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Category Archives: Cultura

Marrocos em tons de azul

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Engana-se quem pensa que o Marrocos é feito apenas de tons terrosos e suas variáveis. Labirintos e ruazinhas completamente azuis fazem os visitantes da cidade de Chefchaouen, uma das mais populares cidades no país, pensarem estar mais próximos do céu. O vilarejo é conhecido pela tranquilidade, pela vista para as montanhas e pela produção de queijo de cabra, mas o que faz os visitantes ficarem de boca aberta é mesmo o conjunto de construções de cal e tinta azul no centro histórico.

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Fundada em 1471 pelo povo berbere para barrar a expansão dos portugueses no continente africano, a fortaleza virou refúgio de judeus e mouriscos (muçulmanos batizados à força como cristãos) nos dois séculos seguintes. Foi nessa época, com a retomada espanhola, que a cidade começou a ganhar os contornos que a fazem tão peculiar hoje em dia.

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Há quem goste de brincar que as fachadas são azuis para espantar os mosquitos. Mas a história verdadeira é outra. Os judeus começaram a pintar as casas para preservar uma antiga tradição. É que os corantes azuis, derivados de caracóis e mariscos, tingiam as vestes dos reis do Antigo Testamento. Logo, a cor azul tornou-se uma referência sagrada para a cultura religiosa.

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Cartas para Julieta

Desde o século passado, escrever uma carta de amor e enviar para as “secretárias” de Julieta é uma das principais atrações turísticas de Verona, na Itália. Há cerca de 70 anos, pessoas escrevem suas histórias de amor e as enviam para a casa de Julieta Capuleto, personagem de William Shakespeare. Agora, mais pessoas ajudarão a responder as cartas de amor, já que 50 voluntárias de vários países irão para Verona ajudar nesta tarefa. As voluntárias que irão até Verona têm entre 20 e 60 anos de idade. Elas receberão as cartas sobre desilusões amorosas e terão a tarefa de lê-las e respondê-las para todas as partes do planeta.

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A primeira carta chegou nos anos 1930 e foi encontrada na suposta tumba da personagem do romance “ Romeu e Julieta ”. Na época, ela foi respondida por um coveiro, e esse foi primeiro passo para que fosse criado um fenômeno mundial de enviar cartas para a personagem.  Foi tanta demanda que a prefeitura oficializou, há 25 anos, o serviço “Clube da Julieta”, que recebe cerca de 10 mil cartas por ano em vários idiomas.

O serviço ficou ainda mais famoso em 2010 com o filme “ Cartas para Julieta ”. A produção conta a história de Sophie, que em visita à Itália conhece um muro em que pessoas com desilusões amorosas deixam cartas para Julieta. Quando encontra uma carta de 1957, a jovem decide responder à autora, Claire, que vai para a Itália em busca de seu amor antigo e que ela nunca esqueceu.

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Fonte: IG

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Hospede-se com milhares de livros

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O grande escritor argentino Jorge Luis Borges imaginava que o paraíso seria uma espécie de biblioteca, e para os amantes inveterados dos livros, viver rodeado por eles é parte quase tão fundamental da vida quanto viver rodeado por oxigênio.

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Pois uma livraria parisiense vem se popularizando por oferecer se não uma vida eterna no paraíso de Borges, ao menos algumas noites para viajantes poderem dormir entre livros. Trata-se da La Librarie, parte de um projeto intitulado Paris Boutik, que restaura estabelecimentos tradicionais em desuso e os transforma em hospedagens. Sem alterar a essência, a estética e a característica arquitetônica dos locais, o projeto revigora e oferece novo sentido para o charme até então abandonado de tais lugares.

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No passado, a La Librarie era um sebo, que agora foi transformada em um espaço capaz de receber até 4 pessoas em uma grande biblioteca, oferecendo cerca de 4,5 mil livros. Dentro desse paraíso literário há também equipamentos como maquina de café, minibar, pia e banheiro, além de um delicioso e imenso colchão que convida não só à leitura como ao mais profundo sono – devidamente protegido de ruídos externos e da luz graças a um vidro e cortinas especiais.

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E os livros estão por toda parte – inclusive no banheiro e na cozinha. La Librarie fica no bairro alto do Marais, rodeada de restaurantes, galerias e outras livrarias, e o pernoite para duas pessoas custa 275 euros.

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Fonte: Hypeness

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Conheça o Kasteyev, museu do Cazaquistão de importância mundial

O Cazaquistão está longe de ser um país muito popular e conhecido no Brasil. Situado na Ásia e com uma língua muito diferente da nossa, há pouquíssimas identificações com a nossa cultura. No entanto, isso não significa que o que acontece no país seja algo desinteressante ou sem valor. Para o mundo ocidental, o Cazaquistão se trata de uma nação conhecida por suas peculiaridades e força nos esportes. Um dos maiores países do mundo em extensão territorial, é famoso pelos esportes de inverno e possui muitos casinos — além de ser um país que respira poker, com vários lugares para praticar e essa tradição em ascensão.

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Além disso, o Cazaquistão é muito relevante no cenário artístico. O país já revelou muitos artistas importantes para o mundo e tem um museu, o Abilkhan Kasteyev State Museum of Arts, que guarda muito bem a história plástica do país. O lugar, localizado na cidade de Almaty, é impressionante em todos os sentidos. Inaugurado em 1976, o museu é nomeado em homenagem a Abilkhan Kasteyev (1904-1973), reconhecido como um dos maiores pintores da cultura cazaque.

O museu não é muito imponente de fora e nem é provido de tecnologia surreal com investimento multimilionário. O que torna o Kasteyev tão impressionante e importante na cultura asiática é o seu acervo, que conta praticamente tudo de relevante da cultura cazaque, além de todo cuidado que o povo local tem com a preservação das artes.

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O Kasteyev, maior museu do Cazaquistão, tem uma coleção de mais de 25 mil peças de arte, composta por quadros, desenhos, gráficos, esculturas, etc. Mas, não se engane ao pensar que ele só conta a história do Cazaquistão. Quando ele foi aberto, há 41 anos, a Rússia, então parte da União Soviética, doou muitas pinturas para a inauguração. Ou seja, é uma instituição que também conta parte da história da USSR. Há obras que datam de até 300 anos atrás, e além de trabalhos russos e cazaques, também há pinturas e esculturas chinesas, sul-coreanas, indianas e japonesas.

Com tantas obras importantes na cultura asiática, o Kasteyev conta com uma série de cuidados especiais para manter tudo em perfeita condição e isso torna esse museu ainda mais impressionante. Todo dia há profissionais de restauração que monitoram a temperatura e umidade de algumas salas do museu, para assim manter o ótimo estado das peças.

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Kasteyev Abylkhan. Retrato de Ch. Valikhanov, 1951.

O espaço sedia cerca de 80 exposições de arte todos os anos, sendo um centro de encontro artístico na Ásia e para os países do leste europeu. O Kasteyev também é reconhecido como um dos museus mais importantes do mundo, sendo membro do ICOM (International Confederation of Museums). Com uma história de obras que ultrapassam séculos e contam parte da tradição soviética e do Cazaquistão, esse lugar é uma visita obrigatória se um dia você tiver a curiosidade de visitar esse interessante país!

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Títulos exóticos nesta livraria em Berlim

Se você tiver planos de escapar para Berlim esse ano e adorar livros e revistas raras, a livraria Do You Read Me?! é um programa obrigatório no seu roteiro.

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Localizada na rua Auguststrasse, no bairro de Mitte, a livraria oferece uma seleção de revistas independentes – e interessantes –  do países nórdicos da Europa, Ásia e EUA, além de edições raras de publicações conhecidas e uma série de livros para profissionais criativos, com títulos de design, arquitetura, moda, fotografia, comportamento, música e literatura.

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O passeio por essa rua é muito interessante, pois a livraria é rodeada de galerias de arte contemporânea, onde é possível ver alguns dos artistas mais interessantes do momento e ainda descobrir muitas novidades que enriquecem a viagem e fazem viajar além do roteiro.

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É um passeio daqueles para passar uma manhã inteira, sentar e ler com calma, um lugar com pessoas interessantes que se unem com o mesmo objetivo: ler, se inspirar e se apaixonar. O staff sabe tudo sobre os produtos que vendem e o convite é para curtir o espaço, como uma livraria de antigamente, mas com um conteúdo para pensar no futuro.

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Mitte, Berlim

Fonte: Casa Vogue

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Já imaginou viajar para a Mongólia?

Para viajantes aventureiros, não há nada que chame mais a atenção do que um destino pouco explorado pelos turistas. Para essas pessoas, a Mongólia, país na porção central da Ásia, pode ser o local perfeito para alguns dias de férias. Com belezas naturais como o deserto de Gobi e festivais que celebram a cultura local, como o Naadam, o país é um destino pouco visitado, mas com muito potencial.

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Entre a China e a porção central da Rússia, a Mongólia tem o mesmo tamanho do Estado norte-americano do Alasca e é o 19º maior país do mundo. Ulan Bator, ao Norte, é a capital com menor temperatura média: -5º C, com média de -25º C no inverno. E as peculiaridades não param por aí: com 2,9 milhões de habitante e 1,5 milhão de km², é o país com a menor densidade demográfica do planeta. Cerca de 96% da população pertence à etnia dos mongóis. Ainda que não faça divisa com o Cazaquistão, o país, que fica a 38 km da fronteira Oeste, sofre influência da cultura casaque em sua porção Oeste.

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Para quem não dispõe de muito tempo no país, uma visita ao deserto de Gobi, ao Sul, já mostra um pedaço das belezas inóspitas da região. Ao Norte, as pradarias na fronteira com a Rússia tem um clima quase subpolar e podem chegar a temperaturas de -40º C no inverno. Com um pouco mais de tempo, é possível visitar os templos budistas espalhados pelo país. O budismo é a religião de 89% da população e as construções milenares estão em todos os lugares.

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Para quem viaja de julho a outubro, o festival de Naadam é um dos principais acontecimentos do país e inclui três competições principais: arco e flecha, luta livre e corrida a cavalo.

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A Mongólia oferece várias programações inusitadas para quem não gosta do turismo tradicional. No vale Yol, no deserto de Gobi, os viajantes podem explorar o local em caminhadas e vislumbrar geleiras eternas no topo da cadeia de montanhas da região, inclusive nos dias mais quentes. Para quem tem interesse em dinossauros, o Sul do país é cheio de sítios arqueológicos que têm exposições de, inclusive, ovos de dinossauros.

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A melhor época para visitar a Mongólia é entre junho e agosto, por conta das temperaturas mais elevadas (que, na capital, não passam dos 14º C).

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Museu Chaplin

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Um dos maiores ícones do cinema de todos os tempos tem um museu exclusivo. A mansão em que Charles Chaplin viveu os últimos 25 anos de sua vida, na cidade suíça de Vevey, foi transformada em museu temático e já está aberta a visitação. A propriedade e o parque de 14 hectares com a vista panorâmica do Lago Léman vão fornecer uma visão da vida cotidiana dos Chaplins, em um projeto concebido pela empresa francesa Grévin, responsável por diversos projetos internacionais de museus de cera e parques temáticos.

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A empresa promete “uma encenação que vai catapultar o observador num universo cheio de ilusões e sonhos”. Os visitantes poderão conhecer melhor não somente o artista, mas também a pessoa de Charlie Chaplin.

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A parte interna da “Manoir de Ban”, como é chamada a propriedade, foi completamente esvaziada e reformada. Entre outros, surgiu um novo edifício-estúdio, em que Chaplin é apresentado como artista. Ali se encontra uma sala de cinema com 150 lugares, onde poderão ser vistos clássicos. Os curadores avaliaram 81 filmes e 15 mil fotografias, para apresentar tudo da forma mais original possível.

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Há também uma série de objetos de recordação, que os filhos de Charlie Chaplin colocaram à disposição. Entre eles, álbuns de fotos, filmes de família, como também a mala do filme O vagabundo, marca registrada desse herói tragicômico do cinema.

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Prada inaugura centro cultural na China

A grife italiana Prada acaba de inaugurar um centro cultural em Xangai, China, batizado de Prada Rong Zhai. O espaço, que abrigará eventos e exposições, é uma antiga mansão do início do século XX que foi restaurada pelo arquiteto Roberto Baciocchi.

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Para marcar o término dos seis anos de reformas, a grife realizou, no último dia 12, uma reapresentação de seu último desfile, que ocorreu originalmente no mês de março deste ano, em Milão. A primeira exposição aberta ao público mostra todo o processo de restauração da mansão e segue em cartaz só até 12 de novembro.

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Para a grife, que já possui três unidades da Fondazione Prada na Itália (2 em Milão e 1 em Veneza), o novo centro é uma forma de reafirmar o compromisso de promover a arte e arquitetura.

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Atração sobre ciência e futuro em Miami

Uma área de 23 mil m² dedicada a ciência – mas não de um jeito cansativo ou teórico demais. Inaugurado em maio, o Frost Museum of Science é um museu que trata o passado, presente e o futuro da temática de um jeito interativo, e onde a arquitetura contribui para uma experiência completa.

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Localizado em uma área com com muita natureza ao redor, nada mais apropriado do que um museu que proporcionasse uma interação com o entorno. Sendo assim, sua arquitetura é constituída por quatro edifícios que se relacionam sob um átrio, incentivando a caminhada entre os anexos.

Logo na entrada, um dos destaques é o planetário. Com hora marcada, os visitantes entram numa espécie de teatro onde uma projeção 3D e 8K surge no teto abaulado, contando histórias sobre o surgimento do planeta, dos oceanos e todas as reações físico-químicas que nos rodeiam.

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Elevadores coloridos se destacam ao centro do espaço, mas há escadas que conduzem aos outros cinco andares de atrações. Cartazes motivacionais percorrem os corrimãos, numa tentativa de reduzir o consumo de energia e o sedentarismo, outro dilema que a humanidade deve enfrentar no futuro. Coleta de água da chuva, águas cinzas e uma fazenda solar no teto também foram algumas das preocupações com a sustentabilidade.

Subindo um lance de escadas, o edifício se divide em duas partes: as asas norte e oeste, que trazem diversas exposições, muitas interativas, que abordam de algoritmos a história do voo, desde os dinossauros até a chegada à lua. A torre também contempla uma estação meteorológica, um terraço de painéis solares fotovoltaicos e um espaço para aulas.

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Mas a parte que mais encanta, principalmente às crianças, é o edifício todo dedicado a vida marinha. São três andares de aquários: começando pelo nível “Vista”, com corais e arraias que podem ser tocadas, passando pelo “Mergulho” e “Fundo”, onde há aquários gigantescos, cuja arquitetura destaca a ideia de sermos pequenos em relação a imensidão do mar. Ali, os visitantes têm a sensação de estar nadando junto com peixes e, claro, com os gigantescos tubarões. Um prato cheio para crianças e adultos curiosos!

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Fonte: Casa Vogue

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Santuário dos Beatles reaberto

Um retiro espiritual, localizado no norte da Índia, onde os Beatles aprenderam a prática da meditação transcendental – e escreveram 48 músicas – reabriu ao público recentemente, em homenagem ao 35º aniversário de morte de John Lennon.

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O eremitério fica na cidade de Rishikesh, próximo ao Rio Ganges e ficou abandonado depois que o guru Maharishi Manesh deixou o lugar, em 1970. Apesar disso, alguns fãs da banda continuaram a visitar o espaço.

Entre as músicas que o quarteto escreveu durante a visita, que aconteceu em 1968, estão algumas famosas composições do icônico White Album, como Back in the USSRDear Prudence – para a irmã de Mia Farrow, Prudence, que também estava na habitação isolada – e I’m So Tired – após Lennon passar três semanas dormindo muito pouco no local.

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Em 2015, as autoridades do estado de Uttarakhand começaram uma reforma com o intuito de transformar a locação em um centro de ioga para turistas. Apesar da limpeza, os grafites e colagens antigas permaneceram, também como uma forma de homenagem a um rico passado. Os visitantes curiosos e os praticantes de ioga estão clicando todas as áreas do espaço e compartilhando as imagens no Instagram.

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Fonte: Casa Vogue

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