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Category Archives: Arte

Conheça o Kasteyev, museu do Cazaquistão de importância mundial

O Cazaquistão está longe de ser um país muito popular e conhecido no Brasil. Situado na Ásia e com uma língua muito diferente da nossa, há pouquíssimas identificações com a nossa cultura. No entanto, isso não significa que o que acontece no país seja algo desinteressante ou sem valor. Para o mundo ocidental, o Cazaquistão se trata de uma nação conhecida por suas peculiaridades e força nos esportes. Um dos maiores países do mundo em extensão territorial, é famoso pelos esportes de inverno e possui muitos casinos — além de ser um país que respira poker, com vários lugares para praticar e essa tradição em ascensão.

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Além disso, o Cazaquistão é muito relevante no cenário artístico. O país já revelou muitos artistas importantes para o mundo e tem um museu, o Abilkhan Kasteyev State Museum of Arts, que guarda muito bem a história plástica do país. O lugar, localizado na cidade de Almaty, é impressionante em todos os sentidos. Inaugurado em 1976, o museu é nomeado em homenagem a Abilkhan Kasteyev (1904-1973), reconhecido como um dos maiores pintores da cultura cazaque.

O museu não é muito imponente de fora e nem é provido de tecnologia surreal com investimento multimilionário. O que torna o Kasteyev tão impressionante e importante na cultura asiática é o seu acervo, que conta praticamente tudo de relevante da cultura cazaque, além de todo cuidado que o povo local tem com a preservação das artes.

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O Kasteyev, maior museu do Cazaquistão, tem uma coleção de mais de 25 mil peças de arte, composta por quadros, desenhos, gráficos, esculturas, etc. Mas, não se engane ao pensar que ele só conta a história do Cazaquistão. Quando ele foi aberto, há 41 anos, a Rússia, então parte da União Soviética, doou muitas pinturas para a inauguração. Ou seja, é uma instituição que também conta parte da história da USSR. Há obras que datam de até 300 anos atrás, e além de trabalhos russos e cazaques, também há pinturas e esculturas chinesas, sul-coreanas, indianas e japonesas.

Com tantas obras importantes na cultura asiática, o Kasteyev conta com uma série de cuidados especiais para manter tudo em perfeita condição e isso torna esse museu ainda mais impressionante. Todo dia há profissionais de restauração que monitoram a temperatura e umidade de algumas salas do museu, para assim manter o ótimo estado das peças.

Kasteyev Abylkhan. Retrato de Ch. Valikhanov, 1951.

Kasteyev Abylkhan. Retrato de Ch. Valikhanov, 1951.

O espaço sedia cerca de 80 exposições de arte todos os anos, sendo um centro de encontro artístico na Ásia e para os países do leste europeu. O Kasteyev também é reconhecido como um dos museus mais importantes do mundo, sendo membro do ICOM (International Confederation of Museums). Com uma história de obras que ultrapassam séculos e contam parte da tradição soviética e do Cazaquistão, esse lugar é uma visita obrigatória se um dia você tiver a curiosidade de visitar esse interessante país!

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Títulos exóticos nesta livraria em Berlim

Se você tiver planos de escapar para Berlim esse ano e adorar livros e revistas raras, a livraria Do You Read Me?! é um programa obrigatório no seu roteiro.

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Localizada na rua Auguststrasse, no bairro de Mitte, a livraria oferece uma seleção de revistas independentes – e interessantes –  do países nórdicos da Europa, Ásia e EUA, além de edições raras de publicações conhecidas e uma série de livros para profissionais criativos, com títulos de design, arquitetura, moda, fotografia, comportamento, música e literatura.

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O passeio por essa rua é muito interessante, pois a livraria é rodeada de galerias de arte contemporânea, onde é possível ver alguns dos artistas mais interessantes do momento e ainda descobrir muitas novidades que enriquecem a viagem e fazem viajar além do roteiro.

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É um passeio daqueles para passar uma manhã inteira, sentar e ler com calma, um lugar com pessoas interessantes que se unem com o mesmo objetivo: ler, se inspirar e se apaixonar. O staff sabe tudo sobre os produtos que vendem e o convite é para curtir o espaço, como uma livraria de antigamente, mas com um conteúdo para pensar no futuro.

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Mitte, Berlim

Fonte: Casa Vogue

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Praias vistas de cima

O fotógrafo alemão Bernhard Lang ficou conhecido por seus registros aéreos de praias na Toscana. O resultado se destacou, essencialmente, pela simetria dos guarda-sóis alinhados milimetricamente na praia da cidade de Viareggio, no norte da Toscana. O curioso é que a costa da Toscana inteira é organizada dessa forma – o que chega a ser um total desconforto pra quem é brasileiro.

Pra se ter ideia, é preciso pagar para entrar na praia (de 20 a 60 euros, dependendo da praia) só para ter a manutenção das praias impecavelmente limpas. Até aí, parece perfeito, certo? Mas nem pense em mover a sua cadeira centímetros fora do lugar, senão vai tomar bronca do guardião daquele metro quadrado reservado ao seu guarda-sol.

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O projeto, intitulado “Versilia”, encontra-se no site do fotógrafo, com outras imagens – algumas mais aproximadas – das praias que foram capturadas enquanto Bernhard sobrevoava o local de helicóptero.

Bernhard sobrevoou também uma praia em Miami Beach, e apesar do local não ser tão neuroticamente alinhado como a Toscana, de longe a praia pareceu mais organizada com o que estamos acostumados a ver por aqui.

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Pra quem nunca se interessou em ver a nossa baguncinha praiana de cima, o paulista Cassio Vasconcellos também ficou famoso por registrar as vistas aéreas das praias brasileiras.

Alguns podem chamar de formigueiro e outros podem achar extremamente desconfortável, mas algumas pessoas acreditam que a nossa “bagunça organizada” é esteticamente até mais bonita.

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Fonte: Petiscos

 

 

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Nova rota da arte no Oriente Médio

Marrocos e Emirados Árabes Unidos acabam de entrar para o roteiro de arte do outro lado do planeta. Desde a metade de outubro, Marrakech ganhou uma nova instituição cultural: o Musée Yves Saint Laurent. O local não é uma escolha aleatória: o estilista francês era apaixonado pela cidade, onde chegou a comprar, em 1980, a propriedade Jardim Majorelle (atualmente também um museu, mantido pela Fundação Pierre Bergé – Yves Saint Laurent).

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O acervo fixo conta com criações icônicas de YSL, como um exemplar do Mondrian Dress, modelo criado em 1965 e inspirado no trabalho do artista holandês que o batizou. O complexo inclui, ainda, restaurante, biblioteca e auditório.

Em 11 de novembro foi a vez de Abu Dhabi ganhar uma unidade do Louvre depois de uma década de construção. O designer Jean Nouvel foi o responsável pelo projeto, que fica na ilha de Saadiyat, a apenas sete minutos da cidade. O complexo, de design futurista, conta com 23 galerias e salas de exibições permanentes, auditório, centro de pesquisa e museu infantil.

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Para “abastecer” o acervo, 17 museus e instituições francesas colaboraram com o empréstimo de cerca de 300 obras. No momento, exemplares de Van Gogh, Manet e Leonardo da Vinci já se encontram em solo oriental. Calcula-se que a coleção permanente chegue a 600 itens – cerca de um terço deles já está em exposição.

Fonte: Forbes

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Museu de miniaturas na França

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Ao observar as fotos acima, fica difícil identificar o curioso elemento que as define: são miniaturas! É a habilidade impressionante do miniaturista Dan Ohlmann que permite criar ambientes tão cuidadosamente projetados e produzidos, que parecem ser edifícios no tamanho “tradicional”.

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Tudo começou em 1985, quando Ohlmann, que era marceneiro, criou sua primeira coleção de móveis em miniatura. Depois de se tornar uma referência no ofício, ele abriu, em 2005, um museu específico para suas criações, o Musée Cinéma et Miniature, que apresenta duas raras e exclusivas coleções.

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A primeira conta com mais de 100 pequeninos ambientes que reproduzem cenas do dia-a-dia de forma hiper-realista, criadas por miniaturistas renomados. A outra exibe os 300 filmes feitos com os cenários e efeitos especiais. Apesar de tudo ser em formato mini, o espaço de exposição conta com dois mil metros quadrados.

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Localizado no coração do Vieux-Lyon, na França, o museu está na Maison des Avocats (em português, a Mansão dos Advogados), uma famosa construção do século 16 que faz parte dos patrimônios mundiais da Unesco. Até a equipe que recebe diariamente os visitantes é especialista em criar novas miniaturas e oferece workshops em francês e inglês.

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Prada inaugura centro cultural na China

A grife italiana Prada acaba de inaugurar um centro cultural em Xangai, China, batizado de Prada Rong Zhai. O espaço, que abrigará eventos e exposições, é uma antiga mansão do início do século XX que foi restaurada pelo arquiteto Roberto Baciocchi.

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Para marcar o término dos seis anos de reformas, a grife realizou, no último dia 12, uma reapresentação de seu último desfile, que ocorreu originalmente no mês de março deste ano, em Milão. A primeira exposição aberta ao público mostra todo o processo de restauração da mansão e segue em cartaz só até 12 de novembro.

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Para a grife, que já possui três unidades da Fondazione Prada na Itália (2 em Milão e 1 em Veneza), o novo centro é uma forma de reafirmar o compromisso de promover a arte e arquitetura.

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Primeiro museu de moda em Paris

Pensar em Paris e não associar automaticamente à moda é praticamente impossível. Mais impensável ainda é saber que a cidade da luz tem tudo menos um museu permanente sobre a vertente artística. Com tantos nomes históricos, como Coco Chanel, Christian Dior e Yves Saint Laurent, não tinha outra saída para o governo local a não ser investir em um espaço cultural exclusivo para prestigiar os estilistas. O projeto promissor entrará para a lista das atividades turísticas para fazer in loco, claro, e teve apoio da House of Chanel, com uma contribuição de € 5.7 milhões (aproximadamente, R$ 19 milhões).

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O local escolhido para abrigar as exposições itinerantes e permanentes foi o Palais Galliera, já conhecido entre os parisienses como o “museu da moda”. Contudo, o status ainda não era oficial. “Essa iniciativa representa nosso compromisso com a criação e a força de Paris, que fazem parte da essência do negócio da Chanel”, declarou Bruno Pavlovsky, presidente da área de moda da maison.

O valor doado pela Chanel será destinado para criar novos ambientes no subsolo do Palais Galliera para exibições permanentes e serão intitulados Gabrielle Chanel Rooms. O espaço de 670 m² terá a primeira exposição fashion permanente de Paris, dedicada à história da moda do século XVIII até os dias de hoje, a partir do acervo do museu, que conta com mais de 200 mil itens, entre roupas, acessórios, fotos e obras de arte. A iniciativa também inclui programações de oficinas, cursos e uma biblioteca, tudo com viés voltado para a moda. O térreo continuará como espaço para mostras temporárias. A inauguração está prevista para 2019. Aguardamos ansiosos!

Fonte: Casa Vogue

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Basquiat em Londres

A arte inconfundível de Basquiat poderá ser apreciada por quem visitar Londres neste ano. Nome importante da cena artística de Nova York nos anos 1980, ele ganhará sua primeira grande exposição no Reino Unido, 28 anos após sua morte. “Boom For Real” estará no Barbican Art Gallery e conta com 100 obras, com pinturas famosas e pouco conhecidas, incluindo também anotações e desenhos.

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As fortes pinturas de Basquiat, que tratam temas como injustiça racial, identidade e a cultura pop, retratam o cenário violento e caótico de Nova York nos anos 1980. Sua estreia foi em 1981, em uma mostra do MoMa P.S.1, intitulada New York/New Wave. A exposição também explora a relação de Basquiat com a música, filme e televisão, e como esses elementos impactaram no seu trabalho.

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“A criatividade brilhante e o poder emotivo de Basquiat continuam tendo um imenso impacto e influência em diversos artistas, cineastas e músicos. Será uma rara oportunidade para os visitantes de ver o grande corpo de alguns dos seus trabalhos mais famosos e também os pouco conhecidos em um mesmo lugar”, diz a diretora de artes visuais da Barbican, Jane Alison. Para quem já ficou ansioso para ver tudo isso de perto, um aviso: a exposição abre apenas em setembro de 2017.

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Museu do sorvete

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Quem nunca teve um sonho de mergulhar em um mar de comida colorida ou de viver dentro de um universo cor de rosa, cheio de coisas fofas. Pois o Museu do Sorvete, nova atração disputada em Los Angeles, é a prova física de que não existe idade para se jogar nas brincadeiras. As instalações do local não só contam a história da comida mais divertida do cardápio, como convidam os visitantes a participar das intervenções artísticas.

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Pense em uma piscina de granulado colorido ou então picolés gigantes espalhados do teto ao chão em uma das salas. Logo na entrada, degustação de chocolate, estendida ao longo da visitação pelos 10 ambientes coloridíssimos com outras guloseimas para deixar tudo ainda mais saboroso.

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Meio surrealista, meio Alice no País das Maravilhas, o Museu do Sorvete é um projeto itinerante, que já passou por Nova York e ficou na Califórnia até o fim do mês de maio. A próxima parada ainda não foi divulgada, mas os ingressos sempre são disputados na venda online. Vale muito fazer esta visita deliciosa!

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Fonte: Casa Vogue

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NY e Grand Canyon ao mesmo tempo

O que acontece se você pensar em dois lugares contrastantes e as particularidades de cada um? É possível unir estas características de alguma forma? A reflexão do artista suíço Gus Petro em torno do assunto deu origem à série fotográfica Merge, que une os cenários de Nova York e do Grand Canyon através da manipulação digital de imagens.

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Em uma viagem para os Estados Unidos, o artista pensou nas sensações opostas que estes lugares lhe causaram, e os conceitos de vazio e densidade. “Fui ao Grand Canyon logo depois de visitar Nova York – o contraste entre as duas realidades era tão forte que precisei encontrar um modo de expressá-lo”, revela. Para criar perspectivas críveis, o artista contou com seu conhecimento agregado no passado, quando estudou arquitetura e urbanismo. O resultado são fotos que ao mesmo tempo afagam, por sua beleza, e incomodam, devido à estranheza que provocam.

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A série Merge é, na verdade, fruto da união das séries Empty, composta por fotos dos desertos e rochedos do Grand Canyon, e Dense, onde o amontoado de edifícios da Big Apple é retratado de perspectivas aéreas. “Uni Nova York, um local, ao que me parece, onde todos querem morar, ao Grand Canyon, onde é impossível viver”, mergulha mais fundo na filosofia o artista, nos convidando à reflexão.

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