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Category Archives: Arte

Festival de luzes na França

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Considerado o mais longo evento do gênero em todo o mundo, o Chartres en Lumières é um espetáculo de luzes que dura seis meses (de abril a outubro), quando 24 pontos da cidade de Chartres, a uma hora de Paris, são iluminados com a projeção de imagens em suas fachadas. Mais de 100 projetores, convencionais e de LED, iluminam igrejas, museus e ruas, durante 210 noites ininterruptas. Espalhadas pela cidade, as projeções podem ser visitadas a pé ou em um trenzinho que circula pelos pontos iluminados do evento.

O projeto cenográfico, assinado por coletivos de artistas franceses, é criado a partir de temas relacionados com o local iluminado, como a construção da igreja de Notre-Dame de Chartres, cuja projeção na fachada principal começa com homenzinhos fazendo uma espécie de rapel nas torres até darem início à montagem do monumento com blocos de pedra, em um mapeamento visual detalhista que paralisa quem assiste. Patrimônio Mundial pela Unesco e uma das maiores da França, essa catedral gótica do século 12 abriga quatro mil estátuas e 172 vitrais que ganham uma nova texturização, em uma espécie de ilustração colorida em 3D.

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Outro destaque do evento é a projeção no Museu de Belas Artes, assinado pela designer gráfica Leslie Epsztein, que se inspirou em mapas astrais e instrumentos astronômicos de medida do século 16 para criar os desenhos projetados.

Chartres en Lumières acontece também em locais como o teatro da cidade, o casario da rue de l’Étroit Degré e as pontes sobre o rio Eure. No entanto, o espetáculo não é apenas para ser visto e o visitante também pode fazer suas próprias criações visuais. A Galeria de Chartres, na antiga Capela de Sainte-Foy, é a versão interativa do evento, onde um tablet gigante disponibiliza 120 combinações de desenhos que podem ser escolhidos e projetados pelo próprio visitante.

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Chartres é uma das cidades do Vale do Loire, no centro-norte da França, destino conhecido pela maior concentração de castelos do mundo. A região abriga cerca de 300 dessas construções medievais abertas para visita, de um total de mil castelos.

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Tour no Louvre com Beyoncé e Jay-Z

Se você já foi alguma vez ao Museu do Louvre em Paris, pode ter saído de lá com alguma preguiça de voltar. Isso porque ele é um dos maiores museus do mundo, tem mais de 380 mil peças no acervo (só 35 mil ficam em exibição permanente), e para você conseguir ver tudo, precisa de pelo menos quatro dias inteiros dedicados só a isso. Correr uma maratona não parece tão difícil assim, não é? Brincadeiras à parte, visitar o Louvre é realmente um exercício de condicionamento e paciência. As distâncias lá dentro são realmente enormes e a muvuca é garantida diariamente.

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Mas agora, se você quiser fazer uma visita express, e ver tudo que tem de mais importante lá dentro, sem gastar nenhum tostão, seus problemas acabaram! Na calada da noite, o casal megastar Beyoncé e Jay-Z fez a cena das artes clássicas virar de ponta cabeça, gravando seu último clipe, da música ‘Apeshit‘, escondido no museu. Em pouco mais de 6 minutos, dá para ver as obras mais importantes do acervo, aquelas que ao vivo sempre tem uma multidão em volta se engalfinhando para conseguir uma boa foto para o Instagram. Claro que para a realeza de Bey-Z, o Louvre abriu as portas com exclusividade, então é bem provável que essa seja a melhor visão que você vai conseguir das obras-primas na vida.

Claro que o clipe não saiu incólume, e teve muita polêmica em torno dele. Puristas não se conformam que uma das mais importantes instituições de arte do planeta tenha se ‘vendido’ para o mundo pop. Já o mundo pop não parece muito preocupado, e o vídeo já coleciona 58 milhões de visualizações. Talvez essa seja a única forma que muita gente, pelo mundo todo, com menos condições vai conseguir entender a suntuosidade e a relevância do Louvre. E com certeza muita gente (mesmo as com condições) vai descobrir que existe um universo além da Mona Lisa ali dentro.

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Apesar de não precisar muito de propaganda, essa cartada fez a popularidade do Louvre disparar, principalmente no público jovem. E não demorou para capitalizar em cima disso. Agora já está disponível para quem vai ao museu, uma espécie de ‘tour dos Carters’. Em uma hora e meia de percurso, você passa pelas 17 obras que aparecem no video, que estão entre as mais importantes do acervo. Além, claro, de ‘La Gioconda‘ de Da Vinci, o tour passa por ‘A Coroação de Napoleão’ e o ‘Retrato de Madame Récamier’ de Jacques-Louis David, ‘A Balsa da Medusa’ de Théodore Géricault, ‘O Casamento de Canaã’ de Veronesi, a ‘Grande Esfinge de Tânis’ do Egito Antigo, a célebre ‘Venus de Milo, e a exuberante ‘Vitória de Samotrácia’ na escadaria, ambas da Grécia Antiga.

Quem visita o Louvre pela primeira vez, provavelmente vai acabar vendo isso mesmo. Bey-Z só institucionalizaram o roteiro básico. Agora resta saber quem vai conseguir realmente VER a exposição que eles montaram, enxergar além das obras e entender a denúncia que o video faz ao próprio império da arte eurocêntrica, colonialista, masculina e branca.

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Fonte: Blog Chicken or Pasta

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Conheça o Kasteyev, museu do Cazaquistão de importância mundial

O Cazaquistão está longe de ser um país muito popular e conhecido no Brasil. Situado na Ásia e com uma língua muito diferente da nossa, há pouquíssimas identificações com a nossa cultura. No entanto, isso não significa que o que acontece no país seja algo desinteressante ou sem valor. Para o mundo ocidental, o Cazaquistão se trata de uma nação conhecida por suas peculiaridades e força nos esportes. Um dos maiores países do mundo em extensão territorial, é famoso pelos esportes de inverno e possui muitos casinos — além de ser um país que respira poker, com vários lugares para praticar e essa tradição em ascensão.

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Além disso, o Cazaquistão é muito relevante no cenário artístico. O país já revelou muitos artistas importantes para o mundo e tem um museu, o Abilkhan Kasteyev State Museum of Arts, que guarda muito bem a história plástica do país. O lugar, localizado na cidade de Almaty, é impressionante em todos os sentidos. Inaugurado em 1976, o museu é nomeado em homenagem a Abilkhan Kasteyev (1904-1973), reconhecido como um dos maiores pintores da cultura cazaque.

O museu não é muito imponente de fora e nem é provido de tecnologia surreal com investimento multimilionário. O que torna o Kasteyev tão impressionante e importante na cultura asiática é o seu acervo, que conta praticamente tudo de relevante da cultura cazaque, além de todo cuidado que o povo local tem com a preservação das artes.

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O Kasteyev, maior museu do Cazaquistão, tem uma coleção de mais de 25 mil peças de arte, composta por quadros, desenhos, gráficos, esculturas, etc. Mas, não se engane ao pensar que ele só conta a história do Cazaquistão. Quando ele foi aberto, há 41 anos, a Rússia, então parte da União Soviética, doou muitas pinturas para a inauguração. Ou seja, é uma instituição que também conta parte da história da USSR. Há obras que datam de até 300 anos atrás, e além de trabalhos russos e cazaques, também há pinturas e esculturas chinesas, sul-coreanas, indianas e japonesas.

Com tantas obras importantes na cultura asiática, o Kasteyev conta com uma série de cuidados especiais para manter tudo em perfeita condição e isso torna esse museu ainda mais impressionante. Todo dia há profissionais de restauração que monitoram a temperatura e umidade de algumas salas do museu, para assim manter o ótimo estado das peças.

Kasteyev Abylkhan. Retrato de Ch. Valikhanov, 1951.

Kasteyev Abylkhan. Retrato de Ch. Valikhanov, 1951.

O espaço sedia cerca de 80 exposições de arte todos os anos, sendo um centro de encontro artístico na Ásia e para os países do leste europeu. O Kasteyev também é reconhecido como um dos museus mais importantes do mundo, sendo membro do ICOM (International Confederation of Museums). Com uma história de obras que ultrapassam séculos e contam parte da tradição soviética e do Cazaquistão, esse lugar é uma visita obrigatória se um dia você tiver a curiosidade de visitar esse interessante país!

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Títulos exóticos nesta livraria em Berlim

Se você tiver planos de escapar para Berlim esse ano e adorar livros e revistas raras, a livraria Do You Read Me?! é um programa obrigatório no seu roteiro.

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Localizada na rua Auguststrasse, no bairro de Mitte, a livraria oferece uma seleção de revistas independentes – e interessantes –  do países nórdicos da Europa, Ásia e EUA, além de edições raras de publicações conhecidas e uma série de livros para profissionais criativos, com títulos de design, arquitetura, moda, fotografia, comportamento, música e literatura.

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O passeio por essa rua é muito interessante, pois a livraria é rodeada de galerias de arte contemporânea, onde é possível ver alguns dos artistas mais interessantes do momento e ainda descobrir muitas novidades que enriquecem a viagem e fazem viajar além do roteiro.

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É um passeio daqueles para passar uma manhã inteira, sentar e ler com calma, um lugar com pessoas interessantes que se unem com o mesmo objetivo: ler, se inspirar e se apaixonar. O staff sabe tudo sobre os produtos que vendem e o convite é para curtir o espaço, como uma livraria de antigamente, mas com um conteúdo para pensar no futuro.

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Mitte, Berlim

Fonte: Casa Vogue

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Praias vistas de cima

O fotógrafo alemão Bernhard Lang ficou conhecido por seus registros aéreos de praias na Toscana. O resultado se destacou, essencialmente, pela simetria dos guarda-sóis alinhados milimetricamente na praia da cidade de Viareggio, no norte da Toscana. O curioso é que a costa da Toscana inteira é organizada dessa forma – o que chega a ser um total desconforto pra quem é brasileiro.

Pra se ter ideia, é preciso pagar para entrar na praia (de 20 a 60 euros, dependendo da praia) só para ter a manutenção das praias impecavelmente limpas. Até aí, parece perfeito, certo? Mas nem pense em mover a sua cadeira centímetros fora do lugar, senão vai tomar bronca do guardião daquele metro quadrado reservado ao seu guarda-sol.

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O projeto, intitulado “Versilia”, encontra-se no site do fotógrafo, com outras imagens – algumas mais aproximadas – das praias que foram capturadas enquanto Bernhard sobrevoava o local de helicóptero.

Bernhard sobrevoou também uma praia em Miami Beach, e apesar do local não ser tão neuroticamente alinhado como a Toscana, de longe a praia pareceu mais organizada com o que estamos acostumados a ver por aqui.

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Pra quem nunca se interessou em ver a nossa baguncinha praiana de cima, o paulista Cassio Vasconcellos também ficou famoso por registrar as vistas aéreas das praias brasileiras.

Alguns podem chamar de formigueiro e outros podem achar extremamente desconfortável, mas algumas pessoas acreditam que a nossa “bagunça organizada” é esteticamente até mais bonita.

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Fonte: Petiscos

 

 

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Nova rota da arte no Oriente Médio

Marrocos e Emirados Árabes Unidos acabam de entrar para o roteiro de arte do outro lado do planeta. Desde a metade de outubro, Marrakech ganhou uma nova instituição cultural: o Musée Yves Saint Laurent. O local não é uma escolha aleatória: o estilista francês era apaixonado pela cidade, onde chegou a comprar, em 1980, a propriedade Jardim Majorelle (atualmente também um museu, mantido pela Fundação Pierre Bergé – Yves Saint Laurent).

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O acervo fixo conta com criações icônicas de YSL, como um exemplar do Mondrian Dress, modelo criado em 1965 e inspirado no trabalho do artista holandês que o batizou. O complexo inclui, ainda, restaurante, biblioteca e auditório.

Em 11 de novembro foi a vez de Abu Dhabi ganhar uma unidade do Louvre depois de uma década de construção. O designer Jean Nouvel foi o responsável pelo projeto, que fica na ilha de Saadiyat, a apenas sete minutos da cidade. O complexo, de design futurista, conta com 23 galerias e salas de exibições permanentes, auditório, centro de pesquisa e museu infantil.

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Para “abastecer” o acervo, 17 museus e instituições francesas colaboraram com o empréstimo de cerca de 300 obras. No momento, exemplares de Van Gogh, Manet e Leonardo da Vinci já se encontram em solo oriental. Calcula-se que a coleção permanente chegue a 600 itens – cerca de um terço deles já está em exposição.

Fonte: Forbes

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Museu de miniaturas na França

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Ao observar as fotos acima, fica difícil identificar o curioso elemento que as define: são miniaturas! É a habilidade impressionante do miniaturista Dan Ohlmann que permite criar ambientes tão cuidadosamente projetados e produzidos, que parecem ser edifícios no tamanho “tradicional”.

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Tudo começou em 1985, quando Ohlmann, que era marceneiro, criou sua primeira coleção de móveis em miniatura. Depois de se tornar uma referência no ofício, ele abriu, em 2005, um museu específico para suas criações, o Musée Cinéma et Miniature, que apresenta duas raras e exclusivas coleções.

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A primeira conta com mais de 100 pequeninos ambientes que reproduzem cenas do dia-a-dia de forma hiper-realista, criadas por miniaturistas renomados. A outra exibe os 300 filmes feitos com os cenários e efeitos especiais. Apesar de tudo ser em formato mini, o espaço de exposição conta com dois mil metros quadrados.

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Localizado no coração do Vieux-Lyon, na França, o museu está na Maison des Avocats (em português, a Mansão dos Advogados), uma famosa construção do século 16 que faz parte dos patrimônios mundiais da Unesco. Até a equipe que recebe diariamente os visitantes é especialista em criar novas miniaturas e oferece workshops em francês e inglês.

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Prada inaugura centro cultural na China

A grife italiana Prada acaba de inaugurar um centro cultural em Xangai, China, batizado de Prada Rong Zhai. O espaço, que abrigará eventos e exposições, é uma antiga mansão do início do século XX que foi restaurada pelo arquiteto Roberto Baciocchi.

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Para marcar o término dos seis anos de reformas, a grife realizou, no último dia 12, uma reapresentação de seu último desfile, que ocorreu originalmente no mês de março deste ano, em Milão. A primeira exposição aberta ao público mostra todo o processo de restauração da mansão e segue em cartaz só até 12 de novembro.

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Para a grife, que já possui três unidades da Fondazione Prada na Itália (2 em Milão e 1 em Veneza), o novo centro é uma forma de reafirmar o compromisso de promover a arte e arquitetura.

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Primeiro museu de moda em Paris

Pensar em Paris e não associar automaticamente à moda é praticamente impossível. Mais impensável ainda é saber que a cidade da luz tem tudo menos um museu permanente sobre a vertente artística. Com tantos nomes históricos, como Coco Chanel, Christian Dior e Yves Saint Laurent, não tinha outra saída para o governo local a não ser investir em um espaço cultural exclusivo para prestigiar os estilistas. O projeto promissor entrará para a lista das atividades turísticas para fazer in loco, claro, e teve apoio da House of Chanel, com uma contribuição de € 5.7 milhões (aproximadamente, R$ 19 milhões).

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O local escolhido para abrigar as exposições itinerantes e permanentes foi o Palais Galliera, já conhecido entre os parisienses como o “museu da moda”. Contudo, o status ainda não era oficial. “Essa iniciativa representa nosso compromisso com a criação e a força de Paris, que fazem parte da essência do negócio da Chanel”, declarou Bruno Pavlovsky, presidente da área de moda da maison.

O valor doado pela Chanel será destinado para criar novos ambientes no subsolo do Palais Galliera para exibições permanentes e serão intitulados Gabrielle Chanel Rooms. O espaço de 670 m² terá a primeira exposição fashion permanente de Paris, dedicada à história da moda do século XVIII até os dias de hoje, a partir do acervo do museu, que conta com mais de 200 mil itens, entre roupas, acessórios, fotos e obras de arte. A iniciativa também inclui programações de oficinas, cursos e uma biblioteca, tudo com viés voltado para a moda. O térreo continuará como espaço para mostras temporárias. A inauguração está prevista para 2019. Aguardamos ansiosos!

Fonte: Casa Vogue

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Basquiat em Londres

A arte inconfundível de Basquiat poderá ser apreciada por quem visitar Londres neste ano. Nome importante da cena artística de Nova York nos anos 1980, ele ganhará sua primeira grande exposição no Reino Unido, 28 anos após sua morte. “Boom For Real” estará no Barbican Art Gallery e conta com 100 obras, com pinturas famosas e pouco conhecidas, incluindo também anotações e desenhos.

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As fortes pinturas de Basquiat, que tratam temas como injustiça racial, identidade e a cultura pop, retratam o cenário violento e caótico de Nova York nos anos 1980. Sua estreia foi em 1981, em uma mostra do MoMa P.S.1, intitulada New York/New Wave. A exposição também explora a relação de Basquiat com a música, filme e televisão, e como esses elementos impactaram no seu trabalho.

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“A criatividade brilhante e o poder emotivo de Basquiat continuam tendo um imenso impacto e influência em diversos artistas, cineastas e músicos. Será uma rara oportunidade para os visitantes de ver o grande corpo de alguns dos seus trabalhos mais famosos e também os pouco conhecidos em um mesmo lugar”, diz a diretora de artes visuais da Barbican, Jane Alison. Para quem já ficou ansioso para ver tudo isso de perto, um aviso: a exposição abre apenas em setembro de 2017.

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