânica com serviço cinco estrelas e uma ótima carta de vinhos. O café trabalha com pequenos produtores do Reino Unido e já é um dos lugares no radar fashion de quem vive ou passa por Londres.

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Essa é a principal loja da marca no Reino Unido, que recebe exposições, lançamentos digitais e performances ao vivo de artistas ingleses como Jake Bugg e a banda Kaiser Chiefs. A Ralph Lauren e a Maison Kitsuné são outras marcas que também experimentaram abrir um café dentro de suas lojas.

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Fonte: FFW

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Almoçando com a Gucci

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Já é comum que grandes grifes tradicionais na moda levem sua sofisticação a outras empreitadas, como hotelaria, beleza, etc. E recentemente mais um empreitada deste tipo abriu as portas para que os fãs do luxo tenham uma experiência única, desta vez na gastronomia. A italiana Gucci inaugurou em 2015 seu primeiro restaurante de serviço completo, em Xangai, China, reforçando as opções que a marca já possui na cidade, sempre no formato de cafés.

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O novo 1921 Gucci Café fica no quarto andar do shopping de luxo IAPM e levou dois anos para abrir ao público. Para acessar o restaurante é necessário usar um elevador dentro da própria loja da Gucci no shopping. O local é repleto de veludo e estampas do logo da marca 1921 Gucci – que representa exatamente o ano de fundação da grife – desde a prataria até o cardápio e os guardanapos. As poltronas são confortáveis e os assentos cheios de almofadas confortáveis, tudo remetendo o tradicional estilo Gucci.

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A comida servida é italiana e preparada com ingredientes frescos. Os almoços começam em US$ 24 por pessoa, mas o jantar demanda o dobro do valor. Apesar de ser considerado o único restaurante completo da marca no mundo, existe também um café Gucci em Florença, na Itália, que é parte do museu Gucci, criado em 2011 para celebrar os 90 anos da grife.

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Conheça Winter Park, vizinha de Orlando que vale à pena visitar

Orlando, na Flórida, é sinônimo de Disney, certo? Nem sempre! Nos arredores da cidade, a cerca de meia hora dali, existe uma outra muito mais pacata, Winter Park. Com uma boa dose de luxo, o lugar tem muito a oferecer, principalmente quando se fala em boa gastronomia e cultura. Com cara de interior, a cidade foi fundada por clássicas e ricas famílias da Nova Inglaterra. Depois disso, ganhou desenvolvimento com a chegada da ferrovia, em 1985, e da primeira Universidade da Flórida.

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Winter Park reúne atualmente parques, museus, restaurantes cinco estrelas, passeio de barco a beira de mansões e boas compras. Para quem tem pouco tempo para explorar a região, uma ótima dica é chegar bem cedo e garantir lugar no Boat Scenic Tour, barco guiado por simpáticos senhores já aposentados. O passeio tem cerca de uma hora e percorre três das sete lagoas da região. Entre carvalhos com mais de 250 anos e palmeiras é possível se deslumbrar com as enormes e luxuosas mansões de veraneio que ali se instalam – entre os proprietários da região está o brasileiro Silvio Santos.

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Terminado o passeio de barco, siga andando até Park Avenue, o point de luxo e dos bons restaurantes. O difícil vai ser escolher entre os muitos e apetitosos menus. Uma parada no museu de arte americana Charles Hosmer Morse também vale à pena. O espaço reúne uma coleção de obras de arte de encher os olhos do norte-americano Louis Confort Tiffany, herdeiro da famosa joalheira Tiffany & Co. que viveu no final do século XIX.

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Diferente dos conglomerados de compras de Orlando, as lojas de Winter Park são pequenas, exclusivas e com preços bem mais salgados que os dos outlets. Para quem não gosta da moda clássica e rococó, a dica é pular os provadores e ir direto para as lojas de variedades, como as de cozinha e de chocolates.

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Com atrativos como estes, fica difícil não se encantar pela cidadezinha pouco conhecida ao lado da hiper famosa Orlando. Quando planejar uma viagem para os parques da Disney, que tal reservar um tempinho no cronograma para uma parada estratégica para desvendar o destino, comer e  bem, e fazer boas compras?

 

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Oásis gastronômico no aeroporto de Heathrow

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No meio da confusão do aeroporto, um oásis gastronômico. Ele existe e fica no agitado aeroporto de Heathrow, em Londres. Contrariando o padrão de comidas rápidas e sem graça encontrada na maioria dos aeroportos, o The Gorgeous Kitchen oferece uma cozinha maravilhosa onde é possível comer bem e se desconectar da correria do dia a dia.

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O estabelecimento, que já diz a que veio apenas pelo nome, se abre em 360° para os corredores do Terminal 2 e foi meticulosamente pensado para ser uma experiência especial. Elementos que vão desde a identidade visual até os revestimentos foram inspirados na sintonia entre o quarteto de chefs que lidera a cozinha: Sophie Michell, Gee Charman, Jo Pratt e Caroline Mi Li. O espaço do The Gorgeous Kitchen evoca a essência da feminilidade moderna, um mix de aconchego e refinamento com um toque etéreo que seduz até mesmo quem o vislumbra do lado de fora.

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O cardápio servido plas chefs e amigas é típico e orgulhosamente britânico para aqueles que estão prestes a viajar. A cozinha semiaberta deixa ver a produção dos alimentos enquanto uma pequena loja oferece os produtos individuais de cada uma das chefs. Refúgio perfeito para mergulhar na cultura britânica antes de pegar o vôo!

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Refeições na fábrica de ursinhos

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Bangkok não é uma cidade comum. A capital da Tailândia é uma empolgante mistura de estilos, de beleza, de caos e um lugar onde tudo pode acontecer. Alguns estabelecimentos são super diferentes e causam encantamento em quem os visita, como este inusitado restaurante, totalmente inspirado em uma fábrica de ursinhos de pelúcia.

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Batizado Villa De Bear, o amplo espaço foi decorado com elementos ligados ao tema, além de muita madeira, aço, concreto e tijolos aparentes, em uma proposta contemporânea. O projeto é repleto de engrenagens, botões, carretéis e, claro, ursos em diversos formatos. Em um dos amplos salões da casa, o piso e as paredes foram revestidos com madeira. Botões de diferentes tamanhos adornam as laterais, enquanto lâmpadas pendentes chamam a atenção para o pé-direito alto. Em outro ambiente, enormes janelas de vidro deixam entrar a luz natural, mas o que atrai mesmo o olhar são os imensos carretéis com fios coloridos próximos ao teto, criando um cenário quase surrealista para as refeições.

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O tema também aparece no bar, onde o formato dos ursinhos foi escolhido para emoldurar as torneiras de chope. Enquanto isso, em todos os recantos, luminárias rústicas ajudam a criar uma atmosfera industrial e divertidamente envolvente.

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Lugares de acordo com o seu humor

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O que te faz escolher uma mesa em um restaurante? A proximidade com o jardim, um cantinho mais intimista… Ou, por que não, optar pelo lugar que mais se adequa ao seu humor do dia? Esta é a proposta do recém-inaugurado restaurante Saltz, em Zurique, na Suíça, cuja decoração esbanja a irreverência do artista Rolf Sachs. O alemão, que já assinou uma mostra sobre o Vale Suíço, utilizou elementos da paisagem de forma desconstruída para criar efeitos inesperados pelo estabelecimento situado no hotel Dolder Grand.

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O clima teatral se espalha pelo restaurante: os 280 m² combinam materiais e objetos incomuns, como luzes de neon formando raios nas paredes e uma pedra pendurada no corredor. Foram criados diversos setores diferentes, incentivando os visitantes a explorá-los. Cada área transmite uma sensação diferente. Em uma parte, um vermelho intenso domina completamente, das paredes ao tapete, fazendo uma referência à bandeira da Suíça. O desenho formado pelo neon na superfície sugere o relevo montanhoso típico da região.

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Clássicos do design assinados por Eero Saarinen e Jean Prouvé em tecidos confortáveis compõem o mobiliário. O teto traz uma composição geométrica irregular acrescida de um jogo de cordas vermelhas entrelaçadas. Fazendo uma menção ao nome do restaurante, uma parede feita de sal surpreende um dos cantos em tons neutros. O Saltz acomoda ao todo 228 pessoas e é comandado pela chef Patrick Hetz, que assina um menu internacional variado.

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Fonte: Casa Vogue

 

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