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O hotel mais antigo do mundo, com 1300 anos

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No hotel japonês Nishiyama Onsen Keiunkan, ou simplesmente The Keiunkan, a ideia de que em time que está ganhando não se mexe é levada ao extremo: inaugurado no ano de 705 e funcionando, portanto, há mais de 1300 anos, o hotel é gerido desde sua fundação pela mesma família. São 52 gerações de descendentes cuidando do mais antigo hotel do mundo.

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Localizado nos arredores da cidade de Kyoto, o Keiunkan é também possivelmente a mais antiga empresa em funcionamento no mundo. Com 37 quartos e água quente vindo diretamente das fontes termais naturais de Hakuho, a justificativa para o (realmente) longevo sucesso do hotel começa em seu cenário: localizado aos pés das montanhas Akaishi e próximo ao sagrado Monte Fuji, a espetacular natureza ao redor do local oferece não só a água pura e quente como uma vista imbatível.

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Ainda que obviamente o hotel tenha sido algumas vezes restaurado e renovado, é também seu espírito tradicional, luxuoso em sua simplicidade e elegância, que faze do lugar um perfeito retiro – com direito a uma atração diretamente do passado, inequivocamente eficaz para um descanso especial: a ausência de internet. Aos desconectados hóspedes, são oferecidas refeições de qualidade superior, banhos naturais, karaokês impagáveis, e a insuperável imersão na natureza.

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Seus mais de 1300 anos de história o levaram a ser reconhecido pelo Guiness como o hotel mais antigo do mundo. O hotel foi fundado por Fujiwara Mahito, filho de um ajudante do imperador e, desde sua inauguração, o Keiunkan já recebeu um sem-fim de personalidades – entre samurais e imperadores do passado, chefes de estado, artistas e celebridades das mais diversas épocas – todos atrás desse preciso encontro entre tradição e inovação, com um segredo realmente atemporal: a hospitalidade.

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O preço de um quarto capaz de receber entre 2 a 7 hóspedes é de 52.000 ienes, ou cerca de 1.780 reais.

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Viena agora é a melhor para se viver

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Melbourne, na Austrália, foi desbancada de um título que mantinha invicto há sete anos: o de melhor cidade do mundo para se viver. A nova detentora deste posto é Viena, na Áustria. A cidade obteve nota 99,1 em uma escala de 100 pontos, realizada pela consultoria Economist Intelligence Unit (EIU).

O ranking é divulgado anualmente pela consultoria e leva em conta fatores como criminalidade, acesso à educação, saúde, estabilidade política e econômica e infraestrutura de transporte.

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Viena se destacou em termos de qualidade de vida, estabilidade e também ganhou pontos por seus baixos índices de criminalidade. A diminuição no risco de atentados na Europa contribuiu para estes números.

Apesar disso, a capital austríaca teve um resultado bastante similar ao de Melbourne, que ficou em segundo lugar. Ambas atingiram a pontuação máxima em categorias como saúde, educação e infraestrutura, mas a estabilidade política e econômica de Viena pesaram a favor do resultado.

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Veja o ranking completo das 10 melhores cidades para se viver, segundo a consultoria:

  1. Viena, Áustria
  2. Melbourne, Austrália
  3. Osaka, Japão,
  4. Calgary, Canadá
  5. Sydney, Austrália
  6. Vancouver, Canadá
  7. Tóquio, Japão
  8. Toronto, Canadá
  9. Copenhague, Dinamarca
  10. Adelaide, Austrália

A pesquisa analisa a qualidade de vida em 140 cidades ao redor do mundo. No Brasil, São Paulo e Rio de Janeiro fazem parte do estudo, ficando na 93ª e 88ª posição, respectivamente.

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Pescaria de luxo

Há quem não troque uma boa pescaria por qualquer outro passeio e as viagens com esta finalidade representam um nicho expressivo no turismo. Afinal, para os fãs da prática, há poucas coisas mais relaxantes do que passar algum tempo dentro do mar, na água ou navegando. Na maioria das vezes, estas viagens podem estar bem longe da sofisticação de roteiros tradicionais, mas este panorama tem mudado. Agora, é possível pescar em um lugar de luxo, onde as preocupações são abafadas ainda mais por guias licenciados, águas ideais e outras comodidades.

A Forbes listou alguns destinos de luxo especialmente para os fãs de pescaria, confira:

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The Broadmoor – Com um calendário diário de diversão ao ar livre, o Broadmoor Fishing Camp oferece aos seus clientes lagos com diversos tipos de peixe. Depois de gastar seu tempo com a pescaria, é possível voltar a uma das sete cabanas rústicas do acampamento, ou, se você já passou tempo suficiente em meio à natureza, pode voltar pela estrada até o resort do mesmo grupo.

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Sea Island Golf Club – Embora seja considerado como um dos melhores resorts de golfe nos Estados Unidos, o Sea Island tem um enorme menu de opções de pesca. Quem prefere mar aberto, por exemplo, pode molhar os pés na água enquanto aguarda o peixe morder a isca.

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Le Guanahani – Nesta excursão, os visitantes podem realizar um passeio com início em alto mar acompanhado por pescadores locais em uma tentativa de pegar o maior número de atum e outros tipos de peixe. Após a volta para terra firme, os convidados têm a opção de preparar suas pescas de maneira fresca e com a ajuda dos melhores chefs locais.

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Blackberry Farm – O destino é mais atraente para quem gosta de silêncio e calmaria. As águas na Blackberry Farm são calmas e é possível que, em um raio de alguns quilômetros, só exista você e o seu guia. Além disso, a hora de voltar para terra firme não deixa a desejar: jantar cinco estrelas e um excelente serviço de quarto.

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Big Cypress Lodge – Extensão criada pelo fundador da franquia de pescaria Bass Pro Shops, o local recém-inaugurado oferece um pântano de 600.000 litros com jacarés e peixes. Além disso, há todas as mordomias de um hotel de luxo: suítes presidenciais, dois restaurantes e pista de boliche com tema náutico.

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Celebration, em Orlando, a cidade criada pela Disney.

Walt Disney tinha o sonho de construir uma cidade-modelo futurista chamada EPCOT (Experimental Prototype Community of Tomorrow). Depois de sua morte, a ideia acabou virando o parque temático. Mais tarde, o projeto foi tirado do papel em forma de Celebration, mas bem diferente do que tinha sido pensado pelo Walt: virou um agrupamento urbano perfeitinho que mistura estilos arquitetônicos (vitoriano, colonial, clássico) comuns no norte dos Estados Unidos (até o paisagismo foi pensado com esse fim – ali não tem as palmeiras típicas da Flórida, e sim carvalhos e pinheiros), inaugurado em 1994.

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Belas casas são organizadas ao redor de um centrinho compacto com um lago, entre calçadas arborizadas e plataformas e caminhos que correm entre os pântanos (onde por vezes você vê um jacaré tomando sol). Cerca de nove mil pessoas vivem ali hoje – uma das casas pertence a ninguém menos que Silvio Santos. A Disney Company ainda é indiretamente proprietária da área. O resultado geral é, como tudo na Disney, um tanto artificial, mas bonito e bem cuidado.

O lugar fica bem perto dos parques da Disney (o Hollywood Studios está a 9 minutos de carro). Inclusive alguns escritórios da Disney ficam ali. O centrinho da cidade é basicamente ao redor da Market Street e da Front Street e uma boa dica é parar no Market Street Café, uma lanchonete com todas aquelas delícias tipo waffles, ovos e panquecas para um café da manhã ou brunch.

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Vale a pena embarcar num passeio de bicicleta da Celebration Bike Rental. Você pode só alugar uma bike (US$ 15 para duas horas) ou fazer o tour guiado. Esses tours levam por caminhos gramados entre as casas e tem guias nascidos ali, que te contam sobre as peculiaridades da cidade.

Depois, é possível ver as lojinhas da rua principal e escolher outro lugar para comer: o Ari Sushi tem especialidades japonesas e coreanas, e a Kilwin’s é uma doceria fofa cheia de balas e chocolates. O sorvete de s’mores é delicioso. De noite, a melhor pedida é o Imperium Food and Wine, um wine bar com carta de vinhos recheada e “short breads”, espécie de mini pizzas, com vários recheios. Se você estiver lá aos domingos vale dar uma olhada no Farmer’s Market, que funciona das 9h às 14h com pequenos produtores de frutas, legumes, pães, queijos, entre outras coisinhas.

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Fonte: Carpe Mundi

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Cruzeiro indiano

Se você pensa na Índia como um fluxo interminável de motocicletas e carros desviando de vacas, pedestres e cachorros… Bem, você está certo. Mas você também terá uma surpresa e, acredite, um descanso luxuoso, ao velejar no Vrinda.

A embarcação a motor cobre a bela parte sul da Índia, conhecida como Kerala, e é administrada pelo famoso Oberoi Hotel. Não é de admirar que os quartos sejam o que você encontraria em um hotel de luxo, e a comida, indiana e continental, é uma bela experiência gourmet.

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Os remansos indianos transcendentes da antiga cidade comercial de Cochin ficam a uma curta viagem de avião de Mumbai e depois a uma hora de carro até um dos maiores lagos do país, o majestoso Vembanad.

O Vrinda, que significa “cacho de flores”, em hindi, tem apenas oito cabanas, com 32 metros de comprimento, um amplo convés principal, uma sala-de-jantar e um deque superior para tomar sol. O quarto tem uma cama queen size, um closet, duas mesas de cabeceira e um banheiro com chuveiro. Pressione um botão e um mordomo aparece. Mais importante, há uma grande janela que se abre para as águas.

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Durante o dia, um guia entra a bordo para uma breve conversa sobre a área. Depois, ele leva os hóspedes à terra para uma variedade de excursões diárias: uma visita a uma sala de aula, a um templo budista ao ar livre; a um escultor cujas esculturas adornam igrejas tão distantes como a Flórida; e a uma igreja católica romana que data dos primeiros dias do século 17.

A cada noite, o Vrinda retorna ao seu porto de origem e, em todas elas, há um show. A alguns metros da doca, dançarinos preparam seu traje exótico. Há sempre pessoas nas proximidades, oferecendo conselhos sobre os costumes locais. Vários artistas também chegam a bordo para uma apresentação bastante intimista. Há ainda uma experiência de jantar mais formal, quando todos os convidados se sentam em uma mesa longa e estreita.

Fonte: Forbes

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Antigo hospital e monastério em Tel Aviv é transformado em hotel

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Sem modificar a estrutura suntuosa do antigo monastério e hospital localizado em Tel Aviv, Israel, o arquiteto John Pawson, em parceria com Ramy Gill, e uma equipe de especialistas em restauração, transformaram o marco neo-romano do século 19 em um hotel cheio de estilo e história.

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Misturando novo e antigo, as superfícies do edifício se mantiveram intocadas, enquanto John adicionou seu toque minimalista ao Jaffa Hotel. Os tetos abobadados com pé direito altíssimo reforçam a arquitetura tradicional do Oriente Médio. As paredes foram raspadas para revelar pinturas e marcas antigas, que ficaram à vista. No mobiliário, clássicos de design assinados por Shiro Kuramata e Pierre Paulin convivem com obras de artistas modernos como Damien Hirst.

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O prédio histórico em formato de U ganhou uma nova construção para fazer parte do complexo. No centro, um pátio com muitas árvores forma um oásis perfeito para relaxar. Em todo o décor, esse contraponto da cultura antiga local é combinado com toques contemporâneos.

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O hotel conta com 120 quartos, 32 residências de luxo e comodidades como piscina, bar, lounge, spa de luxo, fitness center e dois restaurantes.

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 Fonte: Casa Vogue

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Casamento de bilionário

Cerimônias de casamentos em destinos paradisíacos já não são mais novidade. Muitos casais apaixonados optam pelos chamados “destination weddings”, festas que normalmente têm paisagens naturais como pano de fundo, e para onde o grupo seleto de convidados arruma as malas para participar. Este tipo de casório não costuma sair barato, mas um resort no México aposta no altíssimo luxo para tornar o enlace dos pombinhos uma experiência inesquecível para todos.

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Quem estiver disposto a investir pode realizar um casamentos bilionário nos resorts da companhia Grand Velas, no México, com uma série de etapas luxuosas que inclui até viagem de avião particular, com direito a massagens e serviço de bordo especializado! O pacote, que foi batizado justamente de “Casamento de Bilionário”, custa nada menos que 2,5 milhões de dólares e está disponível nas unidades do resort na Riviera Maya e Riviera Nayarit.

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A festa começa com uma viagem de avião particular com lugar para 100 convidados, que sai dos Estados Unidos e segue até o México. No hotel, cada convidado recebe um assistente pessoal, além de ter à disposição algumas criações do estilista de Hollywood Michael Costello, que já desenhou para supercelebridades, como Lady Gaga, Beyoncé e Jennifer Lopez. Enquanto isso, os noivos recebem presentes, como shots de tequila, banho aromático e coquetéis preparados para a ocasião.

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O lugar, com paisagens cinematográficas e uma arquitetura de cair o queixo, ainda rende belíssimas fotos para a posteridade. Já imaginou?

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Nadando com as águas vivas no Oceano Pacífico

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Nadar no meio de milhões de águas vivas não parece estar nos planos de muita gente, até porque o resultado pode não ser o melhor. Mas no conhecido “Jellyfish Lake“, isso é possível! O lago das águas vivas fica na ilha Eil Malk, no Palau, Oceano Pacífico.

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Todos os dias, os seres da espécie Mastigia, também conhecida como “dourado”, migram através deste lago marinho de águas salinas, que se conecta ao mar – que recuou há cerca de 12 mil anos – através de túneis e fissuras nas pedras calcárias que o envolvem. Mesmo cercado por terra e isolado do oceano, o lago retém as águas-vivas a tal ponto que elas não usam mais seus ferrões, visto que não há mais predadores no lago. E é isso que possibilita o inusitado mergulho.

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Embora o mergulho seja possível, chegar abaixo de 15 metros pode ser fatal devido uma camada de sulfeto de hidrogênio altamente tóxico e que pode ser absorvido pela pele. Dizem que pessoas mais sensíveis também podem ter a pele incomodada pelas águas vivas douradas.

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Atualmente, a probabilidade é de que ao menos 2 milhões dessas encantadoras criaturas vivam ali. Elas nadam duas vezes ao dia pela extensão do lago em busca de aumentar a luz solar que recebem. Embora pareçam enormes, muitas delas são pequeninas, até menor do que um punho humano.

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Você teria coragem?

Fonte: Nômades Digitais

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Cartão postal amarelo

Durante a primavera, a região de Luoping, na China, se transforma numa espécie de oceano amarelo de flores, num cenário que parece vir de outro planeta. Fotógrafos de todo o mundo aproveitam a ocasião para capturar a beleza deste espetáculo natural, com colinas envolvidas por um amarelo brilhante e a perder de vista.

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A semente responsável pelo cenário é a flor de canola, plantada em toda a China, mas que floresce em diferentes épocas do ano, dependendo das temperaturas em cada lugar. As fazendas na região de Luoping estão entre as maiores da China país e são normalmente as primeiras a colorir o país.

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A flor de canola é plantada para depois ser colhido o óleo de canola a partir das sementes. Antes disso, há tempo para cenários como os que você vê nestas fotos.

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Fonte: Hypeness

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Roteiro astronômico pelo céu Chile

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Percorrer o Chile de norte a sul é como visitar mais de um país em uma única viagem. Dos canais estreitos e gelados dos fiordes, na Patagônia, ao cenário árido do Atacama, no norte do país, o viajante encontra uma das mais variadas geografias em um mesmo destino da América do Sul.

Mas não é só em terra que turistas são recebidos com uma das mais impressionantes paisagens da América do Sul. Com condições climáticas que garantem mais de 300 noites de céu aberto por ano, os céus do Chile são conhecidos, mundialmente, por sua nitidez. Conheça observatórios turísticos do Chile que estão abertos para visitas:

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O Observatório Astronômico Andino se localiza a 20 minutos da capital chilena e está a 1.240 metros sobre o nível do mar. A visita noturna aberta ao público acontece em uma cúpula com três telescópios e um terraço de observação. O local oferece também observação diurna em três telescópios solares com filtro de Hidrogeno Alfa, o que permite apreciar detalhes do sol.

Com tours de 2h30 de duração, o Space ensina aos astrônomos de primeira viagem a observarem o céu a olho nu e até a lerem um mapa astronômico. Dividido em duas etapas que incluem até chocolate quente no final da visita, na sala da casa do astrônomo responsável pela experiência, o passeio permite também o uso de um dos 10 telescópios disponíveis.

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Localizado a 2.635 metros sobre o nível do mar, em Taltal, sul de Antofagasta, o Observatório Paranal conta com o VLTP, o Very Large Telescope Project, um sistema de quatro telescópios ópticos de 8,2 metros de diâmetro, considerado o mais avançado do mundo.

As visitas guiadas de duas horas, aos sábados, permitem o uso dos telescópios desse observatório de alto nível científico, a 87 km ao leste de La Serena e a 2.200 metros sobre o nível do mar.

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