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Category Archives: Gastronomia

Primeiro hotel de cerveja do mundo

Com torneiras de cerveja e uma geladeira com a bebida no quarto, o primeiro hotel de cerveja do mundo tem planos de abrir as portas no começo de 2019. Elaborada pela BrewDog, uma grande cervejaria da Escócia, a ideia é trazer comodidade para os amantes da bebida, que não precisarão se deslocar muito para conseguir pegar uma gelada.

O hotel ganhou o nome de DogHouse (em português, “casa do cachorro”). O estabelecimento será uma extensão da própria cervejaria escocesa, localizada na cidade de Ellon, em Aberdeenshire. Serão 26 quartos com uma experiência “imersiva” sobre cerveja artesanal, e também terá vista para a cervejaria.

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Um dos fundadores da BrewDog, James Watt, explica, em nota oficial de divulgação do novo hotel, o motivo da criação da diferente hospedagem. “A DogHouse é um presente para os fãs que amam uma cerveja artesanal e fazem uma ‘peregrinação’ para nossa cervejaria em Aberdeenshire”, diz. Ele revela que a ideia de abrir um hotel da bebida sempre foi um dos maiores planos da empresa e que, agora, eles finalmente poderão realizar esse sonho. Outra intenção da cervejaria é de fazer com que o local se torne um polo para os amantes da bebida. “Esse vai ser o destino dos sonhos para os fãs durante os feriados, esse vai ser o lugar ideal das cervejas”, acrescenta.

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A BrewDog é conhecida por seu marketing agressivo e seu rápido expansionismo e possui diversos planos para desenvolver um “império” da cerveja. Além da notícia sobre a DogHouse, também foi anunciado que a empresa abrirá um hotel na cervejaria que possui em Columbus, cidade no estado de Ohio, nos Estados Unidos. A empresa também tem planos de construir cervejarias na Austrália e na China.

Fonte: Ig

 

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Le Meurice, restaurante de Alain Ducasse, é inspirado em Versalhes

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Só o ambiente do restaurante Alain Ducasse, duas estrelas Michelin, no interior do Hotel Le Meurice, em Paris, já surpreende. O arquiteto Philippe Stark, nome por trás do projeto, inspirou-se no Salão de La Paix, do Palácio de Versalhes, e incorporou lustres de cristais, espelhos antigos, bronze, detalhes de mármore e pinturas antigas ao ambiente. Para completar, amplas janelas dão vista para o Jardim de Tuileries, que, no verão, torna-se ainda mais colorido e atraente.

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A cozinha também é especial. O famoso chef e empreendedor busca resgatar a essência dos alimentos, de forma que sua gastronomia valorize e realce o sabor natural dos ingredientes, respeitando a sazonalidade e uma cadeia de produção consciente. O conceito do local foi reformulado em 2013, quando Alain Ducasse se juntou ao chef executivo do restaurante, Jocelyn Herland, e propôs a nova “filosofia”.

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A cada estação do ano, o restaurante propõe, além do menu convencional, o “Collection Menu”, uma sequência de entrada, três pratos principais e queijos ou sobremesa – na França é um hábito comum apreciar variedades de queijos no lugar de algo doce, ao preço de € 380. Para a primavera 2018, um dos pratos do menu é composto por lagostins crispy, erva-doce e limão. O local está aberto para café da manhã, almoço e jantar. É recomendado o uso de paletó para os homens.

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Conheça o Museu da Sobremesa

É louco por doce? Então você vai adorar o Museu da Sobremesa, inaugurado em fevereiro em Manila, capital das Filipinas, com oito salas desenhadas para os mais diferentes gostos – algodão-doce, urso de goma, marshmallow, chicletes, donuts, bengala doce, sorvete e cake pop – em um espaço de mais de mil metros quadrados, onde é possível pular, brincar e deslizar.

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Esse talvez seja o único tour do mundo que começa com os visitantes entrando por um buraco de donut e deslizando em um escorregador rosa – cada pedacinho do trajeto perfeito para posts no Instagram. Duas portas, “naughty” e “nice”, conduzem a diferentes bosques de bengalas de açúcar, árvores de algodão-doce (que os visitantes podem comer), espaços de marshmallow, arco-íris de alcaçuz e uma boutique, onde é possível comprar uma grande variedade de doces, entre eles, bolos de confete.

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Os cofundadores do local tiveram a ideia como forma de expressar seu amor por viagem e comida. Além da construção e design da atração, os amigos e sócios quiseram criar uma experiência compartilhável nas mídias sociais. A entrada na Floresta de Algodão-Doce, por exemplo, é feita através de um pavilhão de árvores feitas do doce, com luzes ao redor. Essa iluminação guia o visitante por um túnel de árvores que leva a um espaço com nuvens de algodão-doce “abraçáveis”, onde os instagrammers podem posar livremente – seja dentro da tigela do doce ou perto das nuvens feitas de algodão-doce. E o toque final: os doces com pó de fada (algodão-doce com leite desnatado em pó) das árvores podem ser colhidos e degustados imediatamente.

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Aqueles que gostam de aprender enquanto fazem uma visita vão ter no Museu da Sobremesa “material único”, garante uma das fundadores. Lá é possível descobrir por que tem um buraco no donut e mergulhar na história de diferentes sobremesas, como a do algodão-doce, protagonizada pelo dentista William Morrison e pelo doceiro John C. Wharton, que criaram a delícia usando “floss sugar”, um tipo de açúcar que é derretido e colocado em forma de nuvem com fios de açúcar incrivelmente finos e longos, e que foi batizado de “Fairy Floss”

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Só na primeira semana, o museu atraiu aproximadamente 7 mil visitantes, e espera receber mais 40 mil nos próximos dois meses. Em breve, Tasha quer adicionar um sabor mais distinto à atração, incorporando sobremesas locais e ingredientes como Ice Scramble e Inhame da Índia.

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Os ingressos são vendidos online por valores equivalentes a US$ 13 e US$ 15 para os tours, que cobrem duas horas de passeio e seis sobremesas, como chocolates artesanais, marshmallows gigantes, macarons, mini donuts e cake pops.

Fonte: Forbes

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Vinho de talha no Alentejo

Quem já fez uma visita a uma vinícola moderna sabe que hoje em dia os processos são altamente padronizados: o mosto de uva é acondicionado em enormes fermentadores de inox, onde castas específicas de leveduras são adicionadas. Depois de fermentado, o vinho normalmente estagia em barris de carvalho antes de ser engarrafado. Assim também é feito com quase todo o vinho produzido em Portugal. Entretanto, em algumas localidades do Alentejo, pequenos produtores estão redescobrindo uma técnica milenar, de vinhos fermentados naturalmente em enormes ânforas de barro – as talhas.

Essa técnica teria sido introduzida na Península Ibérica pelos romanos, e era dessa maneira que se fazia vinho na antiguidade: após a vindima, o suco das uvas é colocado nas enormes talhas (os volumes variam de 200 a 1500 litros) junto com parte do bagaço e deixados a fermentar – os frutos possuem uma levedura natural.

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O Alentejo não é o único lugar que produz vinho por esse método, diga-se de passagem. Na Geórgia, nos Cáucasos, terra onde se descobriu os mais antigos vestígios de viticultura no mundo, com mais de 8000 anos, ainda se produz vinho em talhas de barro enterradas no solo.

Ok, você ficou curioso e decidiu experimentar o vinho de talha na sua próxima viagem à terrinha. Onde encontrá-lo? Infelizmente a missão não é fácil. A produção de vinho de talha ainda é bem pequena (alguns poucos milhares de garrafas anualmente, embora esteja aumentando) e mesmo em Lisboa é difícil botar as mãos em uma garrafa. As vezes aparece alguma coisa nos grandes supermercados ou lojas especializadas, mas sua melhor aposta ainda é ir direto a fonte, no Alentejo.

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Um dos destinos mais certeiros é a Adega José de Souza, em Reguengos de Monsaraz, já quase na fronteira com a Espanha, que possui 114 ânforas e recebe visitantes para enoturismo. Outras operações interessantes são a da Casa Relvas, da Cortes de Cima e até da gigante Esporão. Mas o centro do movimento está mesmo ao redor da minúscula Vila de Frades (que ganhou o título de Capital do Vinho de Talha) e as vizinhas Vila Alva, Cuba e Vidigueira. Nessa região, mais de 180 pequenos produtores se dedicam ao vinho de talha, ainda que a produção da maioria seja bem pequena.

Fonte: Chicken or Pasta

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Gastronomia em novo hotel de Paris

Qualquer pessoa que já tenha admirado as vitrines no empório gastronômico FAUCHON, em Paris, conhece a qualidade do queijo, dos embutidos, da pastelaria, do caviar, do foie gras e de outros sofisticados produtos oferecidos pelo estabelecimento.

A partir de julho, degustar essas especialidades será ainda mais fácil – o FAUCHON L’hotel Paris, integrante da Leading Hotels of the World, será aberto na Place de la Madeleine, ao lado da famosa loja. Tudo o que os hóspedes terão de fazer é abrir um armário especialmente desenhado nos quartos e experimentar a seleção de produtos servida gratuitamente pelo hotel.

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A comida também serviu de inspiração para o design dos quartos, que terão áreas expandidas para fazer as refeições preparadas por chefs particulares. Haverá, ainda, um restaurante, o Café Fauchon, com capacidade para 150 lugares.

Os 60 quartos, dos quais 20 são suítes, têm estilo contemporâneo, com vista para a Place de la Madeleine ou para o Boulevard Malesherbes. A construção geral do hotel, uma combinação de dois prédios históricos de Haussman que eram casa da boutique Baccarat, está sendo supervisionada pelo arquiteto Richard Martinet, que foi responsável pela criação ou renovação de quatro outros hotéis de Paris – Peninsula Paris, Hotel Shangri-La Paris, Hotel de Crillon e George V. O custo reportado é de € 40 milhões.

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Além de sua estrutura física e de sua localização perto da Opera, da Place de la Concorde e das boutiques da rua Saint-Honoré, o hotel pretende se diferenciar de outros estabelecimentos de luxo da capital francesa ao oferecer experiências pessoais pela cidade, que ainda estão sendo definidas. E, na volta, os hóspedes poderão se deliciar com um pouco de foie gras ou um macaroon direto do armário de seu próprio quarto.

Fonte: Forbes

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Alinea, eleito 4 vezes o melhor restaurante das Américas

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O Alinea, em Chicago, é um dos restaurantes mais prestigiados dos Estados Unidos, e provavelmente o melhor de todos. De propriedade do chef Grant Achatz, o local ostenta nada menos do que três estrelas Michelin.

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Grant, cuja principal referência e inspiração é o grande chef catalão Ferran Adrià,  é especializado em comida molecular, e trabalha somente com ingredientes orgânicos e provenientes de produtores locais. Mas engana-se quem pensa que isso significa um cardápio com opções acessíveis.

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Seus pratos não são nada baratos, sendo que o mais em conta dos menus degustação, por exemplo, custa quase 200 dólares por pessoa. Conseguir reserva no local também não é tarefa fácil, e a lista de espera costuma girar em torno dos 3 meses. Mas quem já teve a oportunidade de experimentar a comida preparada pelo chef estrelado, garante que cada centavo investido valeu a pena!

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Fonte: Nômades Digitais

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Recém inaugurada a maior Starbucks do mundo

Dia 4 de dezembro já pode ser considerado um marco para os amantes do café. Nessa data, foi inaugurado o maior Starbucks do mundo. A loja fica em Shanghai, na China, e tem mais de 2,7 mil metros quadrados. Para se ter uma ideia da grandiosidade da coisa, só a barra de café mede 27 metros – e ela foi manufaturada por artesãos chineses. Um barril de cobre de 40 toneladas abastece os repositórios de café de toda a loja.

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Mas a maior novidade da loja não está visível a olho nu. Em diversos pontos da cafeteria estão disponíveis funções de realidade aumentada, que podem ser acessadas através de um smartphone. Apontando para um determinado local é possível conhecer a origem dos grãos de café que você está consumindo, por exemplo.

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A marca pretende fazer da loja um verdadeiro templo da bebida, em que os visitantes se sintam imersos em todas as “visões, sons e aromas do café sendo torrado no local“, de acordo com uma publicação no site da empresa.

Esta é a segunda de seis cafeterias especiais da marca, que estão sendo chamadas de Starbucks Reserve Roastery – a primeira delas foi inaugurada em Seattle (EUA). Até 2020, as outras quatro lojas similares devem abrir em Milão, Nova York, Tóquio e Chicago.

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Fonte: Hypeness

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O melhor da América Latina

Maido recebeu em outubro o título de melhor restaurante da América Latina durante a cerimônia do Latin America’s 50 Best Restaurants 2017, realizada em Bogotá, na Colômbia. Em segundo lugar ficou o Central. Ambas as casas estão sediadas em Lima.

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Em terceiro lugar ficou o brasileiro D.O.M, de Alex Atala, que vem ocupando a mesma posição há três anos. A surpresa para o Brasil foi a ascenção d’A Casa do Porco, que subiu 16 posições e ficou em 8º lugar. A casa do chef Jefferson Rueda tem sido um marco importante para a revitalização do Centro de São Paulo. O restaurante Maní, da chef Helena Rizzo, ficou com 9º lugar, caindo uma posição.

A lista foi feita por um júri composto por 252 chefs, jornalistas, proprietários de restaurantes e foodies do México, América Central e América do Sul. Cada jurado votou em dez estabelecimentos diferentes que precisaram ser visitados ao menos uma vez nos últimos 18 meses.

Comandado pelo Chef Mitsuharu Tsumura, o vencedor Maido é especializado em comida nikkei, culinária que faz a fusão de ingredientes japoneses e peruanos. Entre as receitas servidas no restaurante, destacam-se o choripan de peixe e polvo e o “asado de tira Nitsuke” com arroz chaufa branco, carne curada, gengibre em conserva e alho crocante.

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O melhor pub irlandês fica em… Roma!

O melhor pub irlandês do mundo não está na Irlanda, mas sim na Itália. O pub “Scholars Lounge”, localizado em Roma, foi escolhido pelo “Irish Pubs Global Awards” como o melhor estabelecimento do planeta.

A premiação é considerada o “Oscar” dos pubs irlandeses, que pela primeira vez teve como vencedor um bar localizado na Itália. Cerca de 16 mil pubs participaram do concurso.

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A escolha do melhor pub irlandês do mundo é realizada através de uma série de critérios. Entre alguns deles, o bar deve ter uma boa comida, um ambiente agradável e um rico cardápio de destilados.

Fundado em 2005, o “Scholars Lounge” fica no coração de Roma e possui muitas comidas típicas irlandesas, além de conter mais de 250 opções de whiskys. O estabelecimento também já recebeu premiações em competições de bares da Europa.

Fonte: Exame

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Gastronomia com produção local

Entre os hotéis de luxo pelo mundo, há tantas regalias que fica até difícil lançar uma novidade que chame atenção. Mas estes cinco hotéis apostaram em um tipo diferente de “mimo” para seus hóspedes: oferecer comidas de alta gastronomia preparadas com ingredientes e produtos retirados de suas próprias propriedades. Veja a seleção, feita pelo site Glamurama:

O Hacienda Hotel Vira Vira, em Pucón, no Chile, produz 99% dos ingredientes que compõem seus pratos, do café da manhã ao jantar. A fazenda tem cultivo próprio de diversos grãos e batatas, cria cabras, galinhas, vacas, patos e outros, além de cultivar uma grande variedade de frutas e legumes, como alcachofras e aspargos. Os donos do hotel, o casal suíço Claudia e Michael Paravicini, fizeram questão de montar sua própria queijaria e leiteria, e trouxeram um mestre queijeiro para supervisionar a produção. Iogurtes, creme de leite e manteiga são preparados diariamente para deixar a experiência gastronômica ainda mais especial.

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Procurando por alta gastronomia e também aventura? O Soneva Kiri, na ilha de Koh Kood, na Tailândia, é o local perfeito. Com o conceito único de “slow life”, o hotel fabrica sua própria água, tanto mineral quanto com gás, tem seu próprio apiário e utiliza os ingredientes da sua horta para preparar as delícias servidas em seus restaurantes. Um deles é o Treepod, onde as mesas são como casas na árvore, e lá do alto, além de apreciar a vista única, é possível experimentar as refeições elaboradas – e saudáveis – entregues pelo seu garçom pessoal, que chega de tirolesa.

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Para aqueles que procuram gastronomia estrelada, o L’Andana, localizado no coração da Toscana, na Itália, é o lugar. O hotel pertence ao chef Alain Ducasse, 21 vezes estrela Michelin ao longo de sua carreira. Lá, além de cultivar sua própria horta, ele ainda faz iogurte, geleia e marmelada caseiros para o café da manhã. Mas a experiência não acaba por aí: o L’Andana conta com uma vinícola própria com 30 hectares cultivados principalmente de Cabernet Sauvignon, Viogner, Merlot, Alicante, Vermentino e Syrah. Os hóspedes, além de caírem no pecado da gula, podem passear pelas plantações e dar uma parada para degustar os vinhos produzidos por lá. E tem mais: durante os meses de outubro e novembro, a colheita de azeitona acontece para produzir o azeite And’Olio, mais um produto especial do hotel.

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Para quem gosta de provar um bom rum, a destilaria Blackwell é uma tradição familiar. Chris Blackwell, dono do hotel Golden Eye, em Oracabessa, na Jamaica, é quem comanda a produção da bebida, feita a partir de uma receita de família. Com base na cana de açúcar, o rum Blackwell é produzido em pequena escala, mas servido à vontade para os hóspedes do hotel que, antigamente, era a casa de Ian Fleming, criador do agente 007. Se pudesse, possivelmente James Bond trocaria seu dry martini por uma dose desse rum!

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Aprender a cozinhar com o badalado chef Willibald Reinbacher e colhendo os ingredientes fresquinhos na hora é uma experiência possível no Shanti Maurice, nas Ilhas Maurício. O resort boutique conta com uma horta orgânica de mais de mil metros quadrados com uma grande variedade de ervas e vegetais como alecrim, erva-limão, coentro, hortelã, beterraba, berinjela, brócolis e cebola. A gastronomia do hotel ainda oferece, além de tudo o que é cultivado por lá, produtos frescos do oceano. Cada restaurante do Shanti Maurice traz uma influência: o Stars é voltado para os sabores sul africanos. Já o cardápio do Fish Shack depende da pesca da noite anterior. Mais fresco, impossível!

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