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Galápagos, paraíso para os amantes da natureza

Imagine o privilégio de poder conhecer um dos raros lugares do planeta ainda pouco afetados pela devastação humana. No arquipélago de Galápagos, cerca de 95% é área de preservação, o que dá a noção da riqueza natural desse conjunto de ilhas do Pacífico, apelidado – muito apropriadamente – de Ilhas Encantadas.

Distante mil quilômetros da costa do Equador, Galápagos é a segunda maior reserva marinha do mundo. Emergiu ao oceano há cinco milhões de anos, como resultado das erupções vulcânicas submarinas, e até hoje surpreende e encanta seus visitantes, com sua diversidade de flora e fauna.

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As Ilhas Galápagos foram declaradas parque nacional em 1959 e Patrimônio da Humanidade pela UNESCO em 1978. Curiosamente, foi descoberta em 1532, mas colonizada somente três séculos mais tarde, o que garantiu a biodiversidade intocada durante anos. Seu nome vem das gigantes tartarugas que medem até dois metros de comprimento. Elas dividem a atenção (e os flashes) dos visitantes com as iguanas e leões-marinhos, que transitam tranquilamente pelas ilhas.

Não foi à toa que tanta particularidade inspirou o naturalista inglês Charles Darwin, em 1835, a passar cinco semanas na região, tecendo um estudo profundo que gerou uma das teorias humanas mais debatidas até os dias atuais, a Teoria Evolução das Espécies. Segundo ele, os animais alterariam suas características para adaptar-se a um novo ambiente, que se transformaria constantemente pelas profundas forças geológicas e climáticas da natureza.

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É possível visitar Galápagos em qualquer época do ano. Entre junho e novembro costuma ser o melhor período de mergulho, por causa da quantidade maior de peixes. Já de dezembro a abril, o clima é mais ensolarado, mas com pancadas de chuva quase diárias. Visitar todas as ilhas de Galápagos é tarefa quase impossível. Afinal, são 13 ilhas maiores, seis ilhas menores e mais de uma centena de ilhotas e rochedos, que totalizam uma área terrestre de mais de 8.000 km². Cada uma delas possui atrativos únicos e paisagens memoráveis. Confira algumas das principais (outras incluem Ilha SeymourIlha Santa MariaIlha de GenovesaIlha de WolfIlha Pintada e Ilha Bella)

Para aprofundar os conhecimentos científicos, não deixe de visitar locais de estudo e pesquisa nas ilhas. Entre elas, a Fundação Charles Darwin, que mantém o programa de reprodução e criação de tartarugas terrestres gigantes em cativeiro. Dá para chegar pertinho delas e garantir ótimas fotos.

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Fonte: Momondo

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Experiências de luxo

Hospedar-se em um hotel estrelado, na maioria das vezes, já é algo muito agradável – ou até inesquecível. Mas, em se tratando da competitiva hotelaria de luxo, o desafio, cada vez mais, é ir além das expectativas. Para seduzir seus hóspedes, as redes têm investido em programas elaborados para quem deseja se aprofundar na cultura local e vivenciar os destinos de forma intensa – às vezes, com muita emoção. Veja algumas das estratégias:

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- A experiência proposta pela rede hoteleira Four Seasons é uma road trip a bordo de um carro vintage pelas regiões da Toscana e da Riviera Francesa. O ponto de partida fica à escolha do hóspede: o Four Seasons de Milão, de Florença ou de Cap-Ferrat, na França. É possível customizar o roteiro, passando pelas três propriedades ou apenas duas delas (em trajetos de algumas centenas de quilômetros). Não só a rota, mas o veículo também pode ser escolhido – entre um Giulietta Spider 1960, um Mercedes-Benz 190 SP Cabrio ou um Porsche 356A Speedster. Após a escolha da rota e do carro, um concierge personaliza as paradas durante a viagem conforme as preferências do piloto (priorizando gastronomia, artes etc.). Para maior conforto e segurança, um carro de apoio vai seguir o viajante por todo o percurso. Em cada parada nos hotéis, um chef oferece uma cesta de piquenique (para quando bater a fome no meio da estrada).

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- O hotel Shangri-La de Doha, no Catar, tem 272 suítes, mas apenas quem se hospeda nas 38 “signature suites” terão à sua disposição, durante a estadia, um belo carro. As opções são muitas: os hóspedes das suítes executivas podem optar por Audi A8, Mini Cooper ou Lexus LX 570 S; na categoria deluxe, Porsche Cayenne, Maserati Gran Turismo e Range Rover; na Shangri-La Suite (a mais exclusiva de todas), o mimo pode ser uma Ferrari California, um Lamborghini Huracán ou os Mercedes GLE 63 e GTS.

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- No havaiano Hualalai, da rede Four Seasons, a jornada parte da pista de golfe do resort, onde os aventureiros, a bordo de um helicóptero, seguem pelas montanhas Kohala, onde avistam vales e praias de areia preta. A primeira parada é o piquenique ao lado de uma cascata. Depois, escalada até Kamokuna, ponto entre formações rochosas onde mais de 3,7 milhões de litros de lava escorrem para o oceano a cada hora. Um especialista em vulcões se junta ao grupo para sobrevoar o Kilauea, um dos mais jovens e ativos do mundo, em erupção contínua desde 1983. De volta ao solo, um carro leva os viajantes ao Four Seasons Rainforest Cottage Hideaway, onde serão recebidos com um show de música havaiana e dança ula-ula; na sequência, o jantar. Para fechar a noite, visita à cratera vulcânica Kilauea Caldera para ver a lava incandescente em um cenário noturno. Na manhã seguinte, outro voo sobre as plantações de café Kona (entre dezembro e maio, baleias-jubarte também podem ser vistas). Na volta, última parada em uma praia exclusiva.

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- Nada mais justo do que passar um dia de rei enquanto estiver hospedado no palácio onde viveu Roland Bonaparte, sobrinho de Napoleão. Ao comprá-lo, em 2006, o grupo asiático Shangri-La restaurou e transformou a propriedade parisiense em um hotel com 101 suítes, preservando a arquitetura e elementos da época. O dia de rei ou rainha começa no Heliporto de Paris -Issy-les-Moulineaux (JPD), localizado a 15 minutos (de carro) do hotel, onde os convidados são levados para um castelo do século 17 na região da Mancha. Lá são recepcionados por “um conde e uma condessa” para um almoço. No retorno a Paris, uma parada em Deauville, cidade à beira-mar convidativa a um passeio pelas calçadas largas e pelos cassinos. De volta aos ares, o helicóptero sobrevoa a região de Versalhes e seus famosos jardins.

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- O hotel Riyadh, no arranha-céu Kingdom Centre (Riad, Arábia Saudita), também reserva experiências surpreendentes aos visitantes. Os participantes entram no deserto a bordo de um Cadillac Escalade rumo a Adi Diriyah, onde a família real saudita vivia – hoje Patrimônio Cultural da Unesco. Após admirar a arquitetura original do século 15 e passear pelo mercado central de Al Bujairy, uma visita à atração principal: a falésia popularmente chamada de Edge of the World (o nome original é Jebel Fihrayn), onde o guia explica as formações geológicas da “borda do mundo”. Na beira das montanhas, um almoço saudita e, na sequência, voo de asa-delta. A programação termina com a observação do pôr do sol.

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- As propriedades Amanwella e Amangalla, ambas do grupo Aman no Sri Lanka, lançaram seus “pacotes de experiências” entre novembro e abril. Os hóspedes viajam em catamarãs para a costa sul do país para observar as baleias das espécies cachalote e azul e os simpáticos golfinhos-rotadores. Os grupos, de no máximo seis pessoas, são acompanhados por chef, capitão e mordomo. No roteiro, paradas em praias particulares, mergulho de snorkel, almoço e, no fim da tarde, petiscos e champanhe para brindar o fim da aventura.

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A ilha no Japão conhecida como “Pérola do Oriente”

Por mais que pareça que todo canto do planeta já tenha sido devidamente documentado, explorado e registrado – e que não existe mais nenhum local incrível e novo para se descobrir e incluir naquela lista imaginária de lugares que você precisa conhecer – sempre haverá uma nova ilha, uma praia deserta, uma pequena cidade que se revela como uma pequena porção do paraíso na Terra. Pois pode anotar: esse lugar é a ilha de Yoron, no Japão.

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Trata-se de uma pequena ilha tropical, com somente 23 km de circunferência e cerca de 6 mil moradores que vivem cercados de águas diáfanas e recifes de corais esplendorosos. Rodeada por outras ilhas e localizada a 25 km do continente, não é por acaso que Yoron é conhecida como a “Pérola do Oriente”, um lugar perfeito para o mergulho, a prática de esportes marinhos, ou para simplesmente se curtir os prazeres da exuberância natural do local.

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Uma das mais curiosas atrações de Yoron é a praia de Yurigahama. Seu apelido de “Praia fantasma” é perfeitamente ilustrativo: ela só aparece duas ou três vezes por mês, durante a maré baixa. Localizada a 1,5 km da costa, ela é, na realidade, um banco de areia que te permite deitar-se e pegar um sol no meio do mar, em um diminuto pedaço de areia sempre prestes a desaparecer.

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Para ilustrar o quão especial é o lugar, alguns grãos de areia de suas praias possuem o formato de pequenas estrelas. A lenda diz que se você conseguir reunir um número de estrelas de areia equivalente à sua idade, a prosperidade estará garantida em sua vida.

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Os moradores de Yoron vivem da pesca, do turismo e do cultivo de cana de açúcar, mas convenhamos que não é preciso de muito mais quando se vive em um lugar como esse. :)

Fonte: Hypeness

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Hotel pet friendly em Miami alia design e sustentabilidade

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Quem não abre mão de passear com seu amigo de quatro patas vai adorar conhecer o hotel Surfcomber, da rede Kimpton, em South Beach, Miami. Trata-se de um dos hotéis originais do distrito Art Déco de Miami, o maior conjunto arquitetônico de edifícios do estilo no mundo, listado como patrimônio cultural norte-americano em 1979. Com projeto dos arquitetos Edward MacKay e Alton Gibbs, sua construção data do início dos anos 1940 e foi finalizada em 1948, quando surgiram a área da piscina e das cabanas adjacentes. A rede Kimpton assumiu o hotel em 2011 e, por se tratar de um prédio tombado, a reforma teve de ser cuidadosa, mantendo o empreendimento restrito a seus três andares originais. À preservação dos detalhes de projeto foi acrescida a responsabilidade ambiental, com uso de energia solar em todo o sistema de iluminação externa e utilização de materiais e produtos sustentáveis, na maior parte das vezes reciclada ou reaproveitada.

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Os interiores, por sua vez, ficaram a cargo dos designers Dayna Lee e Ted Berner, do Powerstrip Studio, que trouxeram para os ambientes a experiência em cenografia e direção de arte de filmes como Boogie Nights e Dança com Lobos. Os objetos de decoração, garimpados em antiquários e brechós de Miami, se misturam a peças feitas sob encomenda e outras trazidas de viagem ao interior da Itália e da Espanha. Há espaço ainda para esculturas de troncos de árvores derrubadas em todo o Estado da Flórida e pranchas de surf embaladas e amarradas (uma homenagem às obras de Christo e Marie-Jeanne).

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O hotel de luzo é também pet friendly. Na hora da chegada pode-se avistar, por exemplo, um Golden Retriever fazendo o check in ao lado de seu humano. Não há nenhuma taxa extra a título da estadia dos cães – apenas se ele estragar alguma coisa no quarto – e ainda oferece uma cesta de boas-vindas aos hóspedes peludos, com caminha, potes para ração e água, brinquedos e petiscos. Há gentilezas com os seres humanos também: como a maioria dos hotéis, não é oferecido café da manhã, mas há uma mesa na recepção com chás e cafés de cortesia durante a manhã, e à tarde é a vez do Happy Hour regado a vinho. Para um jantar gostoso e saudável, a dica é o Lan Tao, restaurante de culinária do sudeste asiático que fica no próprio hotel, seguido por um drinque no Social Clube para arrematar a noite.

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Esqueceu o protetor solar? Na estação à beira da piscina tem – e é gratuito -, ao lado de águas aromatizadas e toalhas. Ao redor, as cabanas com suas cadeiras de balanço amarelas emulam os clubes de praia de Juan-les-Pins, vilarejo francês na Côte d’Azur. Mais ao fundo, a área de recreação disponibiliza brinquedos para as crianças, mesas de pingue-pongue, vacas de fibra de vidro em tamanho real e slacklines, e dá acesso à praia – basta cruzar a ciclovia/pista de corrida para pisar na areia, onde há guarda-sóis e espreguiçadeiras sempre à disposição para banhos de sol e de mar em uma das melhores praias urbanas do mundo.

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Fonte: Casa Vogue

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Conheça as Dolomitas da Itália

Assistir ao espetáculo que é o nascer do sol já é uma experiência indescritível, agora imagina fazer isso em alpes na Itália. As Dolomitas, montanhas que são Patrimônio da Humanidade, são uma opção de passeio para você que quer ver a paisagem ficare com uma coloração alaranjada com os raios de sol, enquanto o céu escuro lentamente abre espaço para as luzes.

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Existem diversos pontos indicados para admirar os raios de sol da manhã nas montanhas das Dolomitas. Entre os mais sugeridos, um ponto recomendado é o Col Margherita, a 2.514 metros de altitude, localizado entre a passagem de Passo San Pellegrino e a cidade de Falcade, na província de Belluno.

O Col Margherita é especial não só pela vista, mas por também receber o evento “Alba al Fronte”, organizado em ocasião do marco do centenário da Primeira Guerra, que aconteceu no dia 11. Diante dos primeiros raios de sol, o lugar recebeu o concerto do coro Val Biois, com a participação dos Fodom di Livinallongo, intercalados com leituras de contos e cartas da guerra.

O Lavaredo, na fronteira entre as regiões de Vêneto e do sul do Tirol italiano, é outro ponto privilegiado para admirar o sol. Os três famosos cumes, que se tingem de amarelo e rosa, deixam qualquer um sem palavras.

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Os cumes dos Cadini di Misurina também são uma opção. De lá, é possível chegar em diversos outros lugares para admirar o nascer do sol. Um em particular é o lago de Federa, onde é possível caminhar ao longo da trilha que sobe em direção à concha de Ampezzo, a quase dois mil metros de altura, em um lugar com vista panorâmica. De lá, é possível chegar também ao refúgio de Croda da Lago, que presenteia com uma das melhores vistas a mais de três mil metros de altura.

Na região de Vêneto, uma experiência peculiar é a do parque nacional das dolomitas da província de Belluno, em Cesiomaggiore, onde o espetáculo nas Dolomitas é acompanhado, em setembro, do rugido de mais de três mil cervos fazendo amor, na época de acasalamento.

Fonte: Ig

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12 destinos alternativos de Natal pelo mundo – Parte 3

Esse ano, faça algo diferente no Natal. Prepare as malas e viaje para esses um destes 12 destinos alternativos para passar o Natal pelo mundo!

9) Livingstone, Zâmbia

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Como um uma cidade predominantemente cristã, Livingstone é sempre alegre neste mês de feriado, com nativos animados recebendo visitantes com braços abertos para cantar canções de Natal, assistir uma peça natalina ou participar da entrega de presentes da comunidade. Mas o melhor presente de Natal que alguém pode se dar é uma excursão para fora da cidade, para o Parque Nacional Mosi-ao-Tunya, classificado como Patrimônio Mundial da UNESCO.

Ele abriga um parque de vida selvagem, floresta tropical e a deslumbrante cachoeira de Victoria Falls, também conhecida como “A Fumaça que Troveja”, a qual conecta a Zâmbia com seu vizinho ao sul, Zimbábue. Os nativos são extremamente orgulhosos deste marco nacional barulhento, e o número relativamente baixo de turistas da Zâmbia significa que você pode se aventurar pela floresta tropical sem ter que dividi-la com outras multidões alegres. Mas não esqueça da câmera.

Victoria Falls é notada como um dos arco-íris lunares mais impressionantes (e românticos) do mundo e o alcance caleidoscópico de cores será certamente uma visão para se guardar.

10) Budapeste, Hungria

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Procurando um pouco da alegria de Natal diferente e com um orçamento apertado? Então a capital húngara tem encantos de sobra! Em primeiro lugar há o obrigatório mercado natalino na Praça Vörösmarty.

Comumente proclamado o mercado festivo mais barato de toda a Europa, as lembranças regulares para turistas é substituída por artesanatos húngaros feitos à mão – ótimos para presentes de natal de última hora. Se a gelada temperatura de dezembro e queda de neve te der calafrios, aqueça-se então com um mergulho no maios banho térmico de Budapeste, o Széchenyi.

E então há os bondes de contos de fadas! Durante todo o mês de dezembro, três linhas centrais de bondes são enfeitadas com encantadoras luzes de contos de fadas. Olhar pelas janelas destes trenós futurísticos é uma maravilhosa maneira de ver uma Budapeste radiante ao anoitecer.

11) Sydney, Austrália

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As festividades pré-natalinas em Sydney também não deixam de seguir as tradições das grandes capitais do hemisfério norte.

Os tradicionais corais entoam seus concertos no Pitt Street Mall, e o famoso mercado The Very Merry Christmas Rocks Market concentra de presentes artesanais a deliciosas iguarias sazonais. Para uma boa dose de cantoria, não perca o maior concerto de Natal gratuito da Austrália, o Woolworths Carols in the Domain. Esse popular evento anual acontece perto do Jardim Botânico Real e é garantia de um desfile dos seus clássicos natalinos favoritos.

Mas na Austrália, só não há castanhas torrando em uma fogueira ou boneco de neve com nariz de cenoura. Por lá, o comum é assar uns camarões numa barbie (churrasqueira) sob um sol escaldante. Então se para você Natal tem que ter calor, não pense duas vezes e vá para a Bondi Beach. A praia mais badalada da Austrália é o ponto perfeito para fazer novas amizades, pegar umas boas ondas e ver de perto como os australianos celebram o Natal com muito estilo.

12) Nassau, Bahamas

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Se você está procurando fugir da depressão pós-natal com um sol de rachar, figurino estrangeiro e o ritmo pulsante dos tambores goombay que são simplesmente irresistíveis, então convide-se para Nassau’s Junkanoo!

Ocorrendo em 26 de dezembro e novamente no dia de ano novo, é o festival de rua mais antigo do Caribe, e até rivaliza com o Mardi Gras de Nova Orleans e o Carnaval do Rio com suas fantasias brilhantes, coloridas e até mesmo malucas.

Entre a curtição e a alegria, o mês de dezembro é perfeito para pessoas buscando descansar e relaxar na menos movimentada Praia do Cabo, ou entrar de cabeça no azul para roteiros de mergulho mundialmente famosos.

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12 destinos alternativos de Natal pelo mundo – Parte 2

Esse ano, faça algo diferente no Natal. Prepare as malas e viaje para esses um destes 12 destinos alternativos para passar o Natal pelo mundo!

5) Kyoto, Japão

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Kyoto é o centro do budismo japonês. Como você deve imaginar, o Natal é um pouco diferente aqui. Sem uma forte conexão religiosa às festividades, os nativos celebram a época com uma abundância de decorações brilhantes e um pouco de romance à moda antiga, com milhares de casais saindo na véspera de natal para frequentar os restaurantes, bares e “hotéis românticos” mais ostensivos da cidade.

Uma vez tendo experimentado a ternura de cidade do interior, a “O-minugui Shiki” (cerimônia de limpeza) anual do templo Chion-in no dia 25 de dezembro é um tributo musical espetacular ao nascimento da Terra Pura do Budismo. Finalize o grande dia com uma viagem aos arredores ocidentais de Kyoto para uma trilha no Arashiyama. Registrado como um “local de cenário de beleza” nacional, caminhar através do mar de caules verdes de bambu é como entrar em outro mundo – uma maneira verdadeiramente mágica de passar o dia de Natal!

6) Provence, França

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Gastronomia, presépios e decorações dignas de contos de fada… bem-vindo a Provence!

O clima mais frio não diminui em nada o famoso joie de vivre francês. As ruas das cidades ficam cobertas de decorações e os lojistas capricham nos enfeites das vitrines. Outra tradição dos moradores são as feiras de “santons”, miniaturas de barro artesanais feitas por artistas locais. Originalmente, os santons eram usados para criar os presépios, mas no século 19 também passaram a recriar cenas do cotidiano. Hoje, os santons franceses ilustram profissões diversas, como padeiros, padres, pescadores, cantores e açougueiros.

A comida, como era de se esperar, é levada muito a sério por lá. A ceia na véspera do Natal inclui sete pratos, honrando as Sete Dores de Maria. Eles são servidos com 13 pãezinhos, seguidos por 13 sobremesas, representando a Última Ceia de Jesus com seus 12 apóstolos.

7) Honolulu, Havaí

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Se está procurando um Natal no paraíso, que lugar melhor do que Ho-Ho-Honolulu no Havaí?! O estado mais ensolarado dos EUA tem celebrado as festividades natalinas ocidentais desde o começo do século XIX, mas com um toque havaiano único. Atualmente, os nativos na capital celebram em grande estilo, compartilhando a alegria do Natal com uma festa que dura o mês inteiro de dezembro, cheia de fogos de artifício, paradas e canções de Natal com acompanhamento de ukulele.

É provavelmente o único lugar do mundo no qual o Papai Noel está tão relaxado que aparece no luau vestindo um sarongue vermelho, chinelos e (você adivinhou) uma camisa florida, carregado numa canoa puxada por golfinhos. Não, é sério…

8) Tallinn, Estônia

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O centro antigo de Tallinn é praticamente um cartão-postal: igrejas antigas, arquitetura barroca, telhados coloridos e ruazinhas de pedras. Tudo tão bem preservado que parece que você viajou de volta ao passado. Apesar de o frio congelante tomar conta dos Países Bálticos no inverno, Tallinn costuma brilhar como uma luz de Natal durante a época do Yuletide.

Aliás, dizem que Tallinn foi onde foi montada a primeira árvore de Natal na Europa. Em 1441, a primeira árvore foi erguida na praça central pela Irmandade dos Cabeças-Negras, uma associação de mercantes solteiros, que cantavam e dançavam ao redor da árvore. A celebração local do Natal ainda hoje gira em torno de uma árvore de Natal, onde acontece um dos melhores mercados de Natal da Europa todos os anos. Vasculhe pelos estandes que vendem de chapéus de lã a objetos cerâmica, de velas perfumadas a decorações em madeira. Tudo produzido por artesãos locais.

Entre uma comprinha e outra, pare para provar sauerkraut (chucrute), salsichas e um copo de vinho quente no mercado.

 

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12 destinos alternativos de Natal pelo mundo – Parte 1

Esse ano, faça algo diferente no Natal. Prepare as malas e viaje para esses um destes 12 destinos alternativos para passar o Natal pelo mundo!

1) Tromsø, Noruega

Tromsø

Tem sonho de passar um Natal branquinho? Se frio não é mesmo o seu problema, que tal ir além e encarar as festas em pleno Círculo Ártico?

A cidade-ilha de Tromsø, apesar de ser tomada pela escuridão durante o inverno, ganha vida especial no mês de dezembro. Aromas de tangerina, pinheiros e pãezinhos de gengibre estão por toda parte, sem falar nas cantigas natalinas que ecoam pelo hall da Catedral Ártica. Os moradores se juntam nos mercados de Natal, e com tanta tentação ao redor, vai ser difícil resistir. Experimente o tradicional “ingefærnøtter”, biscoitos de gengibre em forma de bolinhas, acompanhados de um copo de quentão de crowberry para ajudar a esquentar.

Um imenso benefício de se estar no escuro total é poder avistar a famosa Aurora Boreal. Fique de olho entre seis da tarde e meia-noite e, enquanto espera, aproveite também a abundância de neve: pratique dogsled, esqui cross-country ou uma divertida guerra de bolas de neve.

2) Küssnacht, Suíça

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Na maioria dos cantos do mundo, Papai Noel é recebido em nossas casas e nossos corações com braços abertos. O mesmo não pode ser dito do peculiar vilarejo de Küssnacht, descansando na margem mais ao norte do Lago Lucerne, onde aproximadamente 20 mil turistas aparecem a cada dia 5 de dezembro para caçar o bom velhinho.

O confronto é chamado “Klausjagen”, também conhecido como “perseguindo o Noel”, e está entre as celebrações natalinas mais estranhas da Europa, não por menos começou na Idade Média como uma tradição pagã, quando as comunidades tentavam afugentar espíritos malignos com um barulho insuportável. O evento era tão turbulento que foi proibido no século XVIII, apenas para ser reintroduzido um século depois em uma nova forma cristã, com o pobre Noel na linha de fogo.

A parada que dura a noite inteira apresenta 180 corneteiros, duzentos homens enfeitados com iffeles, mitras de bispos gigantes iluminadas a velas feitas para parecerem vitrais e 700 percussionistas de sinos “perseguindo” o rebelde conhecido como Noel e seus quatro elfos das trevas para fora da cidade.

3) Douz, Tunísia

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Famoso por ser o local de filmagem dos filmes de Guerra nas Estrelas, a cidade do oriente médio de Douz é comumente rotulado como o sonolento “portão para o Saara”. Mas pelos últimos quatro dias de dezembro, as tribos árabes que moram lá transformam esta terra estéril de poeira em um espetáculo beduíno magnífico.

O Festival Internacional do Saara atrai uma grande multidão, com turistas de todo o mundo se unindo aos nômades viajando dos países vizinhos do norte da África para experienciar os torneios de hóquei de areia, ricas oferendas de comida, feiras de artesanato e apresentações tradicionais de dança do ventre.

Em Douz, o humilde camelo é tanto rei quanto o melhor amigo do homem, e os 50.000 visitantes anuais têm grande prazer em ver esses mamíferos corcovados participarem de rodeios e corridas através do cenário desértico. Não há nem sinal de natal, mas esta festa Tunísia anual é tão festiva quanto!

4) Castleton, Reino Unido

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As semanas antes do Natal são geralmente estressantes, com muitas compras, limpezas e preparação da ceia. Que tal fugir disso tudo e se esconder em Castleton, um charmoso vilarejo inglês onde o que importa são os simples prazeres da vida?

A temporada de festas começa com o acendimento das luzes de Natal. Todas as lojas capricham nas decorações mágicas e no espírito natalino para receber moradores e visitantes. Muitas ficam abertas até mais tarde, e costumam organizar eventos e concursos temáticos, como quizzes, oficinas de artesanato e jogos diversos para os pequenos.

Sede de quatro cavernas, Castleton faz ótimo uso delas durante o período natalino. Na Peak Cavern, por exemplo, a tradição é de entoar cantigas natalinas à luz de velas. Bandas de música tradicional apresentam-se todas as noites, e os visitantes são convidados a provar o vinho quente e as “mince pies”, as tortinhas de Natal típicas. Impossível resistir ao charme e ritmo descontraído da cidadezinha.

 

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A natureza imponente da Tanzânia

Qual parte da natureza é mais encantadora? Áreas verdes, praias? A Tanzânia tem tudo isso! País com a maior área de terras dedicadas a parques, é destino ideal para a observação de animais selvagens e conta com uma infinidade de paisagens naturais. Com boa parte do território intocada, espécies diferentes se espalham pela natureza virgem do país. Dos big 5 (leão, elefante, búfalo, leopardo e rinoceronte) à Cratera de Ngorongoro e à cultura e costumes do povo masai. O país africano dispõe de fauna selvagem, exposta em um safári pelo Serengeti, abundante área verde, com áreas de preservação que cobrem uma extensão de mais de 200 mil quilômetros quadrados e ainda é cenário de culturas enraizadas. Tem mais: o arquipélago de Zanzibar, repleto de belas praias, também é da Tanzânia.

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Cratera de Ngorongoro

Já pensou em fazer um safári na Arca de Noé? Calma! Parece estranho, mas na Tanzânia é possível. Arca de Noé é como é conhecida a Cratera de Ngorongoro. Essa reserva natural abriga uma enorme quantidade de espécies de animais, daí a origem do apelido, e realiza safáris imperdíveis por toda a sua extensão territorial. Ngorongoro é a maior caldeira vulcânica intacta do mundo, são 304 quilômetros quadrados de superfície e 2236 metros acima do nível do mar. Trata-se de um ecossistema praticamente intocado, onde espécies como búfalos, elefantes, zebras, gnus, gazelas e rinocerontes-negros convivem, em uma região próximo ao Lago Manyara e tombada pela Unesco como Santuário da Biosfera.

Parque Nacional Serengeti

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“Planície sem fim”. O significado de Serengeti, na língua masai, traduz com perfeição o que é o Parque Nacional Serengeti. São mais de 14 mil quilômetros quadrados de vegetação e uma incrível diversidade animal. Este santuário de vida selvagem na África tem números impressionantes. Mais de 2 milhões de gnus, 500 mil gazelas, 25 mil zebras, cerca de 30 espécies de herbívoros e quase 500 espécies de pássaros. A observação de leões, hipopótamos e elefantes, e da famosa migração de gnus e zebras, pode ser feita em um safári exclusivo e especial, por conta do seu difícil acesso.

Zanzibar

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O verde imponente da rica vegetação não é a única cor que dá cara à Tanzânia. Zanzibar, um arquipélago na costa do país, traz o azul turquesa do Oceano Índico e o branco das areias. Isso mesmo, as dezenas de praias paradisíacas de Zanzibar têm o mar azul turquesa e a areia branquinha, em uma região onde o sol brilha praticamente o ano todo. A dica é aproveitar a água morna e calma da região para atividades como snorkel e caiaque. Não é só isso! Pitorescas vilas de pescadores locais, que exibem arquitetura típica do período colonial, também contribuem para tornar Zanzibar um destino imperdível!

Fonte: The Traveller

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Quarto de hotel colaborativo

Quando damos entrada em um hotel, a última coisa que queremos encontrar em nosso quarto são sinais e vestígios do hóspede anterior – a não ser que estejamos entrando o quarto 301 do Kimpton Everly, de Los Angeles. Nesse específico quarto desse hotel, a atração especial é justamente as marcas das pessoas que já passaram por ali.

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Antes de chamar a vigilância sanitária, que fique claro o conceito do projeto: o quarto convida que, através de atividades lúdicas e sensoriais de compartilhamento, cada hóspede deixe um pouquinho de sua personalidade para o próximo visitante. Assim, a conexão pode se dar através de um tablet conectado ao Spotify, pelo qual o hóspede pode compartilhar suas playlists com o próximo, ou uma polaroid, com a qual é possível registrar o clima de um determinado instante e “oferece-lo” a quem vier habitar por alguns dias o quarto.

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Há também uma lousa com letras magnéticas, na qual é possível escrever uma mensagem ou um pensamento, e um livro de visitas, para o hóspede refletir, escrever ou desenhar em suas páginas em branco.

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Room 301, como é chamado o projeto, é portanto uma espécie de “suíte social”, um experimento e uma iniciativa dentro da campanha Stay Human (Permaneça humano, em tradução livre) do Kimpton Hotel & Restaurants, que promove justamente um atendimento mais pessoal, gentil e humano. O projeto por enquanto só acontecerá mesmo na filial do hotel em Los Angeles, durante os três meses entre o dia 06 de setembro e 30 de novembro.

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Abandonar a típica assepsia dos quartos de hotel e torna-lo um local um pouco mais quente, e mais parecido com um lar, parece ser o propósito do projeto – e, para isso, só mesmo utilizando o método mais eficaz: o encontro e o afeto, ou em suma, o ser humano.

Fonte: Hypeness

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