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Category Archives: Arte

Museu de miniaturas na França

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Ao observar as fotos acima, fica difícil identificar o curioso elemento que as define: são miniaturas! É a habilidade impressionante do miniaturista Dan Ohlmann que permite criar ambientes tão cuidadosamente projetados e produzidos, que parecem ser edifícios no tamanho “tradicional”.

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Tudo começou em 1985, quando Ohlmann, que era marceneiro, criou sua primeira coleção de móveis em miniatura. Depois de se tornar uma referência no ofício, ele abriu, em 2005, um museu específico para suas criações, o Musée Cinéma et Miniature, que apresenta duas raras e exclusivas coleções.

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A primeira conta com mais de 100 pequeninos ambientes que reproduzem cenas do dia-a-dia de forma hiper-realista, criadas por miniaturistas renomados. A outra exibe os 300 filmes feitos com os cenários e efeitos especiais. Apesar de tudo ser em formato mini, o espaço de exposição conta com dois mil metros quadrados.

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Localizado no coração do Vieux-Lyon, na França, o museu está na Maison des Avocats (em português, a Mansão dos Advogados), uma famosa construção do século 16 que faz parte dos patrimônios mundiais da Unesco. Até a equipe que recebe diariamente os visitantes é especialista em criar novas miniaturas e oferece workshops em francês e inglês.

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Prada inaugura centro cultural na China

A grife italiana Prada acaba de inaugurar um centro cultural em Xangai, China, batizado de Prada Rong Zhai. O espaço, que abrigará eventos e exposições, é uma antiga mansão do início do século XX que foi restaurada pelo arquiteto Roberto Baciocchi.

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Para marcar o término dos seis anos de reformas, a grife realizou, no último dia 12, uma reapresentação de seu último desfile, que ocorreu originalmente no mês de março deste ano, em Milão. A primeira exposição aberta ao público mostra todo o processo de restauração da mansão e segue em cartaz só até 12 de novembro.

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Para a grife, que já possui três unidades da Fondazione Prada na Itália (2 em Milão e 1 em Veneza), o novo centro é uma forma de reafirmar o compromisso de promover a arte e arquitetura.

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Primeiro museu de moda em Paris

Pensar em Paris e não associar automaticamente à moda é praticamente impossível. Mais impensável ainda é saber que a cidade da luz tem tudo menos um museu permanente sobre a vertente artística. Com tantos nomes históricos, como Coco Chanel, Christian Dior e Yves Saint Laurent, não tinha outra saída para o governo local a não ser investir em um espaço cultural exclusivo para prestigiar os estilistas. O projeto promissor entrará para a lista das atividades turísticas para fazer in loco, claro, e teve apoio da House of Chanel, com uma contribuição de € 5.7 milhões (aproximadamente, R$ 19 milhões).

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O local escolhido para abrigar as exposições itinerantes e permanentes foi o Palais Galliera, já conhecido entre os parisienses como o “museu da moda”. Contudo, o status ainda não era oficial. “Essa iniciativa representa nosso compromisso com a criação e a força de Paris, que fazem parte da essência do negócio da Chanel”, declarou Bruno Pavlovsky, presidente da área de moda da maison.

O valor doado pela Chanel será destinado para criar novos ambientes no subsolo do Palais Galliera para exibições permanentes e serão intitulados Gabrielle Chanel Rooms. O espaço de 670 m² terá a primeira exposição fashion permanente de Paris, dedicada à história da moda do século XVIII até os dias de hoje, a partir do acervo do museu, que conta com mais de 200 mil itens, entre roupas, acessórios, fotos e obras de arte. A iniciativa também inclui programações de oficinas, cursos e uma biblioteca, tudo com viés voltado para a moda. O térreo continuará como espaço para mostras temporárias. A inauguração está prevista para 2019. Aguardamos ansiosos!

Fonte: Casa Vogue

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Basquiat em Londres

A arte inconfundível de Basquiat poderá ser apreciada por quem visitar Londres neste ano. Nome importante da cena artística de Nova York nos anos 1980, ele ganhará sua primeira grande exposição no Reino Unido, 28 anos após sua morte. “Boom For Real” estará no Barbican Art Gallery e conta com 100 obras, com pinturas famosas e pouco conhecidas, incluindo também anotações e desenhos.

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As fortes pinturas de Basquiat, que tratam temas como injustiça racial, identidade e a cultura pop, retratam o cenário violento e caótico de Nova York nos anos 1980. Sua estreia foi em 1981, em uma mostra do MoMa P.S.1, intitulada New York/New Wave. A exposição também explora a relação de Basquiat com a música, filme e televisão, e como esses elementos impactaram no seu trabalho.

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“A criatividade brilhante e o poder emotivo de Basquiat continuam tendo um imenso impacto e influência em diversos artistas, cineastas e músicos. Será uma rara oportunidade para os visitantes de ver o grande corpo de alguns dos seus trabalhos mais famosos e também os pouco conhecidos em um mesmo lugar”, diz a diretora de artes visuais da Barbican, Jane Alison. Para quem já ficou ansioso para ver tudo isso de perto, um aviso: a exposição abre apenas em setembro de 2017.

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Museu do sorvete

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Quem nunca teve um sonho de mergulhar em um mar de comida colorida ou de viver dentro de um universo cor de rosa, cheio de coisas fofas. Pois o Museu do Sorvete, nova atração disputada em Los Angeles, é a prova física de que não existe idade para se jogar nas brincadeiras. As instalações do local não só contam a história da comida mais divertida do cardápio, como convidam os visitantes a participar das intervenções artísticas.

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Pense em uma piscina de granulado colorido ou então picolés gigantes espalhados do teto ao chão em uma das salas. Logo na entrada, degustação de chocolate, estendida ao longo da visitação pelos 10 ambientes coloridíssimos com outras guloseimas para deixar tudo ainda mais saboroso.

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Meio surrealista, meio Alice no País das Maravilhas, o Museu do Sorvete é um projeto itinerante, que já passou por Nova York e ficou na Califórnia até o fim do mês de maio. A próxima parada ainda não foi divulgada, mas os ingressos sempre são disputados na venda online. Vale muito fazer esta visita deliciosa!

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Fonte: Casa Vogue

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NY e Grand Canyon ao mesmo tempo

O que acontece se você pensar em dois lugares contrastantes e as particularidades de cada um? É possível unir estas características de alguma forma? A reflexão do artista suíço Gus Petro em torno do assunto deu origem à série fotográfica Merge, que une os cenários de Nova York e do Grand Canyon através da manipulação digital de imagens.

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Em uma viagem para os Estados Unidos, o artista pensou nas sensações opostas que estes lugares lhe causaram, e os conceitos de vazio e densidade. “Fui ao Grand Canyon logo depois de visitar Nova York – o contraste entre as duas realidades era tão forte que precisei encontrar um modo de expressá-lo”, revela. Para criar perspectivas críveis, o artista contou com seu conhecimento agregado no passado, quando estudou arquitetura e urbanismo. O resultado são fotos que ao mesmo tempo afagam, por sua beleza, e incomodam, devido à estranheza que provocam.

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A série Merge é, na verdade, fruto da união das séries Empty, composta por fotos dos desertos e rochedos do Grand Canyon, e Dense, onde o amontoado de edifícios da Big Apple é retratado de perspectivas aéreas. “Uni Nova York, um local, ao que me parece, onde todos querem morar, ao Grand Canyon, onde é impossível viver”, mergulha mais fundo na filosofia o artista, nos convidando à reflexão.

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Rota dos quadrinhos, na Bélgica

Fãs de street art e histórias em quadrinhos tem programa certo em Bruxelas, Bélgica. Lá existe a “Comic Book Route”, ou seja, uma rota dos quadrinhos! O percurso leva ao longo de vários muros e edifícios onde mais de 50 murais foram coloridos com os personagens de desenhos locais, como Tintin, Smurf, Asterix, Lucky Luke, Gaston, entre outros.

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O projeto começou em 1991 por iniciativa do governo local, para comemorar a longa relação da Bélgica com as histórias em quadrinhos que, aliás, são o orgulho do país. Tintin e seu fiel escudeiro, o cachorrinho Milu, se tornaram símbolo da cidade e até artigo de museu. Hergé, seu criador, liderou o movimento dos quadrinhos belgas e, até hoje, o país (e particularmente Bruxelas) consome muito da produção de HQs européias como forma de arte, entretenimento e, até mesmo, de crítica social.

São muitos lugares para visitar, e o site Follow the Colours criou um mini roteiro. Confira:

1 – Belgian Comic Centre – Museu de quadrinhos

Um exemplo de como os quadrinhos são importantes para a cidade é um museu dedicado exclusivamente a contar a trajetória de suas histórias. Mostra os precursores desse movimento cultural, assim como trabalhos contemporâneos e a trajetória dos personagens locais mais famosos. O ingresso custa 10 euros e a lojinha é cheia de itens legais para colecionadores, além de edições especiais dos principais quadrinhos do país publicados em diferentes idiomas.

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2 – Praça Sablon

Nas ruas que dão acesso à praça Sablon, também conhecida como praça do chocolate graças às várias boutiques dedicadas à arte do cacau é possível encontrar muitos antiquários e lojas divertidas que vendem objetos para os aficionados em histórias em quadrinhos. Vale a pena dar uma volta por ali.

3 – The Cartoonist

Uma loja para quem ama quadrinhos! Tem todos os tipos de objetos relacionados a esse universo: quadrinhos, livros, pôsteres, action figures, além de peças para colecionadores e de decoração.

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4 – Museé Hergé – O Museu de Tintim

Conta desde a criação, até a evolução dos seus traços e o amadurecimento dos personagens secundários e de seus vilões. Fica a  cerca de 40 km da capital belga, na cidade de Louvain-la-Neuve. O ingresso adulto custa 9,50 euros.

5 – La Boutique Tintin – A Loja Oficial do Personagem

São livros, roupas, lápis, bloquinhos, chaveiros e bonequinhos. A boutique (pequena, mas super válida) é especializada em produtos que trazem as aventuras do icônico personagem e sua turma. A loja fica pertinho da Grand Place e do metrô de mesmo nome (Rue de la Colline 13, 1000 Ville de Bruxelles). Há itens com preços de souvenir e outros bem mais caros. O difícil é sair dali sem nada nas mãos!

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O circuito completo pode ser encontrado no site da prefeitura, que disponibiliza um mapa sinalizando todos os pontos dessa rota.

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Cores em Madrid

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As ruas de Madrid se enchem de cor, graças ao trabalho de Oscar San Miguel Erice, mais conhecido como Okuda. O talentoso artista, formado em Belas Artes pela Universidade de Madrid, cria imagens vibrantes usando os elementos naturais e urbanos como tela.

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Sem se prender a uma única mídia, seu trabalho rompe as fronteiras da simples arte de rua e se transforma em uma vigorosa arte multidisciplinar, desde seus conhecidos graffitis em fábricas abandonadas à inusitadas intervenções, que vão de instalações em meio a florestas, praias e centros urbanos e periféricos.

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Estampas geométricas multicoloridas e edifícios se misturam com corpos cinzentos e formas orgânicas. Estes poderiam ser classificados como Pop Surrealismo com uma essência clara da rua. Os trabalhos muitas vezes levantam contradições sobre o existencialismo, o universo, o infinito, o sentido da vida, a falsa liberdade do capitalismo, e mostram um claro conflito entre a modernidade e as nossas raízes.

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Arte submersa na Europa

Um museu submerso com esculturas instaladas a até 14 metros de profundidade foi inaugurado recentemente em Lanzarote, a mais oriental das ilhas do arquipélago das Canárias – e também o último refúgio do escritor português José Saramago. O Museo Atlántico, primeiro desta espécie a ser criado na Europa, é a mais nova empreitada de Jason de Caires Taylor, escultor, ambientalista e fotógrafo criado entre a Europa e a Ásia que começou a ganhar notoriedade ao unir arte e conservação ambiental em instalações que se transformam em recifes para milhares de espécies marinhas.

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Com 300 trabalhos que compõem 12 instalações, o Museo Atlántico foi inaugurado em 10 de janeiro de 2017 e é a primeira obra do artista inglês a contar com construções arquitetônicas em escala real. É o caso do muro que faz parte da obra “Crossing the Rubicon”, com 30 metros de extensão, 4 metros de altura e 100 toneladas, cercado por 35 esculturas que representam seres humanos caminhando.

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Segundo o autor, a ideia é lembrar quão irrelevantes são as noções de território no universo natural. Os trabalhos foram instalados em profundidades que variam de 5 a 14 metros, alguns deles possíveis de serem observados em um mergulho livre com snorkel. Para ver as obras mais profundas é preciso mergulhar acompanhado de um guia.

Fonte: Casa Vogue

 

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A nova estrutura do Museu de História Natural, em NY

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Um dos museus mais conhecidos do mundo, o Museu Americano de História Natural de Nova York vai ganhar uma novidade em 2020, ano em que comemora 150 anos: um anexo de 250 mil m². A construção será dedicada ao ensino da ciência, com laboratórios, salas de aula, além de espaços expositivos que vão revelar a extensa coleção científica da instituição.

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O projeto, nomeado de “Richard Gilder Center for Science, Education, and Innovation”, custará US$ 340 milhões e vai recuperar o coração físico do museu, concluindo conexões previstas no plano original, além de realizar a nova adição. A circulação também será melhorada, já que o museu cresceu entre 3 a 5 milhões de visitantes nas últimas décadas.

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A estrutura é inspirada em ambientes naturais, como favos de abelhas, revelando, por meio de aberturas orgânicas, o que há por trás dos andares. Ao entrar no espaço, a luz natural de cima e a visão para várias as atividades do interior convidam a um movimento, para uma compreensão mais profunda do centro de exibições. O projeto arquitetônico surgiu da missão do museu.

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Fonte: Casa Vogue

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