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Category Archives: Cultura

Títulos exóticos nesta livraria em Berlim

Se você tiver planos de escapar para Berlim esse ano e adorar livros e revistas raras, a livraria Do You Read Me?! é um programa obrigatório no seu roteiro.

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Localizada na rua Auguststrasse, no bairro de Mitte, a livraria oferece uma seleção de revistas independentes – e interessantes –  do países nórdicos da Europa, Ásia e EUA, além de edições raras de publicações conhecidas e uma série de livros para profissionais criativos, com títulos de design, arquitetura, moda, fotografia, comportamento, música e literatura.

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O passeio por essa rua é muito interessante, pois a livraria é rodeada de galerias de arte contemporânea, onde é possível ver alguns dos artistas mais interessantes do momento e ainda descobrir muitas novidades que enriquecem a viagem e fazem viajar além do roteiro.

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É um passeio daqueles para passar uma manhã inteira, sentar e ler com calma, um lugar com pessoas interessantes que se unem com o mesmo objetivo: ler, se inspirar e se apaixonar. O staff sabe tudo sobre os produtos que vendem e o convite é para curtir o espaço, como uma livraria de antigamente, mas com um conteúdo para pensar no futuro.

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Mitte, Berlim

Fonte: Casa Vogue

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Já imaginou viajar para a Mongólia?

Para viajantes aventureiros, não há nada que chame mais a atenção do que um destino pouco explorado pelos turistas. Para essas pessoas, a Mongólia, país na porção central da Ásia, pode ser o local perfeito para alguns dias de férias. Com belezas naturais como o deserto de Gobi e festivais que celebram a cultura local, como o Naadam, o país é um destino pouco visitado, mas com muito potencial.

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Entre a China e a porção central da Rússia, a Mongólia tem o mesmo tamanho do Estado norte-americano do Alasca e é o 19º maior país do mundo. Ulan Bator, ao Norte, é a capital com menor temperatura média: -5º C, com média de -25º C no inverno. E as peculiaridades não param por aí: com 2,9 milhões de habitante e 1,5 milhão de km², é o país com a menor densidade demográfica do planeta. Cerca de 96% da população pertence à etnia dos mongóis. Ainda que não faça divisa com o Cazaquistão, o país, que fica a 38 km da fronteira Oeste, sofre influência da cultura casaque em sua porção Oeste.

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Para quem não dispõe de muito tempo no país, uma visita ao deserto de Gobi, ao Sul, já mostra um pedaço das belezas inóspitas da região. Ao Norte, as pradarias na fronteira com a Rússia tem um clima quase subpolar e podem chegar a temperaturas de -40º C no inverno. Com um pouco mais de tempo, é possível visitar os templos budistas espalhados pelo país. O budismo é a religião de 89% da população e as construções milenares estão em todos os lugares.

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Para quem viaja de julho a outubro, o festival de Naadam é um dos principais acontecimentos do país e inclui três competições principais: arco e flecha, luta livre e corrida a cavalo.

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A Mongólia oferece várias programações inusitadas para quem não gosta do turismo tradicional. No vale Yol, no deserto de Gobi, os viajantes podem explorar o local em caminhadas e vislumbrar geleiras eternas no topo da cadeia de montanhas da região, inclusive nos dias mais quentes. Para quem tem interesse em dinossauros, o Sul do país é cheio de sítios arqueológicos que têm exposições de, inclusive, ovos de dinossauros.

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A melhor época para visitar a Mongólia é entre junho e agosto, por conta das temperaturas mais elevadas (que, na capital, não passam dos 14º C).

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Museu Chaplin

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Um dos maiores ícones do cinema de todos os tempos tem um museu exclusivo. A mansão em que Charles Chaplin viveu os últimos 25 anos de sua vida, na cidade suíça de Vevey, foi transformada em museu temático e já está aberta a visitação. A propriedade e o parque de 14 hectares com a vista panorâmica do Lago Léman vão fornecer uma visão da vida cotidiana dos Chaplins, em um projeto concebido pela empresa francesa Grévin, responsável por diversos projetos internacionais de museus de cera e parques temáticos.

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A empresa promete “uma encenação que vai catapultar o observador num universo cheio de ilusões e sonhos”. Os visitantes poderão conhecer melhor não somente o artista, mas também a pessoa de Charlie Chaplin.

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A parte interna da “Manoir de Ban”, como é chamada a propriedade, foi completamente esvaziada e reformada. Entre outros, surgiu um novo edifício-estúdio, em que Chaplin é apresentado como artista. Ali se encontra uma sala de cinema com 150 lugares, onde poderão ser vistos clássicos. Os curadores avaliaram 81 filmes e 15 mil fotografias, para apresentar tudo da forma mais original possível.

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Há também uma série de objetos de recordação, que os filhos de Charlie Chaplin colocaram à disposição. Entre eles, álbuns de fotos, filmes de família, como também a mala do filme O vagabundo, marca registrada desse herói tragicômico do cinema.

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Prada inaugura centro cultural na China

A grife italiana Prada acaba de inaugurar um centro cultural em Xangai, China, batizado de Prada Rong Zhai. O espaço, que abrigará eventos e exposições, é uma antiga mansão do início do século XX que foi restaurada pelo arquiteto Roberto Baciocchi.

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Para marcar o término dos seis anos de reformas, a grife realizou, no último dia 12, uma reapresentação de seu último desfile, que ocorreu originalmente no mês de março deste ano, em Milão. A primeira exposição aberta ao público mostra todo o processo de restauração da mansão e segue em cartaz só até 12 de novembro.

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Para a grife, que já possui três unidades da Fondazione Prada na Itália (2 em Milão e 1 em Veneza), o novo centro é uma forma de reafirmar o compromisso de promover a arte e arquitetura.

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Atração sobre ciência e futuro em Miami

Uma área de 23 mil m² dedicada a ciência – mas não de um jeito cansativo ou teórico demais. Inaugurado em maio, o Frost Museum of Science é um museu que trata o passado, presente e o futuro da temática de um jeito interativo, e onde a arquitetura contribui para uma experiência completa.

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Localizado em uma área com com muita natureza ao redor, nada mais apropriado do que um museu que proporcionasse uma interação com o entorno. Sendo assim, sua arquitetura é constituída por quatro edifícios que se relacionam sob um átrio, incentivando a caminhada entre os anexos.

Logo na entrada, um dos destaques é o planetário. Com hora marcada, os visitantes entram numa espécie de teatro onde uma projeção 3D e 8K surge no teto abaulado, contando histórias sobre o surgimento do planeta, dos oceanos e todas as reações físico-químicas que nos rodeiam.

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Elevadores coloridos se destacam ao centro do espaço, mas há escadas que conduzem aos outros cinco andares de atrações. Cartazes motivacionais percorrem os corrimãos, numa tentativa de reduzir o consumo de energia e o sedentarismo, outro dilema que a humanidade deve enfrentar no futuro. Coleta de água da chuva, águas cinzas e uma fazenda solar no teto também foram algumas das preocupações com a sustentabilidade.

Subindo um lance de escadas, o edifício se divide em duas partes: as asas norte e oeste, que trazem diversas exposições, muitas interativas, que abordam de algoritmos a história do voo, desde os dinossauros até a chegada à lua. A torre também contempla uma estação meteorológica, um terraço de painéis solares fotovoltaicos e um espaço para aulas.

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Mas a parte que mais encanta, principalmente às crianças, é o edifício todo dedicado a vida marinha. São três andares de aquários: começando pelo nível “Vista”, com corais e arraias que podem ser tocadas, passando pelo “Mergulho” e “Fundo”, onde há aquários gigantescos, cuja arquitetura destaca a ideia de sermos pequenos em relação a imensidão do mar. Ali, os visitantes têm a sensação de estar nadando junto com peixes e, claro, com os gigantescos tubarões. Um prato cheio para crianças e adultos curiosos!

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Fonte: Casa Vogue

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Santuário dos Beatles reaberto

Um retiro espiritual, localizado no norte da Índia, onde os Beatles aprenderam a prática da meditação transcendental – e escreveram 48 músicas – reabriu ao público recentemente, em homenagem ao 35º aniversário de morte de John Lennon.

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O eremitério fica na cidade de Rishikesh, próximo ao Rio Ganges e ficou abandonado depois que o guru Maharishi Manesh deixou o lugar, em 1970. Apesar disso, alguns fãs da banda continuaram a visitar o espaço.

Entre as músicas que o quarteto escreveu durante a visita, que aconteceu em 1968, estão algumas famosas composições do icônico White Album, como Back in the USSRDear Prudence – para a irmã de Mia Farrow, Prudence, que também estava na habitação isolada – e I’m So Tired – após Lennon passar três semanas dormindo muito pouco no local.

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Em 2015, as autoridades do estado de Uttarakhand começaram uma reforma com o intuito de transformar a locação em um centro de ioga para turistas. Apesar da limpeza, os grafites e colagens antigas permaneceram, também como uma forma de homenagem a um rico passado. Os visitantes curiosos e os praticantes de ioga estão clicando todas as áreas do espaço e compartilhando as imagens no Instagram.

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Fonte: Casa Vogue

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Atração histórica em Cottbus, Alemanha

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Cottbus pode até ser uma cidade pouco conhecida na Alemanha, mas o lugar é capaz de arrebatar os visitantes logo de início, com suas casinhas de estilo barroco com fachadas incríveis e atmosfera de cidade de interior. Com cerca de 100 mil habitantes e localizada no leste da Alemanha, Cottbus é famosa por seu típico bolo em camadas e foi importante fornecedora de energia na época da Alemanha Oriental.

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Uma das curiosas atrações da cidade, com mais de 100 anos de história, o cinema Weltspiegel é um dos mais antigos da Alemanha. Renovado, ele passou a atrair não só espectadores, mas também turistas encantados por sua história.

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Depois da reformulação, o prédio passou a contar com duas salas de projeção adicionais, com 80 lugares cada, e um bar no anexo do edifício. A tradicional sala com 520 lugares e um teto de ouro foi utilizada por uma plataforma retrátil também para eventos. Para completar a reforma, um design emocionante foi criado, com referências à trajetória do cinema, gerando uma incrível fusão da história com os tempos atuais.

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Cartas para Julieta

Desde o século passado, escrever uma carta de amor e enviar para as “secretárias” de Julieta é uma das principais atrações turísticas de Verona, na Itália. Há cerca de 70 anos, pessoas escrevem suas histórias de amor e as enviam para a casa de Julieta Capuleto, personagem de William Shakespeare. Agora, mais pessoas ajudarão a responder as cartas de amor, já que 50 voluntárias de vários países irão para Verona ajudar nesta tarefa. As voluntárias que irão até Verona têm entre 20 e 60 anos de idade. Elas receberão as cartas sobre desilusões amorosas e terão a tarefa de lê-las e respondê-las para todas as partes do planeta.

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A primeira carta chegou nos anos 1930 e foi encontrada na suposta tumba da personagem do romance “ Romeu e Julieta ”. Na época, ela foi respondida por um coveiro, e esse foi primeiro passo para que fosse criado um fenômeno mundial de enviar cartas para a personagem.  Foi tanta demanda que a prefeitura oficializou, há 25 anos, o serviço “Clube da Julieta”, que recebe cerca de 10 mil cartas por ano em vários idiomas.

O serviço ficou ainda mais famoso em 2010 com o filme “ Cartas para Julieta ”. A produção conta a história de Sophie, que em visita à Itália conhece um muro em que pessoas com desilusões amorosas deixam cartas para Julieta. Quando encontra uma carta de 1957, a jovem decide responder à autora, Claire, que vai para a Itália em busca de seu amor antigo e que ela nunca esqueceu.

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Fonte: IG

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Galápagos, paraíso para os amantes da natureza

Imagine o privilégio de poder conhecer um dos raros lugares do planeta ainda pouco afetados pela devastação humana. No arquipélago de Galápagos, cerca de 95% é área de preservação, o que dá a noção da riqueza natural desse conjunto de ilhas do Pacífico, apelidado – muito apropriadamente – de Ilhas Encantadas.

Distante mil quilômetros da costa do Equador, Galápagos é a segunda maior reserva marinha do mundo. Emergiu ao oceano há cinco milhões de anos, como resultado das erupções vulcânicas submarinas, e até hoje surpreende e encanta seus visitantes, com sua diversidade de flora e fauna.

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As Ilhas Galápagos foram declaradas parque nacional em 1959 e Patrimônio da Humanidade pela UNESCO em 1978. Curiosamente, foi descoberta em 1532, mas colonizada somente três séculos mais tarde, o que garantiu a biodiversidade intocada durante anos. Seu nome vem das gigantes tartarugas que medem até dois metros de comprimento. Elas dividem a atenção (e os flashes) dos visitantes com as iguanas e leões-marinhos, que transitam tranquilamente pelas ilhas.

Não foi à toa que tanta particularidade inspirou o naturalista inglês Charles Darwin, em 1835, a passar cinco semanas na região, tecendo um estudo profundo que gerou uma das teorias humanas mais debatidas até os dias atuais, a Teoria Evolução das Espécies. Segundo ele, os animais alterariam suas características para adaptar-se a um novo ambiente, que se transformaria constantemente pelas profundas forças geológicas e climáticas da natureza.

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É possível visitar Galápagos em qualquer época do ano. Entre junho e novembro costuma ser o melhor período de mergulho, por causa da quantidade maior de peixes. Já de dezembro a abril, o clima é mais ensolarado, mas com pancadas de chuva quase diárias. Visitar todas as ilhas de Galápagos é tarefa quase impossível. Afinal, são 13 ilhas maiores, seis ilhas menores e mais de uma centena de ilhotas e rochedos, que totalizam uma área terrestre de mais de 8.000 km². Cada uma delas possui atrativos únicos e paisagens memoráveis. Confira algumas das principais (outras incluem Ilha SeymourIlha Santa MariaIlha de GenovesaIlha de WolfIlha Pintada e Ilha Bella)

Para aprofundar os conhecimentos científicos, não deixe de visitar locais de estudo e pesquisa nas ilhas. Entre elas, a Fundação Charles Darwin, que mantém o programa de reprodução e criação de tartarugas terrestres gigantes em cativeiro. Dá para chegar pertinho delas e garantir ótimas fotos.

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Fonte: Momondo

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5 documentários de viagem que todos os viajantes devem assistir

Se você é daquelas pessoas que quando não está viajando está planejando o próximo destino, essa lista vai te ajudar  na preparação pra cair na estrada mais uma vez. Foi-se o tempo em que documentários traziam apenas especificações técnicas e atualmente esse gênero pode ser muito inspirador. Espere pra fazer a mala, separe um tempo pra telinha e prepare a pipoca!

A vida em um dia (Kevin MacDonald, 2011)

Esse documentário é resultado da seleção e compilação de mais de 80000 vídeos enviados por usuários de Youtube em um único dia, mais precisamente o dia 24 de julho de 2010. Milhares de pessoas e paisagens em mais de cento e noventa e dois países resultam em diversas imagens que vão desde a poesia absoluta até o mais simples cotidiano. O filme nos conecta com nossa humanidade e nos deixa curiosos para conhecer a imensidão do planeta.

Maidentrip (Jillian Schlesinger, 2013)

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Maidentrip conta a incrível história de Laura Dekker, uma holandesa que deu a volta ao mundo em um veleiro: sozinha e com apenas quatorze anos! O documentário retrata a viagem de Laura, o amadurecimento da adolescente e os bastidores e preparação para a grande proeza. Quem gosta de viagem certamente vai se sentir animado com esse documentário que inspira aventura.

Vivendo com um dólar (Chris Temple e Zach Ingrasci, 2013)

Quatro estudantes de engenharia da classe média norte-americana resolveram fazer um experimento na Guatemala e viver com apenas um dólar por dia, durante cinquenta e seis dias. O filme retrata as dificuldades vividas pelos jovens e por toda a população de Pena Blanca e a experiência promete inspirar os viajantes engajados com as causas sociais ao redor do mundo.

Capitais do delito (Conor Woodman)

Não é só um filme, mas uma série documental que os turistas interessados em grandes capitais devem assistir para se protegerem. Os episódios apresentados por Conor Woodman mostram os golpes mais comuns que são aplicados aos turistas e, principalmente, como agir pra não cair em armadilhas que vão desde uma cobrança abusiva em corridas de táxi até batedores de carteira profissionais. Quem assiste viaja mais atento, e por isso mesmo, em segurança.

Samsara (Ron Fricke, 2011)

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Para fechar a lista com chave de ouro, esse documentário, que foi filmado ao longo de cinco anos em mais de vinte países, alterna imagens arrebatadoras de belezas naturais com catástrofes industriais bem como retrata seres humanos em situações de miséria ou profunda espiritualidade. O estado meditativo proposto pelo filme guia o espectador e ao final a sensação é de que a viagem ao redor do mundo já foi feita. Simplesmente imperdível!

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