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Córsega, a ilha da beleza

Terra de Napoleão I, sobrevoada em 1944 por Antoine de Saint-Exupéry, tida pelos gregos como a ilha ‘sublime’ (Kallisté) e pelos franceses como a ‘ilha da beleza’ (Ile de Beauté), a bela Ilha de Córsega continua a ser um dos expoentes máximos do mediterrâneo. Seu encanto atrai turistas de todo o mundo que ali passeiam e celebram a vida, sem pressas ou cerimônias. Montanhosa, rica e exuberante, a ilha oferece de mão-cheia experiências gastronômicas que despertam os outros sentidos resgatando tempos antigos.

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Este pequeno paraíso natural, recortado por praias e pequenas baías escondidas com todos aqueles cumes que se debruçam sobre o mar, é ainda salpicado por vilas e povoações encantadoras. Por ali passaram os fenícios, os gregos, os etruscos, os cartagineses e os romanos, para citar alguns povos que deixaram importante legado. Todos estes testemunhos contribuem, através de ruínas, muralhas ou igrejas, para nos deixar sem palavras e com vontade de prolongar os dias.

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Saindo do cais de Marselha, atravessando oito horas de costa a costa, chega-se ao Porto de Girolata, uma vila costeira ao sul da Reserva Natural de Scandola. A oeste da Córsega, a zona faz parte do Parque Natural da Córsega e tem cenário intenso. De lá, para descer a costa, basta pegar o barco novamente e, em uma curta travessia, chegar na pequena vila de Porto classificada como patrimônio da Humanidade pela UNESCO. A paisagem segue fantástica, com vista para o azul do mar e para os rochedos vermelhos. A agitação, porém, é maior, com amantes da náutica nos diversos bares, restaurantes e lojas de rua. Dica: procure as empresas turísticas locais para ir ao Golfo admirar as falésias e fazer aulas de mergulho com vista para a variada fauna marítima. Se o tempo estiver a favor, também não deixe de ir para o Ajaccio e ir ao Golfo de Sagone.

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Em Ajaccio, não deixe de visitar o Mercado, em Place Foch, onde você encontra produtos tracidionais da Itália. Na rue Saint-Charles você pode beber um vinho nas cadeiras coloridas da Casa Buonapar, ir à loja de souvenirs de viagem Anareda e comprar acessórios divertidos na Empires. O Musée Fresh é parada obrigatória para quem gosta de história. O palácio construído pelo tio de Napoleão contém pinturas italianas dos séculos 14 ao 18.

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Rumo ao sul, saindo de Ajaccio, pode-se visitar via carro o Porto-Vecchio. A estrada em direção a Bonifácio, passando por Propriano e Sarène, é onde se encontra o Musée de préhistoire et d’archéologie Corse e uma vista majestosa sobre o Golfo de Valinco. A chegada ao Hotel Plage Casadelmar, considerado por muitos um dos melhores hotéis na Europa, tem um sabor especial. Elegante e cheio de luz natural, o hotel, que faz parte da cadeia ‘The Leading Hotels of the World’, está situado numa península a pouca distância de Porto-Vecchio, na costa sudoeste da Córsega, com vistas para o Mediterrâneo.

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De carro ainda dá para chegar nas Piscinas Naturais no Valle Cavu, na cidade de Zonza, no coração do Parque Natural Regional da Córsega. Um reduto de paz, onde podem praticar-se muitas atividades, dos vários esportes de natureza, caminhadas ou apenas piqueniques à sombra de pinheiros. O rio Cavu, muito procurado pelos turistas, é de fácil acesso e promete banhos refrescantes. Seguindo para o Castelo D’Araghju, uma fortaleza muito antiga, desvenda-se a praia de Pinarello. O areal é estreito, mas extenso, a areia fina mas com algumas algas e a água cristalina.

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Também com acesso prático, o local é um reduto feito 2500 anos a.C, formado por grandes blocos de pedra. Apenas isso, aquele edifício, na periferia de Porto Vecchio, e a vista do mar, as montanhas e a planície circundante. Siga para Bonifácio, uma cidade/fortaleza construída no alto de falésias e, aos seus pés, uma bem composta marina onde ancoram mega-iates. A cidade fica localizada na extremidade sul da Córsega (a apenas 12 km da Sardenha) o que dá logo a panorâmica da bela sofisticação italiana – muitas palmeiras e restaurantes caros rematam o visual de sonho. Explore as ruelas, a falésia, as grutas e a marina, tudo a pé.

Fonte: Casa Vogue

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Programa de verão em Paris

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Quando alguém planeja a viagem dos sonhos para Paris, traça um roteiro entre a Torre Eiffel, a Catedral Notre-Dame, a Ópera, e tantos outros cartões postais da Cidade Luz. Mas, se você for no verão, não esqueça de incluir a roupa de banho na mala! Afinal, em Paris se pode refrescar na “prainha” do Rio Sena!

Essa é uma novidade que a prefeitura inaugurou no ano passado e que é um sucesso entre os parisienses. O lago artificial, construído em 1808 por Napoleão Bonaparte e chamado de “Bassin de la Villette”, no 19º arrondissement, é o local onde foram montadas piscinas públicas usando água filtrada do rio.

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Isso só foi possível depois de duas décadas de trabalho para limpar a água do rio – por alguns anos, os rios recebiam os descartes da área industrial, como ainda acontece em muitas cidades. A grande mudança que ocorreu nesses 20 anos foi que Paris investiu pesado no tratamento: em 2015 uma limpeza baixou o nível bacteriano do rio com um número menor que o mínimo aceito, e em 2016 foi completamente drenado para uma nova limpeza.

Anne Hidalgo, prefeita de Paris, abriu no ano passado o espaço que liga o Canal de l’Ourcq ao Canal Saint-Martin, no nordeste da cidade com as três piscinas, que contam com salva-vidas, e recebem até 300 pessoas por vez. Uma piscina é para crianças pequenas, com 40 cm de água, a outra piscina rasa tem 1,2 metro e a grande para adultos com 2,2 metros.

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Primeiro hotel de cerveja do mundo

Com torneiras de cerveja e uma geladeira com a bebida no quarto, o primeiro hotel de cerveja do mundo tem planos de abrir as portas no começo de 2019. Elaborada pela BrewDog, uma grande cervejaria da Escócia, a ideia é trazer comodidade para os amantes da bebida, que não precisarão se deslocar muito para conseguir pegar uma gelada.

O hotel ganhou o nome de DogHouse (em português, “casa do cachorro”). O estabelecimento será uma extensão da própria cervejaria escocesa, localizada na cidade de Ellon, em Aberdeenshire. Serão 26 quartos com uma experiência “imersiva” sobre cerveja artesanal, e também terá vista para a cervejaria.

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Um dos fundadores da BrewDog, James Watt, explica, em nota oficial de divulgação do novo hotel, o motivo da criação da diferente hospedagem. “A DogHouse é um presente para os fãs que amam uma cerveja artesanal e fazem uma ‘peregrinação’ para nossa cervejaria em Aberdeenshire”, diz. Ele revela que a ideia de abrir um hotel da bebida sempre foi um dos maiores planos da empresa e que, agora, eles finalmente poderão realizar esse sonho. Outra intenção da cervejaria é de fazer com que o local se torne um polo para os amantes da bebida. “Esse vai ser o destino dos sonhos para os fãs durante os feriados, esse vai ser o lugar ideal das cervejas”, acrescenta.

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A BrewDog é conhecida por seu marketing agressivo e seu rápido expansionismo e possui diversos planos para desenvolver um “império” da cerveja. Além da notícia sobre a DogHouse, também foi anunciado que a empresa abrirá um hotel na cervejaria que possui em Columbus, cidade no estado de Ohio, nos Estados Unidos. A empresa também tem planos de construir cervejarias na Austrália e na China.

Fonte: Ig

 

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Feliz Dia dos Namorados!

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Chile eleito o melhor destino para turismo de aventura

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Pelo segundo ano consecutivo, o Chile foi eleito o melhor destino do mundo para turismo de aventura. O título foi entregue pelo World Travel Awards, um dos mais prestigiados eventos do setor, considerado o ‘Oscar do turismo’. Nossos vizinhos sul-americanos bateram países como Austrália, Canadá, Equador, Japão, Nova Zelândia, Sri Lanka, Tailândia e Estados Unidos. A 24ª edição do prêmio aconteceu em Phu Quoc, no Vietnã, no dia 9 de dezembro. O evento acontece anualmente e homenageia quem mais se destacou durante a temporada anterior.

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Com o passar dos anos, o Chile tem se consolidado como um dos mais atraentes e valorizados destinos do continente. O país passou de 2,8 milhões de turistas anuais em 2010 para 5,6 milhões em 2016, duplicando a estatística e com um crescimento médio por ano de 12,8%. Segundo o Ministério da Economia, Fomento e Turismo, 51% dos estrangeiros que desembarcaram no Chile em 2016 disseram estar ali pela natureza, as paisagens, a flora e a fauna chilena.

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O Lonely Planet, um conhecido guia de viagens, elegeu o país como destino imperdível para quem pretende viajar em 2018. O Chile possui o deserto mais árido do mundo, o Atacama, a Cordilheira dos Andes, o oceano Pacífico, a Patagônia chilena, os vulcões e as geleiras como principais atrações. A principal porta de entrada é a capital Santiago, que tem voos diretos saindo dos principais aeroportos do Brasil.

Fonte: Hypeness

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Luxo à beira do mar em Moçambique

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Nas ilhas Benguerra, que compõem o arquipélago Bazaruto, em Moçambique, um dos poucos espaços habitados oferece uma hospedagem tranquila, com direito a pé na areia e vista para o oceano de águas cristalinas. Ali está situado o Benguerra Lodge, hotel que dispõe de 10 cabanas rústicas – todas recém-reformadas pelo escritório de arquitetura londrino Michaelis Boyd Associates.

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Elementos típicos da região, como telhados de palha, estrutura de madeira e paredes de junco, permeiam a arquitetura dos 15 quartos existentes, finamente decorados pela designer de interiores Marguerite Louw, que misturou elementos africanos com design colonial português.

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As cabanas são interligadas por decks de madeira que, através de um sinuoso caminho arborizado, conduzem até às piscinas de borda infinita em frente ao mar. O escritório de arquitetura também adicionou espaços de lazer na área externa dos quartos, com chuveiros e camas suspensas, protegidas do sol.

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Mais escondido na mata está o amplo edifício principal, de madeira e palha, que concentra recepção, restaurante e uma loja. O bar, por sua vez, fica em um lugar curioso: na areia, abrigado por um antigo barco trazido do mar por um ciclone há anos, que foi cuidadosamente restaurado para fornecer bons drinks ao anoitecer.

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Fonte: Casa Vogue

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Diversão nas Cataratas do Niágara

Elas são um dos pontos turísticos mais visitados no mundo, fazem parte das 7 Maravilhas Naturais do Mundo e são uma das fronteiras naturais mais lindas do planeta. Dignas das malucas aventuras do Pica-Pau em seu barril, explorar as Cataratas do Niágara é um dos programas que devem fazer parte de uma visita completa a Toronto, no Canadá.

Localizadas a mais ou menos duas horas da cidade, as Cataratas do Niágara separam com suas belas e imponentes quedas d’águas dois países – de um lado a província canadense de Ontário, e do outro o estado de Nova York, nos Estados Unidos. As águas que desabam na enorme garganta são provenientes dos Grandes Lagos canadenses, e depois de correrem pelo vale, se depositam no famoso (e gigantesco) lago Ontário.

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Mas não é só pelo ângulo natural que as cataratas são interessantes. Independente da época do ano, há muita história, cultura e diversão por lá. Para começar a jornada, uma parada na Table Rock, local onde fica um centro para visitantes e de onde pode-se escolher por onde começar a visita. Entre um mirante e outro, você pode fazer a Journey Behind the Falls, que é uma caminhada pelos centenários túneis que passam por trás das quedas d’água e de onde pode-se ver toda a sua força através de janelas esculpidas na pedra. A caminhada acaba em um mirante que parece muito com aquele do desenho do Pica-Pau, pertinho das quedas, onde é impossível não se molhar um pouco. Mesmo com a capa amarela!

Por lá também é possível encarar a experiência 4D Niagara’s Fury, um simulador que conta a história evolutiva das cataratas desde a pré-história utilizando projeções, movimentos, vento e água, obviamente. Para os mais ousados, dá para apreciar a vista de formas bem peculiares. Durante o verão, uma tirolesa de 670 metros que alcança velocidade de uns 70km/h proporciona uma visão privilegiada e radical das falls. Já a Niagara Helicopters realiza passeios aéreos desde 1961 – que funcionam praticamente o ano todo – é uma opção mais cool e confortável para apreciar aquela bela vista.

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Você ainda pode fazer um passeio de barco com Maid of the Mist e chegar pertinho das quedas, apostar uns trocados no Cassino Niagara, ou ainda fazer uma visita ao Niagara Falls History Museum para saber mais sobre as histórias e curiosidades do lugar. E vale até dar um spoiler: um ser humano já foi levado pelas águas acima das quedas, desceu as cataratas sem nenhuma proteção e sobreviveu. Não, não é conto de pescador!

Fonte: Chicken or Pasta

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Hospede-se com milhares de livros

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O grande escritor argentino Jorge Luis Borges imaginava que o paraíso seria uma espécie de biblioteca, e para os amantes inveterados dos livros, viver rodeado por eles é parte quase tão fundamental da vida quanto viver rodeado por oxigênio.

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Pois uma livraria parisiense vem se popularizando por oferecer se não uma vida eterna no paraíso de Borges, ao menos algumas noites para viajantes poderem dormir entre livros. Trata-se da La Librarie, parte de um projeto intitulado Paris Boutik, que restaura estabelecimentos tradicionais em desuso e os transforma em hospedagens. Sem alterar a essência, a estética e a característica arquitetônica dos locais, o projeto revigora e oferece novo sentido para o charme até então abandonado de tais lugares.

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No passado, a La Librarie era um sebo, que agora foi transformada em um espaço capaz de receber até 4 pessoas em uma grande biblioteca, oferecendo cerca de 4,5 mil livros. Dentro desse paraíso literário há também equipamentos como maquina de café, minibar, pia e banheiro, além de um delicioso e imenso colchão que convida não só à leitura como ao mais profundo sono – devidamente protegido de ruídos externos e da luz graças a um vidro e cortinas especiais.

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E os livros estão por toda parte – inclusive no banheiro e na cozinha. La Librarie fica no bairro alto do Marais, rodeada de restaurantes, galerias e outras livrarias, e o pernoite para duas pessoas custa 275 euros.

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Fonte: Hypeness

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Conheça o Kasteyev, museu do Cazaquistão de importância mundial

O Cazaquistão está longe de ser um país muito popular e conhecido no Brasil. Situado na Ásia e com uma língua muito diferente da nossa, há pouquíssimas identificações com a nossa cultura. No entanto, isso não significa que o que acontece no país seja algo desinteressante ou sem valor. Para o mundo ocidental, o Cazaquistão se trata de uma nação conhecida por suas peculiaridades e força nos esportes. Um dos maiores países do mundo em extensão territorial, é famoso pelos esportes de inverno e possui muitos casinos — além de ser um país que respira poker, com vários lugares para praticar e essa tradição em ascensão.

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Além disso, o Cazaquistão é muito relevante no cenário artístico. O país já revelou muitos artistas importantes para o mundo e tem um museu, o Abilkhan Kasteyev State Museum of Arts, que guarda muito bem a história plástica do país. O lugar, localizado na cidade de Almaty, é impressionante em todos os sentidos. Inaugurado em 1976, o museu é nomeado em homenagem a Abilkhan Kasteyev (1904-1973), reconhecido como um dos maiores pintores da cultura cazaque.

O museu não é muito imponente de fora e nem é provido de tecnologia surreal com investimento multimilionário. O que torna o Kasteyev tão impressionante e importante na cultura asiática é o seu acervo, que conta praticamente tudo de relevante da cultura cazaque, além de todo cuidado que o povo local tem com a preservação das artes.

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O Kasteyev, maior museu do Cazaquistão, tem uma coleção de mais de 25 mil peças de arte, composta por quadros, desenhos, gráficos, esculturas, etc. Mas, não se engane ao pensar que ele só conta a história do Cazaquistão. Quando ele foi aberto, há 41 anos, a Rússia, então parte da União Soviética, doou muitas pinturas para a inauguração. Ou seja, é uma instituição que também conta parte da história da USSR. Há obras que datam de até 300 anos atrás, e além de trabalhos russos e cazaques, também há pinturas e esculturas chinesas, sul-coreanas, indianas e japonesas.

Com tantas obras importantes na cultura asiática, o Kasteyev conta com uma série de cuidados especiais para manter tudo em perfeita condição e isso torna esse museu ainda mais impressionante. Todo dia há profissionais de restauração que monitoram a temperatura e umidade de algumas salas do museu, para assim manter o ótimo estado das peças.

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Kasteyev Abylkhan. Retrato de Ch. Valikhanov, 1951.

O espaço sedia cerca de 80 exposições de arte todos os anos, sendo um centro de encontro artístico na Ásia e para os países do leste europeu. O Kasteyev também é reconhecido como um dos museus mais importantes do mundo, sendo membro do ICOM (International Confederation of Museums). Com uma história de obras que ultrapassam séculos e contam parte da tradição soviética e do Cazaquistão, esse lugar é uma visita obrigatória se um dia você tiver a curiosidade de visitar esse interessante país!

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Volta o mundo em 8 meses de cruzeiro

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Tirar um ano sabático, largar tudo e viajar ao redor de todo mundo é algo que todo mundo deveria fazer ao menos uma vez na vida, mas que praticamente ninguém consegue ou pode. Considerado o mais longo cruzeiro realizado no mundo, o Viking Sun é um navio norueguês de luxo, que justamente produz e realiza para você essa viagem: encorando em 113 portos diferentes em 59 países ao longo de 245 dias, basta subir a bordo do cruzeiro para justamente realizar esse sonho.

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O cruzeiro sai de Greenwich, na Inglaterra, em agosto, e só volta ao porto original em maio do ano que vem. Os destinos são diversos, começando pela Irlanda e Noruega, e indo até a Groelândia e a Antártica. Estão incluídas também passagem pelo canal de Suez até o Mediterrâneo, Espanha, Portugal, e muito mais.

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É claro que um pequeno detalhe separa esse sonho da realidade: a passagem para o Viking Sun custa nada menos que 67 mil libras, ou 322 mil reais. O preço, ao menos, inclui passagem área executiva para Londres e todas as refeições, que podem ser selecionadas de 8 diferentes restaurantes dentro do navio, além de experiências exclusivas em cada local aportado.

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O navio também oferece tudo que se espera de um cruzeiro de luxo, como piscinas, cassinos e spas – e, naturalmente, com um publico seleto: somente 930 passageiros. A próxima viagem será a terceira volta ao mundo do navio, que se diz perfeito para pensadores, músicos, pesquisadores e para quem precisa de tempo e relaxamento.

 

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