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Category Archives: Arte

Humor nas fachadas de Paris

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Vai para Paris? Vai ser impossível não notar as obras do artista Levalet (codinome do francês Charles Leval), que deixou temporariamente sua marca registrada nas paredes da cidade. São colagens com pegada nonsense, que retratam situações absurdas e fazem parecer que seus personagens inusitados estão interagindo com as fachadas dos edifícios em que foram inseridos.

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As obras de Levalet começaram a aparecer ao ar livre em 2012, mas ele já começou a produzir exposições inteiras de pinturas, esculturas e peças de montagem diferentes para exibir em espaços fechados, mas que não perdem em nada para sua arte de rua. A exposição solo mais recente do artista, intitulada Little Box, está prestes a abrir em Berlim, mas outra forma de conhecer seu trabalho é pelo livro Des Illusions Comiques, livro que foi recentemente lançado e reúne algumas de suas melhores obras.

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Um novo olhar para o céu das grandes metrópoles

Como seria o céu das metrópoles sem luzes, fumaça e poluição? Para tentar responder a essa pergunta o artista francês Thierry Cohen fotografou grandes cidades à noite, anotando hora, ângulo, latitude, longitude e altitude.

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Usando os dados coletados como referencial, Cohen se deslocou para outras regiões que tivessem o ar limpo e pouca influência de luzes artificiais. Aproveitando-se do movimento de rotação da Terra, o artista conseguiu captar aquele mesmo céu só que dessa vez com estrelas e constelações aparentes.

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O resultado do trabalho é uma montagem que utiliza a fotografia de cada cidade com o céu que veríamos sem a influência da luminosidade e da poluição.

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Fonte: Polo Criativo

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Flores japonesas em Montreal

Pense em um ambiente com sutil harmonia entre cores e detalhes na decoração. Este é o bistrô japonês Kinoya, em Saint-Denis Street, Montreal. O local moderno, mas que consegue rigorosamente manter a tradição, recentemente resolveu renovar a cara de seu estabelecimento com proposta do talentoso Jean de Lessard, que projetou volumes e formas de grande simplicidade para dar brilho e espaço, sem exageros.

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Embora partes do bistrô tenham sido mantidas, o local sofreu uma radical transformação. Hoje os chefs japoneses podem trabalhar em cozinha aberta, que antes era escondida pelos enormes fornos de pizza. As alterações no eixo de circulação existente, bem como a criação de novos pontos de vista com ambientes diferentes, têm dado ao espaço uma incrível sensação de fluidez.

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Para deixar o espaço mais dinâmico, o designer deu um toque de humor para a sala de “tatami” tradicional, que é o ponto forte do projeto. A faixa escultural de bétula amarela se enrola ao redor, para formar uma “caixa” que o designer posiciona ligeiramente fora da marca. As flores gigantes são expostas no piso, paredes e teto, que proporciona a quem frequenta o local um mundo de fantasia e poesia.

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Espaço de arte e leitura em Praga

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Parece um enorme zeppelin parado bem no meio da rua, mas a estrutura de 42 metros que surgiu recentemente no topo do Dox Center for Contemporary Arte, em Praga, é uma obra idealizada pra receber eventos de leitura, performances artísticas, recitais e debates. A construção, feita de madeira, acomoda cerca de 120 visitantes sentados.

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O espaço alternativo para estes grandes encontros foi projetado em colaboração entre o diretor do centro de arte e o arquiteto ganhador do prêmio global de arquitetura sustentável de 2014, Martin Rajnis. O nome oficial da obra é Gulliver e, segundo os idealizadores, nasceu como uma forma de cumprir uma obrigação que eles tinham com a arte contemporânea, a de conectá-la com o mundo da literatura.

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Lugares utópicos

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O premiado fotógrafo  e artista visual francês Jean-François Rauzier possui  uma longa tradição como  contador de histórias visuais, que oferecem ao olhos do expectador novas realidades e mundos utópicos.

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Há quase 40 anos, Rauzier viaja por todo o mundo explorando cidades, civilizações e heranças culturais, sempre em busca de novas técnicas e meios para ilustrar a sua visão única da terra. Em sua busca incessante por uma nova forma de se expressar, o fotógrafo se encantou pela fotografia digital que, segundo ele, permitiu que ele pudesse finalmente fazer o que sempre quis.

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“O que ele sempre quis”, no caso, foi criar um novo conceito fotográfico. O conceito de HYPERPHOTO  é na verdade uma imagem virtual elaborada a partir de várias centenas de fotos tiradas com uma lente teleobjetiva e depois digitalmente montada, como uma grande e elaborada colagem.

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Cada composição é formada por algo entre 600 e 3.500 imagens em close-up. Trata-se de uma tentativa de revelar todos os elementos de um lugar, de tirar fotos da forma mais ampla possível e de todos os ângulos. Num longo exercício de distorcer perspectivas, duplicar, torcer imagens e reposicionar, Jean-François Rauzier reconstrói uma cena inteira de forma meticulosa, o que, para ele, é como “ter uma espécie de poder absoluto sobre o mundo”. Ambicioso, não?

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Andando sobre as águas italianas

No último mês, Christo, o artista conceitual búlgaro e internacionalmente conhecido, testou um novo projeto que ele já sonhava há muito tempo: ele caminhou sobre as águas! A obra “Os píeres flutuantes” é uma passarela que se estende por mais de três quilômetros para conectar duas ilhotas no Lago Iseo, na região italiana da Lombardia, uma com a outra e com o continente.

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Christo Javacheff pisou no passadiço flutuante feito de um material de náilon amarelo-alaranjado projetado para mudar de cor de acordo com a hora e o tempo. A montagem começou desde novembro passado, quando a equipe que o artista levou da Bulgária começou a fazer a montagem e ancoragem dos 220 mil cubos de polietileno para criar as passarelas.

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A segurança da instalação, que funcionou até o início deste mês, a princípio, foi garantida por 150 voluntários, incluindo nadadores profissionais que estiveram a postos perto do cais e em barcos para garantir a segurança dos visitantes. O custo total do projeto chegou a 15 milhões de euros, algo em torno de R$ 75 milhões pagos pelo próprio artista, atualmente com 80 anos.

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“Os píeres flutuantes” é sua primeira instalação de Christo ao ar livre desde 2005, quando ele e Jeanne-Claude, parceira e mulher, colocaram 7,5 mil portais com painéis cor de açafrão no Central Park, em Nova York.

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Já imaginou andar sobre as águas italianas?

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Street art em ebulição na Colômbia

Assim que pensamos na Colômbia, vários aspectos vêm imediatamente à cabeça, mas a arte urbana provavelmente não é um destes pontos. Mesmo sem uma tradição muito forte nesta área, uma safra de artistas têm se destacado no país e feito o movimento street art ser cada vez mais comentado.

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Murais enormes vêm mudando a paisagem das cidades colombianas, mostrando que as mentes criativas de lá vieram para ficar. Entre os temas abordados pelos artistas, figuras históricas, comentários sociais, herança cultural e algumas reflexões, como por exemplo, a relação do homem com a natureza em tempos modernos. A sombra da violência e do tráfico de drogas no país também foi tema de desenhos.

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Ao longo dos últimos 10 anos, o grafite e as intervenções urbanas, chamadas de “rayones” têm ganhado espaço e vêm sendo cada vez mais aceitas, fazendo com que organizações culturais criem workshops para artistas. Até mesmo em ilhas como San Andres surgem novas artes, assim como em Medellín, Cali e Manizales.

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Muito além do objetivo estético, os artistas pretendem transmitir uma mensagem, uma crítica ou até mesmo ilustrar um pouco da cultura local e das comunidades em que estão inseridas. De olho nesta tendência, agências locais de Bogotá já criaram city tours específicos em torno dos grafites e murais, assim como acontece em muitos outros lugares do mundo.

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Túnel holandês com intervenção artística

Umas das coisas legais de se viajar é poder ver, quando menos se espera, expressões artísticas em conjunção com o ambiente. Além de explorar um novo destino, ainda é possível dar de cara com obras de arte bem no meio do caminho. Isso acontece muito em países onde manifestações artísticas são mais frequentes e o resultado delas é um colírio para os olhos não só dos moradores, como dos turistas!

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Em Rotterdam, na Holanda, o Maastunnel recebeu recentemente uma instalação pública e interativa. O espaço público, por onde passa um grande volume de pessoas todos os dias, foi percebido como nunca antes. Esta é mais uma amostra de como áreas urbanas podem ganhar um novo significado por meio da arte.

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Com sua tecnologia incorporada, a obra reagia aos sons e movimentos das pessoas que passavam diariamente pelo túnel. Com o fluxo intenso, o trabalho estava sempre em mutação, criando um resultado muito interessante.

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Templo de esporte e arte na Espanha

O que religião e esporte têm a ver um com o outro? Aparentemente nada, mas os temas foram bem combinados na criação de uma espécie de “templo” do skate na Espanha, em uma antiga igreja abandonada.

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A igreja de Santa Barbara, que fica na região de Asturias, conhecida como uma das mais paradisíacas do país, foi construída para ajudar e abrigar os trabalhadores da indústria de armas da cidade, que foi exaustivamente usada desde as duas guerras mundiais até o fim da Guerra Civil Espanhola. Com o fim dos conflitos, os locais de trabalho foram abandonados e, consequentemente, a igreja também. Até que um coletivo de skatistas teve a ideia de comprar a construção quase em ruínas e transformá-la no templo de sua própria paixão. Logo, numa referência à nova sede, o grupo passou a se chamar “The Church Brigade“.

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No início, o coletivo decorou a construção de forma amadora e pessoal e, já transformado em “La Iglesia Skate“, o local passou a receber shows, competições e mostras de skatistas de todo o país. Em 2014, o artista de rua Okuda San Miguel decidiu que ali seria o palco de um dos mais importantes trabalhos de sua carreira. Então, no final de 2015, em parceria com a Red Bull, após sete dias e milhares de latinhas de spray, ele injetou na igreja a vibrante atmosfera de seu trabalho, com desenhos surrealistas e misturas assimétricas de cores.

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Agora conhecido como “Kaos Temple” e já mundialmente famoso no mundo do skate, o local passou a receber ainda mais competições e eventos. “É como minha própria Capela Sistina”, brinca San Miguel, em referência à catedral máxima do Vaticano.

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Trens com arte impressionista

Já imaginou visitar grandes museus franceses e, já no caminho, se inspirar com uma pequena amostra da arte que está por vir? Uma novidade nos trens públicos franceses promete deixar os passageiros entretidos com amostras de arte impressionista e ícones da arquitetura do país. Os vagões foram renovados com painéis coloridíssimos, que propõem uma viagem tranquila e repleta de cultura!

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Em uma parceria do serviço ferroviário estatal da França com a 3M, os veículos da linha RER, que leva ao Museu d’Orsay, o Palácio de Versalhes e ao Cinema Gaumont, tiveram suas paredes e tetos adesivados com detalhes arquitetônicos dos três monumentos. Os famosos vitrais do Museu d’Orsay, por exemplo, estão representados.

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Durante as viagens, pinturas inspiradas em Claude Monet e Camille Pissarro também podem ser admiradas por todos. Tamanha beleza já surtiu efeito: o número de pichações nas paredes diminuiu consideravelmente.

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Informações: Casa Vogue

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