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Category Archives: Arte

A nova estrutura do Museu de História Natural, em NY

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Um dos museus mais conhecidos do mundo, o Museu Americano de História Natural de Nova York vai ganhar uma novidade em 2020, ano em que comemora 150 anos: um anexo de 250 mil m². A construção será dedicada ao ensino da ciência, com laboratórios, salas de aula, além de espaços expositivos que vão revelar a extensa coleção científica da instituição.

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O projeto, nomeado de “Richard Gilder Center for Science, Education, and Innovation”, custará US$ 340 milhões e vai recuperar o coração físico do museu, concluindo conexões previstas no plano original, além de realizar a nova adição. A circulação também será melhorada, já que o museu cresceu entre 3 a 5 milhões de visitantes nas últimas décadas.

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A estrutura é inspirada em ambientes naturais, como favos de abelhas, revelando, por meio de aberturas orgânicas, o que há por trás dos andares. Ao entrar no espaço, a luz natural de cima e a visão para várias as atividades do interior convidam a um movimento, para uma compreensão mais profunda do centro de exibições. O projeto arquitetônico surgiu da missão do museu.

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Fonte: Casa Vogue

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La casa Azul: Museu Frida Kahlo

Conhecida como La Casa Azul, uma construção de 1904 serviu como principal endereço de uma das mais impressionantes artistas latino-americanas do século passado: a pintora Frida Kahlo.

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Foi nesta casa em Coyoacán, um dos bairros mais antigos da Cidade do México, que Frida nasceu, em 1907, cresceu com sua família, morou com o muralista Diego Rivera e morreu, em 1954.

Visitar esta construção de 800 m² é entrar no mundo íntimo dessa polêmica pintora mexicana, onde objetos pessoais, móveis e fotos estão no local como na época em que a artista dividia a casa com Rivera. O bom gosto do casal se vê materializado nos móveis coloridos de diversos ambientes e no interesse pelas artes popular e pré-hispânica.

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Como descreveu em 1955 o museólogo Carlos Pellicer, responsável pela montagem do museu: “Pintada de azul, por fora e por dentro, parece abrigar um pouco de céu. É a casa típica da tranquilidade de vilarejos, onde a boa mesa e o bom sono oferecem às pessoas a energia suficiente para viver sem grandes sobressaltos e morrer, pacificamente”.

Convertido em museu quatro anos após a morte de Frida, o local é um dos espaços de exposição mais visitados da capital mexicana e recebe 25 mil pessoas todos os meses.

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Conservada como seus moradores ilustres a deixaram, a sala de jantar guarda objetos originais da época como os armários de madeira, o chão amarelo e os trabalhos de papel pendurados na parede, feitos pela artista Carmen Caballero.

Por ali passaram figuras como o escritor francês André Breton, o intelectual marxista León Trotsky e o cineasta soviético Sergei Eisenstein.

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Um dos destaques da coleção permanente da artista em exposição na La Casa Azul é o quadro ‘Viva la Vida’, trabalho que Frida realizou oito dias antes de morrer e que é considerado uma homenagem a sua vontade de continuar viva, embora já estivesse bem debilitada.

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Sir Elton John expõe seu incrível acervo de fotografias

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Colecionador de fotografias modernistas desde 1991, Elton John decidiu exibir ao público parte das milhares de obras de seu acervo, uma das melhores coleções privadas de fotografia do século 20, numa exposição no Tate Modern, em Londres. A mostra “The Radical Eye: modernist photography from Sir Elton John Collection” reúne fotografias tiradas entre 1920 e 1950 por alguns dos mais consagrados artistas do século passado.

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Do gênero documental a retratos, passando por trabalhos abstratos, a coleção apresenta a evolução da fotografia durante a primeira metade do século 20. As peças selecionadas para a exibição voarão de diversas partes do mundo onde o astro britânico mantém casas. No total, serão 150 imagens icônicas de mais de 60 artistas, como André Kertész, Tina Modotti, Dorothea Lange e Man Ray. Uma oportunidade única para quem ama fotografia.

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Até 7 de Maio 2017, no Tate Modern Museum, Londres (UK).

 

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Humor nas fachadas de Paris

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Vai para Paris? Vai ser impossível não notar as obras do artista Levalet (codinome do francês Charles Leval), que deixou temporariamente sua marca registrada nas paredes da cidade. São colagens com pegada nonsense, que retratam situações absurdas e fazem parecer que seus personagens inusitados estão interagindo com as fachadas dos edifícios em que foram inseridos.

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As obras de Levalet começaram a aparecer ao ar livre em 2012, mas ele já começou a produzir exposições inteiras de pinturas, esculturas e peças de montagem diferentes para exibir em espaços fechados, mas que não perdem em nada para sua arte de rua. A exposição solo mais recente do artista, intitulada Little Box, está prestes a abrir em Berlim, mas outra forma de conhecer seu trabalho é pelo livro Des Illusions Comiques, livro que foi recentemente lançado e reúne algumas de suas melhores obras.

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Um novo olhar para o céu das grandes metrópoles

Como seria o céu das metrópoles sem luzes, fumaça e poluição? Para tentar responder a essa pergunta o artista francês Thierry Cohen fotografou grandes cidades à noite, anotando hora, ângulo, latitude, longitude e altitude.

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Usando os dados coletados como referencial, Cohen se deslocou para outras regiões que tivessem o ar limpo e pouca influência de luzes artificiais. Aproveitando-se do movimento de rotação da Terra, o artista conseguiu captar aquele mesmo céu só que dessa vez com estrelas e constelações aparentes.

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O resultado do trabalho é uma montagem que utiliza a fotografia de cada cidade com o céu que veríamos sem a influência da luminosidade e da poluição.

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Fonte: Polo Criativo

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Flores japonesas em Montreal

Pense em um ambiente com sutil harmonia entre cores e detalhes na decoração. Este é o bistrô japonês Kinoya, em Saint-Denis Street, Montreal. O local moderno, mas que consegue rigorosamente manter a tradição, recentemente resolveu renovar a cara de seu estabelecimento com proposta do talentoso Jean de Lessard, que projetou volumes e formas de grande simplicidade para dar brilho e espaço, sem exageros.

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Embora partes do bistrô tenham sido mantidas, o local sofreu uma radical transformação. Hoje os chefs japoneses podem trabalhar em cozinha aberta, que antes era escondida pelos enormes fornos de pizza. As alterações no eixo de circulação existente, bem como a criação de novos pontos de vista com ambientes diferentes, têm dado ao espaço uma incrível sensação de fluidez.

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Para deixar o espaço mais dinâmico, o designer deu um toque de humor para a sala de “tatami” tradicional, que é o ponto forte do projeto. A faixa escultural de bétula amarela se enrola ao redor, para formar uma “caixa” que o designer posiciona ligeiramente fora da marca. As flores gigantes são expostas no piso, paredes e teto, que proporciona a quem frequenta o local um mundo de fantasia e poesia.

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Espaço de arte e leitura em Praga

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Parece um enorme zeppelin parado bem no meio da rua, mas a estrutura de 42 metros que surgiu recentemente no topo do Dox Center for Contemporary Arte, em Praga, é uma obra idealizada pra receber eventos de leitura, performances artísticas, recitais e debates. A construção, feita de madeira, acomoda cerca de 120 visitantes sentados.

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O espaço alternativo para estes grandes encontros foi projetado em colaboração entre o diretor do centro de arte e o arquiteto ganhador do prêmio global de arquitetura sustentável de 2014, Martin Rajnis. O nome oficial da obra é Gulliver e, segundo os idealizadores, nasceu como uma forma de cumprir uma obrigação que eles tinham com a arte contemporânea, a de conectá-la com o mundo da literatura.

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Lugares utópicos

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O premiado fotógrafo  e artista visual francês Jean-François Rauzier possui  uma longa tradição como  contador de histórias visuais, que oferecem ao olhos do expectador novas realidades e mundos utópicos.

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Há quase 40 anos, Rauzier viaja por todo o mundo explorando cidades, civilizações e heranças culturais, sempre em busca de novas técnicas e meios para ilustrar a sua visão única da terra. Em sua busca incessante por uma nova forma de se expressar, o fotógrafo se encantou pela fotografia digital que, segundo ele, permitiu que ele pudesse finalmente fazer o que sempre quis.

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“O que ele sempre quis”, no caso, foi criar um novo conceito fotográfico. O conceito de HYPERPHOTO  é na verdade uma imagem virtual elaborada a partir de várias centenas de fotos tiradas com uma lente teleobjetiva e depois digitalmente montada, como uma grande e elaborada colagem.

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Cada composição é formada por algo entre 600 e 3.500 imagens em close-up. Trata-se de uma tentativa de revelar todos os elementos de um lugar, de tirar fotos da forma mais ampla possível e de todos os ângulos. Num longo exercício de distorcer perspectivas, duplicar, torcer imagens e reposicionar, Jean-François Rauzier reconstrói uma cena inteira de forma meticulosa, o que, para ele, é como “ter uma espécie de poder absoluto sobre o mundo”. Ambicioso, não?

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Andando sobre as águas italianas

No último mês, Christo, o artista conceitual búlgaro e internacionalmente conhecido, testou um novo projeto que ele já sonhava há muito tempo: ele caminhou sobre as águas! A obra “Os píeres flutuantes” é uma passarela que se estende por mais de três quilômetros para conectar duas ilhotas no Lago Iseo, na região italiana da Lombardia, uma com a outra e com o continente.

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Christo Javacheff pisou no passadiço flutuante feito de um material de náilon amarelo-alaranjado projetado para mudar de cor de acordo com a hora e o tempo. A montagem começou desde novembro passado, quando a equipe que o artista levou da Bulgária começou a fazer a montagem e ancoragem dos 220 mil cubos de polietileno para criar as passarelas.

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A segurança da instalação, que funcionou até o início deste mês, a princípio, foi garantida por 150 voluntários, incluindo nadadores profissionais que estiveram a postos perto do cais e em barcos para garantir a segurança dos visitantes. O custo total do projeto chegou a 15 milhões de euros, algo em torno de R$ 75 milhões pagos pelo próprio artista, atualmente com 80 anos.

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“Os píeres flutuantes” é sua primeira instalação de Christo ao ar livre desde 2005, quando ele e Jeanne-Claude, parceira e mulher, colocaram 7,5 mil portais com painéis cor de açafrão no Central Park, em Nova York.

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Já imaginou andar sobre as águas italianas?

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Street art em ebulição na Colômbia

Assim que pensamos na Colômbia, vários aspectos vêm imediatamente à cabeça, mas a arte urbana provavelmente não é um destes pontos. Mesmo sem uma tradição muito forte nesta área, uma safra de artistas têm se destacado no país e feito o movimento street art ser cada vez mais comentado.

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Murais enormes vêm mudando a paisagem das cidades colombianas, mostrando que as mentes criativas de lá vieram para ficar. Entre os temas abordados pelos artistas, figuras históricas, comentários sociais, herança cultural e algumas reflexões, como por exemplo, a relação do homem com a natureza em tempos modernos. A sombra da violência e do tráfico de drogas no país também foi tema de desenhos.

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Ao longo dos últimos 10 anos, o grafite e as intervenções urbanas, chamadas de “rayones” têm ganhado espaço e vêm sendo cada vez mais aceitas, fazendo com que organizações culturais criem workshops para artistas. Até mesmo em ilhas como San Andres surgem novas artes, assim como em Medellín, Cali e Manizales.

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Muito além do objetivo estético, os artistas pretendem transmitir uma mensagem, uma crítica ou até mesmo ilustrar um pouco da cultura local e das comunidades em que estão inseridas. De olho nesta tendência, agências locais de Bogotá já criaram city tours específicos em torno dos grafites e murais, assim como acontece em muitos outros lugares do mundo.

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