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Museu Chaplin

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Um dos maiores ícones do cinema de todos os tempos tem um museu exclusivo. A mansão em que Charles Chaplin viveu os últimos 25 anos de sua vida, na cidade suíça de Vevey, foi transformada em museu temático e já está aberta a visitação. A propriedade e o parque de 14 hectares com a vista panorâmica do Lago Léman vão fornecer uma visão da vida cotidiana dos Chaplins, em um projeto concebido pela empresa francesa Grévin, responsável por diversos projetos internacionais de museus de cera e parques temáticos.

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A empresa promete “uma encenação que vai catapultar o observador num universo cheio de ilusões e sonhos”. Os visitantes poderão conhecer melhor não somente o artista, mas também a pessoa de Charlie Chaplin.

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A parte interna da “Manoir de Ban”, como é chamada a propriedade, foi completamente esvaziada e reformada. Entre outros, surgiu um novo edifício-estúdio, em que Chaplin é apresentado como artista. Ali se encontra uma sala de cinema com 150 lugares, onde poderão ser vistos clássicos. Os curadores avaliaram 81 filmes e 15 mil fotografias, para apresentar tudo da forma mais original possível.

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Há também uma série de objetos de recordação, que os filhos de Charlie Chaplin colocaram à disposição. Entre eles, álbuns de fotos, filmes de família, como também a mala do filme O vagabundo, marca registrada desse herói tragicômico do cinema.

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Hospedagem para os fortes

Tudo o que você quer é um hotel para dormir tranquilo e sem preocupações, certo? No que depender nesta hospedagem na América do Sul, sou sono pode ser bem agitado e inquieto! É que no Vale Sagrado dos Incas, no Peru, três cápsulas, montadas na costa de uma montanha, são usadas por visitantes que desbravam a região de Cusco.

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Cada cápsula tem um banheiro, quatro camas e iluminação gerada por painéis solares. Os quartos ficam a 400 m de altura e, para chegar até lá, os hóspedes enfrentam uma longa caminhada.

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A descida, no entanto, é mais fácil, mas também para os fortes: os turistas usam uma tirolesa! Tem coragem?

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Fonte: Ig

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Para organizar as suas férias!

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Igreja para se hospedar

Em 1987, Bill Monroe e Anne Monroe casaram-se na Igreja de St. Luke, em Northumberland, no norte da Inglaterra . Porém, apaixonados pelo local (que fica dentro de um parque nacional), o casal foi além da cerimônia e comprou a propriedade em 1998, transformando-a em uma casa.

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A história de amor com a igreja começou muito antes do casamento. Além de ter oficializado a união com Bill na propriedade em questão, Anne afirma que foi batizada nela e repetiu a situação com os quatro filhos que o casal teve. Apesar de ter sido comprada pelo casal em 1998, a propriedade – cuja construção data de 1818 – só começou a ser restaurada em 2010. Isso porque a localização relativamente remota da igreja fez com que o número de frequentadores caísse cada vez mais, fazendo com que Anne e Bill decidissem transformá-la em uma espécie de pousada .

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Outro aspecto que motivou o casal foi a paixão por arquitetura, já que Bill e Anne se conheceram enquanto estudavam história da arte na mesma universidade em Londres. Após receberem o aval das autoridades, o Historic Property Restoration – companhia britânica que restaura obras e construções históricas – e o arquiteto Kevin Doonan entraram em ação.

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Após três anos e mais de 200 mil libras (aproximadamente R$ 816 mil), a propriedade tornou-se uma pousada com quatro quartos e uma sala de estar no cômodo onde o altar costumava ficar. Apesar de ter sido pintada e mobiliada, boa parte da estrutura histórica do local foi preservada, mantendo arcos góticos e grandes janelas vitorianas.

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Segundo Anne, desde a abertura da pousada, a procura por hospedagem foi imensa; a senhora afirma que costuma haver reservas para 50 semanas inteiras do ano. “Nós estamos muito contentes com os resultados e eu esperava que fosse bem popular, mas a quantidade de reservas que temos recebido superou minhas expectativas”, diz Anne. Para quem quer se hospedar na igreja, os preços variam de 700 a 1800 libras (entre cerca de R$ 2,8 mil e R$ 7,3 mil).

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Santuário dos Beatles reaberto

Um retiro espiritual, localizado no norte da Índia, onde os Beatles aprenderam a prática da meditação transcendental – e escreveram 48 músicas – reabriu ao público recentemente, em homenagem ao 35º aniversário de morte de John Lennon.

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O eremitério fica na cidade de Rishikesh, próximo ao Rio Ganges e ficou abandonado depois que o guru Maharishi Manesh deixou o lugar, em 1970. Apesar disso, alguns fãs da banda continuaram a visitar o espaço.

Entre as músicas que o quarteto escreveu durante a visita, que aconteceu em 1968, estão algumas famosas composições do icônico White Album, como Back in the USSRDear Prudence – para a irmã de Mia Farrow, Prudence, que também estava na habitação isolada – e I’m So Tired – após Lennon passar três semanas dormindo muito pouco no local.

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Em 2015, as autoridades do estado de Uttarakhand começaram uma reforma com o intuito de transformar a locação em um centro de ioga para turistas. Apesar da limpeza, os grafites e colagens antigas permaneceram, também como uma forma de homenagem a um rico passado. Os visitantes curiosos e os praticantes de ioga estão clicando todas as áreas do espaço e compartilhando as imagens no Instagram.

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Fonte: Casa Vogue

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Gastronomia com produção local

Entre os hotéis de luxo pelo mundo, há tantas regalias que fica até difícil lançar uma novidade que chame atenção. Mas estes cinco hotéis apostaram em um tipo diferente de “mimo” para seus hóspedes: oferecer comidas de alta gastronomia preparadas com ingredientes e produtos retirados de suas próprias propriedades. Veja a seleção, feita pelo site Glamurama:

O Hacienda Hotel Vira Vira, em Pucón, no Chile, produz 99% dos ingredientes que compõem seus pratos, do café da manhã ao jantar. A fazenda tem cultivo próprio de diversos grãos e batatas, cria cabras, galinhas, vacas, patos e outros, além de cultivar uma grande variedade de frutas e legumes, como alcachofras e aspargos. Os donos do hotel, o casal suíço Claudia e Michael Paravicini, fizeram questão de montar sua própria queijaria e leiteria, e trouxeram um mestre queijeiro para supervisionar a produção. Iogurtes, creme de leite e manteiga são preparados diariamente para deixar a experiência gastronômica ainda mais especial.

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Procurando por alta gastronomia e também aventura? O Soneva Kiri, na ilha de Koh Kood, na Tailândia, é o local perfeito. Com o conceito único de “slow life”, o hotel fabrica sua própria água, tanto mineral quanto com gás, tem seu próprio apiário e utiliza os ingredientes da sua horta para preparar as delícias servidas em seus restaurantes. Um deles é o Treepod, onde as mesas são como casas na árvore, e lá do alto, além de apreciar a vista única, é possível experimentar as refeições elaboradas – e saudáveis – entregues pelo seu garçom pessoal, que chega de tirolesa.

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Para aqueles que procuram gastronomia estrelada, o L’Andana, localizado no coração da Toscana, na Itália, é o lugar. O hotel pertence ao chef Alain Ducasse, 21 vezes estrela Michelin ao longo de sua carreira. Lá, além de cultivar sua própria horta, ele ainda faz iogurte, geleia e marmelada caseiros para o café da manhã. Mas a experiência não acaba por aí: o L’Andana conta com uma vinícola própria com 30 hectares cultivados principalmente de Cabernet Sauvignon, Viogner, Merlot, Alicante, Vermentino e Syrah. Os hóspedes, além de caírem no pecado da gula, podem passear pelas plantações e dar uma parada para degustar os vinhos produzidos por lá. E tem mais: durante os meses de outubro e novembro, a colheita de azeitona acontece para produzir o azeite And’Olio, mais um produto especial do hotel.

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Para quem gosta de provar um bom rum, a destilaria Blackwell é uma tradição familiar. Chris Blackwell, dono do hotel Golden Eye, em Oracabessa, na Jamaica, é quem comanda a produção da bebida, feita a partir de uma receita de família. Com base na cana de açúcar, o rum Blackwell é produzido em pequena escala, mas servido à vontade para os hóspedes do hotel que, antigamente, era a casa de Ian Fleming, criador do agente 007. Se pudesse, possivelmente James Bond trocaria seu dry martini por uma dose desse rum!

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Aprender a cozinhar com o badalado chef Willibald Reinbacher e colhendo os ingredientes fresquinhos na hora é uma experiência possível no Shanti Maurice, nas Ilhas Maurício. O resort boutique conta com uma horta orgânica de mais de mil metros quadrados com uma grande variedade de ervas e vegetais como alecrim, erva-limão, coentro, hortelã, beterraba, berinjela, brócolis e cebola. A gastronomia do hotel ainda oferece, além de tudo o que é cultivado por lá, produtos frescos do oceano. Cada restaurante do Shanti Maurice traz uma influência: o Stars é voltado para os sabores sul africanos. Já o cardápio do Fish Shack depende da pesca da noite anterior. Mais fresco, impossível!

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De China a Londres de trem

Mais uma rota de trem nasce ligando a Europa a Ásia. A companhia chinesa CRH – China Railway Highspeed, opera agora uma viagem de 18 dias que parte da cidade de Yiwu, na província de Zhejiang, na China, até Londres, num percurso de 12 mil quilômetros que abrange mais de sete países: Cazaquistão, Rússia, Bielorrússia, Polônia, Alemanha, Bélgica e França.

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A ação é parte da estratégia chinesa de reerguer a antiga Rota da Seda, por onde eram transportadas riquezas entre o Mediterrâneo e a China. O novo trajeto é mais rápido do que pela água e custa a metade do preço das companhias aéreas. De acordo com o jornal inglês Telegraph, atualmente 39 rotas ligam 12 cidades europeias a 16 cidades chinesas.

Fonte: Nômades Digitais

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Parece cenário, mas é o jardim mais valioso do mundo!

Se você está pensando que o jardim mais sofisticado do mundo está repleto de adornos em ouro e diamantes, enganou-se. Mas isso não quer dizer que ele não seja um dos mais especiais recantos naturais: extremamente luxuoso e completamente orgânico, parece até um cenário criado artificialmente.

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Leonardslee Garden, em West Sussex, na Inglaterra é a tradução da exuberância. A  propriedade de 225 hectares é  repleta de belas flores, lagos, cachoeiras e uma imensa gama de espécies de árvores. Os jardins estão cheios de camélias, magnólias, azaleias e orquídeas, entre outras belíssimas flores.

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O jardim é propriedade de uma família desde que Sir Edmund Loder comprou a terra, em 1889, e abriu ao público após 101 anos. Tudo isso mudou em 2010, quando Robin Loder, que representa a quinta geração de Loders, deveria cuidar dos Leonardslee.

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No entanto, contra a vontade de outros membros da família, vendeu os jardins pela soma de 7,62 milhões dólares para um comprador anônimo, que desejava  interromper o acesso público aos jardins. A família luta para que o parque seja reaberto outra vez a público, como era da vontade de seu fundador.

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Os ingleses agora acompanham de perto o desenrolar da história na expectativa da reabertura do parque.

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Novo parque de diversões em Paris

O conglomerado de moda mais famoso do mundo, a LVMH, detentora de marcas como Louis Vuitton, Givenchy e Céline, está há anos planejando expandir seus negócios e se aventurar pelos parques de diversões. Está nos planos do grupo francês inaugurar o segundo ou terceiro maior parque de toda a França (o primeiro deles é a Disneyland Paris).

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O projeto finalmente saiu do papel e a construção já começou no início deste mês. Ela tem estimativa de custar cerca de US$72 milhões e deverá durar até o mês de maio de 2018. Até lá serão construídas 17 atrações seguindo o tema “steampunk“, pra quem não sabe um subgênero da ficção científica que se popularizou no fim dos anos 80 e início dos 90 com o lançamento do filme “Mad Max”, e é inspirado nos livros de Julio Verne (“Viagem ao Centro da Terra”, “20.000 Léguas Submarinas” e “Volta ao Mundo em 80 Dias”).

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Partindo dessa estética, a LVMH espera reunir cerca de 3 milhões de visitantes anuais para o parque, que continuará bem atrás da Disneyland Paris, mas tem intenções de se tornar um dos principais pontos turísticos de Paris muito em breve.

Fonte: Petiscos

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Atração histórica em Cottbus, Alemanha

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Cottbus pode até ser uma cidade pouco conhecida na Alemanha, mas o lugar é capaz de arrebatar os visitantes logo de início, com suas casinhas de estilo barroco com fachadas incríveis e atmosfera de cidade de interior. Com cerca de 100 mil habitantes e localizada no leste da Alemanha, Cottbus é famosa por seu típico bolo em camadas e foi importante fornecedora de energia na época da Alemanha Oriental.

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Uma das curiosas atrações da cidade, com mais de 100 anos de história, o cinema Weltspiegel é um dos mais antigos da Alemanha. Renovado, ele passou a atrair não só espectadores, mas também turistas encantados por sua história.

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Depois da reformulação, o prédio passou a contar com duas salas de projeção adicionais, com 80 lugares cada, e um bar no anexo do edifício. A tradicional sala com 520 lugares e um teto de ouro foi utilizada por uma plataforma retrátil também para eventos. Para completar a reforma, um design emocionante foi criado, com referências à trajetória do cinema, gerando uma incrível fusão da história com os tempos atuais.

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