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Category Archives: Cultura

Os arredores dos pontos turísticos mais famosos do mundo

Viajar é fantástico e conhecer de perto um ponto turístico famoso pode ser a realização de um sonho. Alguns deles são super icônicos e é possível reconhecê-lo por qualquer imagem. Mas você já parou para pensar no que existe nos arredores destes monumentos e em todo contexto em torno deles? Confira os ambientes que envolvem alguns dos cartões postais mais conhecidos do mundo e surpreenda-se!

Taj Mahal - Índia

Taj Mahal – Índia

Pirâmides de Gizé - Egito

Pirâmides de Gizé – Egito

Santorini - Grécia

Santorini – Grécia

Cidade Proibida - China

Cidade Proibida – China

Sirenita - Dinamarca

Sirenita – Dinamarca

Stonehenge - Reino Unido

Stonehenge – Reino Unido

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Galápagos, paraíso para os amantes da natureza

Imagine o privilégio de poder conhecer um dos raros lugares do planeta ainda pouco afetados pela devastação humana. No arquipélago de Galápagos, cerca de 95% é área de preservação, o que dá a noção da riqueza natural desse conjunto de ilhas do Pacífico, apelidado – muito apropriadamente – de Ilhas Encantadas.

Distante mil quilômetros da costa do Equador, Galápagos é a segunda maior reserva marinha do mundo. Emergiu ao oceano há cinco milhões de anos, como resultado das erupções vulcânicas submarinas, e até hoje surpreende e encanta seus visitantes, com sua diversidade de flora e fauna.

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As Ilhas Galápagos foram declaradas parque nacional em 1959 e Patrimônio da Humanidade pela UNESCO em 1978. Curiosamente, foi descoberta em 1532, mas colonizada somente três séculos mais tarde, o que garantiu a biodiversidade intocada durante anos. Seu nome vem das gigantes tartarugas que medem até dois metros de comprimento. Elas dividem a atenção (e os flashes) dos visitantes com as iguanas e leões-marinhos, que transitam tranquilamente pelas ilhas.

Não foi à toa que tanta particularidade inspirou o naturalista inglês Charles Darwin, em 1835, a passar cinco semanas na região, tecendo um estudo profundo que gerou uma das teorias humanas mais debatidas até os dias atuais, a Teoria Evolução das Espécies. Segundo ele, os animais alterariam suas características para adaptar-se a um novo ambiente, que se transformaria constantemente pelas profundas forças geológicas e climáticas da natureza.

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É possível visitar Galápagos em qualquer época do ano. Entre junho e novembro costuma ser o melhor período de mergulho, por causa da quantidade maior de peixes. Já de dezembro a abril, o clima é mais ensolarado, mas com pancadas de chuva quase diárias. Visitar todas as ilhas de Galápagos é tarefa quase impossível. Afinal, são 13 ilhas maiores, seis ilhas menores e mais de uma centena de ilhotas e rochedos, que totalizam uma área terrestre de mais de 8.000 km². Cada uma delas possui atrativos únicos e paisagens memoráveis. Confira algumas das principais (outras incluem Ilha SeymourIlha Santa MariaIlha de GenovesaIlha de WolfIlha Pintada e Ilha Bella)

Para aprofundar os conhecimentos científicos, não deixe de visitar locais de estudo e pesquisa nas ilhas. Entre elas, a Fundação Charles Darwin, que mantém o programa de reprodução e criação de tartarugas terrestres gigantes em cativeiro. Dá para chegar pertinho delas e garantir ótimas fotos.

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Fonte: Momondo

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12 destinos alternativos de Natal pelo mundo – Parte 3

Esse ano, faça algo diferente no Natal. Prepare as malas e viaje para esses um destes 12 destinos alternativos para passar o Natal pelo mundo!

9) Livingstone, Zâmbia

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Como um uma cidade predominantemente cristã, Livingstone é sempre alegre neste mês de feriado, com nativos animados recebendo visitantes com braços abertos para cantar canções de Natal, assistir uma peça natalina ou participar da entrega de presentes da comunidade. Mas o melhor presente de Natal que alguém pode se dar é uma excursão para fora da cidade, para o Parque Nacional Mosi-ao-Tunya, classificado como Patrimônio Mundial da UNESCO.

Ele abriga um parque de vida selvagem, floresta tropical e a deslumbrante cachoeira de Victoria Falls, também conhecida como “A Fumaça que Troveja”, a qual conecta a Zâmbia com seu vizinho ao sul, Zimbábue. Os nativos são extremamente orgulhosos deste marco nacional barulhento, e o número relativamente baixo de turistas da Zâmbia significa que você pode se aventurar pela floresta tropical sem ter que dividi-la com outras multidões alegres. Mas não esqueça da câmera.

Victoria Falls é notada como um dos arco-íris lunares mais impressionantes (e românticos) do mundo e o alcance caleidoscópico de cores será certamente uma visão para se guardar.

10) Budapeste, Hungria

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Procurando um pouco da alegria de Natal diferente e com um orçamento apertado? Então a capital húngara tem encantos de sobra! Em primeiro lugar há o obrigatório mercado natalino na Praça Vörösmarty.

Comumente proclamado o mercado festivo mais barato de toda a Europa, as lembranças regulares para turistas é substituída por artesanatos húngaros feitos à mão – ótimos para presentes de natal de última hora. Se a gelada temperatura de dezembro e queda de neve te der calafrios, aqueça-se então com um mergulho no maios banho térmico de Budapeste, o Széchenyi.

E então há os bondes de contos de fadas! Durante todo o mês de dezembro, três linhas centrais de bondes são enfeitadas com encantadoras luzes de contos de fadas. Olhar pelas janelas destes trenós futurísticos é uma maravilhosa maneira de ver uma Budapeste radiante ao anoitecer.

11) Sydney, Austrália

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As festividades pré-natalinas em Sydney também não deixam de seguir as tradições das grandes capitais do hemisfério norte.

Os tradicionais corais entoam seus concertos no Pitt Street Mall, e o famoso mercado The Very Merry Christmas Rocks Market concentra de presentes artesanais a deliciosas iguarias sazonais. Para uma boa dose de cantoria, não perca o maior concerto de Natal gratuito da Austrália, o Woolworths Carols in the Domain. Esse popular evento anual acontece perto do Jardim Botânico Real e é garantia de um desfile dos seus clássicos natalinos favoritos.

Mas na Austrália, só não há castanhas torrando em uma fogueira ou boneco de neve com nariz de cenoura. Por lá, o comum é assar uns camarões numa barbie (churrasqueira) sob um sol escaldante. Então se para você Natal tem que ter calor, não pense duas vezes e vá para a Bondi Beach. A praia mais badalada da Austrália é o ponto perfeito para fazer novas amizades, pegar umas boas ondas e ver de perto como os australianos celebram o Natal com muito estilo.

12) Nassau, Bahamas

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Se você está procurando fugir da depressão pós-natal com um sol de rachar, figurino estrangeiro e o ritmo pulsante dos tambores goombay que são simplesmente irresistíveis, então convide-se para Nassau’s Junkanoo!

Ocorrendo em 26 de dezembro e novamente no dia de ano novo, é o festival de rua mais antigo do Caribe, e até rivaliza com o Mardi Gras de Nova Orleans e o Carnaval do Rio com suas fantasias brilhantes, coloridas e até mesmo malucas.

Entre a curtição e a alegria, o mês de dezembro é perfeito para pessoas buscando descansar e relaxar na menos movimentada Praia do Cabo, ou entrar de cabeça no azul para roteiros de mergulho mundialmente famosos.

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12 destinos alternativos de Natal pelo mundo – Parte 2

Esse ano, faça algo diferente no Natal. Prepare as malas e viaje para esses um destes 12 destinos alternativos para passar o Natal pelo mundo!

5) Kyoto, Japão

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Kyoto é o centro do budismo japonês. Como você deve imaginar, o Natal é um pouco diferente aqui. Sem uma forte conexão religiosa às festividades, os nativos celebram a época com uma abundância de decorações brilhantes e um pouco de romance à moda antiga, com milhares de casais saindo na véspera de natal para frequentar os restaurantes, bares e “hotéis românticos” mais ostensivos da cidade.

Uma vez tendo experimentado a ternura de cidade do interior, a “O-minugui Shiki” (cerimônia de limpeza) anual do templo Chion-in no dia 25 de dezembro é um tributo musical espetacular ao nascimento da Terra Pura do Budismo. Finalize o grande dia com uma viagem aos arredores ocidentais de Kyoto para uma trilha no Arashiyama. Registrado como um “local de cenário de beleza” nacional, caminhar através do mar de caules verdes de bambu é como entrar em outro mundo – uma maneira verdadeiramente mágica de passar o dia de Natal!

6) Provence, França

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Gastronomia, presépios e decorações dignas de contos de fada… bem-vindo a Provence!

O clima mais frio não diminui em nada o famoso joie de vivre francês. As ruas das cidades ficam cobertas de decorações e os lojistas capricham nos enfeites das vitrines. Outra tradição dos moradores são as feiras de “santons”, miniaturas de barro artesanais feitas por artistas locais. Originalmente, os santons eram usados para criar os presépios, mas no século 19 também passaram a recriar cenas do cotidiano. Hoje, os santons franceses ilustram profissões diversas, como padeiros, padres, pescadores, cantores e açougueiros.

A comida, como era de se esperar, é levada muito a sério por lá. A ceia na véspera do Natal inclui sete pratos, honrando as Sete Dores de Maria. Eles são servidos com 13 pãezinhos, seguidos por 13 sobremesas, representando a Última Ceia de Jesus com seus 12 apóstolos.

7) Honolulu, Havaí

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Se está procurando um Natal no paraíso, que lugar melhor do que Ho-Ho-Honolulu no Havaí?! O estado mais ensolarado dos EUA tem celebrado as festividades natalinas ocidentais desde o começo do século XIX, mas com um toque havaiano único. Atualmente, os nativos na capital celebram em grande estilo, compartilhando a alegria do Natal com uma festa que dura o mês inteiro de dezembro, cheia de fogos de artifício, paradas e canções de Natal com acompanhamento de ukulele.

É provavelmente o único lugar do mundo no qual o Papai Noel está tão relaxado que aparece no luau vestindo um sarongue vermelho, chinelos e (você adivinhou) uma camisa florida, carregado numa canoa puxada por golfinhos. Não, é sério…

8) Tallinn, Estônia

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O centro antigo de Tallinn é praticamente um cartão-postal: igrejas antigas, arquitetura barroca, telhados coloridos e ruazinhas de pedras. Tudo tão bem preservado que parece que você viajou de volta ao passado. Apesar de o frio congelante tomar conta dos Países Bálticos no inverno, Tallinn costuma brilhar como uma luz de Natal durante a época do Yuletide.

Aliás, dizem que Tallinn foi onde foi montada a primeira árvore de Natal na Europa. Em 1441, a primeira árvore foi erguida na praça central pela Irmandade dos Cabeças-Negras, uma associação de mercantes solteiros, que cantavam e dançavam ao redor da árvore. A celebração local do Natal ainda hoje gira em torno de uma árvore de Natal, onde acontece um dos melhores mercados de Natal da Europa todos os anos. Vasculhe pelos estandes que vendem de chapéus de lã a objetos cerâmica, de velas perfumadas a decorações em madeira. Tudo produzido por artesãos locais.

Entre uma comprinha e outra, pare para provar sauerkraut (chucrute), salsichas e um copo de vinho quente no mercado.

 

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12 destinos alternativos de Natal pelo mundo – Parte 1

Esse ano, faça algo diferente no Natal. Prepare as malas e viaje para esses um destes 12 destinos alternativos para passar o Natal pelo mundo!

1) Tromsø, Noruega

Tromsø

Tem sonho de passar um Natal branquinho? Se frio não é mesmo o seu problema, que tal ir além e encarar as festas em pleno Círculo Ártico?

A cidade-ilha de Tromsø, apesar de ser tomada pela escuridão durante o inverno, ganha vida especial no mês de dezembro. Aromas de tangerina, pinheiros e pãezinhos de gengibre estão por toda parte, sem falar nas cantigas natalinas que ecoam pelo hall da Catedral Ártica. Os moradores se juntam nos mercados de Natal, e com tanta tentação ao redor, vai ser difícil resistir. Experimente o tradicional “ingefærnøtter”, biscoitos de gengibre em forma de bolinhas, acompanhados de um copo de quentão de crowberry para ajudar a esquentar.

Um imenso benefício de se estar no escuro total é poder avistar a famosa Aurora Boreal. Fique de olho entre seis da tarde e meia-noite e, enquanto espera, aproveite também a abundância de neve: pratique dogsled, esqui cross-country ou uma divertida guerra de bolas de neve.

2) Küssnacht, Suíça

Küssnacht

Na maioria dos cantos do mundo, Papai Noel é recebido em nossas casas e nossos corações com braços abertos. O mesmo não pode ser dito do peculiar vilarejo de Küssnacht, descansando na margem mais ao norte do Lago Lucerne, onde aproximadamente 20 mil turistas aparecem a cada dia 5 de dezembro para caçar o bom velhinho.

O confronto é chamado “Klausjagen”, também conhecido como “perseguindo o Noel”, e está entre as celebrações natalinas mais estranhas da Europa, não por menos começou na Idade Média como uma tradição pagã, quando as comunidades tentavam afugentar espíritos malignos com um barulho insuportável. O evento era tão turbulento que foi proibido no século XVIII, apenas para ser reintroduzido um século depois em uma nova forma cristã, com o pobre Noel na linha de fogo.

A parada que dura a noite inteira apresenta 180 corneteiros, duzentos homens enfeitados com iffeles, mitras de bispos gigantes iluminadas a velas feitas para parecerem vitrais e 700 percussionistas de sinos “perseguindo” o rebelde conhecido como Noel e seus quatro elfos das trevas para fora da cidade.

3) Douz, Tunísia

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Famoso por ser o local de filmagem dos filmes de Guerra nas Estrelas, a cidade do oriente médio de Douz é comumente rotulado como o sonolento “portão para o Saara”. Mas pelos últimos quatro dias de dezembro, as tribos árabes que moram lá transformam esta terra estéril de poeira em um espetáculo beduíno magnífico.

O Festival Internacional do Saara atrai uma grande multidão, com turistas de todo o mundo se unindo aos nômades viajando dos países vizinhos do norte da África para experienciar os torneios de hóquei de areia, ricas oferendas de comida, feiras de artesanato e apresentações tradicionais de dança do ventre.

Em Douz, o humilde camelo é tanto rei quanto o melhor amigo do homem, e os 50.000 visitantes anuais têm grande prazer em ver esses mamíferos corcovados participarem de rodeios e corridas através do cenário desértico. Não há nem sinal de natal, mas esta festa Tunísia anual é tão festiva quanto!

4) Castleton, Reino Unido

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As semanas antes do Natal são geralmente estressantes, com muitas compras, limpezas e preparação da ceia. Que tal fugir disso tudo e se esconder em Castleton, um charmoso vilarejo inglês onde o que importa são os simples prazeres da vida?

A temporada de festas começa com o acendimento das luzes de Natal. Todas as lojas capricham nas decorações mágicas e no espírito natalino para receber moradores e visitantes. Muitas ficam abertas até mais tarde, e costumam organizar eventos e concursos temáticos, como quizzes, oficinas de artesanato e jogos diversos para os pequenos.

Sede de quatro cavernas, Castleton faz ótimo uso delas durante o período natalino. Na Peak Cavern, por exemplo, a tradição é de entoar cantigas natalinas à luz de velas. Bandas de música tradicional apresentam-se todas as noites, e os visitantes são convidados a provar o vinho quente e as “mince pies”, as tortinhas de Natal típicas. Impossível resistir ao charme e ritmo descontraído da cidadezinha.

 

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Títulos exóticos nesta livraria em Berlim

Se você tiver planos de escapar para Berlim esse ano e adorar livros e revistas raras, a livraria Do You Read Me?! é um programa obrigatório no seu roteiro.

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Localizada na rua Auguststrasse, no bairro de Mitte, a livraria oferece uma seleção de revistas independentes – e interessantes –  do países nórdicos da Europa, Ásia e EUA, além de edições raras de publicações conhecidas e uma série de livros para profissionais criativos, com títulos de design, arquitetura, moda, fotografia, comportamento, música e literatura.

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O passeio por essa rua é muito interessante, pois a livraria é rodeada de galerias de arte contemporânea, onde é possível ver alguns dos artistas mais interessantes do momento e ainda descobrir muitas novidades que enriquecem a viagem e fazem viajar além do roteiro.

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É um passeio daqueles para passar uma manhã inteira, sentar e ler com calma, um lugar com pessoas interessantes que se unem com o mesmo objetivo: ler, se inspirar e se apaixonar. O staff sabe tudo sobre os produtos que vendem e o convite é para curtir o espaço, como uma livraria de antigamente, mas com um conteúdo para pensar no futuro.

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Mitte, Berlim

Fonte: Casa Vogue

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O hotel mais antigo do mundo, com 1300 anos

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No hotel japonês Nishiyama Onsen Keiunkan, ou simplesmente The Keiunkan, a ideia de que em time que está ganhando não se mexe é levada ao extremo: inaugurado no ano de 705 e funcionando, portanto, há mais de 1300 anos, o hotel é gerido desde sua fundação pela mesma família. São 52 gerações de descendentes cuidando do mais antigo hotel do mundo.

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Localizado nos arredores da cidade de Kyoto, o Keiunkan é também possivelmente a mais antiga empresa em funcionamento no mundo. Com 37 quartos e água quente vindo diretamente das fontes termais naturais de Hakuho, a justificativa para o (realmente) longevo sucesso do hotel começa em seu cenário: localizado aos pés das montanhas Akaishi e próximo ao sagrado Monte Fuji, a espetacular natureza ao redor do local oferece não só a água pura e quente como uma vista imbatível.

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Ainda que obviamente o hotel tenha sido algumas vezes restaurado e renovado, é também seu espírito tradicional, luxuoso em sua simplicidade e elegância, que faze do lugar um perfeito retiro – com direito a uma atração diretamente do passado, inequivocamente eficaz para um descanso especial: a ausência de internet. Aos desconectados hóspedes, são oferecidas refeições de qualidade superior, banhos naturais, karaokês impagáveis, e a insuperável imersão na natureza.

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Seus mais de 1300 anos de história o levaram a ser reconhecido pelo Guiness como o hotel mais antigo do mundo. O hotel foi fundado por Fujiwara Mahito, filho de um ajudante do imperador e, desde sua inauguração, o Keiunkan já recebeu um sem-fim de personalidades – entre samurais e imperadores do passado, chefes de estado, artistas e celebridades das mais diversas épocas – todos atrás desse preciso encontro entre tradição e inovação, com um segredo realmente atemporal: a hospitalidade.

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O preço de um quarto capaz de receber entre 2 a 7 hóspedes é de 52.000 ienes, ou cerca de 1.780 reais.

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Roteiro astronômico pelo céu Chile

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Percorrer o Chile de norte a sul é como visitar mais de um país em uma única viagem. Dos canais estreitos e gelados dos fiordes, na Patagônia, ao cenário árido do Atacama, no norte do país, o viajante encontra uma das mais variadas geografias em um mesmo destino da América do Sul.

Mas não é só em terra que turistas são recebidos com uma das mais impressionantes paisagens da América do Sul. Com condições climáticas que garantem mais de 300 noites de céu aberto por ano, os céus do Chile são conhecidos, mundialmente, por sua nitidez. Conheça observatórios turísticos do Chile que estão abertos para visitas:

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O Observatório Astronômico Andino se localiza a 20 minutos da capital chilena e está a 1.240 metros sobre o nível do mar. A visita noturna aberta ao público acontece em uma cúpula com três telescópios e um terraço de observação. O local oferece também observação diurna em três telescópios solares com filtro de Hidrogeno Alfa, o que permite apreciar detalhes do sol.

Com tours de 2h30 de duração, o Space ensina aos astrônomos de primeira viagem a observarem o céu a olho nu e até a lerem um mapa astronômico. Dividido em duas etapas que incluem até chocolate quente no final da visita, na sala da casa do astrônomo responsável pela experiência, o passeio permite também o uso de um dos 10 telescópios disponíveis.

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Localizado a 2.635 metros sobre o nível do mar, em Taltal, sul de Antofagasta, o Observatório Paranal conta com o VLTP, o Very Large Telescope Project, um sistema de quatro telescópios ópticos de 8,2 metros de diâmetro, considerado o mais avançado do mundo.

As visitas guiadas de duas horas, aos sábados, permitem o uso dos telescópios desse observatório de alto nível científico, a 87 km ao leste de La Serena e a 2.200 metros sobre o nível do mar.

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Já imaginou viajar para a Mongólia?

Para viajantes aventureiros, não há nada que chame mais a atenção do que um destino pouco explorado pelos turistas. Para essas pessoas, a Mongólia, país na porção central da Ásia, pode ser o local perfeito para alguns dias de férias. Com belezas naturais como o deserto de Gobi e festivais que celebram a cultura local, como o Naadam, o país é um destino pouco visitado, mas com muito potencial.

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Entre a China e a porção central da Rússia, a Mongólia tem o mesmo tamanho do Estado norte-americano do Alasca e é o 19º maior país do mundo. Ulan Bator, ao Norte, é a capital com menor temperatura média: -5º C, com média de -25º C no inverno. E as peculiaridades não param por aí: com 2,9 milhões de habitante e 1,5 milhão de km², é o país com a menor densidade demográfica do planeta. Cerca de 96% da população pertence à etnia dos mongóis. Ainda que não faça divisa com o Cazaquistão, o país, que fica a 38 km da fronteira Oeste, sofre influência da cultura casaque em sua porção Oeste.

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Para quem não dispõe de muito tempo no país, uma visita ao deserto de Gobi, ao Sul, já mostra um pedaço das belezas inóspitas da região. Ao Norte, as pradarias na fronteira com a Rússia tem um clima quase subpolar e podem chegar a temperaturas de -40º C no inverno. Com um pouco mais de tempo, é possível visitar os templos budistas espalhados pelo país. O budismo é a religião de 89% da população e as construções milenares estão em todos os lugares.

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Para quem viaja de julho a outubro, o festival de Naadam é um dos principais acontecimentos do país e inclui três competições principais: arco e flecha, luta livre e corrida a cavalo.

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A Mongólia oferece várias programações inusitadas para quem não gosta do turismo tradicional. No vale Yol, no deserto de Gobi, os viajantes podem explorar o local em caminhadas e vislumbrar geleiras eternas no topo da cadeia de montanhas da região, inclusive nos dias mais quentes. Para quem tem interesse em dinossauros, o Sul do país é cheio de sítios arqueológicos que têm exposições de, inclusive, ovos de dinossauros.

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A melhor época para visitar a Mongólia é entre junho e agosto, por conta das temperaturas mais elevadas (que, na capital, não passam dos 14º C).

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Marrocos em tons de azul

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Engana-se quem pensa que o Marrocos é feito apenas de tons terrosos e suas variáveis. Labirintos e ruazinhas completamente azuis fazem os visitantes da cidade de Chefchaouen, uma das mais populares cidades no país, pensarem estar mais próximos do céu. O vilarejo é conhecido pela tranquilidade, pela vista para as montanhas e pela produção de queijo de cabra, mas o que faz os visitantes ficarem de boca aberta é mesmo o conjunto de construções de cal e tinta azul no centro histórico.

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Fundada em 1471 pelo povo berbere para barrar a expansão dos portugueses no continente africano, a fortaleza virou refúgio de judeus e mouriscos (muçulmanos batizados à força como cristãos) nos dois séculos seguintes. Foi nessa época, com a retomada espanhola, que a cidade começou a ganhar os contornos que a fazem tão peculiar hoje em dia.

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Há quem goste de brincar que as fachadas são azuis para espantar os mosquitos. Mas a história verdadeira é outra. Os judeus começaram a pintar as casas para preservar uma antiga tradição. É que os corantes azuis, derivados de caracóis e mariscos, tingiam as vestes dos reis do Antigo Testamento. Logo, a cor azul tornou-se uma referência sagrada para a cultura religiosa.

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